História One Love - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grace Phipps, Nash Grier
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Exibições 175
Palavras 1.689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oiiiii, tudo bom com vocês mores?
então, eu falei ontem que nesse capítulo só ia ter treta e tal mas não deu pra fazer, eu enrolei um pouquinho. mas no próximo, vai ter muita treta, muitas traições.....ENFIMHAHHAHAHAHA
boa leitura!!!

Capítulo 11 - Nobody breaks my heart.


Acordei com a claridade do sol batendo nos meus olhos. Abri os mesmos e uni as sobrancelhas quando percebi que estava no quarto da Lauren.

— Bom dia! — ela disse se sentando na cama.

— O que eu tô fazendo aqui? — perguntei sonolenta. — Nossa, que dor de cabeça insuportável! — reclamei e fiz careta. 

— Você ficou tão bêbada... — Lauren disse negando com a cabeça e riu. — Se seu pai te visse assim, ele iria te matar. — explicou. — Então, o Cameron pediu para que eu te trouxesse pra cá.

— Me dá logo um remédio! — pedi e fechei os olhos, logo voltando a deitar na cama. 

— Calma, apressada. — Lauren bufou e se levantou da cama, logo foi para o banheiro e pegou o remédio junto com um copo de água. — Toma! 

Enguli o comprimido junto com a água e tossi. Respirei fundo e fiquei olhando para um ponto fixo. 

— O que aconteceu ontem? — perguntei. — Eu não me lembro de nada. — ri nasalado.

— Nada demais. — ela deu de ombros. — Bom, pelo que eu saiba né?! — falou e pegou seu celular assim que o mesmo vibrou.

— Quem é? — perguntei curiosamente.

— Cameron. — Lauren falou e me deu o celular rapidamente.

— Oi. — disse atendendo a chamada.

— Oi, já acordou? — ele perguntou.

— Não, é meu espírito falando aqui. — respondi revirando os olhos e ri.

— Me diz um dia que você não acorde de bom humor! — Cameron falou.

— Fala logo o que você quer! — falei e suspirei.

— Vem logo pra casa, o papai perguntou onde você tava e eu disse que você dormiu na Lauren. — ele falou.

— Daqui a pouco tô indo. — respondi e desliguei a chamada.

— Quer carona? — Lauren perguntou e eu fiz que sim com a cabeça.

Me levantei da cama e fui no banheiro, escovei os dentes e lavei meu rosto. Saí do mesmo e entrei no seu quarto, peguei uma roupa simples e vesti. 

Eu e Lauren dividíamos nossas roupas.

Descemos as escadas e não tinha ninguém em casa, o que nem me surpreendeu já que seu irmão trabalhava no bar e sua mãe vivia fora. 

— Vai querer café da manhã? — Lauren perguntou.

— Não. — neguei com a cabeça.

Ela assentiu com a cabeça e pegou sua chave do carro, que na verdade era do seu irmão, mas ela só usava para coisas importantes. 

Entramos no mesmo e liguei na rádio. Estava tocando "Stressed Out" do Twenty One Pilots.

(...)

Chegamos na minha casa em menos de cinco minutos. Me despedi da Lauren e adentrei a casa, dando de cara com meu pai.

— Oi, pai. — falei sorrindo.

— Onde você tava, Charllote? — ele cruzou seus braços.

— Na casa da Lauren, ué. — dei de ombros e me fiz de desentendida.

— E por quê você não veio com o Cameron pra casa? — meu pai falou e eu revirei os olhos.

— Porque eu quis dormir na casa dela. — respondi como se fosse óbvio.

— Ou é por que você estava bêbada demais pra vir pra casa? — ele disse e eu enguli seco.

— Pai, eu...

— Não, você me escuta. — falou e me olhou com aquele olhar que eu tinha medo. — Eu tô cansado de você ir para as festas e voltar bêbada. Você é uma criança ainda!

— Eu tenho dezessete anos, pai! — gritei. — Eu sei muito bem cuidar de mim mesma. — assenti com a cabeça. — É, eu posso.

— Mas enquanto você morar sob meu teto, eu que mando aqui, então você tem que me obedecer! — alterou o tom de voz e eu arregalei os olhos.

