História One Hundred Years | AFEOH Fanfic - EM PUBLICAÇÃO - Capítulo 13


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Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alvo Dumbledore, Ariana Dumbledore, Armando Dippet, Barão Sangrento, Charlus Potter, Dorcas Meadowes, Euphemia Potter, Fabian Prewett, Fleamont Potter, Godric Gryffindor, Helena Ravenclaw, Helga Hufflepuff, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Newt Scamander, Newton Scamander, Percival Graves, Personagens Originais, Porpetina "Tina" Goldstein, Queenie Goldstein, Rowena Ravenclaw, Salazar Slytherin
Tags Animais Fantásticos, Beauxbatons, Castelobruxo, Durmstrang, Goldstein, Harry Potter Universe, Hogwarts, Ilvermony, Koldovstorets, Lestrange, Lewt, Lovegood, Mahoutokoro, Newt Scamander, Newtina, Onde Habitam, Personagens Originais, Pettigrew, Picquery, Porpentina Goldstein, Quadribol, Queenie Goldstein, Romance, Scamander, Teseu Scamander, Thesana, Tina Goldstein, Torneio, Uagadou, Weasley
Visualizações 11
Palavras 1.806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 13 - •7: Onde Está Ártemis?•


Fanfic / Fanfiction One Hundred Years | AFEOH Fanfic - EM PUBLICAÇÃO - Capítulo 13 - •7: Onde Está Ártemis?•

Os três pares de olhos encaravam os alunos.


— Diretor Dippet.— Leta começou.


— Silêncio, Srta Lestrange.— o homem a interrompeu.— Espero que tenham uma ótima explicação para isto.


O silêncio se manteve ali, tudo o que se podia ouvir era o barulho de respirações compassadas e as unhas de Isa, quais a garota batia umas nas outras em forma de ansiedade.


— Me sigam.— o diretor virou, e começou a caminha na direção de sua sala. O zelador desviou seu caminho no primeiro corredor aleatório que surgiu, a Diretora Steward os acompanhava em silêncio até então.


A sala do diretor era ampla e completamente diferente do que os americanos conheciam em Ilvermorny, está era mais arejada, prateleiras de livros se estendiam por algumas das paredes e outras eram repletas de retratos semi-vivos.


— Por que estavam nos corredores?— a Diretora Steward perguntou, virando-se para os alunos e os encarando da forma que sempre fazia, o semblante sério os olhos faiscantes e o senho franzido.


— Senhora, só nos atrasamos porquê...— Ana começou, mas não foi capaz de prosseguir e conseguir inventar uma desculpa descente.


— Estávamos indo para a aula quando nos encontramos no corredor.— Isabela começou.— Acontece que não sabíamos o caminho para as estufas e os Scamander estavam tentando nos ajudar.


— Pensei que todos os alunos houvessem recebido um mapa da escola.— a diretora comentou.


A garota manteve silêncio.


— Uma semana de detenção.— Steward declarou.


— Uma semana?— a voz da Ortega pode ser ouvida de forma quase estridente.— Por... Nem quase quinze minutos de atraso apenas?


— Vão limpar a sala dos troféus.— o Diretor Dippet concluiu.— Após o término do horário de aulas, estejam lá, o zelador irá lhes passar as instruções.


A garota bufou de forma quase imperceptível.


[...]


— Deixem essa sala brilhando.— o zelador resmungou passando o dedo indicador sobre uma bancada.— Estão vendo essa poeira? Não quero ver nenhum grão por aqui.— ele fez uma pausa olhando em volta.— Nada de magia.

Talvez se pudesse considera-los com sorte por não terem as varinhas confiscadas.

O homem andou para a saída da sala.

— Quando o toque de recolher chegar, então poderão ir para suas devidas comunais.— ele lhes lançou um último sorriso nada convidativo e desapareceu pela abertura.

Alguns momentos de silêncio foram mantidos entre todos, enquanto os alunos pegavam os objetos de limpeza deixados pelo zelador.

— Isso é ridículo.— Tina resmungou.

— Você tem alguma coisa contra pessoas que fazem limpeza?— Ana se virou para ela um tanto incrédulo.— Saiba que é algo muito digno e...

— Não falo disso.— a Goldstein à cortou.— Me refiro ao tempo. É ridículo conseguir uma semana de detenção decorrente de quinze minutos de atraso.

A Lufana deu de ombros após este comentário.

Apanhou um dos panos dentro da caixa que estava no chão e, após umedece-lo, começou a tirar o pó de algumas taças dispostas no balcão ao lado.

