História One More - SwanQueen - Capítulo 20


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Drama, Homossexual, Magia, Once Upon A Time, Romance, Swan Queen, Swen, Terror
Exibições 181
Palavras 4.833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Terror e Horror, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Surpresas


Fanfic / Fanfiction One More - SwanQueen - Capítulo 20 - Surpresas

 

 

Emma dirigiu por vinte minutos, após a saída de Storybrooke. Regina e Henry tentavam sem sucesso, adivinhar o lugar pra onde iriam. 


Emma : A duvida de vocês está perto de acabar, queridos ! 

Ela deu uma risadinha maliciosa e estacionou em frente à um Hotel em Augusta. Capital do estado de Maine. 
Emma desceu e abriu a porta pra Regina, enquanto Henry descia do carro.
Regina deu uma boa olhada na construção imponente em frente à eles e sorriu.

Regina : Muito doce a surpresa, Swan. Mas ainda estamos em Maine. 

Emma : Não por muito tempo. 

A prefeita ficou confusa, achando que ali seria o ponto final da "viagem". 
Emma acenou com a mão pra um manobrista do Hotel. 

Emma : Estacione pra mim. -Entregou as chaves da Mercedes de Regina pra ele. -Estaremos de volta em no máximo três horas e meia, por aí... 

Manobrista : Sim senhora. 

Ele entrou no carro e o levou ao estacionamento. 

Emma : Vamos ? 

Ela pegou a mão de Henry e cruzou os braços com Regina. Seguiram até o elevador e Emma apertou o botão da cobertura.

Regina : O que você está aprontando, Swan ? 

Elas sorriram enquanto se olharam nos olhos por uns segundos. 

Emma : Estou querendo dar o que vocês dois merecem. O melhor.

Foi apenas o que respondeu. Depois de poucos minutos, estavam na cobertura. Emma segurou mais firme a mão de seu filho e os guiou até a área externa. Onde dois homens de terno escuro os aguardava, com um notável helicóptero prateado atrás de si. 

Regina estava desacreditada do que via, enquanto Henry por outro lado, começou a pular apontando pro veículo aéreo.

Henry : Nós vamos andar nele, mamãe ?? 

Emma : Sim, meu amor. 

Emma deu uma olhada pra Regina e só então pôde notar a cara de surpresa que ela tinha.

Regina : Swan... Como você ..? como ? 

Emma sorriu e virou a atenção pra um dos homens em sua frente. Estendeu a mão para cumprimentá-lo e ele a imitou no gesto.

Emma : Prazer finalmente conhecê-lo pessoalmente, Dean.

Dean : Todo meu, Senhorita Swan. Serei o piloto de vocês hoje e esse é o meu parceiro, co-piloto Jack. 


Todos se cumprimentam.

Jack : Por favor, entrem. 

Ele abre a porta do helicóptero e ajuda os três a subirem enquanto Dean toma seu lugar como guia do veículo.
Jack afivela os cintos, coloca os fones nos três e vai pro seu lugar, ao lado do piloto.

Dean liga os motores e Regina que estava em uma das pontas, segurou a mão de Emma, que voltou sua atenção pra ela. 

Regina : O que você está aprontando ? -Perguntou sorrindo.

Emma : Confie em mim !

 

Dean : Solo Dean, Boa noite, PT-HJC.

PT-HJC : PT-HJC. Boa noite, Prossiga. 

Dean : Solo Dean, Bravo Sierra estacionado no heliponto do Andedine Anveda, Augusta-Maine. Solicitando FL-350 para Boston pela UW10.

PT-HJC : Bravo Sierra, plano recebido. Pronto para cópia ?

Dean : PT-HJC, Pronto para a cópia. 

PT-HJC : Bravo Sierra Autorizado para Boston pela UW10, Nível 290. Boa noite e boa viagem para todos. 


Dean : Lá vamos nós ! 


