História On My Way - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Outlawqueen
Exibições 14
Palavras 1.020
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Musica do capítulo: Unconditionally - Katy Perry

Capítulo 16 - Incondicionalmente


– O que está fazendo aqui? - Perguntei colocando toda minha raiva na voz

– Vim te pedir desculpas, e te ajudar - Respondeu ele estendendo a mão para me ajudar a levantar.

Eu revirei os olhos e me levantei do chão sozinha - Eu não quero ouvir suas desculpas, e nem quero sua ajuda - Respondi, e comecei a caminhar para o sul, onde ficava meu castelo.

– Regina! Eu fui um idiota em dizer tudo aquilo! - Disse ele andando atrás de mim. Suas palavras eram verdadeiras, eu sentia, mas me recusava a acreditar - Eu estava com raiva porque você havia mentido para mim!

Parei, e me virei para ele. - Eu não menti para você! - Gritei

– Mas você também nunca me contou que foi a Evil Queen - Não pude deixar de ignorar o fato dele ter falado "foi" e não "é", significava que ele acreditava que eu havia mudado.

– Você esperava o que? Que eu dissesse "Oi, eu sou a Evil Queen que baniu todos desse mundo para outro com uma maldição das trevas, vamos ser amigos?" - Fui irônica.

– Você poderia pelo menos ter me contado isso antes de eu me apaixonar por você! - Era impressionante como as palavras dele me afetavam de uma forma que nem eu saberia como explicar. Eu estava apaixonada por ele, era inegável, mas existiam várias coisas nos impedindo de ficar juntos.

– Se você soubesse disso antes, você não teria se apaixonado por mim? - Perguntei olhando nos olhos dele, naqueles lindos olhos azuis intensos como o mar.

Ele se aproximou de mim, eu não me afastei. Então ele segurou minhas mãos e trouxe de volta aquela velha sensação de estar protegida - Não, eu teria me apaixonado por você de qualquer jeito. Por que eu me apaixonei pela por quem você é agora, pela Regina que eu conheci, o passado é apenas algo que deve ficar para trás.

Eu comecei a chorar, não sei se era de alegria, de raiva, de tristeza ou qualquer outro sentimento. - Me desculpe, por tudo - Robin disse limpando as lágrimas de minha bochecha

– Sim, eu te desculpo - Respondi. Porém eu ainda estava com medo, medo abrir meu coração e ser machucada mais uma vez - Mas eu não posso fica com você - Me afastei dele

– Por que não? - Ele perguntou se aproximando novamente, mas dessa vez não segurou minhas mãos, ele apenas ficou perto o bastante para eu sentir sua respiração - Me fale, por que não?

– Eu tenho medo - Falei tão baixo que saiu um sussurro - Medo de que uma hora tudo isso acabe e eu volte para a escuridão, medo de que algo do meu passado volte e acabe com tudo que nós temos! - Fiquei desesperada só de pensar a possibilidade de isso acontecer.

– Nada disso vai acontecer - Ele segurou meu rosto com as duas mãos. Eu sabia o que aconteceria, minha cérebro gritava "Corre!", mas meu corpo não esboçava nenhuma reação - Eu te amo, e vou te amar incondicionalmente – Então ele me beijou.

Foi um beijo cheio de paixão, como o nosso primeiro, mas nesse não havia sentimentos escondidos. Apenas amor, o mais puro e verdadeiro amor. E eu não sentia mais medo, ao contrário, eu sentia como se pudesse passar por qualquer coisa.

– Eu também te amo– Eu disse quando nos separamos - O que fazemos agora? - Peguntei

– Eu vou te ajudar a salvar sua mãe - Respondeu ele

– O castelo fica para o sul. Tem certeza que quer fazer isso? - Perguntei enquanto começa a andar.

– Sim, eu não vou deixar você enfrentar aquela bruxa sozinha, ela é mais poderosa do que você - Eu lancei um olhar furioso para ele - Sem ofensas - Robin completou

– Tudo bem, eu já sei como vou derrotá-la - Respondi me lembrando do que Glinda disse

– Como?

– Eu conheci uma bruxa boa. E ela me disse que a magia de luz pode derrotar minha irmã

– E como conseguimos essa magia?

– A magia de luz é criada do amor, ela disse que eu tenho essa magia e que eu tenho apenas que deixar o passado para trás e concentrar todos os bons sentimentos.

– E você fez isso? - Ele levantou uma sobrancelha como se aquela pergunta fosse um desafio

– Não - Olhei para o chão e notei que havia uma pequena camada de neve no chão, mas não nevava

– Hey - Ele segurou em meu queixo me fazendo levantar a cabeça - Não fica assim, eu tenho certeza de que você vai consegui - Ele encostou seus lábios de leve nos meus como se selasse uma promessa.

Nós continuamos andando em direção ao castelo, confesso que aquilo cansava e por várias vezes eu pensei em nos teletransportar com magia, mas poderia chamar a atenção de minha irmã e isso era o que eu menos queria no momento. Se não estivesse com o Robin, eu já teria desistido, mas seu amor me mantinha de pé, suas palavras me deixavam forte e faziam acreditar que eu poderia derrotar Zelena.

Nos conversamos o caminho todo. Eu contei minha história, toda dessa vez e ele me contou a sua. Descobri que os Merry Men's eram uma legião de homens ladrões que roubavam para os outros e não para si mesmo, e que Roland estava com eles nesse momento.

– Chegamos - Falei. Lá estava, meu antigo castelo, do mesmo jeito que eu havia deixado.

– Está preparada?

– Acho que sim - Respondi tentando parecer confiante.

Ele segurou minha mão e nós entramos, não havia ninguém no salão principal.

– Não tem ninguém - Robin falou

– Tem sim, eu consigo sentir a magia dela. Ela está lá em baixo

Nós fomos para o andar de baixo, no subterrâneo, onde ficavam as celas

– Que lugar é esse? - Ele perguntou

– Era onde eu mantinha meus prisioneiros antes de matá-los - Respondi e ele se calou, talvez com medo.

De repente, algumas tochas se acenderam, não todas. Apenas algumas que formavam uma espécie de caminho, que no fim "apontava" para uma cela mais afastada, e de longe eu consegui ver minha mãe.



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