História One More Night - Capítulo 36


Escrita por: ~ e ~FranDoJustin

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Emma Roberts, Justin Bieber, One More Night
Exibições 440
Palavras 2.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores. Esse é um dos nossos capítulos prediletos até agora, eu espero que vocês gostem. Faltam apenas 40 favoritos para atingirmos a marca de 1000 favoritos e vocês sabem que tudo isso que conquistamos até aqui é graças a vocês. Muito obrigada por cada pessoinha que nos deu uma chance, espero que vocês continuem se divertindo nessa longa viagem, até o final. Enfim, não vou prolongar muito pois quero que leiam logo para eu saber o que acharam.

Ótima leitura <3

Capítulo 36 - Tenho que te contar uma coisa


Fanfic / Fanfiction One More Night - Capítulo 36 - Tenho que te contar uma coisa

Points Of View Justin Bieber.

— Bom, nós fizemos todo o possível, porém a sétima vértebra cervical foi danificada no acidente e infelizmente o seu amigo está paraplégico.

— O que? — Perguntamos todos em uníssono.

— Bom, ele irá precisar de fisioterapia pelo menos três vezes na semana para que que a vértebra afetada se regenere. Vocês terão que ser muito cuidadosos nos próximos dias, aparentemente o seu amigo aceitou muito bem a situação e, em muitos casos, isso significa o não aceitamento da situação.

— Ele já acordou? — Aquilo era tudo o que me interessava. Christian tinha que estar vivo e bem, fisioterapia era o de menos quando ele podia ter perdido a vida por minha causa.

— Sim, mas terá que ser uma breve visita. Apenas uma pessoa de cada vez, tudo bem?

— Claro, perfeito. — Kristal respondeu na minha frente. — Quem vai primeiro?

— Eu, porque tenho que pedir desculpas para o meu amigo. — Dei um selinho rápido em Kristal e segui o médico.

Ele passou por um corredor enorme, cheio de salas e quartos. Christian ainda estava na UTI, em observação. Segundo o médico dele, se ele mostrasse uma melhora em setenta e duas horas poderia descer para um quarto. Tive que vestir uma roupa especial para entrar onde meu amigo estava internado. A UTI não estava muito cheia, de qualquer forma eu mal conseguia prestar atenção naquelas pessoas no leito da morte. Era triste demais imaginar que talvez não fossem sair dali vivos.

Christian estava entre duas camas vazias, fitava o teto como se tivesse realmente alguma coisa legal para admirar. Olhei para cima em reflexo e confirmei minha suspeita de que na verdade ele só estava com tédio. Sentei na cama vazia a sua direita e depois pigarreei. Christian virou sua cabeça com calma, tinha um tubo cobrindo a boca, porém eu pude ver quando um sorriso apareceu no canto de seus lábios.

— Você sabe que eu quero matar você, não é?

— É só tirar esse oxigênio do meu nariz — Sua voz saiu mais forte do que esperava para alguém que tinha acabado de sair de uma cirurgia complicada.

— Cara, não brinca com isso não. Eu quase pirei quando vi o que você fez por mim. De verdade, nunca esperei que pudesse fazer isso por mim.

— Se o carro tivesse te pegado eu estaria no seu velório ao invés de estar nessa cama super confortável — Ri. Somente Beadles para fazer uma brincadeira idiota nesses momentos sérios.

Ficamos em silêncio por um tempo. Achei que ele tivesse dormido mas, o piscar de seus olhos me chamou atenção. Lembrei-me de como fiquei desesperado ao pensar que tinha perdido ele e, subitamente sabia que eu devia mais do que desculpas para meu amigo.

— Escuta, Christian, eu sei que fiz a maior besteira da minha vida quando tratei você mal, fui homofóbico e preconceituoso e não me importei se você estava ou não se magoando com minhas palavras — Ele prestava muita atenção nas minhas palavras. Era bom ter sua atenção toda para mim. Prossegui: — Eu queria que você soubesse que a partir de hoje eu não irei mais pertubar você e se quiser pode até levar seu namorado para receber a minha bênção.

