História Onde tudo... Começou - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Horácio Slughorn, Personagens Originais, Tom Riddle Jr.
Exibições 29
Palavras 743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oioioi!!! Mais um cap no dia certo!
Espero que gostem!!

Capítulo 31 - Capitulo 31


Eu lembro de quando ainda morava no orfanato, a única saída que eu tinha para as ruas era um buraco na parede atrás do guarda-roupa, lembro que quando passava por aquele buraco, eu costumava imaginar que ali era o mundo real onde eu tinha uma família mas na realidade ali era apenas o esgoto imundo, lembro que quando as freiras descobriram sobre aquele buraco mandaram tapar com concreto no mesmo dia eu levei cinco chicotadas por sair. 

Pego a xícara de chá e bebo um gole.

- Esta ansiosa? - pergunta o Texugo, franzo o cenho.

- Para que exatamente? - pergunto.

- Você irá partir para a casa do senhor Dumbledore - diz o Texugo,arregalo os olhos.

- Eu tinha esquecido disso - digo.

- Então acho melhor você se apressar - diz o Texugo, o olho, ele revira os olhos - O senhor Dumbledore irá vir busca-la hoje - o Texugo diz, corro para o meu quarto, pego minha mala e jogo todas as roupas dentro dela. - Não seria mais fácil usar magia? - pergunta o Texugo.

- Seria - respondo - Mas prefiro fazer as coisas como uma pessoa normal - completo.

- Você nunca será normal - diz o Texugo.

- Prefiro acreditar que sou normal - digo dando de ombros.

- Já escolheu um nome? - pergunta o Texugo, nego com a cabeça. Tento fechar a mala mas o zíper não sai do lugar, o Texugo sobe em cima da mala e começa a pular, pego o zíper e rapidamente o fecho.

- Pronto! - Digo, me sento na cama ao lado da mala.

- Eu pensava que as fêmeas humanas eram organizadas - disse o Texugo, sorrio.

- Sou diferente - digo.

Em um piscar de olhos vejo Remo ele parecia desesperado e ao mesmo tempo aterrorizado.

- Sammantha - Remo murmura.

- Remo o que aconteceu? - pergunto indo ate o mesmo e seguro em seus ombros.

- Comensais da morte estão atacando precismos sair rápido daqui! - diz Remo, o Texugo pula em meu ombro, antes que eu possa dizer qualquer coisa Remo nos teletransporta para uma floresta, olho para o céu o Sol brilha forte diferente de onde eu estava a um minuto atrás.

- Precismos ajudar os outros - Digo.

- Sam, eu recebi ordens de Alice para proteger você - diz Remo.

- Alice também esta lá? - pergunto preocupada.

- Sim, ela esta - ele diz.

- Por Merlin! - digo - Precisamos tentar fazer alguma coisa - digo.

- Não á nada que possamos fazer em relação a isso - ele diz. - Não se preocupe Sam eles ficaram bem - diz Remo.

Ouço uma barulho estranho como se alguém estivesse pisando em galhos, todos nós fazemos silencio para tentarmos ouvir melhor, depois de alguns minutos em silencio, respiro aliviada, mas meu alivio foi em vão, assim que, ouvimos um estrondo enorme perto de nós.

- Corre! - Grita o Texugo, pego minha varinha, começamos a correr. Mais estrondo são lançados perto de nós. 

- Bombarda Maxima! - digo balançando a varinha no ar, enquanto corro, posso ouvir o barulho de alguém caindo. Continuamos correndo, nós nos escondemos atrás de algumas pedras gigantescas, os estrondo continuam a vir, coloco as mãos nos ouvidos, olho para Remo como se perguntasse se já foram embora, ele assente, tiro as mãos dos ouvidos, saímos do "esconderijo", aperto minha varinha contra as minhas mãos. 

- Olá meus jovens - diz um senhor acompanhado de mais dois homens, olho para o seu braço descoberto vejo a marca de Voldmort.

- O que você quer? - pergunto tentando parecer corajosa, o senhor gargalha.

- Ora o que eu quero - ele diz rindo - Não sou eu que quero e ele - diz o senhor parando de rir. - Eu sugiro que você rapaz entregue a moça e ninguém saíra ferido - diz o senhor.

- O único que saíra ferido aqui será você - diz Remo. - Deprimo - diz Remo apontando a varinha para o senhor e seus capangas, uma explosão é feita, olho para Remo.

- O que ele quis dizer com " não sou eu que quero ,é ele"? - pergunto.

- Sama acho que aqui não é um bom lugar para conversamos - diz Remo, Remo - Aparecium - diz Remo, em instantes uma casa aparece, Remo abre a porta e me da passagem, ele fecha a porta a trancando. 


Notas Finais


Obrigada por lerem!! Bjss!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...