História One in a Million - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias IKON
Personagens B.I, Bobby, Chanwoo, Donghyuk, Jinhwan, Junhoe, Yunhyeong
Exibições 13
Palavras 2.560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


I'm back
Novo capitulo fresquinho
Boa leitura
V

Capítulo 4 - Ressaca mental


Quando cheguei finalmente a casa, não estava com mode de ter com Mi Na. Ela iria começar a fazer preguntas e eu não estava com paciência para interrogatórios agora. Passei o dia no meu quarto, não comi, o que é extremamente raro acontecer, eu apenas apreciava o teto do meu quarto. A minha cabeça parecia um labirinto que literalmente não tem saída. Decidi tentar esquecer o que aconteceu, levantei me e me dirigi até a casa de banho entrei no chuveiro de roupa e tudo. Aquela água gelada a passar pelo corpo fez com que meu corpo ficasse rijo passado 5 minutos ainda com o corpo coberto de água gelada, já não sentia os braços e as minhas pernas estavam perdendo a força. A minha mente estava branca até tudo se apagar.

Bobby Pov. On

Ainda continuava no quarto na mesma posição. Peguei no sono uma vez isso só me provocou um pesadelo. Isto não pode voltar a acontecer. Acordei com Jinan a minha beira. A minha respiração estava pesada, estava todo suado.

-Bobby-ah, já passou, foi só um pesadelo. – Jinan me abraçava, com isto foi impossível me aguentar. As lágrima começaram a rolar na minha cara, o que fez com que Jinan ficasse mais preocupado

-Bobby o que aconteceu, por favor fala para mim. – Jinan me preguntava segurando o meu rosto com as duas mãos.

-Jinan… eu… eu a vi. – A cara de Jinan ficou pior ainda, ele não estava a perceber nada do que eu estava a falar. – Eu a vi a sair do nosso prédio.

-Mas… viste quem?

De repente, B.I entra no quarto.

-Alissa, ele viu a Alissa.

- Mas a Alissa não foi a rapariga de hoje de manhã? – Agora quem não esta a perceber nada sou eu como assim a rapariga de hoje de manhã. B.I entra no quarto e fecha a porta e se senta no chão virado para mim e Jinan.

-Como assim, ela esteve aqui?

- Bobby-ah eu preciso que você fique calmo e vai ter que explicar a história toda para o Jinan.

B.I era o único que sabia da história da Alissa e o que me custou ultrapassar isto (pelo menos eu pensei que tinha ultrapassado). Foi difícil ter que voltar a relembrar tudo de novo. Jinan me ouvia como se fosse um menino de 5 anos a ouvir um história e a espera do final feliz, o problema aqui é que não havia final feliz.

-Foi por causa disso que decidi voltar para a Coreia e começar uma vida do zero, mas foi mais difícil do que eu pensava. B.I foi uma das pessoas que me ajudou a ultrapassar isto. Mas agora podem-me explicar como é que a Alissa esteve cá?

B.I me explicou o que aconteceu. Fiquei com coração mais apertado quando soube o que se passou com a Lissa.

-Eu não consegui deixa-la na discoteca, então troce-a para cá. Quando reparei bem na rapariga tinha sempre a sensação que a conhecia mas não sabia de onde, quando tu chegaste, fiquei preocupado porque não sabia o que te tinha acontecido. Não saíste do quarto uma única vez, então foi como um dejá vu e lembrei me da fotografia que me mostraste a dois anos atrás. Foi assim que percebi o que te tinha acontecido. Eu não tinha ideia que era ela. Não devia tê-la trazido para cá.

-Não digas isso, se não fosses tu podia ser algum atrasado mental sabe-se la o que lhe podia ter acontecido.

-O que tencionas fazer agora? – Jinan que ate agora esteve calado pergunta.

- Minha cabeça é tipo um bomba que foi ativada mas nunca se sabe quando é que vai explodir, não sei o que fazer. Eu gostava de poder voltar a vê-la de novo. Mas duvido que ela queira o mesmo. Ela quando me viu desatou a correr. Ela deve ter seguido com a vida dela. Ela ate deve ter namorado. Ela nunca vai querer voltar a ver-me.