— Se eu soubesse que era assim, teria sofrido um acidente antes. — Revirei meus olhos e dei risada.

— Não seja tão idiota. — De repente, Christian ficou muito sério. Perguntei para mim mesmo se eu tinha feito ou falado alguma coisa errada.

— Obrigada pelas palavras. — Respondeu simples. — Você sabe que eu faria de novo se fosse preciso.

— Eu faço questão de pagar a fisioterapia. Em breve você vai estar pulando por aí, como sempre faz.

— Sabe que no fundo demos uma grande sorte? — Novamente sua expressão mudou, dessa vez era suave, brincalhona.

— Sorte?

— Ainda bem que o gay é o hacker. Imagina se fosse Charles ou Ryan, que além de surtar por não poder mais andar, eles também fariam uma mega falta na equipe. Eu posso continuar exercendo a minha função, sentado na minha nova cadeira de rodas que você vai me dar de presente.

— Tá me achando com cara de papai noel?

— Cala a sua boca, graças a mim que seu rosto está intacto. Era para você ter morrido. Como eu ia me sentir se morrêssemos brigados?

— Eu iria visitar você lá no inferno, sem problemas. — Rimos. 

Uma enfermeira avisou que meu horário tinha acabado e eu fui obrigado a deixar meu amigo ali sozinho. O médico não acompanhou a minha volta, fui sozinho até a sala de espera onde Charles e Ryan conversavam baixo e Caitlin tinha acabado de chegar. Kristal era a única a não estar ali também.

— Quem é o próximo? — Caitlin levantou e sem dizer "eu" caminhou em direção ao quarto do irmão. Provavelmente a próxima era ela.

— Alguém viu a Kristal? — Me aproximei dos meus amigos.

— Ela disse que ia comprar alguma coisa no refeitório. Deve estar voltando já.

— Tudo bem, vou descer lá para saber como ela está. Depois que a louca sair do quarto vocês podem entrar.

Peguei o elevador e apertei o botão que levava para o primeiro andar, onde o mapa indicava o refeitório. Quando cheguei na enorme cozinha/lanchonete, não avistei minha mulher em lugar nenhum. Andei entre as mesas, fui na parte exterior do refeitório. Comprei um suco e um lanche natural e sentei para comer; nem lembrava qual foi a última vez que eu tinha parado para comer alguma coisa.

Após me satisfazer, voltei para o andar onde meu amigo estava internado. Kristal já estava ali. Provavelmente quando ela estava subindo eu estava descendo. Sentei-me ao seu lado e segurei suas mãos.

— Saiu daqui por causa da Caitlin?

— Também, mas eu estava com fome. — Os pensamentos de Kristal pareciam distantes, como se seu corpo estivesse ali mas, sua alma vagasse por outra parte do hospital... Ou do mundo.

— Bom, eu espero que não atrapalhe em nada. — Acrescentei e puxei Kristal para mais perto de mim. Senti suas mãos pousarem sobre meu peito e isso me relaxou.

Tenho que te contar uma coisa. — Falou tão baixo que quase não escutei.

Points Of View Kristal Baldwin.

Alguns minutos mais cedo...

Caminhei até a cantina do hospital e fiz o meu pedido, Caleb estava ao meu lado e logo fez o dele também. Nos escoramos no balcão de mármore que havia ali e ficamos esperando nossos pedidos ficarem prontos.

— Com tudo o que aconteceu, nem tivemos tempo de conversar direito — Disse para ele, rindo fraco logo em seguida. — Vai, me conta tudo que aconteceu em Los Angeles. Você deve ter mil novidades! Conheceu alguma gatinha?! — Tentava me entusiasmar mas não tirava Christian da mente, mesmo sabendo que ele estava estável.