Andrew e Isa retiravam alguns càlices de dentro de um armário de portas de vidros — cada um possuía um indicativo do motivo pelo qual estava ali — e os colocavam sobre um móvel próximo para poderem retirar a poeira das prateleiras.

— Quando pretende terminar o trabalho de herbologia?— o garoto perguntou, retirando dois càlices e encarando a garota por alguns segundos, para então retornar sua atenção para o trabalho.— Disse que iria terminar hoje após as aulas, mas estamos todos aqui.

— Deveria entregá-lo ao seu irmão e exigir que fizessem, afinal, se não fosse tão facilmente manipulado pela simples ilusão de poder dizer que estuda na melhor escola de magia e bruxaria do mundo, jamais estaríamos aqui.— a garota resmungou umedecendo um pano.

Turner soltou um leve riso sobre o comentário. John era uma pessoa facilmente manipulável, como a garota havia dito, em todos os sentidos.

— Isso é inútil, você sabia?— Ana comentou.— Para quê fazer a limpeza manualmente se eu poderia simplesmente acenar com a varinha e estaria tudo limpo?

— Se Newt não houvesse dado piti com a desculpa de "Leta is my baby, como você ousa respirar perto dela?"— Theo fez uma pequena pausa varrendo o lugar com os olhos a procura do outro Scamander.— Não precisaríamos estar aqui.

— É inútil ficar tentando procurar um culpado.— Andrew interpôs.— No final, chegaremos à todos e à ninguém.

Ana o encarou ligeiramente confusa, a expressão não à deixava disfarçar a curiosidade pelas palavras do americano.

— Quero dizer que todos temos parte da culpa.— o garoto se explicou.— Mas que também ninguém é culpado.

— Ata.— ela soltou um breve suspiro olhando o lugar por breves instantes.— Esther, cadê você?

A morena saiu detrás de um armário, segurando uma vassoura comum, alguns flocos de poeira se acumulavam no topo de sua cabeça.

— O que você quer, Ana?— ela perguntou num típico tom de voz ríspido e irritadiço.

— Na verdade só queria saber onde você estava.— a Lufana comentou.— Não estou encontrando o Ártemis, pensei que vocês tivessem fugido mais uma vez.

— Ana, pela décima vez, ele só me ajudou à encontrar o caminho da sala de aula de Transfiguração.— a garota defendeu-se.

— Eu não disse que vocês tinha se atrasado por isso, desta vez.— Ana resmungou.— Foi você quem associou ao ocorrido.

Ana soltou um riso abafado.

— Mais um pouco e você acaba admitindo.— ela concluiu.

Tina revirou os olhos e voltou a varrer o chão.

— Onde está Newt?— Ana resmungou mais uma vez, agora mais baixo para que só Theseus pudesse lhe responder. O que não ocorreu.

O garoto deu de ombros inicialmente, para enfim responde-la.

— Não faço a menor ideia.

Naquele momento, Tina, já irritada com a demora que o relógio contava o tempo, desabou no chão, ajeitou-se sentada ali, encostada num armário, enquanto encarava algumas prateleiras empoeiradas e tentava calcular mentalmente quantos dias levariam para terminar tudo. Cogitou a ideia de adiantar o serviço, mas logo a descartou, de modo que sabia que se o fizesse, poderia arranjar mais alguma detenção por "quebrar uma regra", por assim dizer.

— Gold.— a voz de Ana chegou aos seus ouvidos pela, talvez, milésima vez naquele dia.

A garota simplesmente levantou um das mãos, para que a outra à visse atrás do móvel.

— Posso fazer uma pergunta?— a Lufana voltou a perguntar.

— Pode fazer duas, uma você já fez.— a morena respondeu séria, enquanto Ana se sentava ao lado dela. A britânica torceu o nariz para o comentário de Tina.

— O que você acha do Ártemis?— Ana não usou de um tom zombeteiro desta vez.

— Como assim?— Tina perguntou.— Em qual aspecto?

— Em que aspecto?— Ana repetiu.— Em todos.— ela fez uma pausa.

— Ele é legal, eu acho.— Tina comentou.— Exceto quando se trata de Leta, ele gosta dela.

— E você se importa com isso?— Ana questionou.

Tina demorou alguns segundos para processar a pergunta.

— Não.— respondeu por fim.

— Você exitou.— Ana resmungou sorrindo.

— Não.— Tina disse levantando-se.— Eu hesitei.

— Não que ela fosse perder a chance em algum dos dois casos.— Theo comentou se aproximando.— Ou iria?

Tina não respondeu, manteve silêncio o ignorando.

