História Onde foi que você me meteu? - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Todoroki Shouto, Uraraka Ochako, Yagi "All Might" Toshinori
Tags Amor, Bakudeku, Bakugou Katsuki, Boku No Hero Academia, Katsudeku, Midoriya Izuku, Oi Mãe, Romance
Visualizações 395
Palavras 2.992
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, caraio.

AIN MAS MEU DEUS! Último capítulo é isso? Eu n tô preparada pra escrever isso... nhaaaa~

Boa leitura. Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 5 - Bonitos sentimentos.



O ar parecia ter se esvaído de seus pulmões completamente. Era difícil acreditar que, Deku estava ali, em sua forma normal novamente. 

- Kacchan? - chamou novamente o loiro. - O que estou fazendo no seu dormitório? - arregalou os olhos quando viu que estava em cima do loiro. - WAAA, D-DESCULPE! - pulou para o chão, mas instantaneamente se arrependeu pois seu quadril doeu.

Katsuki finalmente havia saído de seu transe, dando atenção ao garoto. 

- I-IDIOTA! - correu até o esverdeado. - N-Não se mexa dessa forma! Está em recuperação ainda.

- Recuperação do quê? - arqueou as sobrancelhas. 

Bakugou soltou o ar. Mas não soube identificar se era de felicidade ou de apreensão, pois ver que o esverdeado não se lembrava dos micos que o loiro tinha pagado, era ótimo. Todavia, ele não sabia porquê seu quadril doía. Então, Katsuki teria que contar a história do começo ao fim para Midoriya. Fora a parte da mãe do mesmo.  

- Acho que não tenho escolha. - se sentou na frente do esverdeado. Este, por sua vez, corou. - Vou te contar tudo 

XxX

- E foi isso... - engoliu em seco. Sua garganta implorava por água. 

Levantou os olhos para fitar Izuku. Se arrependeu, pois a expressão do esverdeado não era boa. 

- E-Então... É por isso que eu estou pelado? - apontou para baixo, sentido o rosto corar. 

Nesses mais ou menos vinte minutos, nenhum dos dois garoto até então haviam notado a nudez do sardento.

Deus, como era possível? 

De súbito, Midoriya se levantou rapidamente, cobrindo suas partes íntimas com as mãos. Foi até o guarda roupa de Katsuki, e tirou da gaveta uma cueca qualquer. O loiro que o desculpasse, mas ele não iria ficar pelado.

Bakugou riu pelas narinas. 

- Bom, agora que sabe de tudo - espreguiçou-se. - acho melhor eu começar a cumprir o que eu disse. 

Não. Ele não havia esquecido da promessa que fizera para com a mãe do esverdeado. Aquilo doeria em si, mas era necessário, não? Izuku já tinha se machucado o suficiente por sua causa. Não queria aquilo novamente.

- C-Como? - trêmulo, perguntou. 

Sim, de fato o loiro havia lhe explicado um pouco do que havia acontecido nas últimas semanas, mas não estava ciente do que o mesmo falava agora.

Bakugou suspirou:

- Prometi para a senhora Inko, que quando voltasse ao normal, eu sairia da sua vida para sempre. - direcionou o olhar escarlate ao esmeralda. - Desculpas por tudo que te causei essas semanas, Deku. - foi até seu celular na escrivaninha, digitando algo. 

- O-O que está dizendo, Kacchan? - sentiu os olhos úmidos. - O que está fazendo? - não entendia caralhos nenhum. 

- Estou avisando para a Cara de tambor e para o Meio-Nordeste, Meio-sul, que você voltou ao normal. - deu de ombros. - Eles estavam me ajudando nisso, afinal. 

O garoto bombardeador foi até a porta, segurando na maçaneta. Antes de ir, disse:

- Mais uma vez, me desculpe. 

E foi ali, que Midoriya sentiu seu peito doer. Estava perdendo Kacchan? 

Tentou a todo custo correr atrás do loiro, mas este, já tinha ido para longe de si. Logo as lágrimas já estavam brotando e descendo por sua face. 

Por que Kacchan havia feito aquilo consigo? 

XxX 


Hoje, fazia uma semana que Bakugou não falava com Midoriya. 