- Tu só a queres voltar a ver mais uma vez? – Pergunta B.I com um olhar pensativo.

-Sim, porque?

-Talvez eu consiga tornar isso possível. – Estava com um pouco de medo com a ideia de B.I mas se desse resultado e eu pudesse voltar a ver Alissa de novo?

Bobby Pov. Off

Quando acordei estava no meu quarto. Mas como é que eu vim aqui parar. As roupas molhadas foram substituídas por um pijama demasiado quente para a estação do ano e tinha pelo menos 3 cobertores em cima de mim. Levantei-me procurei alguma alma viva em casa, mas eu estava sozinha em casa. Estava na cozinha quando ouvi o meu telefone tocar. Peguei no telemóvel e vi que tinha recebido uma mensagem de B.I

Mensagem:

B.I-Olá Alissa, chegaste bem a casa?

Fiquei surpresa com aquela mensagem. Fiquei olhando para a mensagem. Respondo? Não repondo? Fazia um mapa mental das possíveis consequências. Mas no final decidi responder.

Mensagem:

Alissa- Cheguei bem obrigada pela preocupação.

Enviei a mensagem. Até pode parecer estranho mas fiquei a pensar se ele iria responder de volta.

-MAS O QUE ESTAS TU A FAZER FORA DA CAMA? – Mas que raio. Mi Na entra na cozinha reclamando. Mas como é que ela entrou?

-Importaste de me explicar como é que tu entraste?

-Isso não importa tens que voltar para a cama. Quase morreste. Tu estas parva. O que te deu para fazeres aquilo? – Mi Na não parava com as perguntas, sempre me empurrando de volta para a cama.

-IMPORTASTE DE TE ACALMAR E RESPONDER A PORRA DA MINHA PERGUNTA? – Agarrei nos seus braços e a encostei a parede.

-A tua mãe foi ter comigo a casa e disse que tu estavas desmaiada na casa de banho. – Sinceramente mas que mal eu fiz a deus para merecer uma mãe destas. Doação de mãe disponível. Se tiver interesse. Contacte-me. – Ela voltou ao trabalho, eu que te tirei a roupa, te deu um banho quente e te coloquei na cama, agora por favor podes-me contar o que te deu na cabeça para fazeres aquilo?

Eu não quero falar sobre isto. Eu só queria poder ter paz e esquecer tudo. Mi Na me olhava, eu não queria falar com ela sobre isto. Era cedo demais.

-Não quero falar. Só quero ficar sozinha. – Disse-lhe virando costas e voltando para a cama.

-Tudo bem se não quiseres falar mas eu não te vou deixar sozinha. Vou estar na sala se precisares de mim. – Disse Mi Na com voz baixa e triste.

Ela deixou o quarto e fechou a porta. Eu nunca consegui contar este assunto a Mi Na. Talvez porque sou fraca? Sim. Eu só queria poder me distrair e esquecer um pouco este assunto.

Ouvi o meu telefone tocar na cozinha. Levantei-me e fui ate a cozinha mas quando la cheguei Mi Na já tinha atendido a chamada.

-Importaste? – Disse tirando-lhe o telemóvel. Ela fez cara de zangada e me deixou sozinha na cozinha.

-Alissa? – Ouvi do outro lado da linha. Esta voz não me era estranha. Afastei o telemóvel para poder ver o nome da pessoa.

-Hanbin?

-Alissa, desculpa ligar sem avisar mas eu pensei que nós… sei lá… nos podíamos encontrar? SE quiseres claro. - Talvez deus me quisesse ajudar porque enviou um anjo me ajudar.

- Sim, porque não. É só combinar local e hora. – Eu mal conhecia Hanbin mas ele parecia bom rapaz. Fiquei um pouco surpresa com o convite. Nunca saí com rapazes que mal conheço, mas podia ser um ótima oportunidade para me distrair.

- Ah fico feliz que tenhas aceitado. Pode ser amanhã pego-te as 4 da tarde em tua casa, tudo bem por ti?

