História On The Spotlight - Colifer AU - Capítulo 33


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Exibições 36
Palavras 916
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


😢😢

Capítulo 33 - Capítulo 33 (Colin)


Quando a cela abriu e me chamaram para uma visita, pensei que

seria mais uma conversa com meu advogado ou, quem sabe meu irmão para atenuar minha tristeza. Eu só conseguia pensar

na devassa que não estariam os repórteres fazendo na vida deles, filmando

com helicópteros a casa dos meus parentes e se debatendo contra o portão como

cães enlouquecidos.

_Vai receber visita íntima é, cara? _ levei uma tapinha nas costas do

policial que riu. Na

sala, estava ela, Jennifer. Eu sorri e senti as lágrimas vindo aos olhos. Precipitei-me em sua direção e parei antes que pudesse em um impulso de abraçá-la. Fui

contido por um gesto seu para que eu me contivesse. Franzi a testa. Entendi

que nossa situação estava estremecida desde nosso último contato. Eu,

porém, já tinha passado por cima de tudo.

_Já tomei a iniciativa de ser sua porta-voz. _ era aquela voz de

profissional da primeira Jen que conheci que me deu calafrios. Será que eu

havia perdido aquela que eu amava? _ Eu respondi às perguntas, também

providenciei para que Seu irmão e a família dele fossem para longe até o julgamento...

_Não gosto de te ver falando assim...

_Assim como?

_O mesmo tom da Rose.

_Independente das questões de “tons”, é por causa dela que está

aqui.

_E eu não sei? Tenho vontade de ir lá agora e matá-la de verdade.

_Não teria coragem.

_Ah! Ótimo! Pode convencê-los disso?

_Vou tentar. Já telefonei para todos que podem depor ao seu favor.

Eles vão fazer a reconstituição e descobrir a verdade...

_Jen... _ toquei no seu braço com a mão algemada. _ Por favor, não

me olhe assim com esses olhos frios, eu não quis...

_Acho que a hora da visita acabou. _ ela interrompeu-me.

_"Acho que a hora da visita acabou?" _ ri e carreguei a voz de ironia.

_ Olha como estou? Sem comer direito, sem dormir, com essa mesma roupa!

Sou eu, Jennifer, o cara com quem você passou noites rindo. Como pode me

abandonar agora?

_Eu estou aqui.

_Não está! A jornalista está aqui. _ acabei gritando de nervosismo._

Eu não quero a assessora. Eu quero a minha namorada. Eu quero a mulher por quem me apaixonei.

_Eu vim aqui dar a cara à tapa para a imprensa. Isso não é muito?

_É com isso que se importa? Com a imprensa? Até parece que

desde que atravessou aquela porta não me viu, não me enxergou. Há alguma

nuvem branca que não te faz reconhecer o Colin?

_Você vai sair daqui.

_Eu quero, eu preciso, estar bem com você.

_...

_Não faz isso, por favor, não me devolva o silêncio.

_Desculpe. Eu estou tentando lidar com essa coisa toda...

_Eu te amo! _ falei alto. _ Eu não sinto nada por aquela louca. Tudo

bem, confesso, a gente já passou dos limites uma vez, mas foi totalmente

sem sentimentos, pelo menos para mim. É diferente do que aconteceu com a

gente. E é só nisso que penso, em poder ter nossa vida de volta, Jen,

olha para mim!

O guarda veio anunciar que a visita acabou. A sua partida foi uma

parte de mim sendo decepada brutalmente. Por causa do amor de Jen eu me

sentia ainda livre, forte, capaz. As grades não me oprimiam. Depois de ter a

certeza de que ela estava chateada, tudo se tornou realmente opressor. Vi meu reflexo no minúsculo espelho que usei para fazer a barba. As gotas de água

escorriam pela pele lisa. Vesti a roupa limpa que trouxeram e fui

algemado para entrar na viatura que me levaria para o julgamento.

(...)

A multidão na porta da delegacia era ensurdecedora. Gritavam, de um lado meus fãs, me apoiando de outro,acusações que condenavam. Eu sentia o peso dos dois lados da moeda. Os

policiais me protegiam para que eu não fosse agarrada ou agredido.

Os repórteres se espremiam contra o vidro do carro e disparavam

flashs ininterruptamente. Eu estava completamente perdido, sozinho, sem

saber o que ia ser da minha vida. Assim que encontrei Chris no

tribunal, perguntei por Jen.

_Tenho ótimas notícias. Ela conseguiu peças preciosas para a sua

defesa.

_É? Mas e... ela?

_Está ótima! Fez várias coletivas e conseguiu conter a imprensa

como ninguém.

_Acho que ganhou a assessora perfeita!

_Deus que me livre!

_?

_Quero correr de qualquer assessora. Só quero minha namorada e

minha vida de volta.

_Vai ter! _ ele bateu nas minhas costas.

Ele estava certo. Jen dormira muito pouco para conseguir apurar

tudo que fosse útil para provar minha inocência. Ela encarou aquilo como a

maior reportagem investigativa de sua vida. Primeiro, conseguiu a

autorização para descobrir através do dono do site onde foi postado o vídeo

os dados do usuário, que levaram ao computador de Rose. Depois, um

especialista conseguiu recuperar tudo que fora deletado da máquina e, com

isso, pôs às claras as intenções de Rose em me prejudicar.

Um batalhão de pessoas que depôs ao meu favor contando

pequenos fatos cotidianos que presenciaram me surpreendeu. Encontrei ali

meus verdadeiros amigos. Eles percebiam o quanto Rose era manipuladora e

que seria capaz de tudo.

Mas, nada foi tão forte quanto os resultados dos laudos que

remontaram a cena. Ficou evidenciado que era possível que Rose houvesse

tentado se matar e me incriminar. O júri, então, se preparou para a votação e

eu vi minha família reunida torcendo por mim de mãos dadas.

Quando chegou a hora de se levantar para ouvir a sentença, meu

coração era uma bomba relógio. 


Notas Finais


C O N T I N U A....


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