História On The Run - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Mars
Personagens Personagens Originais
Tags Bruno, Cartel, Drogas, Natasha, Run, Sexo
Exibições 21
Palavras 2.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 37 - Tweedles


Fanfic / Fanfiction On The Run - Capítulo 37 - Tweedles

O piso de mármore estava tão bem polido que eu podia ver meu reflexo nele. Natasha estava ao meu lado com um terno bem cortado e alinhado ao seu corpo, sem contar que era bem comportado então eu adorei.

-Senhor Mars. -o homem gordo e careca aproximou-se com os braços abertos e ele me abraçou e dei dois beijos um em cada lado so meu rosto.

-Lorenzo? -falei com um pouco de dúvida.

-Claro eu sou o Lorenzo o Pietro está por aí. -sorriu animada. -e quem é a bela moça?

-Minha segurança.

-Muito prazer bella donna. -beijou a mão dela que sorriu. -O prazer é meu senhor Bartolini.

-Ah por favor me chame de Lorenzo todos me chamam assim. -Ele sorriu fazendo as bochechas esmagarem seus olhos miúdos.

-Claro. -O seguimos pelo saguão até a sala de estar.

-Pietro? -o homem exatamente igual a Lorenzo virou com um sorrisinho infame no rosto.

-Nossos amigos americanos? -apontou para nós e Lorenzo assentiu.

-Esse é Mars e essa é a segurança. -Ele disse de um jeito engraçado.

-Que bela segurança senhor Mars. -Okay, relaxa Bruno são só dois velhos babões.

-É a gente tenta. -dei de ombros e eles riram.

-Gosto dele. -Pietro disse entre risadas.

-sente-se por favor. -Lorenzo apontou a poltrona a minha frente.

-Eu vou esperar lá fora, com licença. -Natasha saiu encostando a porta, mas isso era só para dar mais verdade ao disfarce havia um microfone em minha roupa onde ela me ouvia.

-Bem Mars acho que deve saber as ótimas recomendações que tem. -Pietro começou.

-É sim, os irmãos do UFC nos falaram de você. -Lorenzo disse.

-O que é isso eu sou só um reles cozinheiro. -dei de ombros.

-Antes de tudo quero fazer uma pergunta.

-Diga.

-Podemos plantar um campo de coca aqui? -falou num tom ameno.

-receio que pelas baixas temperaturas e a pouca umidade não seja possível. -limpei a garganta. -Não sei se sabem mas a cultura da coca vai muito além de plantar e colher. É necessário, um solo bom, uma temperatura alta, todo um ecossistema. É por isso que o maior produtor de coca até hoje ainda é a Colômbia, eles tem aquela selva amazônica como uma estufa perfeita.

-É uma pena isso mas pensando bem pra que todo o trabalho de preparar se podemos comprar de você? -Lorenzo apontou pra mim.

-Como eu disse eu sou só um cozinheiro, tudo que faço é preparar o prato e servi-lo a vocês. -Sorri amigável.

-Queremos cocaína e heroína para nossas boates e casas de jogos nos estados unidos da América, nos recomendaram você porque dizem que é muito bom no que faz e seu produto é de primeira. -Serviu um pouco de uísque num copo. -Aceita?

-Não obrigada. -acenei com a mão. -E então? Temos um acordo.

-Claro. -Ele me entregou um papel. -Esse é o nosso contrato pode ler e assinar na linha pontilhada.

-Foi bem mais rápido do que imaginei. -Pietro falou sorrindo. -Conhece Verona senhor Mars?

-Não, mas dizem que é incrível. -Ele me entregou uma caneta e eu agradeci.

-Pois é, é linda muito bonita mesmo vamos dar uma festa no nosso castelo lá. Está convidado para comemorar.

-Festa no castelo? Quero. -Ouvi Natasha falar no ponto.

-Claro, vou sim. -Entreguei o contrato para ele e apertamos as mãos.

-Lamentamos não poder ficar, mas você sabe como é os negócios não esperam.

