História On the lake - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi
Tags Jinki, Minho, Onew, Onho
Exibições 61
Palavras 1.742
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de muito tempo, eis que estou com mais uma fanfic SHINee.
Surgiu hoje pela tarde essa One e simplesmente decidi fazer e postar ahueshueah
Quem aqui ama OnHo? Eu amo. Muito. SÉRIO.
Espero que tenha a aprovação de vocês.
Bejenhos.

Capítulo 1 - OnHo


– Estou saindo pra correr, mãe. – avisei antes de abrir a porta de casa.

– Tudo bem, filho. Nada de esforço. – ela respondeu.

Soltei uma risada nasal e saí da casa dos meus pais.

De roupa esportiva e tênis de corrida, coloquei meu fone no ouvido e conectei o cabo ao celular.

Morava perto de um grande lago para pescar, andar com aqueles gansos gigantes que serve pra pedalar até cansar as pernas e admirar o extenso e bonito lago.

Minha corrida era dar a volta nesse lago e depois entrar numa pequena mata que tinha o caminho aberto para passagem. O fim dessa mata dava aos fundos da minha casa. Grande e pensado percurso, não é? Eu que montei mentalmente.

Não era sempre que eu tinha tempo para me exercitar. Nos finais de semana, tinha que estudar ou dar atenção aos meus pais e o resto da família. Era difícil.

Já começava a suar. Estava ofegante e essa roupa esquentava ainda mais meu corpo.

– Aish! – falei ao sentir gotículas de chuva cair sobre meus ombros.

Logo agora, Deus?

Bufei. Não, não vou parar. E sim, vou desobedecer à ordem da minha mãe de não pegar chuva para não ficar gripado.

Meus cabelos já estavam molhados.

O suor misturando com a chuva e, nossa, que nojo.

Estava na metade do lago. Crianças brincando com seus cachorros, casais disputando lugar em baixo de alguma árvore pequena justamente pra ficar com os corpos colados e aproveitar pra se esfregar.

Revirei os olhos. Não era da minha conta, afinal, eu que estou na pior. Não tenho ninguém pra me esfregar debaixo de alguma árvor – O que é aquilo ali?

Uma pessoa? Ela está morrendo? Ai, meu Deus!

Minho faça alguma coisa! – meu subconsciente maluco falou.

Fazer o que? Não estou fazendo faculdade de enfermagem. – respondi.

Aish! Por que isso só acontece comigo?

Acelerei os passos até alcançar o moribundo.

– Ei, você está bem? – perguntei.

Era um homem. Ele também estava com roupas de corrida. Uma bermuda larga, blusa com mangas longas e uma meia nos joelhos com o tênis de corrida.

Era um idoso? Olhei para o rosto do homem. Bom...

Não era. E era lindo.

– Consegue falar? – ele assentiu com a mão no peito –  Então fale caramba! Já está me assustando.

– E– eu... Minhas pernas... – arfou –  E– estou morrendo!

– Mas por quê? – me exaltei.

– Dor... – apontou pra barriga – de facão!

Parei com a massagem em seu peito.

Esse idiota está desse jeito porque tomou muita água e foi se exercitar.

– Tonto! Não sabe que não pode beber muita água antes de se exercitar?

– Mas não é só isso. – ele endireitou seu corpo – Minhas pernas estão doendo.

Seu rosto estava confuso.

– Então pare de correr. – ele olhou pras suas pernas que involuntariamente estava se movimentando.

– Desculpa... – sorriu sem graça.

– Tudo bem. Está melhor? – ele assentiu – Parece que não está acostumado a fazer exercícios, certo?

– Comecei ontem. Meu corpo está dolorido ainda.

– Eu sei bem. Nos primeiros dias é assim mesmo, mas logo o seu corpo acostuma hm?

– Obrigado pela dica e pela ajuda. – sorriu.

– Não precisa agradecer. – estiquei minha mão –  Minho, prazer.

– Jinki, mas pode me chamar de Onew. Podemos parar pra descansar?

– Você tem quantos anos?

– Está insinuando que pareço velho? – engasguei com a água.

– Não. Que isso... – ele riu.

