História On my Wonderland (KH x Reader) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Kingdom Hearts
Personagens Aqua, Kairi, Mickey Mouse, Naminé, Pateta, Pato Donald, Personagens Originais, Riku, Roxas, Sora, Terra, Vanitas, Ventus, Xion
Tags Alice In Wonderland, Alternative Universe, Crossover, Fanfic, Game, Jogo, Kingdom Hearts, Reader Insert, Self-insertion, Square Enix
Visualizações 43
Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, leitor(a)-chan! Tudo belezão?
Aqui está mais uma fanfic que trago ao site, exclusivamente para você, que curte Kingdom Hearts!
Boa leitura a todos!

NOTA:
[Nome]: Você terá que inserir seu nome, ou apelido.
Sempre que aparecer uma frase ou palavra entre [ ] , é algo de seu gosto pessoal
EX:
"Vesti a minha camiseta [cor favorita] e corri para a loja de jogos!"

Capítulo 1 - A Toca do Coelho


“Um sonho assustador é como uma memória distorcida. Uma memória distorcida é como um sonho assustador.”

 

— [Nome]!

— Ah! O quê? – me levanto da cama, assustada. Era a minha mãe, me acordando, com um olhar zangado.

— O que foi, mãe? – falei, confusa.

— [Nome]! Você se esqueceu? Você disse que ia dormir cedo!

— Mas, mãe! Hoje é sábado!

— Eu sei, mas você disse que ia acordar cedo para arrumar o seu quarto!

— Ah, é mesmo. Me desculpa, mãe.

— Francamente, você ficou a noite inteira jogando aquele seu jogo que os contos da Disney se encontram com aqueles personagens de...

— De?

— ...Final F... Final Frame, isso!

— Mãe, é Final Fantasy e a senhora embaralhou com Fatal Frame, eu acho. – a corrigi.

(Nota: para quem não sabe, Fatal Frame é um jogo de terror japonês).

— Que seja! Acho que devia começar colando as bordas dos seus pôsteres.

— Tá bom. – falo com um tom monótono.

 

Puxa vida. E daí se eu gosto de Kingdom Hearts? Tá, gastei três meses de mesada em jogos, chaveirinhos de todas as Keyblades dos personagens (ainda não tenho a do Axel e Roxas, pois são raras!)

Comecei colando as bordas dos pôsteres do jogo, que comprei em um evento que acontece todo ano na minha cidade. Tenho vários, o meu favorito é o da Organização XIII, com todos os integrantes, gosto tanto deles que parece ser uma banda quando falo para outras pessoas. Depois, peguei os meus ursinhos de heartlesses que também comprei no evento e coloquei-os na cama. Após isso, peguei meus action figures (também de Kingdom Hearts) e coloquei-os na prateleira, junto dos meus mangás. Não pensem que eu só tenho coisas de Kingdom Hearts! Também tenho vários itens e action figures de [anime favorito]e variados mangás shounen na prateleira.

 

— [Nome]! Vai tomar café agora? – ouvi o meu pai de lá de baixo.

— Não, pai! Ainda tenho que tirar a poeira do meu quarto!

— Okay! Então coma depois, okay?

— Okay!

 

                Saí um pouco de casa, correndo para a loja de jogos, pois os jogos de Nintendo DS estavam na promoção. Mal podia esperar para comprar o remake de Kingdom Hearts: Coded, que sempre quis jogar. Até levei o meu chaveiro de “Keyblade” do Sora, para me dar boa sorte. Mas acho que eu devia parar de acreditar em boa sorte, pois tropeço numa poça, e ouço risos. Risos que ouço todo santo dia da semana.

 

— Ah! Ah! Você é idiota, mesmo, não é? – era ela. A valentona patricinha da escola, com suas “amigas”, como sempre.

— Me deixem em paz...

— Ah! Você não vai agora! – uma das valentonas diz, me impedindo de me afastar.

— O que vocês querem comigo? – pergunto, já sem paciência.

— Calma, [Nome]! É só um favor que quero lhe pedir.

— Diga logo o que você quer de uma vez!

— Bem, eu estou precisando de uns kits de pintura para o cursinho de artes. Você poderia me emprestar um dinheir...

— Você quer dizer “maquiagem”, não é? – a interrompi, friamente – Nem pensar!

— Como é? – a mesma pergunta em tom arrogante.

— Quer dizer, eu estou sem grana para isso, até porque eu estou indo para a loja de jogos, e...

— Eu nem ligo para os seus jogos idiotas, me passa logo isso! – ela pôs a mão em meu bolso, mas não conseguiu me tirar algo.

                Mas foi em vão, já que somos uma contra três. Sim, suas duas amigas me fizeram tropeçar novamente e enfim roubarem o meu dinheiro. Porém, mal sabia eu que ela havia pegado mais uma coisa...

— Oh, mas o que temos aqui! Isso é um item do seu tão amado jogo? – lá estava ela com o meu chaveiro da Keyblade do Sora!

— Não! Me devolva isso!

— Oh, tadinha! Isso é tão importante para você?

— Por favor! Podem ficar com o meu dinheiro! Mas me devolvam esta chave! É muito rara!