Aos poucos, o helicóptero foi tomando altura e começou sua viagem. 
Henry olhava com a cara colada na janela, as luzes que ficavam cada vez menores lá em baixo. 
Emma ainda segurando a mão de Regina, cruza os dedos com ela. 

A prefeita estava absorta em pensamentos. Admirava as luzes no horizonte e imaginava quantas vidas, quantas histórias haviam lá em baixo. 

Emma vez carinho em sua mão com o polegar e isso despertou Regina. 

Regina : Você é incrível ! 


Emma sorriu abertamente ao ler os lábios da morena. 

O piloto dava informações sobre a altitude, temperatura do lado de fora e às vezes conversava com a torre durante a viagem.
Após vinte e sete minutos de voo, o  Bravo Sierra aterrizava em outro heliponto de um hotel. 
O co-piloto novamente as ajudou, tirando os cintos e seus fones. 

Dean : Estarei aguardando aqui, para levá-las de volta a Maine, senhoras. E garoto! -Ele sorri.

Henry : Eu posso ir pilotando com você na volta ? Por favor !! 

Todos caíram na risada.

Emma : Filho, não dá.

Henry : Mas eu sei pilotar ! Eu tenho o helicóptero que a tia Regina me deu, não lembra ? 

Emma : Mas é um brinquedo, meu amor... Obrigada, Dean, Jack. Nos vemos em breve. 

Eles acenaram pra ela e Emma tomou mais uma vez o braço de Regina e segurou a mão de seu filho, enquanto pegavam o elevador na cobertura e desciam até o restaurante. 

Regina : Boston, né... 

Emma sorri e beija seu rosto.

Emma : Surpresaa! 

Henry : Não é surpresa, ele disse antes de começar a voar.


Caem na risada mais uma vez. Quando chegam ao térreo, Emma os dirige até o restaurante cinco estrelas do Hotel. 
Regina entendia o motivo de Emma ter avisado sobre "usar uma roupa social". 

O Hotel era conhecido por celebridades se hospedarem nele quando iam até Boston. 


- : Boa noite, Senhoras. 

E, R, H : Boa noite! 

- : Vocês fizeram reserva pra esta noite ? 

Regina olhou pra Emma, aguardando a resposta também. Um recepcionista alto e esguio  vestido com um terno e gravata borboleta, perguntava enquanto folheava uma agenda. 

Emma : Está no nome de Emma Swan. 

- : Emma Swan, Emma Swan...


Ele balbuciava enquanto procurava o nome da reserva.

- : Aqui está, Emma Swan. Mesa para três. 

Emma : Isso mesmo.

- : Mesa número vinte e dois.

Ele disse com um sorriso cordial e abriu as duas portas de vidro fosco que dava acesso ao restaurante. 

O lugar era magnífico.
 Desde o chão em porcelanato líquido brilhante até os lustres extravagantes que chamavam atenção pela quantidade de cristais.

Os três se dirigem até a mesa deles e se sentam. 
Regina estava distraída, olhando a movimentação. Naquele salão imenso, tinha no mínimo duzentas mesas. E a maioria delas estavam ocupadas. 
Vários garçons pareciam desfilar carregando bandejas de prata maciças, com seus terninhos preto e branco, lembrando um exército de pinguins imperadores. 
Ela ri com o pensamento, sem nem acreditar que realmente estava ali. Como havia chegado ali, e quem tinha proporcionado tudo isso. De uma forma totalmente inesperada. 


Emma : Regina ?! 

Regina : Oi ?

Emma : Está tudo bem ? 

Regina : Sim ! -Sorri. -É que não estou acreditando ainda que você aprontou tudo isso. Como fez isso ? Esse lugar é super caro e ainda tem o helicóptero, meu Deus, viemos de helicóptero ! 

Emma ria com a expressão de Regina.


Emma : Tem um motivo importante por eu ter feito tudo isso. E eu vou explicar tudo. Henry ? 


