História One more chance? - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Katy Perry, Rihanna
Personagens Katy Perry
Tags Katy Perry, Katyanna, Rihanna, Rihkaty
Exibições 84
Palavras 1.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem ;)

Capítulo 2 - Confessions


Caminhou até sua estação de trabalho um pouco absorta em seus pensamentos. Ainda não acreditava que teria que entrevistar a Rihanna. Podia ser qualquer cantora, menos aquela. Já tinha encontrado várias pessoas famosas desde que começara na carreira, mas nenhuma tinha conseguido tirar a sua calma como a barbadiana.

Sacudiu a cabeça espantando aqueles pensamentos. Tinha um trabalho a fazer. Tomou posição na frente do computador, inseriu a senha e acessou sua conta de email. Antes de verificar as últimas mensagens recebidas, encaminhou sua última matéria para a editora-chefe. Katy não queria correr o risco de receber um olhar frio como aquele que presenciara na sala de reunião.

Depois de mandar o arquivo para Dianna e dar uma olhada rápida nos emails que lotavam a sua caixa de entrada, Katy resolveu começar a pesquisa para o perfil com Rihanna. Não que estivesse muito animada em encontrar com a cantora, mas era preciso manter um mínimo de profissionalismo.

Quando se deu conta a manhã já tinha passado e Johnny estava parado do lado da sua mesa, uma interrogação no olhar e a bolsa no ombro.

- Vamos almoçar, Kitty. Se eu bem te conheço você não comeu nada o dia inteiro. Além disso, a senhorita tem uma historinha para me contar.

- E eu não vou conseguir me livrar de você, né?

- Não. Então é melhor você desligar esse computador, pegar a sua bolsa e me acompanhar.

- Você venceu. Posso pelo menos ir ao banheiro primeiro?

- Fechado. Te espero  no elevador.

(...)

O restaurante escondido numa rua lateral não estava cheio e a dupla não teve dificuldades de conseguir uma mesa com um pouco de privacidade. Johnny olhava para a amiga com curiosidade, enquanto tudo o que ela queria era se esconder em algum buraco e só sair de lá depois que a próxima edição da revista já tivesse saído das bancas. Eram amigos há mais de cinco anos, mas alguns assuntos Katy preferia manter particulares.

O garçom trouxe os cardápios e Katy se escondeu atrás do dela. Almoçavam tanto naquele lugar que já tinha quase decorado os pratos servidos, mas a proteção contra os olhares que Johnny vinha lhe lançando desde a reunião era muito bem vinda. Enquanto deixava o olhar vagar entre as entradas, Katy sentiu o cardápio ser puxado de suas mãos.

- Você vai me enrolar por mais quanto tempo, menina?

- Por que você está tão curioso, Johnny?

- Porque eu te conheço, Katy. E sei que poucas coisas te tiram do eixo como essa mulher parece fazer com você. Então, eu sei que o que quer que tenha acontecido com ela foi importante. E eu só quero ter certeza de que você está bem, só isso.

- Tudo bem. – Um suspiro escapou dos lábios carnudos quando ela disse isso. – Já que você quer tanto saber, eu vou te contar a história inteira.

Há mais ou menos uns dez anos, tinha acabado de entrar para a faculdade, eu fui para Nova York para uma competição de natação. Foram dois dias na piscina e a minha equipe foi a vencedora do encontro. Como o bando de adolescentes que nós éramos, vitória significava sair para beber e comemorar. Eu tinha terminado recentemente um namoro, então para mim também significava procurar outro tipo de diversão.

Pois bem, fomos todos para um bar perto da faculdade. O grupo era barulhento e piorava à medida que os copos de cerveja iam esvaziando, mas isso não me impediu de ouvir a voz que cantava ao vivo naquele lugar. Da onde eu estava sentada mal conseguia enxergá-la, então, com a desculpa de que precisava ir ao banheiro, eu me afastei do grupo e fui para a beira do palco improvisado. Eu me sentia hipnotizada por aquela mulher. Alta, morena, lábios carnudos, um corpo bem feito e uma voz rouca incrivelmente bonita.

Ela também pareceu me notar, babando perto do palco, com as costas em uma das paredes do bar. Ganhei um sorriso e, dali em diante, tive a impressão de estar em um show particular. Mais algumas músicas e ela anunciou que estava na hora da sua pausa. Eu já me preparava para voltar para o meu grupo quando senti uma mão em meu ombro. Virei e dei de cara com ela sorrindo para mim.

- Oi. Gostou do show?

- A-a-adorei. Você tem uma voz muito bonita.

- Obrigada. Meu nome é Rihanna. E o seu?

- Katy.

- Katy... Gostei. Então, Katy, eu nunca te vi por aqui. Nova na cidade?

- Na verdade, só passando. Eu sou da equipe de natação da faculdade e eu tive uma competição na cidade.

- Ganhou ou perdeu?

- Ganhamos. A equipe veio aqui para comemorar.

- Ah, então isso pede um brinde!

Ela chamou o garçom pelo nome e pediu dois copos de cerveja. Nós brindamos e conversamos por mais alguns minutos, quando ela teve que voltar ao palco. Antes disso, ela pediu que eu ficasse até o fim da apresentação, ela ainda queria conversar comigo.

Os meus amigos resolveram ir embora cedo – nosso vôo de volta saía às seis e meia da manhã –, mas eu resolvi esperar para ver no que aquela noite ia dar.

Ao final do show, ela me tomou pela mão, mandou o garçom colocar as minhas bebidas na conta dela e me levou para conhecer a cidade. Em algum lugar de Manhattan, ela se virou para mim e me beijou. E foi um daqueles beijos que tiram o chão de debaixo dos seus pés, sabe?

Quando a gente já não agüentava mais o frio, ela me levou para o apartamento dela. Eu me lembro que ele era pequeno e ela parecia ocupar todo o ambiente. Já naquela época eu tinha certeza de que ela se tornaria uma estrela.

Por volta das cinco da manhã eu chamei um taxi para voltar ao meu hotel em tempo de encontrar o resto da equipe. Se a minha treinadora soubesse que eu tinha passado a noite fora, eu estaria suspensa por pelo menos um mês.

Nós tentamos manter contato nos anos que se passaram e no começo até que a gente conseguiu namoramos à distância  por um tempo, mas com as nossas carreiras começando era difícil estabelecer uma conexão, eventualmente, a coisa foi morrendo, até que a gente deixasse de se falar por completo.

- Quer dizer que a minha amiguinha foi amante da Rihanna no início da carreira dela e eu nunca soube de nada!

Johnny tinha se mantido calado até aquele momento, mas agora era impossível conter um sorriso. Como a maioria dos americanos, ele também era fã da cantora barbadiana e não conseguia acreditar que a sua querida amiga houvesse conhecido a estrela de uma maneira um pouco mais íntima, por assim dizer.

- Exatamente por essa reação que eu nunca contei nada. Para mim, existem duas pessoas diferentes: a Rihanna que eu vejo na TV e ouço na rádio; e a Rihanna que eu conheci há dez anos num barzinho perdido em Nova York.

- Bom, não me importa se são duas ou vinte pessoas, eu quero saber dos detalhes. Anda, conta. Eu estou doido para saber.

- Pois vai continuar querendo. Você sabe muito bem que eu não sou de ficar contando por aí sobre a minha vida particular.

Os pratos chegaram e Katy foi salva de uma saraivada de perguntas que estavam se formando na cabeça de Johnny. O grande problema era que ela mesma estava se lembrando de todos os detalhes que ele queria ouvir e que ela queria esconder no fundo da memória.
 


Notas Finais


:)


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