História One Love - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grace Phipps, Nash Grier
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Exibições 89
Palavras 1.992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAAAAAAAAAAA
tudo bem com vcs??????
gente eu vi que a quantidade de comentários caiu :( vcs não estão gostando é isso??? omg #sad
olha, eu só queria avisar que CALMA!!!! AS COISAS VÃO COMEÇAR A ACONTECER NO PRÓXIMO CAPÍTULO AAAAAAAAAAAAAA
comentem e boa leitura!!!!!

Capítulo 16 - The truth.


Terminei de tomar meu café da manhã e peguei minha jaqueta que estava em cima da cadeira.

Ouvi passos vindo da escada e deduzi ser papai, já que Cameron estava do meu lado.

— Cameron, você não precisa... 

— Eu vou falar com ele! — me interrompeu.

Assenti com a cabeça e respirei fundo.

— Bom dia! — papai disse sorrindo e nos encarou. — O que aconteceu?

— Nós que devemos te perguntar isso. — Cameron disse cruzando os braços. — Pai, você tá com algum problema?

— Não, por quê? — ele uniu as sobrancelhas.

— Por que você está batendo na Charllote? — o Cam perguntou e eu senti meu coração disparar.

Papai me olhou e depois encarou Cameron. Sua expressão estava séria, ele fechou os olhos e depois os abriu.

— Por que eu bateria na minha filha? — ele disse num tom de deboche. — Charllote, eu te bati? — arqueiou as sobrancelhas.

— Não fala! — Cameron disse. — Você está usando o medo dela, pai! — alterou o tom de voz. — Por que está batendo nela? Você tá ficando maluco? — arqueiou as sobrancelhas. — De novo?

— Primeiro, é melhor você falar direito comigo porque independente de qualquer coisa, eu ainda sou seu pai e exijo respeito. — ele disse. — Segundo, o que eu faço ou deixo de fazer com a Charllote, é problema meu e não seu. Se eu bato nela, é por um motivo. Você sabe que ela só faz besteiras... — papai respirou fundo e pegou suas chaves. — Ela não teve sua mãe por perto, não teve conselhos femininos e agora se tornou no que é hoje.

Ele abriu a porta de casa e saiu. Olhei pra Cameron que estava de boca aberta, tão surpreso quanto eu.

— Charllote, ele... — gaguejou. — Ele não sabe o que está falando.

— Papai tem razão. — falei olhando pra baixo. — Não tive mamãe por perto, então nunca tive conselho feminino, sabe? Por isso que só faço besteiras, só faço coisa sem pensar. — fechei os olhos fortemente evitando chorar.

— Você tem as meninas, suas amigas. — Cam disse me abraçando de lado.

— Elas são da minha idade, não tem o que dar conselhos. Se bobear é mais fácil eu cuidar delas. — ri nasalado. — Vamos logo pra escola.

— Tem certeza que quer ir? — ele perguntou arqueando as sobrancelhas.

— Sim. — respondi e ele assentiu com a cabeça, logo saímos e fomos direto pra escola.

(...)

Peguei meu material de Biologia e fui pra próxima aula. Me juntei a Lydia, que estava sentada no fundo e sorri.

— Tudo bem? — perguntei.

— Não sei, me diz você. — ela disse e eu uni as sobrancelhas. — Você fala que a Bea foi uma vadia por ter transado com o Matthew, mas você fez a mesma coisa! 

— Como assim? — disse. — Do que você tá falando?

— Você transou com o Samuel! — ela disse e eu enguli seco. 

— Lydia, nós somos amigos. — dei de ombros. — E eu não fui que nem a Bea, ela traiu a amizade da Cassie, ela namorava. — falei. — Você não namora o Samuel.

— Eu estou quase! — exclamou.

— Não, você tá confusa entre ele e o Dylan. — falei. — Você está apaixonada pelos dois e não sabe o que fazer! Então eu não vejo problema em ficar com o Sammy enquanto você ainda não se decide!

— Eu não sou obrigada a ouvir esse tipo de coisa. — ela disse negando com a cabeça e se levantou, logo saindo da sala.

Revirei os olhos e pensei em segui-lá, mas fui barrada pelo professor, que não deixava matar aula e quem fazia isso ganhava suspensão.

(...)

Coloquei meu material no armário e fechei o mesmo. Vi Lauren se aproximando e dando um sorriso.

— Hoje tem festa na casa do Jack Gilinsky. — ela disse. — Vamos?

— Tanto faz. — dei de ombros.

— Charllote, o que tá acontecendo? — ela perguntou.

— O que? — uni as sobrancelhas.

— Ultimamente você tá andando estranha, não tá ligando muito pras coisas... — ela me olhou torto. — Você muda de humor de repente.