-Claro. -apertamos as mãos mais uma vez. -Foi um prazer fechar negocio com vocês, não vão se arrepender.

-Assim esperamos. -Saímos pela porta e a primeira coisa de vi foi Natasha observando o jardim.

-Gosta de flores senhorita..? -Pietro deu espaço para que ela se apresentasse.

-Waters, Alison Waters. Adoro flores, vocês tem um belo jardim aqui.

-Muito obrigado senhorita Waters. -Lorenzo falou. -Mas se dependesse de mim eles estariam todas mortas.

-Vamos? -Olhei para ela que sorriu divertida.

-Claro senhor Mars, seu carro já está esperando. -Seguimos pelo corredor até até a saída, na frente da grande fonte no centro do jardim estava o carro preto com vidros fumê, como de praxe Natasha abriu a porta para que eu entrasse mas antes que tomasse seu lugar no banco da frente ao lado do motorista deu um tchauzinho para os gêmeos, essa mulher é minha morte.

-Gostei deles. -Falou assim que o carro começou a se mover.

-É, por que?

-Eles parecem os Tweedles.

-Quem?

-Tweedledee e Tweedledum, de Alice no país das maravilhas. -Não me aguentei e gargalhei alto.

-Só você mesmo. -Ela me olhou sorrindo.

-Eles são bandidos mas não psicopatas, têm sentimentos, gostam de coisas bonitas e ostentação. -Vi ela mexer no relógio. -Inofensivos.

-Pera ai. -Olhei pra ela. -Você acabou de me definir.

-O que? não! -Riu da minha cara e eu fiz careta. -Ah para.

-Vamos passear antes de irmos para Verona?

-Por mim iríamos agora mas se você quiser vamos. -seguimos até o hotel para trocar de roupa já que estava calor e seguimos para o nosso passeio.

-Bem onde querem ir primeiro? -A nossa guia falou com um sorriso gigantesco e um sotaque bem puxado.

-Coliseu.

-Aquela fonte que a gente joga moedas.

-Capela Sistina. -Todos olhamos para Natasha. -O que? As melhores peças da renascença italiana estão lá.

-Se você entrar numa igreja ela vai desmoronar.

-Vem cá quem foi que teve a brilhante ideia de trazer o Jamareo hein? -Ela perguntou e ele revirou os olhos.

-Vamos fazer assim, nós vamos na fonte e vocês vão ver as coisas chatas de renascença. -Phred deu a ideia.

-Por que eu?

-Porque você casou com ela.-Jam bateu no meu ombro.

-Vão fazer o que quiserem eu vou para a catedral. -Natasha falou colocando o celular dentro da bolsa.

-Tem certeza? Você pode se perder. -Eu tava louco para ir no coliseu mas tinha que fazer meu papel de marido.

-Eu conheço Roma como a palma da minha mão. -piscou para mim e saiu andando.

-As vezes ela me assusta. -Jamareo falou perto de mim com seus olhos esbugalhados.

-Bem vamos ao coliseu? -seguimos andando mesmo já que ele estava bem próximo, no caminho ela falava algumas coisas sobre prédios históricos e esculturas pela cidade.

-Bem, era aqui que os gladiadores se enfrentavam numa luta até a morte para a diversão do público e do imperador. -Ela falava enquanto andávamos pelos corredores ao redor da arena. -Ali embaixo na arena eles não enfrentaram apenas outros guerreiros, mas animais ferozes como ursos, tigres, leões.

-Você vai enfrentar a fúria do grande guerreiro Jamareos terceiro. -Jam falou apontando a espada de plástico para mim.

-Cara quando é que você vai crescer? -falei sério.

-Está com medo de enfrentar-me e cair sobre minha espada?

-Ih isso não ficou bom não. -Phredley falou e todos rimos.

Natasha P.O.V’s

Eu observava o vitral na igreja examinando cada detalhe da obra de arte a minha frente. As cores refletidas pelo sol o deixava ainda mais espiritual?

