História One More Night - Capítulo 19


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Categorias Carmilla
Personagens Carmilla, Laura, Personagens Originais
Tags Ação, Carmilla, Comedia, Drama, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Hollstein, Karnstein, Laura, Luta, Magia, Natlise, Negovanman, Orange, Romance, Serie, Vampire, Web, Yuri
Visualizações 55
Palavras 2.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY Creampuffs! Como vcs estão?
Perdon, era pra ter postado no sábado, mas eu teimei de fazer a capa, eu queria muito que vcs pudessem ver Laura e Carmilla como as vejo na minha cabeça enquanto escrevo, e tem um bonus na capa também, uma ruiva que francamente promete muita treta com nossa vampira. Me digam se gostaram da capa depois, ou oq acharam, dei vários berros com a caneta quando ela escapava da minha mão, ou quando despejava mais tinta TT_TT'
Mas agora mais um One More!!!

Capítulo 19 - Chamas sob o luar


Fanfic / Fanfiction One More Night - Capítulo 19 - Chamas sob o luar

 

A claridade não natural aumentava a cada metro rodado pelo caminhão, a estrada beirava o lago com os trilhos os separando, a floresta ladeava a direita, com os altos pinheiros, paus de ferro, arvores sentinelas sarapintadas de sombras e luar, menos carregadas de neve com a trégua do inverno. Terminando a ultima curva do vale a paisagem revelava o fogo da vila dos pescadores na beira do lago congelado.

Kirsch estacionou em qualquer lugar junto dos outros veículos civis, os dois foram correndo para as margens onde a multidão se acotovelava. O único acesso era o píer central, mas este estava frágil com o fogo, mesmo por sobre o gelo era perigoso, a folga do inverno com o calor do incêndio afinavam o chão sem sustentar um homem mesmo que pequeno.

- Tragam lenha! – Gritou o chefe dos bombeiros entre as varias pessoas correndo de um lado a outro sem saber o que fazer. A voz de Danny rugiu no ar comandando os lenhadores presentes.

- Por aqui! Cortem daquela arvore e aquela ali – Apontou para dois fortes troncos de uma madeira que sabia ser usada para construção. Sem questionar os rapazes e homens obedeciam à amazona de poderosas cordas vocais e firmes ordens.

Laura observou tudo de longe ainda na caçamba.

- Vamos indo, vamos ver o que podemos ajudar – Disse a aventureira cobrindo o rosto com o cachecol ao pular para o chão – Vamos? – Laura olhou por sobre o ombro e, estava Carmilla com metade do corpo dentro da cabine pela janela da caçamba – Mas o que? – Admitindo ter ficado a admirar aquela traseira por alguns segundos, ela balançou a cabeça em desaprovação a ela mesma pela distração, andou para a porta do passageiro – Oh! Vamo logo! – Exclamou para a morena com a cabeça enfiada na mochila da amazona – Sério isso? Veio aqui pra roubar?

- Roubar nada, ela que roubou ta – Carmilla puxou um lenço onde depositou todas as moedas e notas que perdera na queda de braço mais justa de sua vida – Opa! Que negócio é esse?! – Rosnou para a mascarada a lhe tomar o embrulho – Devolve!

- Não! Pra começar temos coisas mais importantes do que esse seu lado perdedor horrível, temos de ajuda-los! – A jornalista encarava os olhos da outra com total convicção – Vamos!

- Pode ir se quiser, só vim atrás disso – A vampira tomava o dinheiro de volta num momento de distração da samaritana. Uma explosão seguida dos gritos de todos.

- O tanque de óleo! – Berraram.

Laura correu para a beira do lago onde enxergava as labaredas oriundas do clarão oleoso.

- Caramba que rolo – Dizia Carmilla jogando o embrulho no ar e o agarrando com a outra mão – Melhor ficar, vai virar um bolinho torrado Cupcake.

- Nós temos de ajudar!

- Você me ouviu?