-Sim tudo bem, te mandarei a morada. – Ok, eu devo estar maluca como assim “eu mando-te a morada” eu já não controlo as minhas próprias ações.

-Ficarei a espera, até amanhã.

-Até. – Fim de chamada.

-Tu nem penses que vai sair de casa depois do que aconteceu. – Mi Na disse mal terminei a chamada.

-Primeiro, tu não és minha mãe e segundo nem a minha própria mãe se preocupa comigo por isso. SIM eu vou sair. Acho melhor ires embora, muito obrigada pelo que fizeste mas já não preciso mais da tua ajuda.

-Acho melhor sim, talvez também devesse conhecer melhor as pessoas com quem me dou porque…nunca conheci esta tua faceta. – Mi Na mal acabou de falar me virou costas e saiu.

Chamem-me de hipócrita, egoísta e pior amiga de sempre. Talvez até seja verdade, mas neste momento eu não quero ter que falar com Mi Na.

  …

Mal consegui pregar olho, quando me acontece alguma merda vem mais a seguir. Uma merda nunca vem só. Talvez seja castigo. São duas da tarde e eu ainda estava deitada na cama. Já percorri o meu telemóvel todo a procura de um passatempo mas nada. Decidi levantar e comer algo que já não faço à bastante tempo, nem sei como e que ainda me aguento de pé.

Depois de alimentada, acho que comi tudo o que tinha na dispensa, decidi procurar algo para ver na televisão. Será que ainda sei funcionar com isto, já não me lembro do último dia em que liguei isto, televisão não é a minha cena. Percorri todos os canais disponíveis e como sempre nada de interessante a passar naquela hora. Por falar em horas, que horas são? Merda, já são três e meia. Merda, não mandei a morada para o Hanbin. Bateu tudo ao mesmo tempo. Corri até ao meu quarto em busca do meu telemóvel. Porra mas onde e que eu coloquei a porra do telemóvel, nada de telemóvel na mesa nem no meio dos cobertores. Onde é que eu fui encontrar o telemóvel debaixo da almofada.

Procurei o número de Hanbin e lhe mandei a morada. Agora tenho que tomar banho e me vestir. Nada demorado, quinze minutos de banho, dez minutos a escolher a roupa e cinco minutos a me vestir. Me olhei ao espelho para conferir se estava pronta. Nada de maquilhagem, conjunto meio desleixado mas e disto que eu gosto e é confortável, calças juntas camisola largona cabiam duas de mim aqui dentro e para completar chapéu preto virado para trás e uma pequena bolsa preta para levar o essencial.

Ouvi a porta bater, alguém chegou a casa.

-Lisa, esta um rapaz lá em baixo a tua procura. – A minha irmã veio ao meu quarto.

-Tudo bem.

-Quem é o bonitinho? – Perguntou a minha irmã, encostada na porta.

-Ninguém do teu interesse. Vou indo e não sei a que horas chego. – Digo empurrando minha irmã para fora do quarto.

Fechei a porta de casa e desci as escadas. Hanbin estava de costas para mim ele olhava atentamente a estrada, tao atentamente que não deu pela minha chegada.

-Olá. – Hanbin se virou assustado.

-Olá, desculpa estava tão concentrado que nem dei pela tua chegada.

-Pois eu percebi. Vamos então?

-Sim.

Estar com Hanbin me fez bem, ele é divertido, conversamos de tudo ficamos a saber que somos bastante parecidos em alguns aspetos. Em nenhum momento estranho ou constrangedor. Já tinha saudades de interagir com rapazes. Sempre me deu melhor com rapazes. Nos conversávamos e andávamos.

-Estás com fome?

-Por acaso, já que falas nisso já comia alguma coisa. Estas a pensar em algo em específico.

-Podemos ir ao shopping comer pizza? – Ele disse com um sorriso de orelha a orelha. Aquele sorriso contagiava toda a gente.

-Até parece que me leste a mente. – Disse retribuindo o sorriso.

Hanbin pegou na minha mão e desatou a correr levando me com ele. O riso dele devia-se ouvir na rua toda, todos que passavam por nos deviam achar que eramos crianças. Hanbin foi tomado pelo cansaço e então paramos de correr.

