História One feeling, two boys - Capítulo 4


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Categorias EXO
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Drama, Exo, Kai, Kpop, Kyungsoo, Lay, Policial, Romance, Sehun, Suho, Xiumin
Exibições 34
Palavras 641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi, queria me desculpar, por toda essa demora, eu não tenho tempo nem de escrever imagina postar, mas não justifica, desculpa. Sei que esse capítulo não ficou tão bom, ou grande, mas é isso, espero que gostem

Capítulo 4 - Emergency


Fanfic / Fanfiction One feeling, two boys - Capítulo 4 - Emergency

(Chanyeol P.O.V)

          Acordei com uma ligação no celular, olhei o visor e era Sehun. 
 
          -Alô. Falei com uma voz arrastada de sono. 
          -Código 11, banco central novamente. Esses caras não cansam. 
           Assim que ele falou eu saí correndo com meu carro, sem deixar recado para Marcela, depois mandaria uma mensagem. 
           Coloquei meu colete aprova de balas e peguei minha XM8, uma metralhadora com uma mira muito precisa e de longo alcance. 
            Cheguei com meu carro e vi umas 10 viaturas, realmente era preocupante esse tanto de pessoa. 
            Não daria para entrar lá dentro, por mais que eu odiasse ter que atirar em pessoas e talvez até tirar suas vidas era preciso, esse era meu trabalho. 
            -SNIPERS, AO MEU SINAL ATIREM NAS PERNAS, NÃO QUERO NINGUÉM MORTO. 
            Enquanto isso eu fui junto de outros rapazes novamente.
           -TEMOS 10 VIATURAS, ARMAMENTO MAIOR E UNS 30 HOMENS, TEM CERTEZA QUE QUER JOGAR ESSE JOGO? Gritei para que os criminosos ouvissem.

           Me deitei no chão, peguei minha arma, coloquei minha cabeça para ver o local, haviam pessoas encolhidas em um canto e os criminosos em outro.
           Dei um sinal de positivo para os snipers e então logo ouvi um gemido de dor, provavelmente alguém foi acertado. 
           Coloquei meu corpo para ver o que havia acontecido quando sinto algo batendo em meu peito, senti meu corpo batendo no chão mas não demonstrei sentir dor, depois disso não consegui ver mais nada, foi tudo um apagão. 


 (Xiumin P.O.V) 

          Chanyeol tinha levado um tiro no peito, corremos com ele para o hospital enquanto os outros homens resolviam as coisas por lá.
          Chegamos ao hospital em um piscar de olhos, peguei-o no colo e o levei para dentro. 
           -ALGUÉM POR FAVOR, AJUDA. Gritei e logo chegaram alguns enfermeiros como uma maca. 
           -Façam qualquer coisa, qualquer coisa mesmo para mantê-lo vivo. Falei para o médico que ia logo atrás 
          -Pode deixar. O médico disse.
         
           -SALA DE CIRURGIA URGENTE. O médico gritou para outros médicos que logo o seguiu. 
     
           Chanyeol, era como um irmão para mim, sempre que eu precisei ele esteve comigo, ele não pode ir embora assim, ele não merece isso, ele é uma pessoa de bom coração. 
         
          Alguns minutos depois voltou uma enfermeira com uma bandeja

         -Isso são as coisas que estavam com o paciente. Ela me entregou coisas como celular, distintivo, carteira e chave do carro. -Pegamos os documentos para fazermos a ficha dele. 
          -Obrigada moça. Falei e me sentei novamente. 

(Marcela P.O.V) 

           Havia passado algum tempo desde o dia que sai com Chanyeol e ele não me mandou nenhuma mensagem resolvi mandar eu então. 
        
          Enviei minha mensagem e logo, vejo o sinal de digitando.

        "Oi, desculpe, eu sou amigo do Chanyeol, Xiumin, ele não vai poder responder por algum tempo."
       
       "Oi, como assim? Aconteceu alguma coisa?" 

       "Ele foi baleado, está desacordado já faz uma semana, se quiser visitá-lo ele está no hospital Holm." 
        
        "Obrigada."

       Eu lia essas mensagens, e escorria uma lágrima pelo meu rosto. Chanyeol baleado, eu precisava vê-lo, corri com minha moto ignorando qualquer placa de velocidade, logo cheguei. Entrei correndo na recepção. 

      -Park Chanyeol, por favor. Falei a recepcionista.
      -Quarto 8 andar 3. A mulher disse. 
      -Obrigada. Falei e sai correndo atrás do quarto. 

      Peguei na maçaneta e gelei, alguma coisa não queria que eu visse ele ali, mas fui corajosa e entrei. Chanyeol estava cheio de tubos, ligados à uma máquina. Me sentei em uma cadeira que havia ali, peguei sua mão e comecei a fazer carinho.  

       -Em todos esses anos, depois que perdi meus pais, não consegui dar um sorriso verdadeiro, e então você chegou, sei que parece clichê, mas o dia que saímos foi o melhor em muito tempo, não me sentia livre desse jeito à muito tempo, não vai embora assim por favor. Falei para ele, mesmo sabendo que ele não ouviria.
       Adormeci na cadeira segurando em sua mão.


Notas Finais


espero que tenham gostado, e por favor, se querem mais me cobre, porque não sei se estão gostando, obrigada por ler


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