História On The Road with Tokio Hotel - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Bill, Comedia, Dream Machine Tour, Europa, Georg, Gustav, Romance, Tokio Hotel, Tom
Visualizações 50
Palavras 1.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISO: Alguns provavelmente já sabem do que se trata, se os sonhos da Kate foram de alguma ajuda, mas ESSE CAPÍTULO CONTÉM UM SMUT COMPLETAMENTE DIFERENTE DO QUE VOCÊS JÁ LERAM NOS ANTERIORES
Aviso dado, aproveitem o capítulo.

Capítulo 33 - DIA 14 - parte 1


Enquanto ele dormia agarrado ao meu travesseiro, eu estava sentada ao seu lado, acariciando as suas costas e pensando no que aconteceu na festa ontem.

Não, eu não estava mais sentindo a fera assassina em mim, mas vê-lo com aquele cara me deu realmente o que pensar.

E se eu não fosse suficiente? Quero dizer, eu tenho amor suficiente por nós dois e o sexo é fantástico também, mas, foi difícil ter a certeza de que ele é a porra de um bottom.

Porra, o jeito que ele tem inconscientemente rebolado contra mim nas últimas noites meio que foi a dica, mas, ver com os meus próprios olhos como ele reagiu a um cara bonito meio que explodiu a minha mente.

E eu nem mesmo tenho um pênis para competir.

O que eu poderia fazer para ele se manter fiel a esse namoro recente enquanto estivéssemos separados?

Realmente não queria ter apelado para o único gay que eu conheço, até porque ele era mais descarado que a Megan, mas Benji foi esclarecedor e muito cru na hora de me dar ideias.

B1: Foda ele. Duro.

eu: O que? Tá maluco?

B1: Comece com uma massagem. Use a língua para provoca-lo. Massageie a bunda dele, devagar, por baixo da cueca.

B1: Rebole na sua bunda e morda a nuca dele enquanto isso. Eu juro que ele vai se derreter.

eu: Benji. Não sei se vai dar certo.

B1: Não tem nada que você se dispõe a fazer que não saia mais do que perfeito.

eu: Não sei não.

B1: Você consegue. Se precisar de alguma dica eu te mando uns links pra você procurar na internet.

Ele mandou e eu fiquei com os olhos arregalados por um bom tempo, enquanto aquelas imagens excitantes rolavam sobre a tela.

Foda-se. Eu achei que fosse só um sonho pervertido sem sentido, não sabia que era possível fazer uma coisa dessas.

Olhei para o Bill quando ele me soltou e virou para o outro lado com a barriga pra baixo.

Talvez fosse uma ideia absurda, mas aquelas imagens fodidas acabaram me excitando e eu decidi que era melhor tirar a prova de uma vez antes que eu fosse embora e começasse a enlouquecer.

- Bill? Bill, acorda. Eu preciso te perguntar uma coisa.

- Hum? – ele respirou fundo e se enrolou mais no cobertor. – O que quer saber?

- Você é tops ou bottom?

Ele se virou tão rápido que quase me jogou pra fora da cama. Seus olhos bem abertos indicavam que ele perdeu o sono na mesma velocidade com que a pergunta muitíssimo bem elaborada saiu da minha boca.

Eu me odiava à vezes.

- O que disse?

- Tops ou bottom?

Ele sentou na cama e me puxou até eu estar sentada nas pernas dele, depois acariciou o meu rosto devagar.

- Isso é por causa de ontem à noite? Já falei que não precisa se preocupar com nenhum cara, Kate. É você quem eu escolhi pra mim.

- Sim, você já disse isso. Agora responde a pergunta.

- Bem, er.. eu.. sabe..

- Bottom. – Me desvencilhei dele e saí da cama. – Entendi.

- Espera, o que foi? – ele se sentou na beirada da cama e me olhou nervoso. – Aonde você está indo? E de onde você surgiu com essas expressões?

- O melhor amigo da minha irmã é gay, se esqueceu?

- E você está chateada por eu..

- Não. Eu meio que sabia já. – depois que eu estava mais calma sobre seguir adiante, eu me sentei de novo nas pernas dele. – Agora eu preciso te contar uma coisa.

- Você é bi também?

- Não. Eu sou team pênis, obrigada. Mas, sim, o assunto tem um pouco haver com o tema.

- Pois então fale.

- Você já percebeu que ao acordar sempre estamos de conchinha, normalmente com você nos meus braços?

- Hum.. sim. É gostoso.

- Muito. – mordi o seu lábio e lhe beijei a ponta do nariz. – Mas eu não sei se você se deu conta que tem feito certos movimentos inconscientes.

- Movimentos?

- Durante as últimas noites, aliás, desde a primeira noite você vem rebolando à procura do pênis que eu não tenho aqui.

- O que? – ele estava com os olhos enormes de novo. Rolei os meus. Já era de se esperar que ele estivesse acostumado. – Você tirou a madrugada pra me chocar, só pode.

- Mas é verdade. Foi isso que me fez pensar no teu status de bottom, mesmo que você foda como ninguém. Um desperdício, sinceramente. Os caras com quem você transou foram trouxas.

- Ser bottom, como você diz, tem as suas vantagens também. Você não gosta quando eu sou mais dominante na cama? Não gosta que eu tome todas as providências pra te proporcionar o máximo de prazer?

- Sim.

- Pois é o mesmo que eu sinto quando eu..

- Quando você é dominado.

- Hum.. sim.

- Então se eu fizer isso.. – peguei as mãos dele e segurei acima da sua cabeça, empurrando-o para trás até que ele estivesse deitado. – E isso.. – puxei a sua camiseta pra cima e a deixei enrolada encima dos seus olhos. Mordisquei a sua bochecha, depois lambi seus lábios. – É bom?