- Pode ter gente presa lá!

- Não, não ouviu...

- Vamos! – A aventureira tocou a correr, parando ao perceber que a outra se mantinha estática lá trás, ainda brincando com o saquinho de dinheiro – Mas o que você ta fazendo? Não vem?

- Não, pra que eu iria? – Perguntou como se a resposta fosse mais que obvia – E é melhor você também não ir.

- O que?! Ta de brincadeira?!

- Não, eu só vim atrás disso aqui – Exibiu o pequeno pacote – Não é da minha conta essa bagunça ai.

- Não é mesmo; é da conta de todos nós, então você tem de ajudar! – De repente toda a ternura tornou-se raiva desse descaso da estranha Carmilla.

- Não sou vocês – Respondeu dando as costas para o desastre.

- Espera ai! – Laura agarrou a mão da vampira que, devolveu um olhar confuso, mas ainda terno para com aqueles olhos castanhos e humanos – Fica, por favor, você tem de ficar comigo e me ajudar...e... – O olhar se tornou mais calmo o corpo da morena amoleceu com o toque - ...e assim eu te devolvo o seu dinheiro! – Riu Laura se afastando com o produto de sua façanha.

- O que? – Carmilla buscou em suas vestes o premio das apostas, mas era tarde e este artefato estava a toda velocidade em direção ao incêndio.

Carmilla certamente gritara um enorme palavrão, mas Laura já havia se distanciado graças a suas fortes pernas resultantes das escapadas noturnas. Ela se virou para buscar sua dupla atrás dela.

- Cuidado ai! – Disse um lenhador, quando a samaritana se virou e meteu a cara no tronco que carregavam, dando uma pirueta no ar.

- Saiam da frente! – Berrava Kirsch com os homens carregando os troncos.

- Aquele ali, puxe pra cá! Vamos amarrar tudo – Comandava Danny junto ao chefe de policia.

- Vamos homens! Amarrem com este, tragam o carro de bombeiros! – Norbert o chefe da policia instruía todos na montagem da jangada que levaria o carro dos bombeiros a ponta da vila dentro do lago, onde o foco do incêndio devastava a estrutura.

A jornalista desviou dos vários homens e cordas a correr de todas as direções, um grupo seguiu para o lago quebrando o gelo fino, outros puxavam a jangada ainda meio solta, Norbert foi para cima do carro de bombeiros e girando a chave circular do tanque – levar água só pesaria mais, usariam as bombas de água no carro para apagar a queimada.

- Pra cá! Vamos ajudem ai gente! – Gritou Danny com os outros lenhadores se juntando a corda puxada por ela. Laura agarrou uma porção do cabo de guerra com a jangada, puxando no ritmo dos truculentos e enormes lenhadores, mas ela ficava quase pendurada na ponta dos pés, eles eram muito maiores, ou ela muito pequena.

Eles bradavam como um exército de hunos em marcha. Por fim a jangada entrou na água. Agora os lenhadores corriam para o gelo abrindo mais caminho com os mineradores, chutavam, batiam picaretas, pás e machados, num insano ritmo desesperado a abrir passagem. A jornalista corria para o gelo, quando se viu a menos de um palmo das costas de Danny a comandar os machados.

- Ai que droga – Por sorte a fala de Laura foi emudecida dos brados da lenhadora. Deu um paço para trás sem tirar os olhos da comandante, mais outro, até se virar e, ver um homem caído de bruços na neve um tanto mais distante do incêndio. Por instinto correu até ele perto dos trilhos – Senhor. O senhor esta bem? – Ela o virou. Ele tremia, estava azul e ensopado, as vestes escurecidas de... – Sangue, o senhor esta muito ferido!

