História On My Way - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Outlawqueen
Exibições 15
Palavras 1.123
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Musica do capítulo: Radioactive - Imagine Dragons

Capítulo 17 - Destino


– Mãe! - Corri até ela, mas antes mesmo que eu conseguisse chegar Zelena apareceu e me jogou longe.

– Oops - Ela falou e soltou uma risada que era para ser maligna, mas parecia que ela estava engasgada - Pensou que fosse fácil assim?

– Deixe ela ir! - Gritei já de pé

– Por que? Nós estamos apenas começando! - Ela ergueu a mão no ar e começou a me levitar.

– Solta ela! - Robin gritou, Zelena moveu a outra mão em direção a parede jogando Robin contra a mesma, deixando-o desacordado.

– Robin! - Gritei

– Zelena, solte ela! - Minha mãe falou. Ela estava de pé e seu rosto, iluminado pela luz fraca da tocha, estava pálido como uma folha de papel. Sua voz era baixa como se ela estivesse fazendo um esforço sobrenatural para falar - Ela não teve culpa de nada!

– Teve sim! - Minha irmã gritou - Ela teve a vida que era para ser MINHA! Vamos ver de quem eu me vingo primeiro... Acho que vou começar com minha querida mãe

Ela abriu a palma da mão um coração apareceu nela, mas não como os outros que eu havia arrancando. Ele tinha o mesmo tamanho e a mesma forma dos outros e também era vermelho. Porém, haviam marcas pretas nele em volta dele como cicatrizes, e ele irradiava uma luz dourada fazendo uma aura de paz se propagar por todo o local. - O quê você fez? - Perguntei. Quando eu havia devolvido o coração de minha mãe ele não era assim.

– Eu apenas joguei um feitiço para mostrar como ele realmente é. Incrível não é? Olhando assim ninguém diria que é o coração da minha querida mãe. O que será que acontece se eu fizer isso? - Ela apertou o coração e tudo parou por um segundo.

Minha mãe colocou a mão onde seu coração deveria estar, e seu rosto expressava dor. Eu senti o gosto de algo salgado na boca, então percebi que eram lágrimas que eu havia produzido - Não chore maninha, como eu disse, estou apenas começando - Zelena no seu famoso tom irritante. Ela continuou apertando o coração e soltando-o.

Sabia que a hora havia chegado, eu precisa fazer algo, eu precisava derrotar Zelena. - Você vai perder - Eu disse

– Como você vai me derrotar? Apenas magia de luz pode me machucar. E sua magia é negra! Era este seu destino. E também é será sua ruína!

– Não me diga o que posso ser! - Gritei, o formigamento em meus dedos ficava mais forte.

– Tentei ser boazinha uma vez, mas não estava nas cartas. Essa é quem eu sou, e é quem você é!

Me lembrei do que Robin disse, que eu iria consegui, e se ele acreditava em que eu conseguiria, então assim seria - Está errada, mana - Então eu me concentrei em bons momentos, o primeiro que veio em minha mente foi depois de eu ter devolvido o coração dela, a primeira vez que ela me chamou de "Minha filha" sem nenhum rancor ou mágoa na voz, apenas amor. Aquela sem dúvida era a melhor lembrança da minha vida toda. Me lembrei também de hoje, um pouco antes de chegarmos aqui, quando Robin disse que me amava. Eu senti a magia formigando em meus dedos, era algo diferente de qualquer outra magia. Olhei para minhas mãos surpresa com o que estava vendo: Magia da luz.

– O que está fazendo? - Perguntou ela incrédula

– Mudando! - Sorri com o sinal de vitória iminente. Estão eu joguei a luzes como se fossem bolas de fogo, e Zelena caiu no chão.

– O quê? Como? - Ela perguntou enquanto eu ia até ela - Eu faço meu próprio destino - Então eu finalmente arranquei o pingente dela, vendo seu poder se esvair no ar e o coração de minha mãe apareceu na minha outra mão.

– Você consegui - Disse Robin atrás de mim, ele havia despertado.

Zelena ainda estava caída no chão quando eu passei por ela, indo até a minha mãe e a abraçando com toda a força que eu pude, aproveitando o momento para devolver seu coração - Você está bem? Ela te machucou? - Perguntei e ela apenas riu.

– Não, ela apenas tirou meus poderes e devolveu minhas memórias. Parece que eu devo uma explicação a você - Respondeu ela. Sua tranquilidade me assustava, era como se ela soubesse que eu era capaz de derrotar Zelena antes mesmo de eu saber que estava apta para tal feito.

– Deixe isso para depois, vamos sair daqui - Eu teletransportei nós quatro para o salão principal do castelo, que para minha surpresa estava cheio de gente.

– O que é toda essa gente? - Perguntei

– São as pessoas que eu transformei em macacos voadores, elas voltaram ao normal - Zelena respondeu. Então Merida havia voltado a ser humana

– Lá está ela! - Alguém gritou apontando para minha irmã que estava parada do meu lado direito

– Vamos matá-la! - Outro gritou. Todos começaram a vir em nossa direção

– PAREM! - Gritei me posicionando entre Zelena e a multidão - NINGUÉM VAI MATÁ-LA!

– Ela tem que pagar por tudo o que ela fez! - Alguém na multidão falou

– Não com a morte. Vamos mante-la presa até segundas ordens - Falei - E se alguém tentar algo, terá que acertar as contas comigo - Lancei meu melhor olhar de Evil Queen para a multidão. Todos se calaram.

Depois de prender Zelena, eu fui até o jardim ver minha querida macieira, que estava viva depois de todos esses anos por causa de um feitiço que eu havia jogado nela antes de lançar a maldição. E lá estava ela, tão bela quanto da última vez que eu a havia visto. Me aproximei e tirei uma das maçãs, tão vermelha e perfeitamente redonda e tinha um aroma fabuloso, levei ela até a boca, levei ela até os lábios, mas quando fui morder algo me interrompeu:

– Se eu fosse você não faria isso - Robin apareceu ao meu lado rindo da própria piada

– Muito engraçado, mas essas maçãs não estão envenenadas, ao contrário, elas eram para mim mesma - Respondi mordendo a fruta, era realmente deliciosa e suculenta, como nenhuma outra.

– Serio mesmo? Deixa eu ver - Ele pegou a maça da minha mão e mordeu - Gostosa, mas não tanto quanto isso - Ele me puxou pela cintura para um beijo intenso, com gosto de maçã. - Então, o quê vai fazer agora?

– Não sei, tanta coisa aconteceu hoje e eu ainda estou tentando processar tudo, acho que vou deixar o destino seguir com seus planos - Respondi encostando minha testa na dele. - Mas eu sei o que eu quero nesse momento e para sempre...

– O quê?

– Ficar com você - Sussurei.



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