História One more Day - O fim é apenas o começo. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Legend
Tags Champion, Daniel Altan Wing, Day, Epílogo, June, Legend, Prodigy, Trilogia Legend
Exibições 4
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoas ♡
Espero que me aceitem bem aqui, pois nesse momento eu sou "a aluna nova, nessa escola nova", e como meu primeiro ato, fiz essa história para vocês e, é claro, para mim também.
Como uma pessoa que respirou dia and noite a trilogia Legend da autora Marie Lu, eu pirei com o final de Champion (chorei horrores, também), e eu não pude deixar de pensar em como o Day estaria com tudo aquilo que aconteceu. Não pude deixar de imaginar coisas e agora estou compartilhando com vocês, amores.
Espero que lembrem que eu não sou nenhuma Marie Lu. Eu sou eu mesmo, temos que aceitar. Aceito críticas, e pode gongar o que estiver errado que nós acerta, okay?
O que eu mais quero é que vocês gostem dessa fanfic que eu escrevi com todo o meu amor. ♡
Se gostar não esqueça de favoritar, e, se puder, deixe uns cometáriozinhos cheios de amor.
XOXO

Capítulo 1 - Não é o fim.


Fanfic / Fanfiction One more Day - O fim é apenas o começo. - Capítulo 1 - Não é o fim.

DAY

    Eu acordei e logo um médico veio ao meu encontro, me disse que eu estava em coma fazia cinco meses, que eu tinha levado um tiro e que havia um troço comendo o meu cérebro, por isso tiveram que me submeter a uma cirurgia. O cara me fez um monte de perguntas muito loucas. Como assim estivemos em guerra contra as colônias? Eu ajudei a República a vencer? Bom, parece que sim, o povo me chama de herói e, pra mim, ainda ontem eu era o criminoso mais procurado pela República. E me orgulhava um pouco disso, sim.

    John está morto. Minha mãe está morta. Só me resta Éden, e meu irmão está parcialmente cego, pelo que me disseram, por conta de uma praga, praga essa que também causou a guerra. Ele é a minha única família e vou protege-lo com a minha vida. 

  — Como está Éden? Onde está meu irmão? — Pergunto ao médico.

    Ele me dá um sorrisinho — Éden está à caminho. Ele está ótimo! mal pôde conter a felicidade por saber que estava acordado, estava muito preocupado com você, Daniel.  

  — Tudo bem, quero muito vê-lo. — Lembro da minha melhor amiga. — E Tess?

   — Tess também está bem. Ela nos ajuda, é voluntária aqui no hospital e também estava preocupada, vinha te ver quase todos os dias. Ela deve aparecer por aqui no final da manhã. Daniel, você não se lembra mesmo de ninguém mais nesses últimos dois anos?

  — Não, por que? Eu deveria?

 — Não sei... Talvez. Isso foi mais para lhe avaliar, Daniel — Nos seus olhos vejo algo como.... Pena? 

 O médico recebe uma chamada, depois me olha preocupado, me dá um sorriso afetado e se despede:

    — Até mais, Daniel. Volto para lhe avaliar mais tarde. Por hora, acho que você tem uma visita. — E sai apressado do quarto.

 Espero inquieto, esse hospital me trás más lembranças. Foi aqui onde virei oficialmente um lixo para a República, aqui fizeram coisas que deixaram marcas em mim para o resto da vida. Era para eu estar morto. Estranhamente o meu joelho não dói mais, levanto o lençol para avalia-lo e levo um susto: Estou com uma prótese de ferro maciço onde deveria estar meu joelho. Mas, essas próteses são unicamente usadas pelos soldados do front de guerra, a maioria tem até braços inteiros feitos disso. Parece mesmo que eu fiz algo muito importante. O espanto inicial passa e eu me cubro novamente com os lençóis. 

    Então ela entra. Tão linda, feito um anjo. Acho que é a garota mais gata que já vi. Ela tem os cabelos escuros presos cuidadosamente em um rabo de cavalo, os olhos negros feito carvão tem um brilho dourado que a deixa estonteante. Esse brilho é por mim? E logo toda a emoção por ver uma pessoa tão bonita assim se esvai. Ela é uma oficial da República. Está linda em seu uniforme impecável, mas aquilo é um uniforme e não posso deixar de ficar em alerta. Ah, agora eu sou "Day, o aliado da República". Isso ainda me deixa confuso. A moça para a uma distância segura do meu leito.

     Parece que ela me conhece.

   Ela vem ao meu encontro e senta na minha cama. Acabo ficando surpreso, mas a cumprimento:

    — Oi! — Digo a ela. Com certeza é muito mais bonita de perto, como isso é possível?

   — Oi — Ela responde, sua voz soa suave. — Você sabe quem eu sou?

   Sabia, ela me conhece. Como posso não reconhece-la? Não, talvez ela somente saiba quem sou eu e eu somente não lembre quem é ela, afinal, ela pode ser famosa, não pode? Uma oficial famosa? Não posso deixar de me sentir culpado por não lembrar dela. Dou um basta nas especulações perguntando:

  — Eu deveria saber? 

 Ela abre a boca várias vezes, mas não sai nenhum som. Parece que ela escolhe suas palavras. Por fim, me dá um pequeno sorriso com a cabeça inclinada e diz:

 — Day, é um prazer conhecê-lo. A República me mandou ver como você estava. É ótimo ver que você acordou. O país vai ficar eufórico ao saber da boa notícia.

    Ah. 

  — Obrigado — Agradeço com cuidado. O país vai ficar eufórico ao saber que eu acordei? Isso tudo parece uma brincadeira. — Os médicos disseram que fiquei fora do ar por cinco meses. O que aconteceu? — Decido perguntar a ela, ela deve saber, não? Afinal a garota trabalha para a República.

 — Você foi ferido durante uma batalha entre a República e as Colônias. Você salvou seu irmão, Éden.

   Éden. Eu salvei Éden.

  — O Éden está aqui? — Não posso deixar de sorrir ao pensar em meu irmão. Que saudade.

  — Éden vai ficar muito contente em vê-lo. Os médicos mandaram buscá-lo, daqui a pouquinho ele estará aqui. — Ela sorri pra mim. nossa, como ela fica ainda mais linda sorrindo. Não posso deixar de olhá-la.

 Ela fecha os olhos e me diz curvando um pouco a cabeça:

  — Day, foi um privilégio e uma honra combater ao seu lado. Você salvou muitos mais de nós do que jamais saberá. – Ela me encara, e seus olhos escuros brilham com um tom dourado. Parece que conversam comigo. – Obrigada – Sussurra. Ela parece emocionada, por que? – por tudo.

A sua emoção me deixa intrigado, então abaixo a cabeça e digo:

— A honra foi minha.

Ela levanta da minha cama, e me olha por um instante, estará me analisando? Depois nos comprimentamos e a garota vai embora.

De súbito eu sinto um vazio em mim, parece que alguma peça me falta. Tudo bem, acho que é falta do Éden.


Notas Finais


Então, foi isso, minha gente! Não acaba por aqui, já que o final é apenas o começo. Espero que tenham gostado. Eu me senti muito bem ao escrever sobre o Day, que é um dos meus crush's literários (abafa o caso, gente), desejo que também sintam-se bem lendo.
Beijos, pessoas ♡


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