História One life - Capítulo 41


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Annie Cresta, Effie Trinket, Finnick Odair, Gale Hawthorne, Haymitch Abernathy, Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Personagens Originais, Primrose Everdeen
Visualizações 39
Palavras 1.372
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 41 - Home...


Pov Kat

No domingo eu acabei passando o dia em casa. Eu evitava Sam de todas as formas possíveis. Mel ainda brincou um pouco com ele pela tarde, mas logo a chamei para tomar banho. Eu estava impressionada em como eu tinha arrumado tudo tão rápido. Ontem a noite minha mãe mandou uma mensagem dizendo que estava ansiosa para nossa chegada. Que estava tudo pronto. Ela disse que tinha feito uma renovada no meu antigo quarto e que tinha pintado o quarto de visitas para ser o de Mel. Enfim. Eu começava a ficar bastante ansiosa para ver eles.

Segunda-feira. O grande dia. Acordei bem cedo por cedo por conta de um enjoo. Eu acabei botando todo meu jantar para fora. Aproveitei e fui começar a arrumar as coisas. Queria ir embora o mais cedo possível. Eu tomei um banho e vesti um short de tecido e uma regata. Comecei colocando minhas malas no carro. Depois as malas de Mel. Ai coloquei algumas caixas pequenas. Quando deu umas 08:30 eu acordei Mel. Dei banho nela e preparei um café reforçado. Depois à deixei brincando na sala. Então umas 09:00 eu chamei o pessoal que ia transportar as coisas.

Rapidinho eles chegaram. Me ajudaram a desmontar os móveis que eu iria levar e o levaram para o caminhão. Depois as caixas. Quando já estava tudo pronto para ir, eu mandei uma mensagem para minha mãe dizendo que já íamos partir e que iríamos almoçar na estrada. Deixei que Sam se desperdisse de Mel. Eu a coloquei na cadeirinha, e assim que fechei a porta de trás e ia abrir a do motorista eu ouvi ele falar

- Não vai nem dar um beijo de despedida? -ele perguntou alto. Parece que tudo tinha parado. Os caras no caminham inclusive olhavam. Eu fiquei parada um tempo pensando no que fazer. Então eu andei até ele, não uma simples andada, mais para uma desfilada, parei bem em sua frente e desferi um tapa com todo a raiva do mundo em sua cara. Olha... acho que eu nunca dei um tapa tão forte em alguém. Eu pensei que ele iria ter alguma reação, mas apenas ficou de cabeça baixa com a mão no rosto. Eu dei uma risada abafada. Me abaixei um pouco e falei próximo ao seu ouvido

- Adeus querido... -eu disse e saí de lá em direção ao carro. Os caras no caminhão davam gritos e batiam palmas. Eu ri. Fiz um agradecimento à "plateia" e entrei no meu carro. Liguei o carro, e na hora que estava saindo dei duas buzinadas.

Cara. Você não tem ideia de quanto eu me sentia feliz em estar indo embora dali. Eu dirigia cantando até as músicas infantis da minha filha kkkk.

{...}

Depois de 4 horas e meia na estrada eu finalmente cheguei à Boston. A cidade estava a mesma coisa. Ou pelo menos eu achava que satava a mesma. Mas era bom estar de volta. Ainda lembrava de cada rua, cada lanchonete que não havia mudado. Enfim. Minha ansiedade só aumentava a medida que eu ia chegando perto do condomínio. Dirigi mais uns 15 minutos até chegar à porta. Parei ao lado da guarita e me identifiquei e avisei que um caminhão que estaria chegando iria entrar também. Não era o mesmo porteiro mas parecia simpático.

Eu entrei e fui olhando como as casas tinham mudado. Estavam tão lindas. Até que eu cheguei na rua da casa dos meus pais. Logo avistei a casa. Estava diferente, mas não tinha como errar já que era a terceira da rua ao lado direito. Eu estacionei na porta. Meus pais estavam na porta da casa me esperando. Minha mãe com certeza chorava. Eu saí do carro e tirei Mel da cadeirinha. Assim que me virei eles estavam atrás de mim. Meus pais me abraçaram e eu não aguentei. Comecei a chorar. A chorar tanto. Eu dei um beijo nos dois.