Isa riu ouvindo os comentários. Atônita de como essa história havia começado, ela não se importava, se divertia com as atitudes da Goldstein em não se dar bem com pessoas tirando sarro dela. Tecnicamente, ninguém se da bem com esse tipo de coisa, mas a forma como Tina fechava a cara imediatamente e desvia do assunto tendia a ser hilária para a Ortega.

— Ei, vocês três.— Isa chamou ainda sorrindo.— Levantem-se, nós dois não vamos limpar isso tudo sozinhos.

— Cadê o Scamander?— Tina perguntou enfim.

— Acredite, nós quatro já fizemos esta mesma pergunta.— Andrew comentou voltando a limpar o armário enquanto os outros se punham em pé.

A hora aparentemente estava sendo arrastada por uma tartaruga, ou quem sabe, um verme cego, já que os ponteiros pareciam demorar muito mais que o indicado para se moverem segundo após segundo, mas enfim acabou por aquela noite.

Ao chegarem a sala comunal da Hufflepuff, Ana se jogou num dos sofás, resmungando o fato de que cada um havia realmente ido para seu dormitório ao invés de se juntarem para fazer algo inútil como geralmente faziam.

— Onde você estava, Ártemis?— ela perguntou por fim, enquanto o garoto retirava a capa de cima do uniforme e caminhava para o dormitório masculino.

O garoto parou estático antes de chegar ao corredor. Virou-se para Ana à encarando por alguns segundos.

— Na sala dos troféus, com vocês.— ele respondeu após alguns instantes.

— Não, não estava.— ela afirmou.— Eu e Esther te procuramos por todos os lugares e não o encontramos.

O garoto deixou a capa sobre o sofá, sentando-se e tentando desviar o olhar da colega.

— Vocês não sabem procurar como gente.— ele resmungou encarando um fio solto do bordado do texugo no encosto da poltrona preta.

— Onde você estava Newt?— Ana tornou a perguntar.— Eu só quero saber, só isso.

— Você sempre tem que saber de tudo...— o garoto afirmou com um tom de indecisão.— Por que sempre tem que saber de tudo?

A garota cruzou o braços parada a sua frente.

— Tudo bem, porque eu não me importo de esperar pela resposta a noite toda.— ela afirmou sentando-se no chão.

Ele tentou ignorà-la. Levantou-se apanhando a capa e caminhou pelo fino corredor para o dormitório masculino.

A garota o viu se afastar, levantou-se um tanto irritada pela falta de informações que acalmassem sua curiosidade e se dirigiu pra o dormitório das garotas.

Continuava distraída em seus pensamentos; Que diabos Ártemis estava fazendo que não poderia — ou não queria — contar à ela e, aparentemente, à mais ninguém.

Essas ideias evaporaram de sua mente ao ver a "loirinha-cor-de-rosa" caminhando pelo corredor.

— Queen.— ela à chamou, a garota virou-se sorrindo como sempre fazia, Ana apressou o passo para andar ao lado da garota em direção ao final do corredor.— Como está? Não te vejo muito por aí.

A garota manteve um silêncio no início, mas enfim respondeu.

— Eu estou bem. E você?

— Ah, mesma coisa de sempre.— a Lufana resmungou dando de ombros.— Não querendo ser incoveniente, mas já sendo, qual o seu truque?

A garota soltou um riso breve.

— Eu sou Legilimente.— respondeu por fim.

— Wow.— a garota parecia realmente surpresa.— É mais nova que eu e consegue se controlar direitinho.— resmungou.— Tudo o que consigo, às vezes, é mudar a cor do meu cabelo.— Ana concluiu.

— Como?— a loira perguntou.

— Sou, ou quase, Metarmorfomaga.— Ana disse sem rodeios gesticulando com as mãos.

— Quer dizer, você pode mudar o seu cabelo e sua aparência quando quiser?— Queenie parecia surpresa, ainda mais por não ter notado isso antes.

— Deveria, não é.— Ana comentou.— Mas ainda estou em treinamento.

A loira soltou um suspiro.

— Mas...— as perguntar que Ana se segurava para fazer, gritavam em sua mente.

— O que diria sobre isso?— a Lufana questionou, sabendo que, provavelmente, a loira já saberia o que ela queria perguntar.

A Goldstein deu de ombros inicialmente, mas então respondeu de forma simples.

— Não muito.

Ana sorriu.

— Obrigada.— respondeu por fim.— Tenha um boa noite, sonhe com unicórnios prateados.


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤
Até terça que vem 😘😘😘


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