O menino estava sentado em sua cadeira, olhando pra mesa ao lado que tinha um casal conversando e três crianças brigando por um cartão.
Emma cutucou seu ombro e ele olhou pra ela.

Emma : Você tem que prestar atenção também, filho. 


Um garçom se aproxima da mesa.

Garçom : Com licença. Ainda não entregaram um menu pra as senhoras ? 

Emma : Não. 


Ele sorri e entrega o que ele tinha em mãos. 

Emma : Obrigada! O que vai querer comer, Regina ? 


Ela abre o menu e coloca na mesa pra lê-lo junto com a morena. 


Regina : Huum... Tudo parece tão bom.. 

Emma : Eu vou querer... Blanquette de Veau. 

Regina : Eu vou querer o Magret de Canard. 

Henry : Eu quero igual o da tia Regina ! 

Emma : Tudo bem, garoto. -Sorri. 

Garçom : E a entrada e sobremesa ? 

Emma : Pode ser Croissant de chocolate ? 

Perguntou olhando pra Regina e Henry, que acenaram que sim. 
O garoto se aproxima pra ver o menu com elas.

Henry : Eu quero comer esses biscoitos coloridos ! 

Emma : E Macarrons de sobremesa. -Entrega o menu ao garçom. 

Garçom : Obrigada. 

E se retira pra entregar o pedido deles na cozinha. Regina respira fundo, ansiosa, olhando pra Emma e Henry. 


Regina : O que ia dizer antes do garçom chegar, Miss Swan ? 

Emma : Ah sim ! -Sorri. -Então... É muito importante que você entenda o que a mamãe vai dizer, filho. 

Henry se ajeita na cadeira e observa a mãe falando. Regina sentia seu coração acelerar.
Emma lançou um olhar cúmplice pra Regina e sorriu ao ver a confusão nos olhos da morena. Ela respirou fundo uma vez antes de começar a falar.

Emma : Henry... Você sabe que a mamãe é muito amiga da tia Regina, não sabe ?! 

Henry : Uhum. 

Ele acenou que sim com a cabeça. Emma olhou mais uma vez pra Regina, que parecia ter começado a entender o que aconteceria. Regina sentia como se seu coração fosse a rainha da escola de samba da Mangueira. Ela não sabia como o garotinho reagiria e ela estava quase entrando em pânico. 


Emma : Então... Eu e a tia Regina passamos tanto tempo juntas, a gente se gosta tanto, filho, que ... 


Emma olhou pra Regina mais uma vez e dessa vez viu que precisava acalma-la. Colocou a mão em cima da mão da morena, fazendo carinho. 

Henry : Vocês estão casadas ? 


O jeito inocente e o olhar confuso do menino, fez as duas rirem. 

Emma : Não estamos casadas, Henry. Mas nós estamos namorando. 


Até o momento, Emma não tinha pedido Regina em namoro oficialmente. Mas a prefeita já usava o anel que Emma colocou em seu dedo, na noite que transaram na pensão. 
Regina riu com a lembrança. 
A mão da loira segurando a sua, lhe deu certa confiança. E o garoto não tinha rebatido ou questionado o fato de serem duas mulheres. Não podia ser melhor. 


Regina : Sua mãe está certa, Henry.  Nós só decidimos ficar juntas, porque nos gostamos de verdade. Nós nos importamos uma com a outra. E é importante que você saiba que duas mulheres podem sim, ficar juntas. 

Emma : Você já viu duas mulheres namoradas ? -Ela entrelaça os dedos com os de Regina.

Henry : Não... Nunca vi não. 

Regina : Pois é, mas não é porque não se vê muito, que é errado. Entendeu ? Não tem problema em duas pessoas que se gostam, ficar juntas. 

O menino abre um sorriso largo, como se acabasse de assimilar tudo. 

Henry : Eu tenho duas mães agora ? 

Elas duas se olham, sorrindo.

Regina : Não é bem assim, Henry. Mas você vai ter duas mães se um dia a gente casar, sim.