— Eu só estou passando por um momento não muito bom. — disse abrindo um sorriso sem mostrar os dentes.

— Então em vez da gente ir na festa do Gilinsky, nós podíamos fazer festa de pijama. Só nós. — ela sugeriu e eu ri nasalado. — Faz tempo que não fazemos isso!

— Não, sem problemas. — falei. — Vamos na festa, preciso desligar a cabeça um pouco hoje. 

— Tá bom, nos encontramos lá! — Lauren beijou minha bochecha e foi pra sua aula.

Peguei meu material de Química e fui pra próxima aula também. Eu só queria que o dia acabasse.

(...)

Terminei de passar meu rímel e peguei minha bolsa. Entrei no quarto de Cameron e o mesmo estava calçando seus tênis.

— Estou pronta! — falei.

— Eu também, vamos buscar a Lauren primeiro, ok? — ele disse e eu assenti com a cabeça.

Lauren e Cameron estavam ficando há três meses, os dois se gostam mas não assumem. Só estou esperando o dia em que algum dos dois toma vergonha na cara e pede em namoro. 

Buscamos Lauren na sua casa e fomos pra casa do Gilinsky. Chegamos lá em menos de dez minutos e adentramos sua casa.

O cheiro de maconha e bebida alcoólica entraram nas minhas narinas, logo causando enjôo. Havia várias pessoas dançando, se pegando e até mesmo transando no sofá. 

— Chegaram! — Gilinsky falou nos abraçando. — Se divirtam! — ele falou e quase escorregou.

— Já está bêbado? — Cameron perguntou rindo.

— Só um pouquinho. — ele respondeu.

— Cadê sua namorada? — perguntei arqueando as sobrancelhas.

— Nós demos um tempo. — Jack falou e eu caí na gargalhada.

— Esse é o Gilinsky que eu conheço! — falei e peguei um copo de vodka, bebi a mesma e fiz careta.

— Essa é a Charllote que eu conheço! — a Lauren falou e eu ri.

Fomos pra pista de dança e várias músicas eletrônicas ecoaram pelo local. Comecei a dançar de acordo com o ritmo, eu dançava bem. Fazia aula de dança desde meus sete anos e hoje em dia sou uma líder de torcida.

— Vou pegar uma bebida, vai querer? — Lauren perguntou e eu neguei com a cabeça. — Tem certeza?

— Tenho. — falei. — Sabe, Lauren, talvez tenha sido uma má ideia ter vindo aqui. — respirei fundo. — Eu não tô muito no clima, preciso ir embora. 

— Quer que eu te leve? — ela perguntou.

— Não. — respondi. — Eu vou andando mesmo. — sorri sem ânimo. — Se divirta!

Peguei minha bolsa e saí da casa do Jack. Caminhei até a rua e virei a esquina. Eu morava perto dele, não demorava nem dez minutos.

Resolvi passar no bar, eu não queria ficar sozinha em casa sem nada pra fazer. Aliás, meu pai só voltava amanhã e Cameron provavelmente não dormiria em casa. Então, a noite é totalmente minha!

Antes de eu me sentar no banco, vi Nash bebendo uma dose de tequila. Meu coração se acelerou e minhas pernas começaram a ficar bambas. Dá última vez que eu o vi, nós acabamos brigando. Mas eu queria falar com ele, porém meu orgulho falava mais alto.

Só se eu me fizesse de bêbada...

— Nash? Você tá aqui? — falei andando em sua direção e fingi que tropecei. — Meu Deus, eu acho que estou bêbada. — ri.

— Eu acho que também estou. — ele falou rindo nasalado e eu encarei seus olhos.

Céus, ele realmente estava bêbado!

— Nash, o que deu em você? — perguntei.

— Eu não sei... — ele respondeu rindo. — Eu só estou de saco cheio, sabe? Precisava beber! — falou animado.

— Não, você precisa ir pra casa. — falei e tentei levantá-lo. 

— Eu perdi minhas chaves. — Nash deu de ombros e eu arregalei os olhos. 

— E onde você vai dormir? — perguntei.

— Não sei ainda, acho que vou dormir na casa da minha namorada. — quando eu ouvi isso, meu mundo desabou. Eu fiquei sem reação.

— Quem você tá namorando, Nash? — perguntei gaguejando.

— Eu estou tentando voltar com a Taylor, lembra dela? — falou e eu assenti com a cabeça. 

— E... Ela quer voltar com você? — falei mordendo o lábio inferior, logo me arrependendo de ter perguntado isso. 

— Eu não sei. — riu nasalado. — Eu não sei de nada. — ele falou se levantando mas acabou caindo, por sorte eu o segurei.

— Vem, eu vou te levar pra casa! — falei e Nash colocou seus braços por volta dos meus ombros. Caminhei com ele até um ponto de táxi e entramos no mesmo.