— Hum, é mesmo? Então você não se importaria se eu levasse como um presentinho, não é?

— Não, por favor! – continuei implorando para ela.

— Tarde demais, amiga! Tenha um bom dia!

 

                 Não acredito. Ela levou mesmo. A minha chave rara, se foi. Meu dinheiro se foi. Não sei se fico triste ou com raiva. Apenas corri. Para bem longe, até o parque, onde ninguém poderia ver minha angústia. Agora que elas levaram o meu dinheiro, não vai dar para eu comprar o jogo, Estamos em [mês de aniversário ou anterior(caso você faça aniversário na primeira semana)]. Semana que vem é o meu aniversário e meu pai tinha me dado aquela quantia de presente, para eu comprar o que eu quisesse. Como já tinha meu NDS, era só comprar o jogo. Por quê?

 

“Por que todos me tratam como lixo?”

“Deve ser porque você é uma ingênua...”

 

— Oh! – despertei bruscamente.

 

Olhei ao redor, quando vejo um vulto por trás das árvores.

 

— Hum...

 

                Decidi seguir o vulto. Entrei mais a fundo na floresta, quando vi uma criatura preta, pequena entrando em um buraco.

 — Um heartless? Como? Não é possível! – fui me aproximado cada vez mais do buraco. Quando me aproximei o bastante, olhei-o mais a fundo, e percebi não dava para ver o fundo.

— Ele desceu pelo buraco. Bem... – coloquei um pé e depois adiantei – Não deve ser tão fundoooooooooo!!!!!

                Caí pela escuridão do buraco profundo. Espera! Não estou caindo! Eu estou... flutuando?

 

— Onde... estou? – apenas sentia um ar suave, soprando os meus cabelos [cor de seu cabelo] para cima. – Será que esse buraco é muito fundo?

 

Questões e perguntas eram feitas durante a minha queda. Quando de repente, avisto um ponto brilhante no chão, que podia ser o fundo. Quando a gravidade pareceu aumentar simultaneamente. Começo a cair, gritando que nem louca. Em pouco tempo, alcanço o chão e bato a cabeça e o joelho esquerdo.

 

— Ai! A-Acho que eu ralei o joelho... – reparo na minha perna esquerda, sangrando pelos joelhos.

Me levanto, para tentar estancar o sangramento, mas me distraio com o que estou vestindo.

— Huh? Não me lembro de estou vestindo isso.

 

                Reparo no pequeno corredor que levava a uma pequena sala, com uma pequena porta. Olho para o espelho, que ficava no canto da salinha, e percebo que estou vestindo algo diferente do que me lembrava. Eu estava vestindo um vestido, em estilo “Lolita”, em tons de [sua cor favorita] e de babados brancos e um laço na cabeça, da mesma cor do vestido.

 

— Estranho...

 

                Olho ao redor e percebo que a porta é enorme. Olho através da fechadura e avisto um jardim, lindo.

 

— Um jardim! Preciso passar por essa porta! – mas não adiantava. A porta era muito pequena. – Deve ter uma chave ou...

 

                Olhei ao redor e encontrei na mesa um pequeno frasco, escrito: “Beba-me”

 

 — Tá bom, então! Lá vou eu! – bebi o conteúdo do frasco, quando sinto um desconforto em meu interior.

— O que é isso? Eu estou diminuindoooo!!!!!

 

                Quando aconteceu. A sala inteira estava gigantesca. Espera! Ou fui eu que diminuí de tamanho?

 

— Ai, meu Deus! Agora posso passar pela porta!

 

                Tentei girar a maçaneta, quando descobri que estava trancada. Quando percebi, vi uma chave em cima da mesa.

 

— E agora? – cocei a cabeça e olho em volta novamente, quando reparo em uma caixa perto do pé da mesa, da qual estava cheia de biscoitos, escrito: “coma-me”

— Acho que comendo isso, eu vou voltar ao meu tamanho normal. Bom, vou arriscar. – mordo metade de um biscoito e me sinto estranha novamente. Fecho os olhos por uns segundos, e quando abro, vi que estava tão enorme que nem me encaixava na sala.

— E agora? – meus olhos começam a encharcar, e começo a soluçar – Eu só queria ir para a aquele jardim... Isso é pedir demais?

 

                Estou perdida, bastante perdida. Não parava de chorar! Quando vejo ao redor da sala um pequeno barco, flutuando em um rio de lágrimas. Tinha alguém, remando. Quando ele olha para cima e me avista:

 

— Ei, você aí! – o sujeito me chama de lá de baixo.

— Oi? – olhei mais de perto, e lá estava um cara, com cabelos ruivos e espetados, e vestido de preto. – Axel?

— Hum? – ele me fita com um olhar estranho. – Você sabe o meu nome?

— Er... é que... – fico sem palavras.

— Bem, isso não importa agora! Beba isso! Depressa!

 

                Ele joga uma garrafa, da qual rapidamente, bebo o seu conteúdo. Logo eu encolho novamente, e caio nas lágrimas que jorrei desnecessariamente.

 

Eu não sei nadar. Ferrou.


Notas Finais


Bem, por hoje é só! Mais surpresas aguardam no próximo capítulo!
Até lá e bye bye!!


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