Nesse tempo, o sardento chorou como nunca havia chorado antes. Por quê? Bem, é difícil perder uma pessoa que se ama. Sim, Izuku amava Katsuki, e de uma forma ou de outra, teve que aprender a lidar com isso. Mas estava extremamente difícil a convivência deles, que no caso resultava que, quando o esverdeado chegava perto do loiro, ou ele saía do lugar, ou se afastava. Kacchan também não respondia suas mensagens, tampouco suas "cutucadas" nas aulas. 

Suspirou parando em frente à porta de seu quarto. Tudo estava tão difícil... Menos para a mãe de Izuku, é claro. Pois, ela adorou saber que aquele delinquente estava longe de seu filho.

Se virou bruscamente ao sentir uma mão lhe tocar o ombro. Viu que a mesma pertencia a Todoroki. Soltou o ar de alívio. 

- Podemos entrar? - disse sério. - Preciso falar com você.  

XxX


- Em que posso ajudar, Todoroki-kun? - sorriu gentil, depositando um chá na frente de ambos. 

O bicolor puxou o ar, sentando-se em "perna de índio". 

- Eu... eu estou sentido algo, Midoriya. - levou o copo até a boca, bebericando o líquido. - Algo por um... cara. 

- Oh! - a vogal se fez perfeita em seus lábios. - Fico feliz por você, Todoroki-kun. Mas quem seria o felizardo? - enchia seu copo de chá. 

- Você. - disse sussurrante. 

O corpo do menor pareceu paralisar. Apertou com força a asa do objeto que segurava, trincando um pouco

Aquilo não podia ser real. Não, que não gostasse do heterocromo, mas aquilo era deveras impressionante. Todavia, seu coração já pertencia à um outro alguém...

- B-Bem - corou, desviando o olhar. - e-estou tentando encontrar palavras delicadas, mas não as encontro. Então...

Sua fala morreu na garganta, que esta fora substituída por um grito, pois mal vira o bicolor se jogar em cima de si, fazendo com que Izuku ficasse por baixo. 

Todoroki sabia bem a resposta de Midoriya, mas recusava-se a ouvir. Ainda não conseguia acreditar que aquele garoto incrível embaixo de si, gostava de alguém tão patético e cabeça-dura que nem Bakugou. Ele também não estava se importando com os objetos de chá quebrados no chão, ou o líquido que havia molhado um pouco o colchão. 

Midoriya estava em uma situação complicada... 

- S-Shoto-kun... - remexeu-se, tentando se livrar do aperto. - M-Me solte, por favor.

Todoroki nada disse, apenas continuou calado fitando aquelas orbes esmeraldas expressivas. Izuku apenas via o desejo resplandecer nos olhos heterocromícos do homem em cima de si. Não estava gostando do rumo daquilo...

- Eu não acredito que goste de alguém como ele, Izuku. - negou. - O que viu nele? - acariciou o rosto com sardas. - Sabe que posso te tratar melhor que ele, não sabe?

O sardento não sabia o que responder. Forçou suas palavras: 

- E-Eu o amo, Todoroki-kun. - abaixou o olhar. - Ele é incrível, e eu não o trocaria pelo melhor cara que me dessem. Kacchan pode não demonstrar corretamente, e nem ser "o melhor", - voltou a fitar Shoto. - mas ele está tentando mudar a cada dia. Sei que sim. - novamente aquela umidez nos olhos. 

O bicolor deu o silêncio à Izuku. 

- P-Posso beijar você? - Shoto pediu, apreensivo. 

Midoriya estava confuso. Queria deixar Todoroki feliz, mas seu subconsciente dizia para ele não fazer aquilo, pois iria se arrepender. 

Sem nem esperar uma resposta, o bicolor uniu seus lábios aos de Izuku. O esverdeado apertou os olhos. 

Passaram-se dez segundos, e Midoriya não poderia mais persistir com aquilo. 

- T-Todoroki, já chega... - empurrou o garoto de si. O mesmo, saiu. 

Rapidamente a porta foi aberta, de lá revelando um loiro totalmente furioso. E mais, haviam lágrimas nas lindas pedras escarlates. Havia ouvido tudo. 

O sardento arregalou os olhos, não acreditando naquilo. Mexeu ambas as mãos, gaguejando desculpas.

- K-Kacchan? Eu... eu... 