Emma : "Se" não ! A palavra que você quis dizer foi "Quando" ! 

Os três riem. O garçom volta com a entrada e eles começam a comer. 

Regina : Esse lugar é incrível. É lindo. Ainda não entendi como você fez tudo isso, Swan. 

Emma : Eu te conto mais tarde, tudo bem ? Namorada. 

Regina : Então tá bem. Talvez com uma garrafa de vinho... Namorada. 


O prato principal chega, e eles jantam. O ar estava mais leve pra Regina, que finalmente conseguiu se livrar da tensão que sentia sem saber qual seria a reação do garoto. 

Ter a aceitação do filho da mulher que ela se relacionava, era um ponto crucial. Desde que soube que perdeu o bebê que esperava do David, ela se afastou de qualquer contato com crianças e essa situação era nova pra ela. Regina só queria acertar.
E Henry aceitou tudo tão tranquilamente, que ela achou surpreendente. 


Emma : Henry... Eu tenho uma coisa pra você. 

A loira tira um cartão da bolsinha de mão que carregava e entrega ao garoto. 

Henry : O que é isso ? 

Emma : É como um vale. Aqui nesse hotel, tem uma salão de jogos que as pessoas que vem jantar, podem deixar os filhos ficar se divertindo pra não ficarem entediados.  
Você só tem que levar até o recepcionista, que ele te coloca no  elevador e vai te deixar já no salão. 


Henry : Que legal mãe !! Obrigada ! 

Ele dá um pulo da cadeira e beija o rosto da mãe. Regina sorri vendo a cena e achando fofa. Ele a abraça também. Em seguida, vai correndo até o recepcionista.


Regina : Você é uma ótima mãe, sabia ? 

Emma : Você acha ?

Regina : Eu vejo que se esforça. Sua vontade de ser boa, de não errar com ele, te faz excelente. 

Emma olha nos olhos de Regina, que agora sorria como boba. 
A loira aproxima o rosto do da namorada, e prende a parte da franja dela atrás da orelha. 

Regina : Eu estou tão feliz, Swan... Você não tem noção do quanto! 

Emma : Só quero retribuir tudo que me faz sentir, Regina. 


Emma sorri docemente e dá um selinho demorado em sua namorada. 


Regina : Então, namorada misteriosa... Pode me dizer como conseguiu um helicóptero ? Desculpa, eu estou mesmo curiosa com isso. -Sorri.

Emma : Eu o aluguei por algumas horas. 

Fala como se o que tivesse aprontado não fosse grande coisa, enquanto beliscava um macarron verde limão.

Regina : Emma Swan ..!

Emma : Tudo bem ! -Dá uma gargalhada vendo o misto da cara de confusão e quase irritação de sua namorada. 

Emma : Tudo bem .. -Suspira. -Há seis anos, meu pai ganhou na loteria. Setecentos e noventa e três milhões, quinhentos e trinta e sete mil dólares. Acho que ele nunca esperou ganhar. Era algo que ele fazia quando minha mãe ainda era viva. Ele gostava de perguntar os números a ela e apostava. Era apenas uma tradição. Tanto que até depois de ter ganhando, continuou apostando. -Ela sorri lembrando do falecido pai. -Ele era um cara muito humilde, minha mãe também, veio pra América quando fugiu da União Soviética e não se importava com luxos. Terminou que ele não sabia o que fazer com tanto dinheiro. Eu o aconselhei a patrocinar alguns estudantes magníficos em Oxford, investir em alguns negócios... Mas acredita que continuamos na mesma casa que sempre vivemos ? E continuei com o carro que ele me deu quando fiz dezessete anos. 

Regina : O fusca amarelo ? 

Emma : Esse mesmo. -Sorri. -Ele comprou umas propridades, mas sempre tinha dores de cabeça quando eu perguntava como iam seus investimentos. Então contratei alguém pra cuidar das coisas pra ele. Enfim... Ele faleceu há alguns anos e bom, sobrou alguma coisa desses milhões. Está tudo em meu nome. Mas eu gosto de ter uma vida "normal" -Faz as aspas com os dedos. -Como meus pais tiveram.