-Olá? -me virei encontrando um rapaz ele parecia ser muito jovem uns dezessete anos, usava uma roupa parecida com a do padre mas branca e tinha um sorriso no rosto.

-Oi, eu estou olhando. -apontei para o teto pintado por Michelangelo. -É lindo, tudo muito bonito.

-Sim é uma obra maravilhosa mesmo, não é daqui é?

-Não. -pensei por um minuto em dizer de onde realmente era afinal era um homem de deus, mas algo me dizia que eu deveria ter cautela. -Estados Unidos.

-Ah claro eu sou Pávio seminarista, é católica?

-Não, não tenho religião sou só uma admiradora da arte.

-Tudo bem com licença então e fique a vontade para se confessar se quiser. -Sorri pensando que de confessasse todos os meus pecados ali ou a igreja desmoronaria como disse o Jam ou eu sairia algemada.

-Obrigada. -continuei observando os vitrais e depois segui para o museu, havia tanta coisa bonita lá pinturas, esculturas, italianos. O que? To casada mas não estou morta.

-Você gosta? -me virei vendo um homem na verdade um garoto de seus 21 anos.

-Sim gosta da força de passa. -Sorri olhando a escultura da loba amamentando os gêmeos Romulo e remo.

-É minha história favorita. -Ele sorriu como se estivesse imerso em pensamentos. -Meu nono me contava essa história quando era criança.

-É uma bela história. -Continuo olhando a escultura.

-Ah desculpe minha falta de educação me chamo Gianluca, Gianluca Ginoble Di Vittorio. -Beijou minha mão dando um sorriso sugestivo.

-Bem italiano. -Sorri de volta.-Alison Waters.

-Americana? -assenti e ele sorriu. -Adoro a america, é linda.

-Bem que me disseram que os italianos são muito galantes. -Ele sorriu.

-Eu tento. -deu um sorriso de lado. Estávamos num dos palácios da Piazza del Campidoglio mas precisamente no Palácio dos conservadores.

-Está sozinha aqui? -falou depois de um tempo que andávamos pelo museu. -Quero dizer veio sozinha ou mora aqui?

-Estou a trabalho, vim com uma equipe.

-No que trabalha? -O olhei com a sobrancelha arqueada. -Desculpe eu sou curioso.

-Tudo bem, eu sou segurança. -Ele pareceu meio surpreso com a resposta e logo depois deu um sorriso largo.

-Posso te contratar então?

-Se achar que precisa ser protegido. -Dei de ombros.

-Gianluca vamos. -Ouvimos alguém chamar e quando me virei outro garoto que parecia ter a mesma idade que ele.

-Agora não Ignácio estou ocupado. -Ele falou entre dentes e eu sorri.

-Temos que ir para Verona agora. -El suspirou.

-Alisson? -Me virei olhando para ele. -Podemos nos ver de novo?

-Não sei. -dei de ombros. -Quem sabe? -abri os braços enquanto me afastava deles. -Tchau Senhorita Waters. -acenou.

-Tchau. -sibilei me virando de costas e seguindo pelo corredor até a saída do Museu. Ouvi meu celular tocando e era um mensagem de Bruno dizendo que estavam na  Fontana di trevi, peguei um táxi e logo estava lá. Havia muita gente tirando fotos e fazendo pedidos.

-Nossa dá vontade de nadar. -Falei chegando perto deles e prendendo os óculos no cabelo.

-Visitou seus museus? -Bruno perguntou.

-Não todos, havia muita coisa mas foi bom.  -me entregou uma moeda de euro e eu ri. -O que? Quer que eu faça um pedido?

-Sim, pede alguma coisa que você queira.

-Posso pedir um Chivas? -ele riu. -Eu já tenho você o que mais posso querer?

-Uma garrafa de Chivas? -Gargalhei e andei até a fonte, joguei a moeda sem pensar em nada só por jogar acabei pensando em Gianluca, por que? Não sei!