- CALE A BOCA! DROGA! - limpou as lágrimas. Indo até Todoroki. - Você, desgraçado, o que pensa que está fazendo? - agarrou-o pelo colarinho. - Cadê a brotheragem que tinha comigo quando você a Uraraka disseram que iam me ajudar naquela merda toda lá? 

Shoto havia se arrependido pelo que tinha feito. Mas não fora porque Bakugou estava ali o ameaçando, foi porque gostava do sardento, e não queria tê-lo forçado a fazer aquilo, só para ver-se feliz. Fora que havia "ajudado" Bakugou à transformá-lo de volta ao normal, de alguma forma. 

 - Eu... - virou para Izuku. - acho que devo desculpas. 

- É. Deve mesmo. - subitamente o bicolor afastou sem delicadeza alguma a mão do loiro de sua blusa, batendo-a logo em seguida. 

- Devo desculpas à Izuku, não para você, idiota. - se virou para o sardento que estava estático em cima da cama. - D-Desculpe, Midoriya. Acho que... forcei um pouco as coisas - suspirou. - não queria ter te forçado a me beijar... mas é que, eu só queria que você me notasse. - fez uma referência. - Sinto muito. 

Sem muito raciocinar, o esverdeado concordou, vendo Todoroki sair de cabeça baixa do cômodo. Droga! Por que era tão difícil? Não queria ter magoado Shoto, mas parecia que o universo conspirava contra ele. 

Fitou apreensivo o loiro em sua frente. Por que ele havia voltado? Por que Katsuki brincava com seu coração? Eram tantas perguntas, mas não havia encontrado nenhuma resposta para elas.

 - K-Kacchan... - desceu correndo da cama, indo de encontro ao loiro. - O que f-faz aqui? 

Katsuki apenas o fitou com raiva. As lágrimas não eram mais presentes em seus olhos.

- Então, você realmente gosta daquele Pavê? - torceu os lábios, rangendo os dentes logo em seguida.

- N-Não! Claro que não, Kacchan. - abaixou o olhar triste. - Eu... só estava tentando o deixar feliz. 

- Oh, claro! - sorriu sarcástico. - Deixá-lo feliz, e me foder? Ah, bom, bom, Deku, saiba que também tenho sentimentos! - cerrou os punhos. 

Era inacreditável! Midoriya não acreditava. Katsuki Bakugou, justo o cara que fora embora uma semana antes, praticamente não se importando consigo, estava o dizendo de sentimentos? Justo quando ele mesmo havia pisado nos do esverdeado? 

- Ah, claro! Até porque você se importou muito com os meus sentimentos quando atravessou aquela maldita porta uma semana antes, não? - disse num berro. - Pare de ser tão egoísta, Katsuki! 

Por um momento Bakugou pareceu escutar realmente o que o sardento tinha dito. Havia sido egoísta, deixando para trás uma pessoa que tinha vários sentimentos empilhados por si. 

- Desculpe. - abaixou a cabeça. - Foi insensível da minha parte, eu sei. - agora, tinha a cabeça levantada. - Mas se não se importa, eu necessito disso: 

Agarrou a nuca do esverdeado, unindo os lábios. Uma sensação de choque percorreu ambos os corpos, ao sentirem o contato dos lábios quentes. 

De todas as coisas que Midoriya havia sentido, não imaginava que Bakugou faria aquilo. Pior, havia gostado, e estava ansiando por mais. Eles nem de fato haviam brigado, e já estavam daquela maneira. Isso era bom, muito bom. 

Separaram-se por um breve minuto, apenas para pegarem ar, mas que quando o fizeram, voltaram a se beijar, mas dessa vez, era algo mais necessitado. 

Bakugou começou a andar, e Izuku foi pé ante pé até deixar seu corpo cair sobre a cama com o de Katsuki por cima. Começou a beijar o pescoço alheio, e morder também.

Mordeu forte, fazendo o líquido avermelhados sair do pescoço do esverdeado, que gemeu baixinho pela dor latente. Não sabia explicar, era bom e doloroso ao mesmo tempo. Lambeu aquela mordida, capturando qualquer vestígio. Sentia-se receoso por morder forte o pequeno, mas ele parecia estar... gostando? 

Tirou a camisa incômoda de Izuku, podendo fitar aquele torço incrivelmente perfeito aos seus olhos. Voltou a lamber e mordiscar aquela pele bem cuidada, sempre atento aos gemidos de Midoriya que o faziam ficar mais duro, se possível. 