Regina : Sinto muito pelo seu pai, Swan... 

A prefeita colocou a mão nos cabelos da loira e afagou. 

Emma : Obrigada... 

Regina : Então quer dizer que eu tenho uma namorada milionária e não tinha noção ??

Elas riem. 

Emma : Agora você sabe...

A loira olhava nos olhos da prefeita e via compaixão. Via carinho, preocupação... Mas o mais evidente de tudo que conseguia ler, era o desejo. Emma se perguntou por um segundo se as pessoas notavam a intensidade dos olhares que trocavam.

Emma : Regina, me acompanha ao toalete ? 

Regina : Claro. 


Elas levantam e vão agora de mãos dadas, até o toalete. Estava meio movimentado e algumas senhoras encararam as duas. Tanto pela beleza de ambas, quanto pelo carinho que não tinham medo de demonstrar. 

Emma foi até um dos últimos boxes que estava livre, no final do imenso corredor. Empurrou a porta pra entrar e puxou Regina pela mão, pra dentro também. 


Regina : O que você tá fazendo, Swan ?? 

Emma : Matando minha vontade de você. 

Disse prensando a morena na parede. Os olhos castanhos de Regina estavam flamejantes. Ela nunca tinha feito muitas loucuras, e por mais que o que Emma estivesse fazendo fosse insano, a prefeita estava adorando a sensação de fazer algo inapropriado. 


Regina avança nos lábios rosados da loira e a beija com vontade, explorando sua boca avidamente. 
Emma desliza as mãos pelo corpo de Regina, sentindo suas curvas. Abriu espaço entre as pernas da prefeita com sua perna direita, pressionando sua coxa contra o sexo da morena. 

Regina : Aaah ... 


Um gemido baixo e suplicante, saiu da garganta da prefeita, que foi calado com mais um beijo. Emma chupava a língua da morena com força, tamanho era o desejo que sentia pela outra mulher. 

Emma : Eu poderia te comer aqui mesmo, Senhora prefeita. 

Disse baixinho no ouvido dela, que se arrepiou com o hálito quente e a voz sensual. Regina esfregava seu sexo pulsante, com vontade, na perna da namorada. 

Regina : Eu ia adorar... mas não seria uma boa ideia. -Sorri com uma cara de safada e um olhar matador. -Você sabe que eu não consigo me controlar. Iriam nos descobrir. 

Emma sorri com o comentário, lembrando de como Regina é escandalosa na cama quando faz a passiva. Enterra seu rosto no pescoço na morena, se entorpecendo com seu cheiro delicioso de maçã, enquanto trata de deixar a marca de um chupão estampado em sua pele clara. 
Regina crava as unhas nos braços de Emma, sentindo a pressão no pescoço e em seguida, beijinhos no local. 

Regina : Emma...

Falou o nome da loira em um fio de voz, mas Emma sabia o que ela queria. Aumentou a velocidade e a intensidade que passava sua coxa na intimidade de Regina, que mordeu o lábio e fechou os olhos franzindo o cenho. Era questão de segundos pra ela atingir o orgasmo.


-: Tem alguém aí ? 


Uma voz feminina questionava, enquanto batia na porta do box em que estavam. Com o susto que Emma levou, parou o que estava fazendo e tampou a boca de Regina. 

Emma : É.. sim.. está ocupado... 

-: Ah, sim. Perdão. 


Emma respirou fundo aliviada, enquanto sorria e tirava a mão de boca da prefeita. Que no momento parecia ser capaz de matar alguém. 
Regina afastou Emma alguns centímetros de si e ajeitou seu vestido. 

Emma : O que foi ? -Perguntou visivelmente confusa. 