-Precisamos voltar para o hotel e fazer as malas o vôo para verona sai em duas horas. -Dre nos alertou.

-Ao invés de estar escrito segurança na sua blusa deveria ter, Pai chato. -Jamareo falou e todos rimos, não precisei fazer as malas estava tudo arrumado só peguei algumas roupas que haviam sido lavadas e tudo estava pronto. Pegamos o avião para verona no início da noite  e chegamos lá em pouco tempo já que era perto.

-Não vejo a hora de começar a explorar. -Falei assim que descemos do avião olhando a cidade iluminada a minha frente.

-Eu preciso dormir. -Bruno encostou a cabeça no início meu ombro.

-Você é muito preguiçoso. -Rolei os olhos, seguimos para o hotel onde iríamos ficar hospedados e logo Bruno dormiu uma Pena porque eu esperava algo a mais essa noite, okay vamos deixar para amanhã.

Deitei-me ao seu lado e dormi um pouco, na verdade foi bem pouco não estava cansada nem com preguiça, então levantei coloquei uma legging  um top e um tênis e fui correr.

A paisagem era incrível em alguns momentos eu pensava ter voltado no tempo, as casinhas de pedra com varandas e plantas ramificadas pelas pedras davam charme na cidade. O cheirinho de pão e cannoli adentrou meus pulmões enquanto eu observava o sol nascendo perto da ponte. Tão lindo e majestoso o sol dourado de verona banhou meu corpo gélido pelas baixas temperaturas da madrugada. Vesti meu moletom que estava amarrado na cintura e entrei numa padariazinha ali perto, pedi um rocambole de chocolate e uma xícara bem grande de café com leite. Delícia!

Compre algo para o Peter comer e voltei para o hotel, tomei uma banho quente, lavei os cabelos e preparei a mesa para ele. Até que a princesa aurora acorda-se eu fiquei lendo um pouco na varanda, aquele podia ser o lugar perfeito para uma execução, alto, visível, sem nada que pudesse atrapalhar o sniper mas era lindo.

-Bom dia. -senti um beijo na minha cabeça. -caiu da cama?

-Basicamente. -Dei de ombros.

-O que está lendo?

-Mitologia. -balancei o livro e ele sorriu.

-Isso é pra mim?

-sim, comprei numa padariazinha aqui perto quando fui correr hoje mais cedo.

-Obrigada. -sentou-se à mesa e começou a se servir sem cerimônias. -Você está bem a vontade aqui né?

-Eu amo esse lugar, a história a arte, a culinária seu eu pudesse moraria na Itália para sempre. -Ele riu.

-E não queria vir?

-Exatamente por isso, agora não quero ir embora. -Suspirei. -Eu iria a todos os museus e exposições de arte e saber tudo sobre todas peças, iria a vinhedos saborear vinhos e espumantes. A concerto de música, ballets, a feira.

-Vou te deixar aqui então. -piscou para mim.

-Você não.. -antes de eu completar a frase ouvi alguém bater na porta. -Pediu alguma coisa?

-Não. -peguei minha arma sobre a mesa e andei cautelosamente até a porta.

-Quem é?

-É da recepção, deixaram um pacote para a senhora Alisson Waters. -Abri a porta e o funcionários do hotel me esperava com uma grande caixa em mãos. -Aqui senhora.

-Obrigada. -guardei a arma na parte de trás da calça e peguei a caixa.

-Tenha um bom dia. -chutei a porta a batendo na cara do coitado.

-Que isso?

-Não sei. -abri a caixa e havia um cartão branco com uma fita dourada.

“Para que essa noite a senhorita esteja mais radiante do que nunca!”

Pietro e Lorenzo

-Meu deus tô com medo. -Bruno falou sério e eu gargalhei. -Eles te querem.

-Que nojo. -fiz careta e puxei a folha de seda branca que envolvia um vestido azul incrivelmente lindo. -Donatella Versace.