- Ai meu deus meu filhinha está tão linda... -minha mãe disse tentando conter as lágrimas - E minha netinha que coisa mais fofa -ela disse e a pegou de meus braços. Mel nem reclamou, apenas sorriu enquanto minha mãe falava com ela. Eu abracei meu pai e ele passou a mão por meu cabelos.

- Me desculpa filha -ele disse assim que nos separamos

- Pelo o que pai? -eu perguntei confusa.

- Por ter te mandado para lá, isso tudo foi minha culpa.

- Nossa culpa. -minha mãe entrou na conversa.

- Não precisam se desculpar, está tudo bem agora. Eu estou aqui. 

- Ohh meu bem -minha mãe disse se aproximando de mim e me dando um beijo na testa. - Vamos entrar, temos várias coisas gostosas para vocês comerem.

- Mãe eu queria tirar logo as coisas do carro.

- Eu te ajudo -meu pai falou. Eu sorri pra ele.

- Vá entrando com Mel então mãe, ela deve estar com fome.

- Certo.

Eu abri o porta-malas e meu pai me ajudou a pegar as malas e levar para dentro de casa. Depois as caixas. Eu deixei o carro ali na porta mesmo e entrei com a última caixa. Mamãe e Mel estava na sala. Mel se deliciava comendo um pedaço de bolo e assistindo à TV. Eu olhei o interior da casa que havia mudado também. Não tanto.

- Mãe, onde vamos botar as coisas de Mel? -eu perguntei me sentando no sofá perto dela.

- Ah é naquele quarto, ao lado do seu. -ela respondeu

- Ah sim. E minhas outras coisas? -eu perguntei, pois tinha minha cama e alguns poucos móveis que eu quis trazer já que tinha sido eu que havia comprado.

- Aquele quartinho lá fora está vazio. Nós esvaziamos ele na verdade, para colocar as coisas.

- Obrigada mãe.

- De nada filha.

- Então, vou levar as malas lá pra cima, dar uma arrumada e tomar um banho.

- Vamos lá eu te ajudo.

- E Mel?

- Ela fica com o vovô. - meu pai disse entrando na sala. Eu sorri pra ele. Mel estava concentrada no desenho.

- Vamos lá mãe. -eu disse levantando do sofá.

Levamos minhas malas para meu quarto. Ele estava diferente. Não parecia mais um quarto de adolescente. Mas estava bonito. Ainda havia algumas coisas que eu havia deixado.

- Então filha, gostou?

- Sim mãe, está ótimo. E o quarto de Mel?

- É aqui ao lado.

Nós saímos do meu e fomos até o quarto ao lado. Ele estava pintado de rosa, e em uma parede havia um papel de parede de nuvens. Estava lindo. Eu peguei as coisas de Mel que estavam no corredor e as coloquei no quarto. Eu voltei pro meu e comecei a arrumar as coisas. Guardei minhas roupas no closet, assim como os sapatos e algumas coisas. Depois outras coisas no banheiro. Nesse tempo, o caminhão havia chegado, e meu pai os guiava para colocar algumas coisas no quartinho e outras no de Mel.

Quando eu terminei estava cansada. Fui ao banheiro e tomei um belo banho e coloquei umaa camisola. Quando desci, Mel ainda brincava com papai. Fui até a cozinha e peguei dois pedaços de bolo. Estava morrendo de fome. Então voltei para a sala e fiquei sentada no sofá olhando eles dois brincarem. Depois que eu terminei de comer, eu subi com Mel para dar banho nela. Mas ela estava impossível. Não queria dormir. Então desci de novo com ela. Meus pais haviam subido para dormir. Eu fui até o quintal e me deitei na rede com ela. Eu fiquei balançando com o pé no chão enquanto ela estava deitada em cima de mim. Enquanto balançava a rede eu me perdia em pensamentos, e um deles foi parar em uma pessoa que eu não via a muito tempo. Peeta. E várias perguntas vieram à tona. Onde será que ele está? Será que está bem? Será que está namorando ou mesmo casado? Ou tem filhos? Nossa. Por que meu deus.

Quando percebi que Mel estava dormindo, eu me levantei da rede com cuidado, fechei a porta da varanda e subi para o quarto. E coloquei deitada ao meu lado na cama e deitei. Mas agora eu é quem não conseguia dormir. 



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