Regina passava a mão nos cabelos, tentando concertar alguns fios que se bagunçaram de seu penteado. Abre a porta do banheiro com cuidado, olha pra os lados e sai. Vai até o grande espelho que mostrava o corpo inteiro. Emma esperou uns segundos e a seguiu. 

Emma : Está brava comigo ? 

Regina observava a marca roxa em seu pescoço que não teria como esconder ali. 

Regina : Não sei lidar bem com frustrações sexuais, Miss Swan. -Se vira pra loira. -Terminaremos isso mais tarde, meu bem. 


Regina sorriu pra Emma e ela teve certeza que seria muito fodida aquela noite. 


***

Algum tempo depois, Emma e Regina foram buscar Henry no salão de jogos. Ele relutou um pouco e ainda conseguiu fazer Regina jogar um jogo de matar zumbis com ele. 
Enquanto os dois se divertiam, Emma se afastou um pouco do barulho e ligou pra Mary Margareth. Falou que o garoto tinha se comportado melhor nessas ultimas horas e pediu que Mary desse mais uma chance. Queria que ela ficasse com o menino novamente e o levasse pra escola na manhã seguinte. 
Mary aceitou, afinal de contas ela amava Henry de verdade. 

Emma voltou ao salão pra buscar os dois e encontraram Dean e Jack mais uma vez, no heliponto do Hotel, pra os levar de volta até o Hotel Andedine Anveda em Augusta-Maine. 
A viagem aérea foi tranquila, Dean ensinou pra Henry algumas siglas e o básico pra fazer o helicóptero voar, por insistência do garoto.

Quando chegam no Hotel em Maine, Emma volta dirigindo e diz a Henry que ele voltará pra casa da Mary. Dando muita ênfase que se ele não se comportasse lá, ela daria fim ao seu adorado boneco.
Alguns minutos depois, chegam na praça de Storybrooke e Emma entrega o garoto que havia adormecido, pra Mary. Ela coloca o garoto deitado no banco de trás. Regina esperava dentro de seu carro.


Mary : Aquele é o carro da prefeita ? 

Emma : Sim ! -Acompanha o olhar de Mary até o veículo.

Mary : Você veio nele. Está com a Regina ? 

Emma : Mary Margareth... Você tem que saber de uma coisa. E espero que não seja problema pra nós duas, porque se for, só implicará em uma coisa, Você não verá mais o Henry. 

Mary : Do que você está falando ? 

Os olhos da professora estavam arregalados. Ela cruza os braços, nervosa e confusa. 

Emma : Eu e a prefeita Regina, estamos começando um relacionamento. Nós estamos namorando. 


Mary ficou estarrecida. Emma viu que os olhos da professora mudavam, ela começou a analisa-la. 

Mary : Vocês estão juntas.. tipo, lésbicas ? -Disse com desdém.

Emma : Estamos juntas tipo pessoas. Pessoas que se gostam e se respeitam... Mary olha só... 

Emma respira fundo uma vez, tentando não perder a paciência com a professora. Prende franja que caía em seus olhos, atrás das orelhas e volta a falar.

Emma : Eu espero sinceramente que você não venha cismar com nada disso. Tudo que você tem que fazer com relação a minha sexualidade e a de Regina é respeitar. Se limitar a não falar coisas que não te diz respeito  ao meu filho. Ou você não poderá vê-lo mais.

Mary ficou calada, ouvindo tudo. No final, acenou que sim com a cabeça e deu um sorriso seco.

Mary : Então tá bom. Te entrego Henry amanhã. 

Emma : Vou estar na casa nova. Saí da pensão. 

Mary : Certo. 


Elas se despedem e cada uma vai até seu carro. Emma toma o volante mais uma vez e dá partida. 

Regina : Está tudo bem ? Vi a Mary dando umas olhadas pra cá. 

Regina coloca a mão por cima mão de sua namorada que estava na marcha do carro.

Emma : Contei a ela sobre nós. 

Regina : O quê ?!

Emma olha brevemente pra Regina e viu que ela sorria como boba.