- K-Kacchan... UGH! - gemeu de dor ao sentir mais uma mordida forte no pé de seu pescoço. 

E lá estava novamente, Katsuki lambendo aquela pequena área. Reprimindo qualquer desejo violento que tivesse, agora beijava o corpo pequeno abaixo de si. 

Chegou até os mamilos, onde beijou, para logo depois chupá-los. Chupou-os com força, deixando meio avermelhados. O esverdeado grunhiu de excitação. 

Novamente Bakugou se viu livre para abocanhar os lábios carnudos de Midoriya. Levou a mão para a excitação do menor, onde apertou levemente. Quando Izuku abriu a boca para gemer novamente, a língua ávida do loiro invadiu a boca, explorando cada canto. O sardento não tinha muita experiência com aquilo, mas tentava acompanhar Bakugou do seu jeito.

Rapidamente a calça de Izuku foi tirada, revelando sua cueca azul marinho. De certa forma, aquela cor combinava com ele. 

Abaixou o rosto até o membro rígido de Midoriya. Viu um círculo de pré-gozo, e logo tratou de lamber aquilo por cima do pano. Seus fetiches eram estranhos, de fato. 

- K-Kacchan! Hmm... - murmurou baixo, sendo pego de surpresa. 

Katsuki rapidamente tirou a cueca, libertando o membro excitado, antes contigo. Este gemeu por sentir a respiração quente tão próxima de seu falo. Agarrou o membro rijo, passando a ponta do dedo indicador pela pontinha da glande. Deku gemeu um pouco mais alto. 

- Controle sua voz, Deku. - lembeu a extensão. - Podem te ouvir. 

Concordou rapidamente. 

Katsuki sem demora, abocanhou o pênis, desejando mais gemidos por parte do esverdeado. Moveu a boca para cima e para baixo, massageado com a língua o falo. 

Izuku por algum motivo sentia-se desconfortável por sua voz ser proferida de seus lábios de uma maneira tão lasciva e estranha. 

- Pare, K-Kacchan... - tapou a boca com a mão, ao sentir que outro gemido ia escapar-lhe da garganta. - H-Hugh...

Bakugou então percebeu que sua fonte de maravilhosos gemidos havia sido tampada. Queria ouvir mais daquilo. Com isso, retirou o pênis de sua boca, lambendo e mordiscando aquela parte sensível; da base à cabeça. Mais um gemido fora reprimido. Sorriu sapeca, abocanhando novamente aquilo, fazendo apenas mais alguns movimentos, todavia, logo tirou da boca, beijando apenas a cabeça. Segurou o falo, fazendo uma breve punheta. 

- Ainda devo parar, Deku? - sorriu. - Não parece querer que eu pare...

- Eu... hmn! - Kacchan novamente havia tomado sua ereção na cavidade bucal, fazendo novamente seus movimentos; subindo e descendo rodeando com a língua, lambendo o pré-gozo insistente. 

Sentiu o corpo do esverdeado estremecer completamente. Estava quase chegando em seu ápice. Isso apenas incitou Bakugou a continuar, aumentando mais ainda a velocidade. 

- K-Kacchan, eu vou... Huh! - contraiu os dedos dos pés, sentido espasmos. Gemeu mais alto do que pretendia, liberando-se na boca do outro. Seu corpo relaxou. 

Assustou-se, pois de alguma forma Katsuki havia engolido tudo do que o sardento havia oferecido. 

O loiro por outro lado, não sabia muito bem descrever qual era o gosto do sêmen de Izuku. Era viscoso, e meio doce; meio salgado. Exatamente como Midoriya era. 

Arfou ansioso ao lembrar da expressão deliciosa que era Deku gozando. Seu membro doía de excitação. Retirou sem muita dificuldade a blusa e sua calça, consequentemente a boxer laranja indo junto. 

Desceu um pouco o corpo sobre o de Midoriya, dando-lhe singelos selos, ansiando por mais. O sardento queria mais daquilo. Então, agarrou a nuca de Katsuki, beijando-lhe com força. Tal ato até fez ambos os lábios doerem, mas com pressa, Izuku deslizou sua língua pela cavidade bucal do outro.  

Aquele beijo quente, fez com que, consequentemente, sobrasse uma fina linha de saliva interligando os lábios. Mas rapidamente sumiu. Estava adorando aqueles beijos.

