História One Hell Of A Sandwich - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, eu acho que vou editar o capítulo amanhã de manhã, mas eu quero postar agora por algum motivo. Então se virem algum erro de português ou de sentido relaxem que em algumas horas ele será consertado.
Boa leitura~
Ai que soninho –~–

Capítulo 3 - III - terceiro


Fanfic / Fanfiction One Hell Of A Sandwich - Capítulo 3 - III - terceiro

A porta dá para um corredor sombrio, feito de pedras cor de chumbo e portas de madeira esculpidas em formato de arco. O som dos nossos passos apressados ecoam por todo o cômodo, barulhentos, e terminam como um sopro. No entanto, a voz irada do demônio a minha frente abafa tais sons.
— O que você vai fazer? Fechar os portões? – Pergunta a linda moça, que eu não havia notado até então por seus pés estarem descalços não produzindo som algum.
— Sério, Luxúria? Fechar o portão vai parar os anjos?
— N-Não, mas certamente nos dará mais tempo! – Responde, as bochechas coradas e os músculos tensos. Me sinto mal por ela, que só está tentando ajudar!
— Agora já era. E é tudo culpa sua! – Virando-se na minha direção, aponta o dedo indicador bem na minha cara.
— O quê?! Eu não fiz nada! Você que me arrastou até aqui! Você poderia ter dito "Opa, desculpa pelo mal entendido!", ter apagado minha memória e ido embora para sempre, mas não! Não! "Você vem comigo!" e não sei o quê, puxando meu braço até essa merda, seu filho de uma pu...
    Meu corpo queima com a raiva e minha garganta começa a doer, e mesmo assim não é o suficiente. Também gesticulo bastante e faço várias caretas porque meus sentimentos não conseguem ficar em só um lugar, tendo que espalhar para cada canto do meu corpo. No entanto, antes que eu possa acabar de falar, suas mãos fortes me seguram pelos ombros e me prensam na parede dura, machucando as minhas costas.
    Seus olhos, com a mesma chama de ira que possuem os meus, encaram o fundo da minha alma. Eu não ligo se ele é ridiculamente atraente, estou ficando maluca de revolta!
— É melhor você retirar tudo o que disse, eu não receio judiar de você só por que é mulher!
— Ah, é? Vai fazer o quê? Me matar?! Só pra eu voltar pro Inferno de novo?! Imagina quando esses anjos chegarem aqui, encontrando uma filha de Deus morta! – Esbravejo forçando meu corpo para frente, encarando o fundo de seu olhar intenso. Mesmo que minhas pernas estejam como gelatina em baixo do meu vestido e lágrimas beirando meus olhos por ter outro homem me ameaçando psicológica e fisicamente, mordo os lábios e levemente levanto a cabeça para impedir o meu rosto de se molhar.
— Não é tão fácil quanto parece. Não posso me livrar assim de você. – Confessa fechando os olhos, assumindo um tom mais compreensivo do que ameaçador.
   Meu coração amolece, junto com meu corpo inteiro. É um dos meus defeitos ter misericórdia demais.
— Nós temos um contrato, eu e os anjos. – Continua, os olhos ainda cerrados, parecendo ter viajado para suas memórias. Seu peito sobe e desce calmamente pelo calor da discussão, assim como o meu. Estamos tão próximos que sinto seu cheiro – Eu não posso me meter na Terra, e isso inclui qualquer tipo de contato com humanos. Se eu te soltar para a Terra, eles irão para lá e farão um caos. É... apenas melhor para os três impérios, entende?
Balanço a cabeça em afirmação. "Três impérios", huh?
As palavras martelam no meu cérebro durante todo o caminho. Eu agora me sinto apenas uma formiguinha: Um país. Um planeta. Sete bilhões de pessoas. Oito planetas. Infinito universo. Três Impérios. Tudo é informação demais, eu chego até a ficar um pouco perdida e tonta. Também tenho a sensação de que nada mais importará tanto quanto antes, pois agora sei o quanto meus problemas são insignificantes quando uma guerra entre dois mundos sobrenaturais pode acontecer. Minha vida está mais do que virada de cabeça para baixo, está se equilibrando em uma corda bamba no momento.
Sou interrompida de meus pensamentos pelo barulho de uma das portas sendo aberta ruidosamente por Lúcifer. Fico de fora com Luxúria esperando sua volta, me perguntando o que ele tanto busca lá dentro.
— Posso te contar um segredo, Mel? Bem, para nós daqui não é bem um segredo, mas acho que seria um choque pra vocês da Terra.
— O que é? – Pergunto, apertando as mãos em nervosismo. Um segredo do Inferno, deve ser importante.
— As pessoas não vão para o Inferno de verdade. As más só ficam no Purgatório por um tempo. – Comentou com indiferença, cruzando os braços e revirando os olhos.
— O quê?! – Pergunto, com os olhos arregalados – Mas então por que diz na bíblia que só quem foi bom a vida inteira ou que se arrependeu de seus atos ruins vai para o Paraíso?
— Para ninguém ser mau, é claro. E pensa: nenhum pai aguenta ver os filhos sofrendo.
— Não tenho tanta certeza disso. – Cruzo os braços e fecho os olhos forte, afastando as memórias. Ela parece prestes a me corrigir, mas ao ver a minha expressão apenas desvia o olhar.
Felizmente, não precisamos mais sustentar uma conversa, pois Lúcifer sai do cômodo segurando uma caixa retangular horizontal preta com adornos prateados.
— Vamos. – Ordena com firmeza.
Andamos mais e mais. O corredor fica cada vez mais estreito e as velas que iluminam o lugar cada vez mais escassas, tornando o lugar mais escuro e frio.  Vez ou outra olho para a mala que ele segura, insegura demais para perguntar o que há nela. Bem, se ele lê mentes e não fala nada é porque não quer que eu saiba mesmo.
Me pergunto o que nos espera mais a frente, mas antes mesmo que eu possa pensar em hipóteses o corredor acaba, dando em ruínas.
Os tijolos estão destroçados como se uma bola de demolição tivesse os atingido, já o céu é repleto de estrelas. O chão é como terra vermelha e parece fértil, mas não tem nenhuma planta. Está deserto. Não consigo evitar o pensamento de que se me matarem aqui ninguém saberia.
Lúcifer coloca a caixa no chão e tira dela uma enorme espada prateada com detalhes vermelhos.
Com força, ele a arremessa no céu. Me pergunto porque diabos ele estaria fazendo isso. A espada fica presa no céu como se ele fosse algum tipo de coisa gelatinosa.
— Mas o que...?!
Ela desliza dificultosamente para baixo, revelando um céu azul com várias nuvens.
— Nuvens? – Ele ri, ajeitando a gravata – Olhe mais de perto.
Dou mais alguns passos para frente, percebendo que estava completamente equivocada.
São nuvens, de uma certa forma.
Mas são nuvens de anjos.





Notas Finais


Então, eu não postei mais cedo por causa da escola e da falta de inspiração. Foi mal ;-;
Aliás, eu não consigo mais ver o "ø" pra por no título. Isso é só no celular?
Comentem porque eu sou carente pkaosisjsjs
Gente, não fiquem bravos comigo só porque eu vou falar de anjo ;-; Eu até vou pra escola católica, véi. Tenho que rezar todo dia antes da aula e tenho aula de Ensino Religioso todas as segundas-feiras, pra informação de vocês akskajsjsj
não funciona muito bem, aparentemente
Bye! <3


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