— Acho que esse não é o momento para conversamos sobre isso — Murmurou o meu amigo. — Mas... Respondendo à sua pergunta, senhorita Baldwin — Revirei os olhos pela forma que ele havia me chamado. — Até conheci, mas nada extraordinário. Eu queria focar mais nos estudos, ajudar minha mãe... — Fez uma pausa. — Sentimos muito a sua falta.

— Eu também senti muito a de vocês. — Comecei a gesticular enquanto falava. — Mas você sabe... — Soltei um suspiro ao lembrar do sequestro de Samanta. Não gostava nem de lembrar daquele ocorrido.

— É, eu... — Nosso diálogo foi interrompido quando uma mulher de meia idade se aproximou da gente e começou a falar:

— Olá! — Sorriu, esbanjando simpatia. — Está de quantas semanas? — Pousou a mão em minha barriga e começou a acariciar a mesma, com um sorriso no rosto.

Arqueei as sobrancelhas achando aquilo totalmente estranho. Aquela mulher estava louca?

— O quê? — Perguntei, extremamente confusa. — Desculpa, senhora, foi um engano. — Dei risada e Caleb estava tão confuso quanto eu.

— Não foi engano, querida. Você ainda não sabia?! — Fiz que não com a cabeça, mesmo sem entender direito o que estava se passando ali. Ela permanecia com suas mãos em minha barriga, ainda acariciando aquele local. Mesmo que eu estivesse achando totalmente sem nexo aquela conversa, deixei sua mão pousada sobre a minha barriga. — Você está grávida! — Vibrou, e tirou as mãos de minha barriga, colocando seus dedos em meu queixo, segurando o mesmo enquanto fitava os meus olhos. — Mas, tome cuidado. — Fechou os olhos por breves segundos como se estivesse procurando por respostas. — Sua gravidez é de risco e tem muita gente querendo o seu mal. Quanto menos gente souber, melhor para você e seu bebê. — Proferiu com a feição séria.

Eu só fiz balançar a cabeça, assentindo. Eu não tinha nem o que dizer, estava totalmente boquiaberta.

— Desculpa perguntar, moça... — Engoli em seco. — A senhora é vidente? — A mulher apenas riu fraco.

— Parabéns, mamãe. — Ignorou totalmente a minha pergunta, ainda com um sorriso estampado em seu rosto. — Você está com seis semanas — Dito isso, saiu andando.

— O que foi que acabou de acontecer aqui? — Perguntei para Caleb que ainda permanecia estático.

— Acho que você será mamãe novamente. — Ele sorriu. — Mesmo achando meio estranho... — Referiu-se do ocorrido de segundos atrás. — Parabéns, Kris.

— A mulher chega do nada perguntando de quantas semanas eu estou, você não está achando estranho? Eu... Não sei nem o que pensar! Só pode ser blefe, tem pessoas que gostam de brincar com essas coisas. — Coloquei as mãos em minha barriga e franzi o cenho.

— Não acho que seja blefe. E não tem o que se pensar, daqui há algum tempo você estará com uma criancinha nos braços.

— Ah... Meu Deus! — Meus olhos se encheram de lágrimas e eu comecei a acariciar o meu ventre. — Vou ter um novo bebê? — Senti às lágrimas começarem a escorrer dos meus olhos contornando os meus traços faciais e um sorriso se formou em meus lábios.

— É o que parece, minha intuição também diz que sim — Ele me envolveu em seus braços e me abraçou. — A Sami vai adorar ter um irmãozinho! Ou irmãzinha.

— Ainda não consigo acreditar nisso direito. Eu... Preciso contar para o Justin! Ele vai amar. — Desfiz o abraço. — Ou melhor... Preciso fazer um exame de sangue, não posso me precipitar.

— Acho que é melhor você fazer um teste de farmácia que você tem o resultado em cinco minutos, o de sangue vai demorar muito.

— Você é um gênio, Caleb! — Meu sorriso era gigante. — Eu vou lá comprar o teste e fazer, fica aí comendo. Pode comer o meu também, perdi a fome — Dei risada e beijei a bochecha dele, saindo dali em passos largos, caminhando até a farmácia do hospital.