-Uau. -Bruno pegou o vestido e colocou a frente do seu corpo. -Você acha que vou ficar bonito?

-Ah linda princesa. -peguei uma caixa de veludo preta da Cartier e dentro havia um colar de diamantes azulados lindo, a gargantilha era toda cravejada em diamantes menores e havia um pingente bem grande e brilhante. - Que tal diamantes para acompanhar.

-Nossa. -ele pegou o colar em mãos. -Se rolar um pedido de casamento você não aceita.

-Não sei hein. -dei de ombros e ele sorriu.

-Não tem nada ai pra mim?

-Não.

-Nem Rolex? Um chapéu? Um cartãozinho? -neguei. -Nada?

-Nada Peter, Nada! -ele revirou os olhos e eu ri.

-Vamos passear? -segurou minha mão.

-Agora?

-É agora. -fiz um bico tocando seus ombros.

-Mas eu tava pensando em fazer outra coisa. -beijei seus lábios. -Afinal de contas você me deixou na mão ontem.

-Eu estava cansado. -sorriu envergonhado.

-É eu vi, quando saí do banho você estava roncando. -Mordi o lábio. -Foi uma pena porque eu estava com sua lingerie favorita.

-Hum eu sou um completo idiota. -Beijou meu pescoço.

-É sim. -puxei sua blusa para cima e ele fez o mesmo com meu vestido.

-Como posso te recompensar por isso. -desceu uma trilha de beijos por meu pescoço até meu colo onde abocanhou meu seio.

-Você sabe bem como.

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-Vamos nos atrasar. -Bruno berrou pela terceira vez e eu queria dar na cara dele.

-Vai se foder eu tô me arrumando. -Retoquei o batom vermelho e estava pronta. -Pronto morreu?

-Bruno estava jogado no sofá fingindo roncar.

-Ótimo, acho que vai dar tempo de chegar pro final da festa.

-Cala a boca. -bati nele com a bolsa. -Vamos anda.

-A propósito está maravilhosa como sempre. -beijou minha mão.

-E você um ogro como sempre. -dei um tapa em seu ombro e ele riu. Seguimos até o castelo dos Bartolini e já havia uma grande concentração de pessoas pelos salões, dançando e conversando.

-Você está sendo o centro das atenções. -Bruno cochichou no meu ouvido.

-Eu ou o diamante gigantesco no meu pescoço?

-Você. -sorriu para mim. -chamaria a atenção mesmo se tivesse de terninho.

-E as mulheres não param de te olhar. -arrumei sua camisa.

-Mas eu só tenho olhos para uma. -sorri abaixando o olhar. -A minha.

-Eu te amo. -sussurei.

-Eu amo mais. -beijou minha bochecha.

-Alison Waters. -Me virei dando de cara com Tweedledee e Tweedledum.

-Pietro, Lorenzo. -Sorri. -Muito obrigada pelo vestido e pela jóia não precisava.

-Claro que precisava agora você parece uma princesa.

-Uma princesa não, uma rainha linda. -Bruno pigarreou e ele se olharam.

-Mars! Que bom que veio. -Falaram juntos.

-Iremos ter um espetáculo? -Olhei para o palco montado no salão principal.

-Sim vamos ter um show de ópera, são três garotos não são nenhum Pavarotti mas são bons.

-Que ótimo.

-pode vir sentar-se conosco. -Lorenzo me ofereceu o braço e Pietro também segurei os dois  e seguimos até a mesa. Bruno fez questão de sentar ao meu lado.

-Esse disfarce não ajuda em nada, eu deveria ter te apresentado como minha esposa.

-Não creio que isso seria empecilho para eles. -apertei sua coxa. -Relaxa.

-Senhoras e senhores. -um homem falou no palco ganhando a atenção de todos. -Com vocês, Piero, Gianluca e Ignácio. IL VOLO!

-Vai começar. -Lorenzo falou enquanto batia palmas. -Os três rapazes de fraque entraram no palco ficando cada um na frente de um microfone.

-Não acredito!



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