História Once in a Lifetime - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Drama, Exo, Kai, Kaisoo, Kyungsoo, Revelaçoes, Romance
Exibições 51
Palavras 2.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Retornei depois desse longo tempo com mais um novo capítulo. Aproveitem e boa leitura!

Capítulo 4 - Decisions


Fanfic / Fanfiction Once in a Lifetime - Capítulo 4 - Decisions


                                                                                8:57 AM, Gangnam, Seoul – 31 de agosto de 2016

O dia iniciou-se com uma voz incômoda na audição de Kyungsoo, era seu pai repetindo incessantemente a palavra que ele não queria ouvir, não agora, “acorda”. Um motivo muito convincente deveria explicar a euforia que Honwoo o acordava, não seria qualquer coisa que o tiraria do seu maravilhoso sono assim.
 – Ahn, pai... o que houve? Ainda está muito cedo. – A voz manhosa de Kyungsoo foi ecoada e diferente do que pensou, não foi seu pai quem respondeu, sendo agora uma voz também grave e ainda familiar.
 – Digamos que eu impedi um pequeno coreano de ir embora daqui de Gangnam. – A voz ditou com total clareza e ali, Kyungsoo percebeu de quem se tratava. Jongin era o responsável por tudo aquilo, agora Kyungsoo entendia a euforia do pai, era óbvio, estava feliz por que o filho não iria embora e aquilo fez com que o mais velho obtivesse mais esperanças com o futuro de ambos. O mais velho levantou-se da cama, o rosto ainda inchado e um sorriso exposto.
 – Jongin... Bom dia. Cadê ele? – Se referiu ao pai que não estava mais ali, e olhando para o mais novo que além de estar lindo bem arrumado com a regata que chamava a atenção pelos braços musculosos estarem expostos, possuía um perfume extremamente doce, deixando Kyungsoo ainda mais calmo com aquela presença. 
– Ele saiu com Myung e sua mãe, foram comemorar que você não vai mais deixar a cidade, eu não permitiria. – Jongin deu um sorriso brando, aproximando-se e sentando da cama do mais baixo. 
– Vá tomar um banho, eu disse aos seus pais que a minha família quer te ver e disse aos meus que sairia sem tempo para voltar, é melhor que faça o mesmo, vamos juntos para um lugar muito lindo que conheço distante da cidade, só eu e você. Vamos? – 
– Claro, eu só preciso me acordar direito. – Kyungsoo disse sorrindo. Viu Jongin chegar perto de si, e depositar um beijo em sua testa, e fechou os olhos com o contato.
- Vou esperar você lá em baixo. – Dito isso, o mais novo saiu do quarto, deixando um Kyungsoo com um sorriso bobo nos lábios, e um coração batendo freneticamente.
Quando Jongin saiu do quarto, Kyungsoo seguiu para o banheiro, fechou a porta e removeu sua roupa, direcionou-se ao Box e ligou o registro do chuveiro, tomando um banho rápido, e logo depois saiu do banheiro se enxugando e colocando uma roupa leve. Voltou para o recinto e escovou os dentes, penteou os cabelos e se perfumou. Sorriu satisfeito com sua aparência e saiu em direção a sala, não queria que Kai o esperasse tanto.
 Kai aguardava Kyungsoo na sala, sentado do mesmo lugar em que estava no dia anterior, quando reconciliou com o mais velho, estava ansioso e sim, em sua cabeça bolava mil e uma maneiras de fazer tudo correr bem. Jongin havia virado um pensador na última noite, e pensava em tudo o que podia ser feito para apagar de vez o erro que cometeu com o menor e estava disposto a tudo. Minutos se passaram desde que Kai se pôs a pensar e teve os pensamentos interrompidos com os passos na escada que indicavam que Kyungsoo estava descendo, Jongin ficou olhando fixamente até que viu o menor bem vestido, com uma roupa simples, usava uma bermuda assim como ele, uma blusa de manguinhas que o deixava totalmente perfeito aos seus olhos, Kai sentia-se feliz por ter ele ao seu lado e agora se deu conta disso. 
– Pronto, vamos? São exatamente, hm... – Kyungsoo acendeu a tela do celular que estava em mãos para ver as horas. – 09h16m, bem cedo, podemos aproveitar bastante. Onde é o lugar mesmo? – Perguntou sorridente a Kim que sorria na mesma intensidade que ele.
– É surpresa, só posso dizer que é bem distante da cidade. 
– Oh, sim senhor Kim, então vamos, meus pais estão avisados já e se eles sabem que eu vou estar com você logo ficam despreocupados. – O menor concluiu e Jongin apenas assentiu, saiu por primeiro para ligar o carro e somente aguardar Kyungsoo, o mais velho fechou e trancou a porta, em uma felicidade explícita, Do seguiu para o veículo, a porta já estava desbloqueada e o mais baixo adentrou ao carro.
