História Once Upon a Time - Capítulo 35


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Categorias A Bela Adormecida, A Bela e a Fera, A Garota da Capa Vermelha, Barbara Palvin, Ben Barnes, Branca de Neve, Cara Delevingne, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Dylan O'Brien, Justin Bieber, Kylie Jenner, Magcon, Malévola (Maleficent), Nina Dobrev, Once Upon a Time, Sabrina Carpenter
Personagens Bela (Belle), Branca de Neve, Caçador, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Fada Madrinha, Fera, Lobo Mau, Madrasta, Malévola, Personagens Originais, Príncipe Felipe, Príncipe William, Robin Hood, Ursúla (Bruxa do Mar)
Tags Drama, Once Upon A Time, Romance
Exibições 128
Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, amorinhas!

Eu sei que demorei de novo. Perdoem-me! Mas o ENEM tá chegado e eu precisei me ausentar para estudar. Is it too late or not to say SORRY?

Capítulo 35 - Capítulo 34


Fanfic / Fanfiction Once Upon a Time - Capítulo 35 - Capítulo 34


Ele havia dito seu nome e agora queria saber o dela. "O que está esperando para responder, sua grande idiota?" Perguntou-se ela.  Porém seus olhos ainda não acreditavam no que estava diante dela: os cabelos negros como carvão e o olhar profundo como oceano, as águas infinitas nas quais esteve submersa por tanto tempo. 
E aquela voz... Nossa! Era suave e deliciosa como as ondas batendo contra a areia, forte como o nado de uma sereia e digna de um príncipe. Como uma voz seria capaz de hipnotizar alguém de tal forma? 
Impaciência não era uma palavra que definia Deric, mas o fato da garota não responder deixou-o de certa forma intrigado. Parecia que quanto menos ela falava mais ele desejava ouvir sua voz.
Havia algo de diferente nela, algo encantador em seu rosto estranhamente iluminado que o deixou fascinado. Ela era de fato uma bela visão a se contemplar, e seus olhos dourados escondiam algum enigma. Mal ele sabia os mistérios oceânicos que Ariel carregava consigo. 
A garota tocou o pescoço sentindo um ruído preso na garganta, tentando subir, tentando sair. Uma vozeada desejava libertar-se dela mesma, mas cada vez que mexia os lábios sua fala era engolida. Voltava para o fundo da garganta involuntariamente. 
Ariel mordeu a boca tentando entender, e então lembrou do acordo. A voz pelas pernas. Nenhum som seria emitido por ela não importava o quanto se esforçasse. 
Decepcionada, Ariel encolheu-se no canto. Uma sensação muito estranha começou a percorrer seu corpo, algo apertava em seu peito de maneira desconfortável e agoniante, enquanto seus olhos enchiam-se de água. Mas como? Como água poderia sair de seus olhos?
Por um momento pensou ser algo normal, afinal ela era uma sereia. Mas a bruxa não comentara nada sobre água vazar de seu corpo enquanto ficava na superfície.
— Está tudo bem? — Perguntou Deric, com um olhar terno de preocupação — F-foi errado perguntar seu nome? — O príncipe estreitou os olhos, observando-a de cima abaixo e tentando desvendar de que mundo aquela garota viera. Definitivamente não era uma menina comum, era um pouco estranha e ele não sabia os costumes da terra da qual ela viera.
— P-perdoe-me! — Disse ele, atrapalhando — Não foi minha intenção fazê-la chorar.
Chorar? Mas o que era "chorar", afinal? Pensou ela.
Deric gentilmente passou os polegares pelas bochechas da jovem, enxugando as lágrimas que por seu rosto claro e luminoso escorriam. Estava com certo receio de tocá-la, ela parecia bem assustada.
A sereia permaneceu com os olhos fixos no príncipe. Encantada, assustada e meio confusa. 
— O que acha de continuarmos quando se sentir mais a vontade? — Sugeriu ele. Ariel imediatamente balançou a cabeça em sinal negativo, segurando o braço de Deric para que não saísse. Ela não queria que ele fosse, não queria deixar para depois um momento que poderia ser vivido naquele instante. 
Ele franziu a testa, não entendia muito bem a mudança repentina da garota. Para falar a verdade, nunca entendia as mulheres. 
Ariel, por sua vez, bateu de leve no pescoço algumas vezes e abriu a boca apontando para língua. O príncipe abriu um leve e simpático sorriso com a encenação. Bem, não simplesmente simpático, um maravilhoso sorriso que fez as pernas recém-nascidas da sereia tremerem. 
— Então você não fala? — Disse ele. Ariel negou com a cabeça e entortou a boca. Deric a encarou por alguns segundos, seus olhos azuis como água do mar penetravam o coração de Ariel forçando-a guardar aquela cena em sua memória. 
Sinceramente, seria impossível esquecer qualquer momento com aquele rapaz. O olhar, o sorriso, a maneira gentil com a qual se aproximava dela.
— O que acha de dançar? — Perguntou ele. O rosto da menina ficou ainda mais iluminado. Ela lembrou do que a Úrsula dissera "Dançará como ninguém", algo assim. 
A dança da superfície com certeza seria diferente da dança marinha, mas não importava, pois ela seria a melhor. 
"É minha chance de tentar conquistá-lo" Pensou ela. Sem planejar muito, Ariel assentiu animada.
— Que bom! — Respondeu ele, aliviado — Acompanha-me? — Perguntou, esticando o braço direito para ela. Ariel passou a mão pelo antebraço do príncipe e permitiu-se tocar toda extensão, desde o pulso até os músculos bem desenvolvidos. O tecido leve da camisa permitiu a garota sentir o calor que emanava dele. A pele branca e macia de Deric fizeram-na esquecer de como respirava.
Para ele não havia diferença, continuou caminhando, levando-a para fora do aposento. Porém, Ariel não conseguia concentrar-se nos passos, mal podia sentir a dor nos pés, as facas que cortavam seu dorso deixando um rastro de sangue por onde passava. 
Ela estava ocupada demais presa a Deric, presa no sonho nada distante de tê-lo. Os dias em que planejou estar em seus braços, e esses planos logo iriam se concretizar. 