– Ali. Podemos sentar naquele banquinho. – ele segurou minha mão e me arrastou para o assento.

– M– mas eu preciso terminar a corrida...

Ele me olhou. Decepcionado...?

– Ah... Tudo bem. Perdão por atrapalhar... – largou minha mão e sentou sozinho no banquinho que ele falara.

Estreitei os olhos pro homem e por fim, sentei com ele.

– Vou ficar só um pouquinho... – ele sorriu e começou a conversar.

Onew era um homem de 26 anos, dono de uma voz doce e um sorriso lindo. Falante mas também me ouviu bem. Conversamos sobre vários assuntos. Ele contou que estava fazendo exercícios, pois estava se achando gordo.

– Aqui, toque meu braço e sinta a gordura! – ri quando ele esticou o braço.

Toquei e senti músculos.

– Você é doido? Só estou sentindo músculos, cabeça de vento.

Ele tocou o meu.

– Isso aqui que são músculos! Eca... Está todo suado. E nossa você é forte, Minho! – comecei a rir.

– Você gostou tanto assim de me tocar que não quer mais tirar a mão do meu braço? Cuidado pra não se apaixonar. – ele se assustou e se soltou rapidamente.

– D– desculpa... – limpou a mão de suor em seu short.

– Ei, tudo bem. – sorri pro seu rosto paralisado – Vamos voltar pra corrida? Aproveito e fico de olho em você.

– Não se preocupe, –  ele se levantou –  posso seguir o caminho sozinho.

E assim ele fez. Começou a correr sozinho.

– Onew? – corri atrás dele – O que aconteceu, cara? Foi aquilo que eu te falei?

– E se foi? Estávamos conversando normalmente e você fez esse comentário infeliz.

Ele estava bravo...

– Wow. Me perdoe, Onew. Não queria te machucar nem nada parecido. Só... Falei. Fui um idiota, você está certo.

Ele suspirou e diminuiu a corrida pra andar com calma.

– Tudo bem... Está perdoado. – sorri, mas ele continuava sério –  Agora preciso ir...

Segurei seu braço com força.

A essa altura algumas pessoas já olhavam o nosso showzinho no meio da calçada do lado.

– Por que está fugindo de mim? – perguntei sério e ofegante.

– Não estou fugindo. Só quero ir pra casa, posso?

– Não, não pode. Só vai se livrar de mim assim que falar o motivo dessa chateação. Como vamos correr amanhã com essa sua cara de bunda pra mim?

– Correr amanhã...? – ele perguntou confuso.

– Claro... Gostei de ter uma companhia. Não é muito legal conversar sozinho. Você não quer, não é...?

– Não disse isso. – ele mordia os lábios.

Soltei seu braço com calma.

– Melhor eu ir... – falei com vergonha por ter sido ignorado no convite.

– Minho... – se aproximou – Vamos...

Sinceramente eu não esperava por isso.

Parecia confuso e com algo a esconder de mim. Minha vontade era de jogar ele no chão e enforcá-lo até soltar o que estava escondendo de mim.

– Minho... Você namora?

– Quem? Eu? – ele assentiu – Bom... Não. Não tenho tempo pra pensar em me relacionar com alguém. Minha vida é corrida por causa da faculdade de direito.

– Entendo...

– E você namora...? – ele negou.

– Acho que os caras legais só se interessam por caras de sua idade mesmo. Estou velho.

– Não acho. Juventude não é tudo, Onew.

– Você não me julgou por ser gay... – ele parou de correr.

– Claro que não. Sou bi. – sorri e quando vi seus olhos brilhantes sorri mais ainda – Agora vamos. Desse jeito não vamos terminar a corrida nunca.

E então começamos a correr de verdade. Estávamos terminando a volta que tinha que dar no lago. Quando passamos pelo ponto que comecei a correr, ele parou.

– Bom... Acho que eu fico por aqui. – disse triste.

– O que? Nada disso. Ainda temos um pequeno percurso pela mata aqui do lado, ele dá aos fundos da minha casa.

– Mas Minho, você falou certo, é a sua casa.

– Idaí? Vamos, espante a preguiça. – peguei em sua mão e voltamos a correr.

