História One More Night - Capítulo 30


Escrita por: ~ e ~FranDoJustin

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Emma Roberts, Justin Bieber, One More Night
Exibições 1.088
Palavras 3.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIIII, GALERA! Caramba, quanto tempo, certo? Aqui é a Fran, com (finalmente) mais um capítulo para vocês. Sei que devem estar chateadas pela demora, mas eu estava com alguns problemas pessoais mas, graças a Deus, tudo já se estabilizou e agora está tudo bem. Eu espero, do fundo do meu coração, que vocês não fiquem bravas comigo e com a Tay. Quero agradecer a todos os favoritos, a fanfic já está chegando a 900 favoritos e isso é algo que eu e a Tay nunca imaginamos que iria acontecer. Muito obrigada mesmo, a todos que leem (até mesmo aos fantasmas), vocês são demais!

Boa leitura! Espero que gostem. Nos vemos nas notas finais. ❤️

Capítulo 30 - Te amam como irmãos


Fanfic / Fanfiction One More Night - Capítulo 30 - Te amam como irmãos

Points Of View Justin Bieber.

— Amor, você sabe que o sexo fica surreal quando estamos bêbados — Disse dando um selinho nos lábios dela, que riu mordendo seu lábio inferior, enquanto encarava meus olhos.

— É, eu sei disso. — Chupou meu lábio inferior e me puxou pela mão. — O que está esperando para me levar para o quarto, então?

— Nada. — Soltei uma risada e comecei a caminhar logo atrás dela. Kristal subiu as escadas e entrou no quarto. Assim que eu o adentrei, ela fechou a porta e me empurrou até que eu sentasse na beira da cama.

— Senta aí. — Praticamente ordenou, amava aquele jeito dela de gostar de comandar as coisas.

— Você quem manda — Ri nasalado e a puxei fazendo com que ela sentasse em meu colo.

— Não por muito tempo, conheço muito bem o namorado que tenho — Selou nossos lábios e começou a dar beijos em meu pescoço, a mesma desceu do meu colo logo em seguida e tirou minha camisa, a colocando em volta do meu pescoço, me puxando para perto dela.

Kristal começou a chupar meu pescoço me fazendo levantar, começou a caminhar junto comigo até chegar na parede, onde ela prensou meu corpo na mesma e desceu os seus beijos para o meu abdômen desnudo enquanto não tirava seus olhos castanhos dos meus. Subiu novamente sua boca até a minha e roçou nossos lábios chupando o meu inferior.

— Quer me foder onde? — Sussurrou em meu ouvido.

— Meu amor, em todos os lugares possíveis. — Disse com uma voz mais rouca que o normal com minha boca próxima à orelha dela e mordi o lóbulo da mesma, passando a língua da altura de sua orelha até o seu pescoço. — Mas, primeiro, quero que você fique por cima, sentando, rebolando e quicando bem gostoso em meu pau. — Disse ainda em um sussurro e chupei a pele de seu pescoço, deixando ali uma marca roxa. A empurrei fazendo com que ela parasse de me prensar contra a parede e inverti a posição, a deixando contra a parede.

Segurei na barra do vestido dela o tirando rapidamente e dedilhei meus dedos em suas costas, a procura do feche de seu sutiã rendado. Assim que o achei, abri e o tirei, deixando os seios de Kristal livres. Segurei em sua calcinha e rasguei a mesma jogando aquele pedaço de tecido fino em algum lugar, a deixando completamente nua e exposta para mim. Dei um sorriso malicioso e suas mãos correram até o zíper da minha calça, abaixando a mesma junto com minha cueca, fazendo com que meu membro totalmente ereto saltasse da cueca. A soltei e sentei novamente na beira da cama, a puxando para perto de mim.

— Vai... senta aqui. — Apontei para o meu pênis e segurei a base do mesmo começando a estimula-lo ainda mais.