 – Pronto? Podemos ir? – Kai questionou sorridente, recebendo uma resposta positiva do menor, Jongin deu partida no carro e logo começou uma conversa com Kyungsoo 
– Soo, você está legal? – Perguntou atencionando para a estrada, mas sua audição estaria completamente posta a ouvir Kyungsoo, que virou o resto para admirá-lo enquanto respondia.
 – Eu estou bem, Kai. – Respondou com um sorriso escapando pois não entendia qual o motivo da pergunta. 
– E eu? Não vai perguntar se estou legal? – Kai questionou em seguida, agora Kyungsoo poderia sacar de fato o que estava em “jogo”. 
– Kai, eu espero que você esteja bem pois eu não me sentirei seguro em estar nessa estrada com você, até por que estamos saindo escondidos. Se algo acontecesse comigo, voc... – Kyungsoo foi interrompido pela fala repentina de Kai, na qual não esperava nada demais.
 – Soo, olhe para minha bermuda. – Pediu e o mais velho logo direcionou seu olhar para lá. – Não está vendo nada, sim? Toque em mim. – Kyungsoo franziu o cenho e levou a mão para o ombro de Kai, que riu ao sentir o toque. 
– Baixinho, não é aí. Você sabe muito bem onde eu quero que toque. – O garoto de olhos vívidos não entendia nada e por isso optou pelo silêncio. Levou as mãos até a coxa de Jongin, subiu um pouco mais até sentir um volume, apertou e sentiu o pênis do mais novo enrijecido, mordendo os lábios ao tatear calmamente a base coberta. 
– Ahn, o que você pretende? Parar o carro agora? – Kyungsoo questionou com um tom mais baixo, sua manha veio à tona naquele momento em que sentiu um frio em seu estômago. 
– Não, não meu pequeno, eu preciso da sua boca em mim. Eu sinto falta do seu toque. – Jongin afirmou, fazendo com que D.O soltasse uma risada baixa. 
– Mas, Kai, você está dirig... – Foi tudo o que conseguiu dizer pois o mais alto logo o interrompeu. 
– Apenas faça, Kyung. – 
Kyungsoo suspirou baixinho, e se ajeitou no banco, tirando o cinto de segurança. Levou uma de suas mãos para o botão da bermuda do mais novo, a abrindo e em seguida desceu o zíper, e viu a ereção que estava marcada na cueca azul de Jongin. Sentou em cima de uma de suas pernas, e se virou de frente para o moreno que parecia concentrado na pista. Devagar, puxou a barra da cueca para baixo, liberando o membro duro do mais novo, que suspirou. Kyungsoo lambeu os lábios com a visão, e não tardou em acomodar a falo de Jongin em sua boca, subindo e descendo com os lábios fechados com cuidado para que os dentes não incomodassem Kai. Os movimentos eram intensos mesmo em poucos segundos de iniciação, a sucção devera ser as das mais precisas uma vez que Kyungsoo tinha como prazer principal sentir o gosto do pênis de seu semelhante, todavia tinha que terminar o mais rápido possível já que os dois se encontravam em um veículo em movimento. Longos minutos se passaram e Kyungsoo parecia estar viciado no membro coberto por sua saliva que insistia em não atingir seu ápice, até que Jongin passou a gemer mais alto e parou o carro no meio da estrada, finalmente liberando todo seu prazer para dentro da boca quente do menor.
– Porra, Kyung! – Exclamou ele enquanto se desfazia no mais velho que por sua vez, tomou todo o líquido seminal de Kai. Kyungsoo levantou-se retornando à posição inicial no banco do carro. 
– Está tudo bem agora, senhor Kim? – Questionou com um sorriso em seus lábios, sentindo-se satisfeito por aquilo, e pelo o que houvera causado no maior. 
– E você ainda pergunta? Melhor não poderia estar, agora podemos ir. – Jongin disse ainda anestesiado pelo prazer que sentira segundos atrás, colocando o membro de volta na bermuda, logo as mãos se direcionaram ao volante e o mais novo deu partida.  A viagem se seguiu por quase 1 hora, e naquele tempo Kyungsoo tentou arrancar tudo de Kai sobre o tal lugar, mas não obteve resposta alguma, o mistério de Jongin assustava o coreano de olhos vívidos. Ao finalmente chegarem, tudo o que Kyungsoo viu foi um portão imenso, que foi aberto por um homem assim que Kai buzinou. Após aberto o portão, o veículo adentrou o local, e Kyungsoo se deparou com uma pequena casa, de dois andares, porém grande em largura, de frente à casa um rio muito belo com a água tão azul que era visível já dali, Kai sorriu ao ver Kyungsoo surpreso.
