História On The Run - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Mars
Personagens Personagens Originais
Tags Bruno, Cartel, Drogas, Natasha, Run, Sexo
Exibições 23
Palavras 2.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sei demorei, mas não foi por culpa minha eu estou sem internet e não tenho previsão de volta. Então por enquanto irei postatando quando conseguir por créditos ou um wi-fi.

Boa leitura.

Capítulo 36 - I am just caring of you


Fanfic / Fanfiction On The Run - Capítulo 36 - I am just caring of you

-Ah! -Me joguei na cama exausta, puxei o lençol até a altura da cintura e senti seus braços ao redor do meu corpo. -não, sai!

-Ah é assim você me usa e depois me larga?

-Já estamos no terceiro round.

-no UFC são cinco. -beijou meu ombro.

-você ganhou por nocaute técnico. -me virei agarrando seu pescoço.

-fica difícil com você enfiando os peitos na minha cara. -sua voz saiu abafada.

-Que peitos? -beliscou minha barriga e eu ri. -podia me dar uns peitos de presente hum?

-O que? Silicone? -levantou a cabeça me olhando.

-é. -pisquei pra ele.

-não, nem pensar eu gosto assim. -enfiou ainda mais a cara neles.

-Meus peitos minhas regras.

-Ah é? E se eu te falar que quero tirar um pedaço do meu pau porque acho ele muito grande.

-não tem nada haver, eu não falei em mexer na Natasha de baixo.

-Claro que não, só eu mexo com ela. -beijou meu lábios. -Falando nisso, como você está meu amor? Ta se sentindo bem? -Falou abaixando o rosto, o safado tava falando com minha boceta.

-Ela não vai te responder agora a coitada vomitou e desmaiou.

-você é terrível. -beijei a ponta do seu nariz.

-pronta pra viajar amanhã?

-não? -fiz um bico. -Não quero ir.

-por que? -Dei de ombros. -amor é Verona é lindo lá.

-Eu sei, mesmo assim não queria ir. -me virei de costas e cobri os seios com o lençol, o sono logo chegou e eu dormi a noite toda, dez horas ininterruptas um recorde.

Acordei às onze com o sol entrando pela janela, olhei para os pés da cama é as malas já estavam lá, bufei e me levantei já irritada.

Tomei um banho gelado, vesti uma roupa qualquer chequei minha mala e sai. O vôo seria as três então eu ainda teria tempo pra fazer algumas coisas, fui no banco fazer algumas coisas depois tive que ir pagar contas é mole? Ryan ainda está de molho e sobra tudo pra cima de mim.

-Eu quero um café com bastante creme e açúcar. -falei no balcão e a moça assentiu sorrindo, ouvi o sino da porta e uma risada conhecida logo em seguida.

James entrou seguindo por um mulher extremamente alta e branca, ele pareceu não ter me visto.

-são seis dólares e noventa e cinco. -a moça falou me entregando o copo branco e verde.

-dois cappuccinos por favor. -Ouvi sua voz ao meu lado e entreguei o dinheiro a moça.

-Olá James. -tomei um pouco do meu café o olhando.

-Oi Natasha quanto tempo. -beijou meu rosto. -Nunca mais nos falamos desde a viagem.

-Pois é. -olhei para a moça atrás dele que me encarava meio estranha.

-Ah é, essa é Nina Summers trabalha na empresa.

-hum. -tomei mais do meu café.

-É um prazer conhece-la. -estendeu a mão para mim e eu apertei.

-igualmente. -Voltei meu olhar para o James que encarava minha mão. -Quer café?

-Você casou. -olhei minha aliança que brilhava no dedo. -casou com ele?

-James. -o repreendi, ele estava com os olhos esbugalhados, o maxilar trincado fazia suas veias da testa e pescoço saltarem.

-Eu não acredito que você fez isso. -sai pela porta rapidamente e ele veio atrás.

-Você sabe que eu o amo, e ele também me ama. -sua respiração estava ofegante ele afrouxou a gravata e passou a mão pela barba nervoso. -James…

-Eu não acredito, você deveria casas comigo não com ele.

-Eu faço o que eu quiser quando eu quiser e você não tem nada com isso.

-EU TE AJUDEI! -ele berrava descontrolado. -EU ESTAVA DO SEU LADO SEMPRE. EU ESTIVE EM VIENA COM VOCÊ, ENQUANTO ELE SE PREOCUPAVA COM O PRÓPRIO UMBIGO EU ESTAVA LÁ!

-Chega de escândalos. -segurei seu braço. -Quem fugiu igual uma mocinha indefesa foi você então não venha me cobrar o que não me deu.