— Não precisa nem pedir duas vezes! — Kristal mordeu seus lábios com certa força, abriu suas pernas deixando as minhas no meio das suas e desceu um pouco seu tronco posicionando sua entrada na cabeça do meu pênis. Ela espalmou suas mãos em meu peitoral e começou a sentar lentamente enquanto rebolava. Ela pressionou seus olhos e mordeu seu lábio mais uma vez, sentando de uma vez, soltando um gemido alto.

— Meu Deus, Bieber! — A mesma soltou um gemido mais alto enquanto dava quicadas seguidas de reboladas. com força. — Que gostoso! — Sussurrou em meu ouvido, em seguida distribuindo algumas mordidas e chupões em meu pescoço. 

— Isso, continua rebolando, quero arrombar essa sua bucetinha toda. - Disse e cravei meus dedos na bunda dela, dando um tapa forte em seguida. Coloquei meu rosto no meio dos seus seios e comecei a chupar aquela região, enquanto sentia suas quicadas ficarem cada vez mais rápidas. — Não para, continua. — Disse e segurei em sua bunda com mais firmeza a ajudando com os movimentos.

Tirei meu rosto do meio dos seios dela que pulavam em minha cara conforme seus movimentos e comecei a dar alguns chupões em um deles, deixando várias marcas ao redor do bico. Chupei o bico do seio direito como se eu fosse um bebê esfomeado e comecei a encher sua bunda de tapas fortes. Subi uma de minhas mãos para seu rosto e apertei suas bochechas formando um bico desajeitado em seus lábios e que ela encarasse meus olhos.

Kristal estava extasiada pelo prazer, tinha alguns fios de cabelo grudados em sua testa e o restante estava grudado em suas costas por conta do suor. Ela continuava a encarar meus olhos, sem desviar um segundo sequer. Curvei meus lábios em um sorriso de canto e selei nossos lábios, como eu amava aquela mulher. Os nossos corpos tinha uma química que eu desejava que não passasse nunca. Nós nos encaixávamos perfeitamente não apenas no sexo, como na vida em si também.

Ela aumentou os movimentos soltando literalmente gemidos altos, ela tombou a cabeça para trás e entreabriu seus lábios.

— Porra, Bieber. — Disse como um gemido. — Você me deixa louca, caralho — Praticamente gritou e segurou-se em mim começando a quicar mais forte com seus seios balançando cada vez mais em meu rosto.

Levantei da cama sem sair de dentro dela e deitei seu tronco na cama, deixando seus pés firmes no chão.

— Empina essa bunda gostosa para mim, meu anjo — Ordenei e assim que ela fez, abri suas nádegas observando seu cuzinho e dei uma risada rouca, cuspi no mesmo fazendo com que o cuspe passasse pelo ânus e escorresse para sua buceta, e então penetrei dois dedos em sua buceta para que o cuspe entrasse.

Tirei os meus dedos de dentro dela e os levei até sua boca, enfiando-os ali, a obrigando a chupar meus dedos para que ela sentisse o seu próprio gosto. Segurei na base do meu membro novamente e penetrei-o em sua intimidade, começando a foder ela com rapidez. Permaneci com meus dedos em sua boca e comecei a movimenta-los com rapidez como se ela estivesse chupando um pau. Dei um tapa forte em sua bunda e continuei estocando com força, fazendo com que seu corpo desse impulso para frente toda vez que eu estocava.

Era perceptível que meus atos deixava Kristal cada vez mais excitada. Ela segurou minha mão e começou a simular que estava me chupando e deixava a sua baba escorrer por levar meus dedos até sua goela, enfiando o máximo na boca. Ela empinou mais sua bunda, tirando minha mão de sua boca, a levando até sua intimidade, lambuzando meus dedos com seu pré-gozo. Ela levou minha mão novamente para sua boca e chupou meus dedos lambuzados para sentir seu próprio gosto. Ela abriu ainda mais suas pernas me dando mais facilidade para me movimentar e tirou sua mão da minha, levando suas mãos até suas nádegas, as abrindo. Dei um sorriso de canto e soltei mais um gemido. O som dos nossos gemidos e o barulho dos nossos corpos se chocando era o único som ali no quarto, tornando tudo ainda melhor.