— E o que você vai fazer? — perguntei arqueando as sobrancelhas. — Vai me por de castigo?

— Se for preciso, sim. — ele disse e eu ri sarcástica.

— Ah, claro. — neguei com a cabeça e o encarei. — Eu odeio você, eu odeio morar aqui! — gritei. — Eu preferia a minha mãe aqui do que você! 

Antes de falar mais coisas eu senti um tapa na minha pele. Um tapa forte, quente e que ardia.

O olhei incrédula e evitei chorar. Eu não choraria na frente dele. Eu não daria esse gostinho pra ele.

Me virei e bati a porta fortemente. Respirei fundo e comecei a andar sem rumo. 

Lágrimas caiam sobre meu rosto e tudo o que eu queria fazer nesse exato momento era sumir. Ir pra um lugar onde que ninguém possa me achar. Eu queria evitar de falar com as pessoas só por um momento. 

Quando eu fui perceber, já estava na casa do Nash. Ele é a única pessoa em que eu confiaria agora. 

Toquei a campainha e em menos de trinta segundos, uma garota morena com cabelos curtos abriu a porta.

— Ah, oi. — gaguejei. — O Nash está? — perguntei receosa.

— Oi. — a garota sorriu. — Só um minuto. — ela disse e saiu, logo depois Nash apareceu e franziu o cenho ao me ver. 

— Quem é ela? — perguntei.

— Ela é... uma ex namorada minha. — ele respondeu.

— E o que ela tá fazendo aqui? — perguntei novamente e cruzei os braços.

— É uma longa história. — Nash falou. — O que você tá fazendo aqui?

— Eu... — gaguejei. — Eu tô tão mal, Nash, eu não sei o que fazer.

— Claro, você bebeu tanto ontem. — ele disse rindo.

— Você foi pra festa? — perguntei semicerrando os olhos. — Céus, espero que eu não tenha pagado nenhum mico na sua frente. — ri nasalado. 

— Você... você não se lembra de nada ontem? — Nash perguntou e eu neguei com a cabeça. 

— O que teve demais? — perguntei.

— Nada, nada demais. — deu de ombros. — Enfim, Charllote, vai pra casa e toma um banho demorado. — falou. — Depois dorme um pouco.

— O último lugar que eu quero está agora é na minha casa. — respondi e respirei fundo. — Tudo bem, Nash, eu já entendi. — ri nasalado. — Boa sorte com sua namorada. — falei e fui caminhando pra trás. — Ou seja lá o que ela for. 

Me virei e decidi ir pra casa da Cassie. Como a festa dela foi ontem, e eu não me lembro de nada, queria que ela me falasse o que aconteceu. Só assim mesmo para relaxar minha cabeça.

(...)

Monday 08:26 a.m

Esse final de semana foi complicado. Sábado teve a festa da Cassie e eu não me lembrava de nada, devido eu ter bebido muito. Domingo eu praticamente fugi de casa e fui pra casa do Nash, no qual acabei tombando, já que sua ex namorada estava lá. Então, eu fui pra casa da Cassie e ela me contou tudo da festa. Até mesmo a parte em que eu dancei com ele, e não com o Taylor. 

— Vocês viram a Bea? — Lydia perguntou.

— Não. — Lauren e eu respondemos em uníssono.

— Oi, meninas. — Cassie falou se aproximando junto de nós. — Eu nem tive tempo de falar com vocês na minha festa. — ela riu nasalado. — Vocês gostaram? — perguntou receosa.

— A festa foi incrível, eu amei! — Lauren falou e Cassie sorriu.

— A festa realmente foi boa, eu conheci vários garotos... — Lydia disse. — Inclusive, Cassie, eu não sabia que você tinha primos tão gatos.

— Você pegou meu primo? — Cassie perguntou arregalando os olhos.

— Vocês não prestam. — falei rindo e revirei os olhos.

— Falou a santinha do grupo. — Lydia falou. — Você arrasou na festa, hein!

— Eu arraso em qualquer lugar. — disse e sorri convencida. 