-Mas eu te am…

-Mas eu não! -joguei o café na lixeira. -Quantas vezes eu vou ter que falar até você entender isso? -Dei as costas e andei em direção ao carro sem olhar pra ele. Puta que pariu porra chata do caralho!

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A aeronave já estava no ar à algumas horas, Bruno e os meninos dormiam calmamente. Além de eu Bruno, Dre e Lonye só haviam mais Kameron, Phredley, ari, e Jamareo. A nossa pequena equipe era suficiente para um combate se necessário, mas a ideia era entrar e sair sem sermos notados.

Sentei na poltrona ao lado de Bruno com um copo de uísque e gelo, olhei para a janela o céu escuro, não dava pra ver muita coisa além de as nuvens que passavam rapidamente ao lado da aeronave.

-Ai. -Bruno se remexeu na poltrona fazendo uma cara de dor.

-Ei acorda. -passei a mão pelo seu braço e ele abriu os olhos lentamente.

-Hum? Já chegamos? -me olhou com o rosto um pouco inchado.

-Não, você está com dor? -toquei sua coluna e ele reclamou.

-um pouquinho.

-tomou friagem esses dias? -ele endireitou a postura se espreguiçando e fazendo suas costas estalarem.

-Não. -reclinou mais a poltrona. -ta tudo bem.

-Quando chegarmos à Itália vamos no hospital. -Tomei meu uísque.

-amor não precisa eu estou bem.

-Quando chegarmos à Itália vamos no hospital. -Repeti pausadamente e ele sorriu.

Não demorou muito para que chegássemos á Roma, era noite e por isso não dava para ver muita coisa, mas a cidade estava linda toda iluminada, faz tanto tempo desde a última vez.

Nós hospedamos num hotel no centro do lado havia um cassino e Bruno já ficou todo animadinho. Assim que terminamos de nos instalar eu comecei o meu desfarce. Uma calça jeans escura, tênis e uma blusa preta escrito segurança atrás, predi o cabelo num rabo de cavalo e coloquei um boné. Coloquei lentes de contato e estava pronta.

-Vamos. -joguei o casaco para ele.

-Hum? Para onde?

-Hospital. -ele rolou os olhos e depois olhou pra mim.

-Que roupa é essa?

-Sou segurança esqueceu? -retirei minha aliança e coloquei no bolso. -sugiro que faça o mesmo.

-Tá mas porque? -passei um spray em sua mão para disfarçar a marca da aliança.
-É possível, é possível não, é mais que provável que já estejamos sendo monitorados desde de que pisamos em Roma.

-E o disfarce é importante. -ele completou e nos sorrimos.

-Dre pegue o carro, vamos sair. -falei no ponto. Assim que paramos na calçada o carro estacionou, entramos no mesmo e Dre estava dirgirindo.

-Onde vamos? -Ele sorriu quando me viu sentar ao seu lado e Bruno no banco de trás.

-Hospital mais próximo. -apertei o botão do Mailing. -Bruno está com dor nas costas.

-Nem é tanta dor assim ela é exagerada. -Falou birrento. -Exagerada? Já ta esquecido do que aconteceu da última vez?

-Ainda assim. -olha esse bico gostoso, Bruno estava uma delicinha com esse moletom e a cara amassada de sono, sem falar do cabelo todo bagunçado.

Descemos no hospital que era próximo do hotel, estava tudo calmo a moça da recepção conversava com uma enfermeira quando chegamos mas logo abriu um sorriso gigantesco quando viu meu marido, haja paciência.

-Boa noite em que posso ajudar? -falou em italiano, Bruno fez uma careta e eu ri.