- Já estás cansado? Fraquinho. – Disse rindo dele. Depois voltei a correr, quando reparei Hanbin estava-me abraçando por trás e me levantou.

-Conta-me quem é o fraquinho agora. – Disse-me colocando de volta no chão mas não me largando. A sua voz no meu ouvido fez com que eu me arrepiasse. Eu sou bastante competitiva por tanto não iria perder para ele.

-TU, claro. – Lhe dei uma pequena cotovelada no abdómen, com a força suficiente para ele me largar e eu me conseguir libertar e voltar a correr, deixando-o para trás. Faltava mesmo pouquinho para chegar ao shopping diminui a minha velocidade e olhei para trás vendo que Hanbin estava logo atrás de mim.

-Tu és das competitivas, vai deixar marca. – Ele disse apontado para o local onde lhe tinha acertado.

-Anda que com a comida isso passa. – Agora era aminha vez de o arrastar, ele parecia uma criança a queixar-se.

Chegamos ao local ao local dos restaurantes. Entramos no restaurante e eu ainda estava agarrada a mão de Hanbin, eu tentei largar de uma forma subtil mas Hanbin fez questão de agarrar mais a minha mão me impedindo de tira-la, só quando encontramos uma mesa e que ele me largou e fez questão de me levar a cadeira feito cavalheiro.

-Faça favor. – Disse ele com um sorriso encantador.

-Que cavalheiro, cada vez me surpreendo mais contigo.

Ele não respondeu, apenas se sentou na minha frente, talvez um pouco envergonhado com o meu elogio. Uma menina nos atendeu cada um pediu o que queria. E a conversa voltou a fluir. A nossa comida chegou então começamos a comer. Aquela pizza estava incrível. Nunca comi pizza melhor que aquela. Quando reparei Hanbin me olhava.

-O que foi? Aconteceu alguma coisa?

-Nada de mais, já te disseram que és incrível a comer, nunca vi uma rapariga comer tanto. – Ouvi Hanbin dizer enquanto lhe roubava uma batata do prato.

-Adoro comer, a seguir da música, comer é o meu hobbie.

-Gostas de música? – Hanbin ficou surpreso.

-Sim, adoro música também sei tocar piano.

-Um dia, tens que me mostrar os teus dotes.

-Sim talvez um dia.

A atmosfera ficou um pouco estranha. Voltamos a comer, mas Hanbin parecia tenso, não parava quieto na cadeira.

-Estás preocupado com alguma coisa? – Hanbin me olhou um pouco confuso mas passado algum tempo perguntou

-Posso te fazer uma pergunta? – Ele passou a tarde a me fazer perguntas e agora quer autorização.

- Sim, claro.

-Tens namorado?

Até me ia engasgando com a comida. Não estava nada a espera daquela pergunta.

-Era por causa disso que estavas tão desconfortável? – Eu sorri para ele e ele abanou a cabeça positivamente.- Não te preocupes, não eu não tenho namorado. – A cara de Hanbin mudou completamente. Via-se a alegria dele através dos olhos.

Terminamos o jantar então veio aquela discussão lamechas de quem é que iria pagar o jantar, ficou decidido que cada um pagava o seu. Hanbin não gostou muito da decisão final mas a minha ameaça era irrecusável. Saímos do shopping o shopping, então decidimos apanhar o táxi para voltar para casa. A conversa continuava fluindo até parecia que nos eramos amigos de longa data. A conversa estava tão boa que nem reparei que tínhamos chegado a minha casa. Hanbin pagou o táxi, era isso ou ele fazia birra como fez no restaurante.

-Gostei muito, devíamos repetir. – Hanbin dizia olhando o chão.

-Eu também gostei muito. – Estávamos os dois encarando o chão.

-Eu vou subindo obrigad… - Então Hanbin beija minha boceja e eu fiquei tipo estátua. Nada se mexia.

- Eu também vou indo, obrigada pela tarde bem passada.

Então ele se virou e começou a andar deixando me estática, sem saber como reagir.


Notas Finais


Espero que tenham gostado
comentem o que acharam
beijos
V


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