Ele estava cansado, bebia água a cada segundo. E não demorou muito pra acontecer o que eu já temia.

– Ai, Minho! De novo... A dor...

Comecei a rir.

– Besta. Levante o corpo, Onew.

– Mas está doendo! – neguei revirando os olhos.

Encostei-o numa árvore e comecei a fazer massagem em sua barriga. Ele algumas vezes recuava por estar realmente doendo. Limpava o suor de sua testa com a minha toalhinha que sempre levava nas corridas.

– Como consegue suar tanto? – arrumei seus cabelos molhados com os dedos – Está melhor? – abaixei meu rosto.

Como foi que eu cheguei aqui tão perto do rosto dele?

Ele me olhava com a boca um pouco aberta e o rosto vermelho. Minha mão que estava em sua barriga subia e descia por causa da sua respiração acelerada.

– Onew...? Está tudo bem...? – perguntei ainda olhando pra ele.

Senti sua mão na segurar minha cintura, ele fazia carinho ali, mas não demorou muito pro meu corpo começar a se mover. Sim, ele estava me puxando pra mais perto dele...

Onew começou a roçar seus lábios na pele do meu pescoço. Seu hálito quente

Causando arrepios em meu corpo. Suas mãos entrando por dentro da minha camisa, mãos macias...

– O– o que está fazendo, Onew...? –  perguntei arfando.

– Minho... – ele sussurrou no meu ouvido – Posso beijar sua boca...? – gemi.

Sim, eu gemi. Não foi por querer. Eu só... Estava louco e entregue àquele homem.

Segurei forte a barra de sua blusa. Nossos corpos já estavam começando a se esfregar. As folhas da árvore chacoalhavam com o nosso movimento. Estava tão gostoso...

– C– claro que pode Onew... – chupei seu pescoço e ele soltou seu gemido grave e arrastado.

Ele deslizou sua boca do meu pescoço, passando pelo meu queixo até colar nossas bocas.

Nosso beijo começou quente e necessitado. Não sabíamos o porquê daquela atração maluca, só queria sentir essa boca macia se encaixando na minha, sua língua quente e molhada buscando a minha pra chupar de um jeito único e excitante.

Minhas mãos passeavam pelo seu corpo suado, ele apertava minha cintura.

O infeliz do ar começou a faltar. Nenhum dos dois queria separar o beijo, mas era preciso.

Afastamos nossas bocas. Dois homens ofegantes, perdidos em pensamento.

Dei três passos para trás e ele me olhou assustado.

– Olha... P– perdão, Minho. Não queria fazer isso, mas fiz. Eu... Desculpa. V– você nem gostou, não é...? Eu sei.

– Cala a boca. – olhei bravo pra ele – Você fala demais, se culpa demais e beija muito bem. –  ele estava assustado.

Sorri carinhoso.

Arrumei minha roupa amassada e o meu cabelo desarrumado por ele. Aproximei-me do seu corpo e fiz o mesmo. Ele continuava tenso e paralisado.

– Por que está assim? – toquei seu rosto – Acha que vou fugir? – ele assentiu.

Dei um selinho demorado em sua boca.

– Minho, olha...

– Eu quero.

– Quer...?

– Eu quero repetir o que aconteceu agora, Onew... – uma tensão excitante voltou ao ambiente – Nunca fiquei tão entregue assim pra nenhuma pessoa. E eu gostei... – ele sorriu.

– Aceita ser o meu amante? –  perguntou abraçando minha cintura.

– Amante? Mas não era pra ser "Aceita ser o meu namorado?”?

– Não. Na próxima corrida que é amanhã eu peço pra ser o meu namorado. – dei língua pra ele e o safado a chupou de surpresa.

E lá estava eu, me esfregando com o meu amante numa árvore.

– Obrigado por ter me convidado pra correr com você, Minho.

– Não agradeça querido. Foi a minha melhor escolha até agora.

 

Fim...


Notas Finais


E aí? Gostaram? Ahueshaes
Será que é o fim dessa história? Eu não sei...
Dependendo da aceitação de vocês, eu continuo
Foi bom voltar a postar mais uma história dos meus amores
Bejenhos :3
Bejenhos


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