– Essa casa eu ganhei no meu aniversário do ano passado pelos meus pais, e as águas do rio são provindas do Rio Imjin que faz parte da Coréia do Norte, uma bela vista não? Está feliz, meu pequeno? – Jongin perguntou apenas aguardando alguma resposta do jovem que ficou em silêncio, desacreditado com a exuberância da casa e da área em que estavam. 
– Isso é tão lindo, Jongin.... Posso? – Perguntou curioso, agora voltando sua atenção ao mais jovem. 
– Sim, vamos lá? – Jongin nem esperou a resposta óbvia e destravou as portas do veículo desligado, saindo, aguardando que o menor fizesse o mesmo. Kyungsoo também deixou o automóvel e foi para próximo de Kai, onde os dois andaram até um pequeno jardim e ao chegarem, o maior sentou-se na grama baixa verde e admirou o rio que passava a frente dali Kyungsoo se perdeu por alguns instantes olhando a casa espaçosa que era revestida de materiais simples e caros, notando que ela possuía uma varanda grande no alto do segundo andar. Kyungsoo então procurou por Jongin que admirava seu próprio jardim, o mais velho sentou-se ao lado dele. 
- Isso é muito lindo. É tão bonito esse lugar Jongin. – Kyungsoo dizia animado, e mias novo o olhava apaixonado com um brilho nos olhos.
- Sabe o que é mais lindo que isso tudo aqui? – Kai perguntou logo recebendo uma resposta negativa. – Você. Seu sorriso, seus olhos, isso tudo perde a beleza perto de você. Não tem nada mais bonito do que te ver assim, feliz.
– Jongin... Como você pode ter mudado tanto? Você não se importava tanto assim comigo. – Concluiu sério sem tirar seu olhar das águas tão azuis quanto o céu diurno, sem nuvens.
 – Acontece, na maior parte das vezes, por impulso, fazemos o que não queremos e por isso, eu tentei reconcertar o meu erro, além do mais eu estava bêbado, tente relevar aquilo. Hoje, e agora eu provarei que quero te fazer feliz, pra sempre. – Kai ditou sem pausa alguma, tomando sua atenção para Kyungsoo que o fitava sem entender o que aquilo significava, as mãos do mais alto fora até as mãos delicadas de D.O, tomando elas e Jongin levou até seu peito, no lado em que o coração pulsava, fazendo o mais velho sentir.
 – Há muito tempo, eu era largado na vida, ficava com muitas mulheres e nunca, nunca imaginei que você me despertaria tanta atração, desejo, vontade e o sentimento mais belo que uma pessoa poderia desenvolver, o amor. Eu sou muito feliz ao seu lado e se o nosso amor, for loucura então que eu seja o cara mais louco desse planeta. Sabe esse órgão pulsante que estava batendo aqui? Neste minuto ele bate por você, baixinho. Do Kyungsoo, você quer namorar comigo? Nos assumir para os nossos pais e sermos felizes para sempre? – Questionou em sequência, nada nervoso, aguardando a resposta de Kyungsoo apenas. O mais velho estava surpreso, de fato não esperava que fosse isso, os olhos bem abertos denunciavam o susto que aquilo estava sendo e mentalmente pediu que se fosse um sonho, não queria nunca mais acordar.
- Jongin... – disse apenas isso com os olhos marejados.
- Nos últimos dias em que fiquei longe de você, longe da sua atenção, eu percebi Kyung que eu sou extremamente apaixonado por você. Eu quero todos os dias acordar do seu lado, dividir meus momentos com você, te ter nos meus braços. Eu te amo tanto Kyungsoo...- Jongin disse soltando algumas lágrimas. 
- Meu anjo.... Eu acho incrível o jeito que nossos corpos se completam, nossas mãos. – Disse entrelaçando as mãos dele com as suas. – Eu amo seu sorriso, a forma como seu olhar é penetrante, eu amo seu corpo. Eu amo a forma como você chega no trabalho se não consegue dormir direito, eu amo o bico que você faz quando está irritado com algo. Amo você, a pessoa que você é. Com todos seus defeitos, qualidades, com todos os seus erros e acertos. Eu amo você Kim Jongin, e estou mais do que certo que é com você que eu quero ficar pelo resto dos meus dias.
Jongin sorria escancaradamente, e logo tomou os lábios do menor para si. Beijou-lhe com toda devoção do mundo, transmitindo através daquele beijo que estava disposto a tudo para o novo e feliz futuro ao lado de seu pequeno. Ao cessarem o contato, uma borboleta pousou em uma das flores próximas ao casal, ali eles conversaram sobre aquele pequeno ser e definiram o mesmo como símbolo de seu amor, uma borboleta amarela, simbolizava o que Jongin e Kyungsoo sentiam mutuamente, um pelo outro e que jamais seria destruído.
Um feliz recomeço.