- Sim..

Desci lambidas pelo seu pescoço, mordiscando sempre que ele suspirava mais forte só pelo prazer de ouvi-lo gemer baixinho. Rodeei cada pequeno traço das suas tatuagens com a minha língua e quando cheguei ao mamilo, suguei com força, do mesmo jeito que ele fazia em mim.

Bill gemeu mais alto e se arqueou, me oferecendo os seus mamilos. Suguei cada um mais algumas vezes, brincando com o piercing, e então desci pela sua barriga, sempre beijando cada pedacinho de pele.

Mordi com força especial aquela estrela que ficava praticamente dentro da sua cueca enquanto meti a mão dentro dela para agarrar o seu pênis que já estava duro.

- Está gostoso?

- Muito.

O estimulei mais um pouco, mas então parei e voltei a subir pelo seu corpo para beijá-lo.

Não sei se pressentia o que eu queria fazer, mas ele envolveu o meu corpo com as pernas dele. Isso provocou um beijo mais ardente e eu passei a me mover encima dele acariciando a sua coxa.

Era estranhamente erótico fazer movimentos de penetração enquanto aquele pênis duro tocava a minha barriga.

- Bill, eu quero tentar uma coisa.

- Tudo bem.

- Não vai me perguntar o que é?

- Confio em você.

O beijei forte e ele fechou mais ainda as pernas ao meu redor, rebolando e esfregando o seu pau em mim.

- Vai um pouco mais pra cima, amor. Fica de quatro pra mim. – ele gemeu, mas fez o que pedi e eu aproveitei aquela posição para morder a sua bunda. – Se você se sentir desconfortável, me avisa.

- Okay.

Dei um nó melhor na camiseta para que ele continuasse vendado e lhe beijei o ombro antes de descer a língua pela sua coluna, fazendo-o se arrepiar e se abaixar em direção ao colchão.

Seu pênis balançou ao ser enfim liberto da cueca.

Ele tinha uma bunda bonitinha, a qual eu beijei e dei uma mordida e ele gemeu baixinho.

- Empina essa bunda bonita pra mim.

A sua bunda era realmente bonitinha, toda pequenina e macia.. Com a sua empinada ele ficou todo aberto pra mim e eu não perdi tempo em beijar e depois uma lambida bem vagarosa naquele lugar tão curioso para mim.

Ele gemeu baixinho contra o travesseiro.

Peguei o seu pênis e comecei a bombeá-lo ao mesmo tempo em que estimulava o seu ânus com a minha língua.

Era um pouco esquisito, confesso, acho que porque eu nunca chupei nem mesmo uma mulher. Mas ao mesmo tempo era excitante, principalmente porque o Bill não parava de gemer e se contorcer.

Porra.

Ele estava rebolando na minha língua.

Mas ela não era dura o suficiente para os seus propósitos, assim eu trouxe o meu dedo para estimulá-lo até que o enfiei inteiro dentro dele.

Bill rebolou mais rápido e eu perdi um pouco os movimentos no pênis dele, mas ele não pareceu se importar muito enquanto fodia o meu dedo.

- Eu.. Kate, eu vou gozar.

- Ainda não.

Larguei as carícias e o fiz virar na cama. Fiquei no meio das suas pernas e as levantei para os meus ombros, depois me posicionei meio que por cima dele, com as pernas bem abertas para poder sentar no pênis dele.

Porra, ele parecia maior.

Bill agarrou as suas pernas para que eu pudesse me mover e arqueamos as costas as mesmo tempo porque aquela posição era muito boa.

Não imaginava que existisse tal coisa como frango assado invertido. Caralho, teria que levar um presente extra para o Benji porque, puta que pariu, eu me sentia prestes a gozar já.

- Agora você pode gozar, gostoso.

Nós gozamos ao mesmo tempo e abafamos ambos os gritos com as nossas bocas em um beijo sôfrego.

Bill ainda estava um pouco trêmulo quando desencaixei dele e desamarrei a camiseta dos seus olhos. Ele sorriu todo fofo e me puxou para um beijo, ainda com as pernas ao redor do meu corpo, depois me jogou de costas na cama para se aconchegar em mim.

Porra, melhor transa da minha vida.

Como eu posso ficar sem isso agora?

- De onde você tirou essa posição?

- Benji.

- Me lembra de mandar alguma coisa pra ele em agradecimento.

- Então você gostou?

- Eu amei. Mesmo que tenha acontecido por causa de um ciúme bobo.

- Não foi por causa de ciúmes. – ele levantou a sobrancelha e eu bufei. Ele riu beijando o meu nariz. – Tá, talvez um pouco, mas eu já estava com a ideia plantada, só não sabia o que fazer.

- E eu posso saber de onde surgiu a ideia? Ou você tem tara por caras gays?

- Pufft. A culpa foi totalmente sua por rebolar no meu pau inexistente e provocar aqueles sonhos pervertidos.

- Sonhos pervertidos? Parece interessante, fale mais..

- Não. Eu quero dormir, pois estou cansada.

- Se eu te liberar para dormir, você me conta pelo menos um sonho amanhã?

- Amanhã.

Ele me beijou e depois voltou a se aconchegar em mim, entrelaçando a sua perna à minha e abraçando a minha cintura. Antes de deitas a cabeça no meu ombro, ele ainda teve a audácia de chupar o meu mamilo e o pescoço.

- Bons sonhos, Kate.

- Pervertido.


Notas Finais


Er.. oi oi
Foi um bom Smut? Demorou pra sair uma coisa descente, por isso a demora pra postar.
Ah, e eu fiz as contas e a fic vai chegar provavelmente ao capítulo 40, ok?
Nos lemos na quinta
Beijos.


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