A alegria que eu estava sentindo não cabia dentro de mim. Aliás, cabia sim, dentro do meu útero! Não estava nos meus planos ter um filho, não por agora, mas eu sentia que havia vindo em uma ótima hora, mesmo não sendo planejado.

Entrei na farmácia e procurei pela parte que continha diversas marcas de teste de gravidez. Comprei dois e fui até o caixa, pagando e correndo até o banheiro mais próximo.

(...)

Coloquei os dois testes em cima da pia visualizando aqueles dois traços fortes na cor vermelha em cada teste. Peguei a caixa mais uma vez para ver se eu não estava errada, mas não, eu realmente estava certa. Eu estava grávida. Um risco: negativo. Dois riscos: positivo.

Quando dei por mim, minhas mãos já estavam em minha barriga e eu ainda não conseguia acreditar que um bebê estava se formando dentro de mim. Sorri involuntariamente e olhei-me no espelho, ainda sorrindo. Levantei a minha blusa e fiquei de lado para ver se eu conseguia ver algum volume, mas, ainda não dava para notar.

Sai do banheiro após colocar os testes dentro da minha bolsa e comecei a caminhar pelo hospital, tentando achar o caminho de volta para a cantina. Aquele lugar era enorme e quando eu dei por mim, estava em um local onde não havia visto antes. Até tentei buscar informações mas as enfermeiras pareciam bastante ocupadas que quase não me deram ouvidos.

Ouvi alguns choros e acompanhei aquele som que era como música para os meus ouvidos. Eu estava próxima ao berçário. Bebês estavam me perseguindo ou era impressão minha? Me aproximei do vidro que me separava de puder entrar naquele lugar e observei os recém-nascidos, tão pequeninos. Alguns dormiam, outros se mexiam olhando para o teto, e alguns estavam acompanhados pela mãe ou sendo atendido por alguma enfermeira.

Observei uma moça dobrando algumas roupinhas e a que me chamou atenção foi um macacão pequeno azul que tinha escrito as seguintes palavras: Parabéns papai! Sorri abobalhada com aquilo e logo surgiu uma ideia em minha mente.

— Com licença, moça... — Disse, assim que entrei no berçário, após higienizar minhas mãos e vestir o vestido rosa e colocar a touca da mesma cor para que não passasse bactérias para os recém-nascidos. — Não sei nem como pedir isso, mas... Eu acabei de descobrir que estou grávida e queria contar para o meu namorado. Ele está aqui no hospital então não posso improvisar muita coisa. Você podia emprestar essa roupinha? — Apontei para o macacão de recém-nascido que estava em suas mãos. — Eu lhe entrego assim que terminar de contar para ele.

— Oi! — Sorriu. — Claro que sim, não só empresto como lhe dou. Fico feliz em ser a primeira a presentear o seu bebê. Já sabe de quantas semanas está?

— Seis — Retribui o sorriso, radiante. — Muito obrigada. — Tomei a liberdade de sentar ao lado dela. — Seu bebê?!

— Sim, tem apenas dois dias. — Ela deu um sorriso bobo enquanto olhava para o neném que dormia no berçário. — Teve algumas complicações e ele terá que ficar alguns dias aqui. Meu grande Tomás — Suspirou.

— Irá ficar tudo bem, dá para ver no rostinho dele o quanto ele é forte — Segurei na mão dela. — Eu sei que vai. Logo, logo você irá sair daqui com o seu bebê totalmente saudável.

— Que Deus te ouça. — Sorriu. Ela aparentava ter uns vinte anos. — Ainda nem nos apresentamos oficialmente — Riu fraco. — Sou a Margô.

— Foi um prazer te conhecer, Margô — Sorri para ela enquanto admirava a roupinha em minhas mãos. — Sou a Kristal.