- Preciso que relaxe. - se acomodou melhor entre as pernas do menor. - Pois se não, será doloroso para você. 

Receoso, Midoriya concordou. Não queria que fosse dolorido para si, então tentou relaxar seu corpo ao máximo.

Começou então a penetrar lentamente o outro, que gemeu em reprovação. 

Bakugou começara a olhar para o que fazia, vendo como a cabeça de seu membro deslizava com dificuldade pelo buraco, enquanto Izuku apenas gemia de dor. 

Droga, aquilo não ia nada bem. 

- Você tem algum tipo de lubrificante aqui? - disse revirando uma gaveta. 

Duvidava muito que o outro tivesse algo daquele tipo ali. Mas não, surpreendeu-se: 

- Ú-Última gaveta. - disse corando dos pés à cabeça. 

O loiro sorriu de lado, tirando um pequeno pote da gaveta. Despejou o líquido em seu membro, espalhando com uma rápida punheta. 

- Pervertido. - sussurrou sorrindo.  

- E-Eu não... hm! - agora seu membro deslizava com mais facilidade. Quando deu por si, já estava todo dentro. - h-Huh!

Izuku segurou a respiração. Uma onda de dor atravessou seu corpo. Soltou mais um gemido dolorido. Estava difícil suportar aquilo dentro de si. 

- K-Kacchan... - as lágrimas umideceram seus olhos. - está doendo...

O loiro suspirou, passando as mãos pelo peitoral do garoto. Abaixou-se um pouco, selando os lábios enquanto tomava a ereção do outro nas mãos. Pouco a pouco a dor ia se esvaíndo.

- Vou começar a me mover. - murmurou o loiro baixinho. Começou a se mover lentamente, sentindo um prazer descomunal.

Retirava um pouco, para logo arremeter-se novamente, com um pouco mais de força a cada vez. 

- Ka...cchan... - suspirou, sentido um misto de dor e prazer. Gemeu mais uma vez, ao sentir o loiro acertar sua próstata. - Huh...

Aumentou a força das estocadas quando viu que Izuku gemia mais de prazer do que de dor. Aquele pequeno buraquinho com contrações involuntárias estava lhe apertando de uma forma maravilhosa. Era uma sensação arrebatadora. 

Os gemidos ficaram mais altos, conforme Kacchan estocava em si. Bakugou levou as mãos as nádegas perfeitamente belas de Midoriya, onde apertou, consequentemente ajudando a intensificar as penetrações. 

Beijou toda a pele do pescoço do garoto esverdeado, se deliciando com as expressões de prazer do outro. Midoriya começara a rebolar sobre o membro que o envadia, sentido-o ir mais fundo, algo que achava impossível. Tendo seu ponto de prazer acertado a todo momento, os gemidos, e até mesmo as leves apertadas que Katsuki dava em suas coxas e cintura, só o deixavam com mais certeza de que iria gozar rápido. 

Novamente agarrou com ambas as mãos os pedaços macios de carne de Izuku, arremetendo-se freneticamente. Espamos atingiram ambos os dois garotos, e logo, gozaram. 

Um último grito de prazer ecoou por todo o quarto, enquanto o cheiro de sexo se alastrava pelo cômodo também. Aquilo fora incrível. 

Estavam soados. Os cabelos grudavam na testa, tanto quando as respirações estavam aceleradas.

- Deku... - deu um último beijo no garoto. Sentindo-se sonolento. 

- Kacchan... Obrigado. - sorriu. - foi incrível. 

O loiro apenas sorriu, levando o sardento junto. 

Apenas cobriram-se, deixando seus corpos cansados adormeceram sobre a cama. 

Ambos os garotos podiam não perceber, mas um bonito sentimento fazia-se presente ali. Consequentemente, surpreendendo aos dois. 

























Notas Finais


Cabei men.

Olha a hr! Caralho...

Eu n sei fazer lemon, lala~

Eu amei escrever essa bagaça ♥ se em algum momento ficou confusa pra vcs, me digam okay? Tentarei consertar.

Gostou? Obrigada.
N gostou? N gostou.

Quer me deixar feliz? COMENTE! Me ajuda dms :D

Desculpe algum erro, só revisei uma vez.

Bjoo ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...