Tirei meu membro de dentro dela começando a passá-lo pela sua intimidade, sem penetrar, passei pelo seu clitóris e bati fraco no mesmo com o meu membro, voltando a penetra-la logo em seguida. Eu sentia cada vez mais meu corpo entrar em êxtase e eu ficar totalmente entorpecido e à mercê do prazer. Tombei minha cabeça levemente para trás liberando alguns gemidos roucos e baixos. Continuei movimentando meus dedos na boca de Kristal e em seguida os coloquei em sua goela. Quando senti que ela iria engasgar, tirei-os de sua garganta para que ela respirasse e voltei a movimenta-los em sua boca.

— Isso, minha vadia, chupa com vontade — Disse com a voz um pouco arrastada, me referindo aos meus dedos, e fechei os olhos deixando meus lábios entreabertos para que os gemidos roucos e baixos saíssem. — Ah, como sua bucetinha é apertadinha... — Comentei e mordi meu lábio inferior com força.

— Aí, Justin, isso, continua fodendo minha buceta. Não para — Ela disse após tirar minha mão de sua boca, começando a rebolar contra meu quadril.

Empinou ainda mais sua bunda para mim e sorriu com malícia. Meu membro entrava e saía vez ou outra de dentro dela, fazendo com que eu ficasse um pouco frustado por conta daquilo. Ouvir Kristal gemer e ainda gemer o meu nome, era como música para os meus ouvidos.

— Espera — Disse, de repente, saindo de dentro dela e indo até o frigobar que havia no quarto.

— Ah, porra, Justin, para na melhor parte! — Ela virou de frente na cama sentando na mesma e deixou suas pernas totalmente abertas, levando sua mão até a mesma e começando a se masturbar. — Eu estava quase gozando, porra — Disse, frustada, começando a movimentar seus próprios dedos dentro dela. Não pude conter a risada, amava o jeito que a deixava louca.

— Você prefere uísque ou vodka? — Perguntei ao abrir o frigobar.

— Sua porra quentinha! — Proferiu, enquanto mordia seu lábio inferior.

— Relaxa, que eu vou terminar o meu trabalho. Não vou te deixar sem gozar, até porque eu também não gozei ainda — Dei risada, amava aquela mulher. — Uísque, então. — Disse pegando a garrafa de uísque e dois copos que continham também no frigobar, enchendo os mesmos. Entreguei um a ela e fiquei com o outro.

— Pra que isso? Você parou uma foda pra beber? — Perguntou incrédula.

— Vamos brindar, meu amor. Ao aniversário da nossa filha, e a melhor transa de nossas vidas. — Sorri, encostando meu copo no dela. Ela revirou os olhos e matou o uísque em um só gole. — Não podia deixar isso pra depois que tivéssemos acabado o que começamos?!

— Ah, eu estou bêbado. Dá um desconto. — Ri pelo nariz e coloquei os copos em cima do criado-mudo.

— Vem cá. — Disse mas nem esperei alguma reação dela, já me aproximei novamente penetrando mais uma vez meu membro dentro dela.

Ela fechou os olhos e eu comecei a estocar com rapidez, no mesmo pique de minutos atrás.

— Justin, eu to quase lá! Não para, por favor — Disse com a voz um pouco falha e eu assenti. Continuei estocando e alguns segundos foi o suficiente para que ela atingisse o seu orgasmo.

— Você quer leitinho, não quer, sua safada? — Perguntei sentindo seu líquido melar meu membro e escorrer um pouco para suas coxas e mordi meu lábio inferior com força. Ela balançou a cabeça, assentindo, como uma criança pidona. Dei risada sentindo minhas veias engrossarem e logo em seguida soltei um gemido alto liberando meu líquido dentro dela, fazendo com que sua buceta ficasse toda melada do meu líquido branco. — Ajoelha no chão. — Disse, mas mais uma vez não obtive paciência para esperar, então coloquei-na de joelhos no chão, espirrando o resto do meu líquido em seus seios, barriga e por fim, coloquei meu membro em sua boca, espirrando o restante ali. — Engole todinho. — Disse enquanto mordia meus lábios e minha respiração estava ofegante.