— Eu falei em questão ao Sr.Grier. — a ruiva disse e meu corpo congelou. — Vocês dançaram juntos e pareciam tão conectados um com o outro. — ela riu. — Imaginem os filhos!

— Não, que bizarro. — revirei os olhos.

— Por quê bizarro, Charllote? — a Lauren disse arqueando as sobrancelhas.

Desgraçada.

— Eu nunca vou pegar aquele professor. — falei rindo. — Vocês já viram ele com aqueles óculos bregas? — perguntei e todas negaram. — Então nem vejam! 

— Eu queria ter aula com ele. — Lydia falou e fez biquinho.

Ouvimos o sinal tocar e todas nós bufamos na mesma hora. 

— Até o intervalo! — Cassie disse e se virou, indo pra sua sala.

Todas fizeram o mesmo. Todas tinham aulas diferentes agora.

Caminhei até a sala, já sabendo quem eu encontraria e me sentei na cadeira. Respirei fundo e peguei meu celular, logo comecei a responder as mensagens que tinham.

— Bom dia, alunos! — ouvi sua voz e minhas pernas se tremeram. 

— Bom dia, professor. — a turma falou.

— Tudo bom com vocês? Como foi o final de semana? — Nash perguntou se sentando na mesa e um monte de gente começou a falar, mas ele manteve o olhar somente pra mim. — Bom, então vamos fazer um exercício da página duzentos e quarenta e quatro. — se levantou e foi escrever no quadro. — Leiam esse texto e respondam as perguntas!

(...)

Após a aula ter acabado, todo mundo saiu correndo para o refeitório. Como eu disse, eles pareciam animais.

Respirei fundo e peguei meu material. Percebi que só estava eu e Nash na sala de aula. 

Me levantei e fui caminhando calmamente até chegar a porta.

— Ei, Charllote. — Nash me chamou e eu me virei. — Tá tudo bem?

— Sim. — dei de ombros.

— Não é o que parecia ontem. — ele disse se levantando e andando na minha direção. — O que aconteceu?

— Agora que você quer saber, é? — perguntei e ri nasalado. — É melhor você cuidar da sua namorada, Nash, me deixa em paz. — falei e me virei, mas senti sua mão me puxando pelo braço. — O que foi?

— Por quê você tá me tratando assim? — ele perguntou fitando meus olhos. Aqueles olhos azuis me hipnitizavam.

— Não te interessa. — respondi e me soltei de seus braços. — Me esquece, só isso! 

— Não vou te esquecer. — ele riu nasalado. — Eu já sei o que é! — Nash cruzou os braços e riu novamente.

— O que é, então? — perguntei colocando minhas mãos na cintura.

— Você está com ciúmes de mim. — ele respondeu e eu arqueei as sobrancelhas. — Você provavelmente tá criando expectativas comigo, já que nunca se relacionou com um professor.

— Você tá maluco? — perguntei e gargalhei. — Nash, eu nunca vou querer namorar você, qual é!

— Por quê? — ele perguntou e segurou minha cintura. — Você tem medo de se envolver com gente mais velha e depois elas quebrarem seu coração?

— Nash, querido... — sussurrei no seu ouvido e senti que o mesmo se arrepiou. Sorri com aquilo e encostei meus lábios em seu lóbulo da orelha. — Ninguém quebra meu coração.

Abri um sorriso e me separei dele, que estava sem reação. Saí daquela sala e fui para o refeitório, a fim de comer alguma coisa.




 



 


Notas Finais


aamsmmamdmwmdmqmdmmdmwkdkwkdemfmwmdmwmdkejrkd
NOBODY BREAKS MY HEART
olha o grito que eu dei
ENTÃO
oq acharam??
gente, eu vi algumas pessoas falando de charllote nao ta pegando mais ninguém etcMAS CALMA, PQ ELA VAI AINDA!!! é que nash grier ta mexendo com a cabeça da, viu? ela ta ficando doidinha rsrsrs
ENFIM
comentem o que acharam por favor, preciso da opinião de vocês!
até mais! bj
TRAILER DA FANFIC: https://www.youtube.com/watch?v=QrbBGlcISeI


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