-Boa noite, eu gostaria de saber se tem algum médico para antende-lo. -apontei para Bruno que estava atrás de mim.
-O Senhor tem convênio? -Ela me ignorou, vaca!
-O que? Eu não entendi? -Bruno me olhou.
-Ele não fala italiano. -falei a encarando. -Vai nos antender ou não?
-Um minuto. -pegou o telefone e fez uma chamada falou algumas coisas e depois desligou. -podem seguir a Laura até a ala de atendimentos.
-Muito Obrigada! -falei debochada e seguimos a moça, tal Laura, até um corredor cheio de portas.
-O paciente e mais um acompanhante. -Ela falou abrindo a porta.
-Fica ai na porta. -falei pro Dre e ele assentiu.
-Boa noite. -O médico falou assim que paramos na frente da mesa branca, e que médico!
-Boa noite. -Sorri. -Senta Bruno. -Falei em inglês.
-Turistas? -perguntou também em inglês.
-Sim, americanos. -Bruno respondeu.
-e então? O que aconteceu? -O inglês dele era perfeito, ele era perfeito. Um homem de seus quarenta e poucos anos, cabelos grisalhos, e lisos, olhos azuis e uma barba rala para fazer.
-Não foi nada de mais. -Bruno falou. -É que eu tive uma dor nas costas á algum tempo e era pneumonia, e agora estou com uma dor chatinha novamente.
-Ah claro, que bom que veio logo ao médico. -Sorriu, e que sorriso hein? Eu não me importaria de ser a sugar baby dele. -Pode tirar o moletom por favor?
-Claro. -Bruno tirou a blusa de frio e o médico o examinou com o estetoscópio pediu para que ele respirase fundo umas três vezes enquanto mudava o estetoscópio de posição.
-O Senhor fuma? -Ele disse sério enquanto anotava algo num papel.
-Sim. -respondeu baixo.
-Hum. -entortou os lábios. -Laura, prepare a sala de raio-x.
-tá tudo bem? -perguntei já meio nervosa, eu não podia dar pinta e estragar o disfarce mas eu estava preocupada.
-Aparentemente sim, mas vamos só confirmar. -levantou-se colocando o estetoscópio ao redor do pescoço. Seguimos para a sala de raio-x e eu não pude entrar, foi bem rápido logo o médico já estava saindo junto com Bruno que vestia o moletom.
-Bem. -Ele analisava a folha negra contra a luz. -Está tudo certo, não tem acumulação de muco nem líquido nos pulmões. Mas olha isso aqui. -apontou para uma parte escura do pulmão. -É o que o cigarro está fazendo com o tecido do seu pulmão.
-Okay, obrigado doutor. -Bruno apertou sua mão e ele sorriu.
-Doutor. -apertamos as mãos. -Muito obrigada.
-Por nada, tenham uma boa estadia  espero que gostem da Itália. -saímos pela porta em silêncio e seguimos assim até a recepção, onde eu paguei a conta, e depois no carro até o hotel. Assim que chegou Bruno foi dormir dizendo que estava com muito sono. Eu por outro lado fui para a varanda, peguei a cópia do raio-x dele e me sentei na mesinha que havia lá.
Analisei bem enquanto tomava um chá, pelo pouco que sei Bruno não está doente ainda mas vai ficar e rápido se não se cuidar. Seu pulmão está muito comprometido pelos anos que ele fumou e pela quantidade também.
Senti meus olhos arderem enquanto encarava o raio-x sobre a mesa, só de pensar em perdê-lo meu coração aperta, e pensar que isso está acontecendo por culpa dele mesmo só me deixa pior. Olhei para a cidade iluminada e os monumentos históricos que cercavam o hotel, eu podia ver a torre de pisa.
-vem deitar. -Ouvi sua voz atrás de mim e me subiu uma raiva extrema.
-Não quero. -Respirei fundo.
-Por que?
-Por que será? Vamos ver se o gênio consegue descobrir. -Cruzei os braços.
-Ai Natasha. -passou a mão pelos cabelos. -Ta tudo bem.
-Não está não! -Me levantei. -Você sabe disso se não parar de fumar já, vai ficar doente.
-E seu eu não quiser parar? -Arqueou as sobrancelhas.
-Então vai ficar sozinho. -Puxei sua mão e coloquei minha aliança nela. -Só me devolva quando você decidir lutar por sua vida. Eu não vou ficar do lado de uma pessoa que tá tentando se matar!
-Amor espera. -Entrei no quarto igual um furacão. -Natasha vamos conversar.
-Não! -puxei os cobertores. -Agora não! -ele fechou a porta da varanda e depois puxou as cortinas, senti ele deitar ao meu lado mas pela cama ser muito grande ele nem tocou em mim.
Senti toda aquela raiva que esquentava meu sangue ir murchando e dando lugar à um medo, um medo gigantesco que me consumia desde quando percebi que estava apaixonada pelo Bruno o medo de perdê-lo. De nunca mais poder tocá-lo, sentir seu cheiro, beijar sua boca. Só de lembrar dele naquela cama de hospital me dá vontade de chorar, todos aqueles dias que passamos no hospital eu tive medo, um puta medo de perdê-lo porque eu não sei o que fazer se algo acontecer.
-Não chora. -senti sua mão acariciar meu ombro. -Desculpa.
-Eu tenho medo. -seus braços me envolveram num abraço apertado. -Eu não quero te perder. Eu te amo e não quero te perder.
-Não vai. -me fez virar para encara-lo. -eu vou parar, por você. Por nós, eu juro.
-você é tudo que eu tenho. -minha voz saiu num sussuro. -Só me restou você de bom, se algo acontecer eu..
-Shii! -beijou meu rosto me abraçando. -Nada vai acontecer, eu te amo.
-Eu também te amo.


Notas Finais


Eu sei que tá bem pombo MASSSS o próximo vai ser bem melhor, juro!

Au revoir


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