Kristal fechou os olhos para que o gozo não atingisse seus olhos e passou lentamente seus lábios pela cabecinha do meu membro e em seguida passou sua língua envolta da cabecinha, passando por toda extensão, tirando dali todo o resquício de esperma. Em seguida, começou a lamber lentamente as bolas e chupa-las, enquanto seu olhar estava suspenso, encarando os meus, sem desviar por nem um segundo. Tirou meus testículos de sua boca e levou as mãos até minha cintura, onde me estimulou a fazer movimentos contra sua boca, passou a língua em volta fazendo movimentos com a cabeça e em seguida, dei um sorriso totalmente satisfatório para mim.

— Ótimo trabalho — Sorri para ela e segurei na base do meu membro, o tirando de sua boca e dando algumas batidas em seu rosto com o mesmo.

— Sempre faço um ótimo trabalho, Bieber — Ela sorriu mais uma vez com satisfação enquanto sentia meu membro batendo em seu rosto. Levantou-se do chão e selou nossos lábios rapidamente. — Aceita uma rapidinha no banheiro? — Perguntou, com um sorriso sugestivo no rosto e as sobrancelhas arqueadas.

Points Of View Kristal Baldwin.

Acordei de manhãzinha com um pesadelo. Fiquei encarando o teto por alguns segundos até que meu coração ficasse normal outra vez, me virei para Justin e o mesmo dormia tranquilamente. Retirei minhas mãos de cima do seu corpo e me afastei com cuidado para não acorda-lo. Sabia que se eu ficasse na cama iria ter um troço. Odiava ter acordado, pior ainda era quando tinha um pesadelo e perdia totalmente o meu sono.

Sai do quarto e fui até o de Samanta para verificar se minha filha dormia, e sim, ela estava em um sono tão pesado como o pai. Sorri e cobri seu corpo melhor. Deixei a porta do seu quarto encostada e desci as escadas que dava acesso a cozinha. A manhã estava quente e eu sabia que a vó Diana sempre deixava alguns potes de sorvete em sua geladeira. 

Acendi a luz para enxergar melhor e me assustei ao ver um homem sentado de costas para porta. Christian encarava a porta dos fundos com intensidade e nem se mexeu quando a luz foi acesa. Tentei respeitar sua privacidade e concentrei-me apenas no maravilhoso sorvete de morango que peguei. Sentei no banco próximo do balcão da cozinha e abri para comer. Dei uma colherada grande e enfiei tudo na boca, congelando até meu cérebro.

— Merda. — Disse tentado engolir tudo de uma vez, consequentemente me engasguei e comecei a tossir sem parar. 

Dessa vez Christian se levantou e veio em minha direção, ajudando-me com alguns tapinhas nas costas. Quando a irritação passou e eu me recuperei, comecei a dar risada da situação. Beadles não entendeu nada.

— Desculpe. Estraguei seu momento pensativo. — Comentei ao voltar para meu lugar.

— Tudo bem, você precisava mais do que eu. — O moreno de cabelo liso puxou uma outra cadeira e sentou-se ao meu lado. Estendi a colher para ele e o mesmo aceitou pouco contrariado.

— Tudo bem, você precisa mais do que eu. — Falei por fim. Christian riu e deu uma colherada no sorvete. Levantei para pegar uma outra colher e depois voltei para onde estava sentada. Comemos em silêncio por alguns minutos, mas como sempre acontecia eu não conseguia ficar calada por muito tempo. Tive que perguntar: — Quer dividir?

— Pensei que já estivéssemos dividindo. — Sorri.

— Sabe do que estou falando. — Beadles não respondeu. — Você nunca contou para eles?

Aquele assunto era delicado e complicado. Christian odiava falar sobre isso, e eu sempre queria discutir a respeito. Talvez por isso não nos dávamos muito bem.