(...)

Chegamos na minha casa em menos de dez minutos. Carreguei Nash até o banheiro e o coloquei sentado no vaso.

— Você precisa tomar banho! — falei.

— Tira pra mim. — ele pediu sonolento.

— Você tem dois braços pra isso. — falei e ele ficou me encarando, logo depois riu. — O que foi?

— Eu acho que... — ele disse se aproximando de mim. Senti meu estômago embrulhar e minhas mãos tremeram. — Eu quero muito te... — Nash colocou suas mãos na minha nuca e eu fechei os olhos.

Antes que ele fosse fazer mais alguma coisa, Nash se virou e vomitou. Arregalei os olhos e olhei pro chão, que estava nojento.

— Que merda, Nash! — falei gritando. — Toma logo a porra desse banho! — ordenei e ele tirou a blusa.

Por um tempo eu esqueci do vômito no chão e fiquei apreciando seu corpo. Nash tinha várias pintinhas no corpo, aquilo definitivamente era a coisa mais linda do mundo. Eu podia ficar horas só admirando aquilo, queria poder tocar e ficar fazendo as linhas. 

Assim que saí do transe, eu liguei o chuveiro e coloquei Nash ali, apenas pra dar uma acordada. Desliguei o chuveiro, o levei pro meu quarto e joguei ele na minha cama.

Fui pro quarto de Cameron e peguei uma blusa em sua gaveta, os dois vestiam a mesma coisa, ou quase. 

Voltei pro meu quarto e Nash já estava apagado. Bufei e coloquei a camisa nele. O ajeitei na cama e fui pra cozinha, peguei as coisas pra limpar o banheiro e voltei.

Céus, ele só me dá trabalho!

(...)

Acordei com a claridade do sol batendo nos meus olhos. Olhei pro lado e Nash não estava. Levantei rapidamente e desci as escadas. O mesmo estava cozinhando.

— Bom dia. — falei esfregando meus olhos.

— Oi, bom dia. — ele disse sorrindo sem mostrar os dentes. — Pode me explicar o que eu estou fazendo aqui? — ele arqueiou as sobrancelhas.

— Você tava bêbado no bar e tinha perdido as chaves. — falei e ele colocou as panquecas na mesa. — Então eu te trouxe pra cá. — dei de ombros.

— Fez alguma coisa comigo? — perguntou e eu ri nasalado.

— E o que eu faria? Te estupraria? — falei e fiz uma cara de pensativa.

— Obrigado. — ele falou e sorriu.

— De nada. — dei de ombros e me sentei. 

Comi as panquecas que aliás estavam ótimas e bebi suco de laranja.

— Cadê o seu irmão e seu pai? — Nash perguntou enquanto comia.

— Meu irmão provavelmente dormiu na casa da Lauren e meu pai só volta de noite. — falei. 

— Então você e Cameron ficam sozinhos? — assenti com a cabeça.

Permanecemos quietos e acredite, aquilo estava me agonizando. Eu odiava silêncio. 

— Charllote, nós precisamos conversar... — ele falou.

— Nós não. — falei. — É só você se explicar o porquê sumiu. — olhei em seus olhos. — Por que Nash?

— Eu... — gaguejou. — Meu pai descobriu sobre nós. — falou e eu arregalei os olhos. — O Hayes contou, ele estava tão obcecado por você que não queria ninguém ao seu lado. — explicou. — Então, meu pai pediu pra eu largar meu emprego e você também. — abaixou a cabeça. — Me desculpa...

— O Hayes contou? — falei e ele assentiu com a cabeça. — E você... foi embora, simples assim. — ironizei. — Você podia ter me contado, Nash! — falei. — Enquanto você foi embora, eu estava aqui transando com o seu irmão... 

Nash trincou o maxilar e cerrou os punhos. Eu neguei com a cabeça e fiquei pensando.

— Sai da minha casa, Nash! — pedi.

— Eu? Mas por quê? — ele perguntou indignado.

— Só sai da minha casa! — falei. — Eu preciso pensar direito!

— Charllote... — ele disse se levantando e eu fiz o mesmo. Nash caminhou até a minha direção e eu andei pra trás.

— Por favor, só... sai. — pedi novamente.

Nash revirou os olhos e pegou seu casaco que estava na mesa, ele abriu a porta e fechou vagarosamente. 

Me joguei no sofá e comecei a chorar.

Céus, quando esse pesadelo iria acabar?











 


Notas Finais


AAAAAAAAAA
charllote cuida do nash, nash cuida da charllote
os dois se amam mto mas não admitem, triste né?
enfimm, oq acharam? COMENTEM!!!!!
até mais bbs!!!
TRAILER DA FANFIC: https://www.youtube.com/watch?v=QrbBGlcISeI


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