— O prazer foi todo meu, Kristal. Parabéns pela gravidez, e acho melhor você ir logo contar ao seu namorado. Tenho certeza que ele vai amar a ideia.

— Eu também tenho. — Levantei-me. — Obrigada mais uma vez. E beijinhos, Tomás. — Disse a última frase com uma voz de criança, sorrindo para o bebê que dormia.

Lancei um beijo no ar para Margô e sai do berçário, tirando o vestido e a touca, jogando no lixo, e pegando a minha bolsa.

(...)

Tenho que te contar uma coisa. — Disse para Justin e seus olhos se estreitaram assim que ele franziu o cenho.

— O que aconteceu?! — Indagou, com sua feição começando a ficar preocupada.

— Calma, amor — Ri baixo. — Venha comigo. — Segurei sua mão e saímos da sala de espera, caminhamos por aquele corredor e quando eu achei um cômodo vazio, eu adentrei ao mesmo puxando Justin pela mão. Era um quarto de paciente, mas, aparentemente, estava vazio.

— Você está me deixando preocupado, Kristal. Sabe que odeio suspense — Ele suspirou e fechou a porta.

— Olha a roupinha que eu comprei para a Samanta — Não pude disfarçar o sorriso em meu rosto. Aquilo era só um pretexto para que ele abrisse a sacola. Estendi a sacola que continha o macacão e os dois testes de gravidez, mas ele hesitou em pegar.

— Christian doente e você está preocupada em comprar roupas para a Samanta, Kristal? Não acredito nisso — Respirou fundo e pegou a sacola de minha mão. — E homens não ligam para essas coisas.

— Para de reclamar e vê logo. — Insisti e ele revirou os olhos, tirou o macacão de dentro da sacola nem notando que havia outra coisa dentro.

— Isso é pequeno demais para a Samanta e ainda por cima, ela não gosta dessa cor. — Ele disse, confuso, analisando a primeira roupinha que estava em suas mãos de nosso novo bebê.

— Sei que não contei da primeira vez, eu tinha medo, agora tenho certeza que você é o melhor pai que os meus filhos poderiam ter — Dei ênfase em "meus filhos", para que ele entendesse o que eu estava tentando contar para ele.

— O que...? — Perguntou ainda confuso. Lerdo. Ele olhou para a sacola novamente e percebeu que tinha mais coisas dentro, e pegou os dois testes de farmácia que eu havia feito, analisando os mesmos. — Você...? — Não conseguiu terminar sua frase.

— Estou — Meu sorriso era imenso. — Você vai ser papai mais uma vez, meu amor. — Ele largou a sacola e veio em minha direção, me abraçando com todo o cuidado do mundo e me suspendendo, girando-me no ar.

— Essa é a melhor notícia que eu poderia receber — Ele sorriu e me colocou novamente no chão, encarando meus olhos. Pousou suas mãos em minha barriga coberta pelo tecido da blusa e depositou um selinho em meus lábios, me aninhando em seus braços novamente.

— Espero que homens liguem para isso — Ri baixo e dei um beijo estalado em seu pescoço.

— Boba. Pensei que você realmente queria me mostrar uma roupa nova para Sami.

— Você acha que ela vai gostar de ter um irmão ou irmã?! — Tirei meu rosto de seu pescoço, o olhando.

— Vai sim. — Ele sorria da mesma forma que eu. — Ela pode até ficar com ciúmes no início mas logo ela vai perceber o quão bom é ter um irmão, ou irmã. — Selou nossos lábios mais uma vez.

— Ela ama bebês, aposto que só vai querer andar com ele no colo. — Dei risada e abracei meu namorado novamente.


Notas Finais


Acho que não existe capítulo mais fofo, kkkkk. As súplicas de vocês foram ouvidas e nosso Chris está mais vivo que nunca! HUAHUAHUA espero que estejam curtindo nosso top 10!

Caso queira entrar no grupo, só me chamar: (71) 9 8651 7853.

Xoxo, Fran! 😍❤


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