— Você sabe que eles não entenderiam, Kris. — Uau, respondeu minha pergunta e ainda me chamou pelo apelido. Isso que eu chamo de progresso.

— E você vai continuar fingindo uma vida onde não se sente confortável e iludir pessoas que realmente gostam de você? — Beadles não respondeu, abaixou a cabeça e ficou encarando o mármore. — Porra, Christian. Ser gay não é uma vergonha. 

— Está errada. — Uma lágrima caiu na mesa. Ele estava chorando? 

— Não estou errada. Essa é uma escolha sua e só você pode escolher quem ama.

— Não. — Levantou a cabeça me encarando. — Estou dizendo que está errada sobre Andréa. Ela sabe o que eu sou e eu sei o que ela é.

— Então por quê forçar um relacionamento onde ambos nunca vão estar felizes? — Segurei sua mão por impulso. 

— Você não entende, Kristal, depois que você foi embora o Justin começou a fazer inúmeras festas, trazer vadias e, ele e os garotos ficaram cada vez mais loucos por poder e ter um amigo gay significava fracassar. 

— Você está errado, Beadles. Seus amigos nunca iriam virar a cara para você. Justin e os meninos te amam como irmãos, tenho certeza de que apoiariam sua opção sexual.

— Talvez algum deles. — Apertei suas mãos e automaticamente ele me encarou mais profundamente.

— Todos eles. Você não pode se esconder para sempre. — Ele não me respondeu, continuou olhando para mim sem dizer nada. Prossegui meu discurso: — Por que está aqui sozinho?

— Tem um cara. — Christian começou a falar. Eu sabia que tinha alguma coisa para ele estar tão triste. — E esse cara é muito especial para mim, só que... Ele quer que eu o assuma, apresente para minha família, amigos... Sabe como Caitlin iria reagir? Eu sempre fui o seu protetor, amigo.. ela nunca mais vai querer olhar na minha cara.

Christian debruçou sobre a mesa e começou a chorar. Fiquei sem reação. Ele nunca tinha chorado assim na minha frente, estava claro que esse cara era de extrema importância na vida dele. Merda! Eu tinha que fazer alguma coisa. 

Levantei-me depressa e me ajoelhei em sua frente. Segurei em sua perna e levantei um pouco mais o meu corpo, tirei sua cabeça da mesa e segurei entre minhas mãos.

— Christian, você é perfeito do seu jeito e se esse cara é tão importante assim não deixe que o seu medo seja um problema entre vocês. Se os meninos não entenderem o seu lado então eles que vão estar sendo ridículos e preconceituosos. Você precisa fazer o que seu coração manda e não preocupa-se com o que vão achar disso. Seja você mesmo, Chris, e tudo ficará bem. — Enxuguei suas lágrimas e depois o abracei. O moreno me apertou entre seus braços, mostrando-me o quanto estava grato por minhas palavras.

Deixei-o sentado, pensando em tudo o que eu tinha falado. Ele precisava do sorvete e de ficar sozinho mais do que eu, então subi as escadas e me deitei ao lado de Justin, outra vez. 

— Se você não aceitar seu amigo, eu juro que te mato. — Abracei seu corpo mais uma vez e fechei meus olhos.

Continua...


Notas Finais


Hahaha e aí, gostaram da notícia? Toda forma de amor é válida!

Ao decorrer dos capítulos, percebi que os comentários estão caindo, então, por favor, peço que comentem para sabermos se vocês ainda estão vivas e o que estão achando kkkk <3

Agora, que voltamos com tudo, iremos postar com mais frequência e amanhã ou sexta teremos capítulo novo para vocês, SEM FALTA. Nos desculpem mais uma vez pela demora.

LEIAM ESSAS FANFICS MARAVILHOSA:

https://spiritfanfics.com/historia/deep-cold-6530132

https://spiritfanfics.com/historia/destroyer-5160215

Xoxo, Fran! Até os comentários ❤️


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