Emma : Mas Regina... Quero pedir que se prepare. Porque talvez isso não seja tão fácil pra você. Como prefeita e tudo mais. 

Regina : Não se preocupe com isso, Swan.  Vai ficar tudo bem. 


A morena recostou sua cabeça na janela e viu que passavam direto pela mansão dela. 


Regina : Você passou da minha casa, Swan. 

Emma : Eu sei. Isso é porque vamos inaugurar a minha ! 
 


Duas quadras depois, Emma estaciona a Mercedes da prefeita em sua garagem. Ajuda ela a descer do carro e vão de mãos dadas até a entrada. 
Emma sorri animadamente pra Regina antes de abrir a porta e entrarem. 

Emma : Então é isso ! Lar doce lar ! 

Regina : Uau ! 


Elas entram na casa e Regina caminha até a sala, observando os imensos quadros abstratos em preto, vermelho e branco. 

Regina : A decoração ficou incrível. 

Emma : A Elena Mirova é ótima. Conseguiu fazer exatamente o que eu queria, sem nem saber o que eu queria. 

Elas riem. 

Regina : Ela é muito boa sim.

Emma se aproxima de Regina por trás, a abraçando pela cintura e dando um beijinho em seu pescoço. 

Emma : Lembro muito bem quando ela disse "Se você é uma cliente indicada pela prefeita Mills, faço qualquer coisa e um pouco mais..."


Regina sorri com o tom irônico que a loira falou. 


Regina : O que você está insinuando ? 

Emma : Eu não estou insinuando nada... -Ela vira Regina pra que ficassem cara a cara. -Só sei que temos uma coisa muito importante pra terminar. Ou não é ? 


Regina tinha mais uma vez o olhar sacana que teve, quando fodeu Emma mais cedo.
A loira avançou nos lábios vermelhos de Regina e a beijou vorazmente. Regina prende os braços em torno do pescoço Emma e para o beijo bruscamente. 


Regina : Tem uma garrafa de vinho e duas taças ? 

Emma : Oi ? -Sorri atordoada entorpecida pelos pensamentos sujos que estava planejando pra as duas. 

Regina : Temos que brindar. Temos muitos motivos. 

Emma : É claro. Deve ter sim, vou dar uma olhada. Fique a vontade, está bem ? 

A loira dá um beijo na ponta do nariz da prefeita e vai até a cozinha ver se tinha alguma bebida. 
Regina senta no sofá e mexe numas revisas de moda que estavam disponíveis na mesinha de centro. Emma volta com a garrafa e as taças. 

Emma : Você acredita que até os meus armários estão com comida ? Elena fez a minha feira, Regina ! 

Elas riram.

Regina : Ela é até mais dedicada do que pensei...

A morena levanta e vai até Emma, que a observava lentamente dos pés à cabeça. 

Regina aproximou seus corpos o suficiente pra seu perfume inebriar a loira novamente. Ficou de costas pra ela e empinou sua bunda, roçando em Emma, que queria poder tocá-la mas não tinha como pois suas mãos estavam ocupadas. 

Emma : Me segue...


Elas vão no primeiro andar, até a suíte principal. O quarto de Emma tinha ganhado um tom azul marinho no teto e nos lençóis da cama. O restante dos móveis era de mogno. Ela coloca as taças e a garrafa do vinho no criado mudo próximo a cama. 

Regina : Adorei seu quarto. 

Emma : Adorei você aqui pra inaugurá-lo comigo. 

Ela pega Regina pela mão e a vira de costas pra si mais uma vez. Abraça a morena, sentindo o encaixe perfeito dos corpos, o cheiro maravilhoso que simplesmente exalava da outra mulher. 
Emma vai beijando a extensão do pescoço de sua namorada e para quando chega no limite do vestido. 
Prontamente a loira pega o zíper vai descendo lentamente, ganhando aos poucos a imagem das costas e Regina, que tira as alças dos ombros, fazendo-o cair graciosamente no chão.

