História One Day (TaeKook) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, GD & TOP, Monsta X, T-ara
Personagens Baekhyun, Chanyeol, G-Dragon, Jiyeon, Jungkook, Lay, Min Hyuk, Sehun, T.O.P, Tao, V
Tags Bangtan, Kooktae, Taehyungxjungkook, Taekook, Vkook
Visualizações 13
Palavras 856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Sjsjijsi

Quarta-feira, 9 de agosto. Parece um ótimo dia pra upar uma TaeKook, né non?

Enfim, essa é a "continuação" de PoR (Point of Retreat), mas também é uma leitura independente, então, caso você não conheça PoR, não tem problema! Se bem que talvez hajam algumas referências por aqui... mas de qualquer forma.

É leitura independente e as histórias são diferentes.

Acho que não tenho muito mais a declarar, fiquem com o cap. de hoje.

Espero que gostem, e boa leitura! :3

Capítulo 1 - Prologue


Era tarde da noite, mas ninguém dentro da casa parecia se importar o bastante com as aulas do dia seguinte. Festas eram raríssimas no campus, mas não tão raras em fraternidades ou casas mais distantes.

A festa de hoje, em especial, parecia ser a mais lotada e mais pomposa de todas, feita justamente para celebrar o aniversário de um certo alguém, tudo estava absolutamente fantástico.

Em algum momento, um dos anfitriões da festa acabou se entediando com a comoção ao redor, e, buscando seu telefone, procurou algum número para discar em busca de algum divertimento mais interessante. A chamada tocou algumas vezes antes de cair na caixa postal.

Ele tentou outras vezes, mas continuava não funcionando.

Suspirou brevemente, deslizando o telefone de volta para o bolso, antes de voltar-se para a multidão, procurando o rapaz que vinha lhe enviando certos olhares desde que a festa havia começado. Ele não estava muito longe, parecendo entretido em mexer em seu celular, intercalando sua atenção entre o aparelho e os garotos ao seu redor.

Ele era bonito até demais, e apesar de que isso fosse impressionante, beleza nunca diz se alguém é bom de cama.

Seus passos eram curtos e decididos ao caminhar em direção ao garoto. Estava disposto a se jogar, só dessa vez, mas era porque realmente precisava de um pouco de atenção sobre suas necessidades. Esperava que ele pudesse supri-las, mas sabia que seria um desperdício de seu tempo se ele fosse ruim.

Quando notou sua presença, o garoto exibiu um meio sorriso tímido. Ah, aquilo era o bastante.

Curvou-se um pouco para frente, inclinando-se de propósito contra o garoto e deixou que seus lábios proferissem as palavras que os fizeram subir as escadas para o andar de cima.

O garoto tinha um rosto tanto jovem quanto bonito, mas sua expressão tímida transformou-se tão rápido em algo sexual que o primeiro menino teria até mesmo ficado assustado, se não houvesse se habituado a isso.

Alguns minutos depois, em seu quarto no andar de cima, com a porta trancada, roupas jaziam pelo chão e gemidos podiam ser ouvidos ecoando no cômodo, misturados aos estalos de beijos.

A parte interna de suas coxas já doía de estar sentado sobre o rapaz, seus joelhos se aproximando minimamente e depois se afastando mais ainda enquanto se movia sobre o corpo abaixo do seu. A parte interna no topo das pernas fazia fricção contra os quadris proeminentes, e aquilo era gostoso, porém passava a ser desconfortável depois de um tempo na mesma posição.

Inclinou-se para trás, esperando que fosse um indicativo claro o bastante para que o garoto se curvasse para cima e assumisse o controle. Sorriu ao sentir as mãos geladas que tocavam sua cintura e guiavam seus movimentos deslizando para suas costas e seus tóraces se encontrando. Os gemidos do rapaz ecoavam especialmente em um de seus ouvidos, aquele cujo qual ele estava mais perto, seus lábios tocando o pescoço livre logo abaixando.

Afastando os cabelos suados da testa do garoto, estava pronto para pedir uma inversão de posições que fosse deixá-lo mais confortável, porém, nesse exato momento, o toque de seu telefone fora alto o suficiente para interromper seus movimentos.

“Ignore.” O garoto pedira. Sabia que não poderia fazer aquilo, não se arriscaria dessa forma, ainda mais se fosse quem pensava que era.

Deslizou para fora do colo do rapaz, estremecendo um pouco ao sentir-se livre do membro que o penetrava segundos atrás. Caminhou até a cômoda onde havia deixado o telefone, e seus olhos se arregalaram ao ver o número na tela.

“Volte aqui…” Em sua cama, o garoto bonitinho se esticava de forma preguiçosa, as mãos deslizando sobre os lençóis como um indicativo de que ele queria continuar. “Quem quer que seja, pode esperar, não é?”

“Preciso atender.” Foi tudo o que respondeu, antes de recolher suas roupas e correr para o banheiro, deslizando a tela do celular para atender a chamada.

Cerca de uma hora depois, o garoto que estava se divertindo tanto no sexo com aquele rapaz bonito chorava no jardim da casa, soluçando com as mãos sobre os cotovelos, os braços cruzados sobre seu peito, enquanto esperava que seu carro pudesse ser visto encostar na calçada.

Quando o veículo preto de vidros escuros finalmente surgiu, as lágrimas em seu rosto já haviam secado, pelo menos parcialmente.

Com o coração acelerado, começou a caminhar a passos rápidos em direção ao carro, mas, antes que o alcançasse, uma mão agarrou seu braço e o puxou para trás.

O que ele queria agora?

“Para onde você vai?” Questionou, os olhos parecendo tristes, apesar da expressão gentil em seu rosto. Ele estava… preocupado? Era bastante possível.

Sabia que precisava destruir tudo o que havia restado. E essa era a sua chance.

Encarando o outro com uma raiva e ódio fingidos, puxou o braço com força.

“Me deixe em paz.” Sua voz pôde ser ouvida, fria e firme.

Fora o bastante para que a mão soltasse completamente seu braço, e aproveitando isso, virou-se de costas e continuou seu caminho, batendo a porta atrás de si com força enquanto esperava que o motorista arrancasse.

Depois disso, ele não retornou.


Notas Finais


Não há muito que eu possa falar agora sobre 1D, porque isso é só uma "primeira impressão", mas...

Olá, Julia! Eu não esqueci seu aniversário, não. Ashuhasuash. Tá aqui seu presentinho, uma TaeKook direto do forno, espero não decepcionar. E aproveite o seu dia! O melhor da sorte à você. :)

E até a próxima.

~Chu


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