Alaric deu ordens às criadas que voltassem ao quarto a cada dez minutos para verificar se a garota acordara. Seria muito perigoso deixá-la sozinha pelo castelo, poderia ser alguém importante ou a filha de alguém importante ou esposa de alguém importante. A situação deveria ser explicada a mesma para evitar uma possível confusão e desordem no palácio.
Uma das criadas do rei voltara ao aposento segundo a ordem, carregava toalhas secas, roupas adequadas e um par de sapatos. O vestido que a menina trajava era sem dúvidas belo, mas mostrava sua nudez e a rainha Victoria não ficaria nenhum pouco feliz ao se deparar com uma menina seminua.
A criada entrou com um simpático sorriso estampado no rosto, o qual desapareceu instantaneamente quando se virou e não encontrou a jovem na cama. Os travesseiros estavam espalhados e a porta da varanda aberta. A mulher despejou as toalhas na cama e correu para ver se ela estava na varanda, mas não havia nada além do vento forte e o chuvisco.
A porta do quarto abriu levemente e passos ecoaram pelo cômodo. 
— Isabel — Disse Olívia. Isabel quase dera um suspiro pensando ser a menina, mas não era. E Olívia, chefe das criadas, não ficaria nenhum pouco feliz com a situação na qual se encontravam. 
— Isabel? — Insistiu ela — Eu a vi entrar. Não se esconda! — Isabel saiu detrás da cortina com o rosto coberto de medo — Mas que cara é essa? — Perguntou Olívia — E onde está a garota? — A empregada afundou-se na parede encolhendo os ombros. Mordia os lábios sem respostas escondendo os braços detrás das costas. 
Isabel! Não vê que falo com você? Responda-me! — Ordenou Olívia, impaciente. 
— E-eu não sei, senhora! Quando entrei ela já havia sumido. 
— Sumido? Mas como pode uma menina evaporar assim? — Insistiu revirando os lençóis da cama e abrindo as portas enormes do guarda-roupa. Não havia um simples sinal da jovem, nenhum fio de cabelo ou pista... Sim, havia! O rastro de sangue no chão.
Ambas as mulheres se entreolharam perguntando que mal fizeram a pobre criança e isso funcionara de alarme para correrem pelos corredores feito loucas em busca da menina. 
Alaric! — Gritava Olívia, embora soubesse que deveria manter postura independente da situação. Isabel estugava pelo palácio de modo silencioso, apenas o som apressado de seus passos eram ouvidos.
De repente, ao olhar para trás se descuidou e bateu de frente com uma porta. Mas na verdade não era uma porta, era Alaric. Apesar do forte esbarrão com o homem rocha, Isabel alegrou-se em vê-lo. 
— Alaric! — Exclamou ofegante, a mulher rechonchuda — Que bom que apareceu — Ele franziu a testa arqueando uma de suas grossas sobrancelhas — A-a garota... E-ela não está no quarto — Isabel apoiou as mãos no joelho agachada, tentava recuperar o fôlego — Sangue... Tem sangue pelo chão — O rastro vermelho fora notado pelo homem e ele o seguia para saber aonde o levaria, só não sabia que vinha da menina misteriosa da praia. 
— Chegou a vesti-la? — Perguntou ele. 
— Não, senhor. Já havia saído quando cheguei — Alaric assentiu encarando as escadas ao fim do corredor. Parecia saber exatamente onde a menina fora. 
— Volte e traga as roupas e sapatos que separaram. Siga o rastro de sangue e não permita que ninguém o limpa até encontrá-la. 
— Está bem, meu senhor — Isabel ainda estava um pouco assustada, mas obedeceu sem questionamentos. 
Alaric caminhou depressa até se deparar com os longos cabelos flamejantes da menina. Pareciam um lago de fogo embora a garota tivesse pele fria como gelo. Era estranhamente gélida, como morto ou como se tivesse há tempos embaixo d'água. 
Porém, a jovem não estava sozinha. Acompanhada do príncipe galanteador, a menina sorria feita idiota pelo salão admirando as paredes de mármore e as janelas de vidro do palácio. 
— Dentre tantos braços você fora cair nos errados, Dama da praia... 


Notas Finais




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