***

O céu te deu tudo
E esse mundo me deu você
Eu quero manter você ao meu lado, então você não voará de volta para o céu
Te segurar, manter você comigo, te abraçar





***

- Você está pronto, Soo? – Jongin perguntou ao menor. Talvez fosse precipitado anunciar a família de ambos que agora estavam juntos, mas Kyungsoo insistia que não teria coragem em outro momento para fazê-lo. Não se não estivesse com Jongin lhe segurando a mão.
Kyungsoo meneou a cabeça em concordância e deu um beijo nos lábios do mais novo.
- Saiba que acima de tudo eu amo você. 
Em seguida saíram do carro, e logo deram as mãos, adentraram o local, e viram os pais de Kyungsoo sentados no sofá grande da sala.
- Pai, mãe, tenho uma coisa para falar para vocês dois. Eu e Jongin estamos namorando.
Kyungsoo apenas se lembra de ter visto seu pai furioso vindo para cima de si, antes de desmaiar.

                                                                                                  Saiba que acima de tudo, amo você.


Notas Finais


Bom, gostaria de deixar logo explicado aqui que por motivos de saúde, demorarei algum tempo para atualizar sobretudo, logo logo venho com o desenrolo dessa história e ainda tem muita coisa pra acontecer em Once In a Lifetime.


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