A prefeita usava apenas uma calcinha de renda branca por baixo dele. Quando Regina se vira pra Emma, a loira fixa o olhar nos seios empinados e rosados da prefeita. 

"Tão convidativos... Seria incrível senti-los na boca novamente..."


Regina sorri com a expressão da loira e se aproxima mais. Segura o rosto dela com as mãos e a beija calmamente, enquanto a loira tratava de soltar o cabelo de Regina, que tinha um penteado interessante com um coque e alguns fios soltos. 

Agilmente, Regina desce os zíperes das laterais do vestido branco de Emma, que apresentou uma lingerie preta por baixo. 

A prefeita a empurra e Emma cai deitada na cama. Regina engatinha até ela e beija a extensão de sua barriga até chegar a seus lábios. 
Não tinha pressa nenhuma, a maratona iria começar. 

Emma : O que acha de entrar comigo na banheira ? 

Regina sorri e sai de cima da loira, se levantando. 

Regina : Vamos lá.

Regina pega as taças e a garrafa de vinho e segue Emma até a suíte. Parecia ainda mais glamuroso depois de decorado.
Enquanto Regina enchia as taças de vinho, Emma ligava a banheira, ajustava a temperatura da água e colocava os sais de banho. 

Regina se aproximou de Emma e entregou sua taça. A loira a ergueu e brindaram. 
A troca de olhares, o desejo, a eletricidade já estava presente desde que passaram na pela porta de entrada. 

Emma coloca sua taça na bancada da pia e começa a despir-se, se movendo sensualmente num ritmo de uma melodia inexistente. 
A loira mantinha os olhos verdes flamejantes, sustentando o olhar de Regina, que a admirava ainda desacreditada como não tinha sentido atração por mulheres até aquele ponto de sua vida. 
Emma Swan a acendeu completamente. Ela entendeu que agora sim, sabia o que era um puta tesão. 

Após estar completamente nua, Emma se aproxima mais de sua namorada e a puxa pela cintura, fazendo os seios das duas se espremerem um no outro. 
Regina sorri enquanto varia o olhar entre os olhos e a boca rosada Emma.  

Emma : Faz eu me sentir completamente sua de novo ? 

Falou baixinho, passando o polegar no lábio inferior da prefeita, a pouquíssimos centímetros de sua boca. 

Regina : O que você quer que eu faça, Swan ?  

Perguntou umedecendo os lábios com a língua, já sabendo que era uma das cenas que mais faziam estrago no meio das pernas de Emma. 
A loira sobe uma das mãos pra nuca de Regina e prende seus cabelos, fazendo-a gemer pela atitude brusca inesperada. 

Emma : Quero que me foda ! Quero que me coma de todas maneiras que bem entender...

A loira diz sussurrando enquanto dava beijinhos pelo pescoço de Regina em direção à sua orelha. 

Emma : Quero que me deixe ardida, exausta, que acabe comigo. 

Ela morde de leve o lóbulo da prefeita, que já sentia seu sexo pulsar de tanto tesão, só pelas palavras e pelas carícias. 

Emma : Eu quero você, Regina. Suas mãos, sua boca, seu cheiro... Impregnados em mim. Quero que quando vá embora, eu ainda veja e sinta as marcas desse amor foda que vamos fazer, porque me fará sentir que pertenço a você. E é disso que eu preciso. 

 

 


Notas Finais


Olá leitoras e leitores maravilhosos da tia Bex ❤️
Sei que esse capítulo ficou imenso, alguns gostam disso, outros não... Mas foi necessário pra o desenvolvimento dos próximos capítulos.
Queria agradecer por continuarem comigo, mesmo depois de meses sem postar. Vocês são incríveis !
Por favor, não esqueçam de favoritar pra dar aquela forcinha, está bem ?!
É isso ! Próximo capítulo sai em breve! Fiquem ligados c; beijinhos.


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