- Eles...foram eles, o trem...foram eles...eles começaram a co...todos...foram eles... – Resfolegou agarrando as mãos de Laura contrastando ainda mais seu tom lúgubre - ...eles vão matar todos, não vão lá... – O homem desfaleceu, um minerador os avistou e carregou o corpo do pescador, ela os deixou seguir o caminho para a ajuda. Mirando a vila, a jornalista encontrou no chão a trilha avermelhada vinda do píer de pesca antes do burgo flamejante.

A aventureira seguiu a trilha, até ver um cano metálico brotando do gelo partido, inclinou-se mais e desceu para a gélida superfície – ser pequena tinha suas vantagens, o gelo lhe suportava, diferente dos outros que afundariam com uma pisada – abaixo do píer encontrou o que parecia ser a alavanca de desvio ferroviário abrolhando da escura água, puxou com força aquele freio, revelando a junção e parte do trilho enrolada na ponta arrebentada.

- Mas o que? – Desacreditada disse a coitada e, pensou no que dissera o homem, não tinha nexo, pois o pânico começou sobre o trem não a vila, mas a vila estava em chamas e um homem disse “eles” e tinha essa alavanca. Todos os imagináveis por quês rodopiavam na mente da jornalista. Com o intragável senso curioso a garota seguiu para a vila, torcendo que o chão não cedesse, escalando as pilastras de sustentação, estava ela no patamar sobre o gelo. Tudo de madeira úmida, escurecida e com cheiro de peixe para todos os lados, cestas e redes embaraçadas, peixes pendurados em varais cruzando as passagens, esbarrou em um monte de arpões fazendo um carnaval digno de trio elétrico de tanta coisa caindo enroscada. A samaritana percebeu o inquietante e aterrador silêncio, teriam todos fugido? Fugido como? Alguns talvez, mas todos?

O vento mudara de direção, a fumaça pairava sobre o lado deserto e ainda por queimar. Laura cobriu o rosto, os olhos ardiam e o cheiro de peixe queimado empurrava o estômago, tentando se aproximar enxergou a claridade e, a sinistra sombra de um homem refratando na fumaça.

- Achei o trem... – Balbuciou ela ao encontrar os vagões do tal trem, metidos na vertical através dos telhados das casas.

Com dificuldade a garota se aproximou com as costas colada a casa de anzóis. O calor aumentou e quando a claridade ardeu em seu rosto, pode ver nitidamente o dono da sombra, era grande, era peludo, e com certeza não era humano. A cauda felpuda dele mexia enquanto a bocarra do animal mastigava os intestinos do maquinista, ele rosnou, quando uma copia dele surgiu e tentou tomar sua comida.

Laura foi andando para trás quando pisou num monte de roupas rasgadas e botas cheias de sangue, entendeu rápido que, se a vissem, suas roupas seriam as próximas jogadas ali e seriam seus intestinos o próximo espaguete entre os dentes do animal. Virou-se e um terceiro monstro a mirava curioso – com a pança inchada parecendo um balão a ponto de estourar – se aproximando dela, ela percebeu o focinho de lobo e feições caninas, mas lhes faltava algo na cabeça.

-Liguem ai! – Gritou a voz de Kirsch, os lobos olharam e um jato d’água atravessou a vila direto na cara do lobo mais próximo dela.

- Kirsch é pra acertar o fogo seu debiloide! – Rosnou Danny.

Os lobos se entre olharam e um uivo ao longe os chamou. Laura encarava uma matilha inteira, havia ao menos mais seis deles ali correndo. Sem aviso algo lhe puxou para dentro da casa de iscas, assustada tentou se livrar.

- Como você é teimosa! – Rosnou Carmilla lhe segurando as mãos.

- Carm! – Laura pulou no pescoço da vampira. Por mais assustada e zangada que estivesse ela a abraçou e, Carmilla pareceu compartilhar da mesma mudança de sentimentos, pois a abraçou de volta.

- Calma, eles já foram – Porém outro uivo irrompeu mais próximo de vila, a vampira inspirou ar – Droga. Vamos! – Carmilla arrastou Laura para a parte sem chamas, mas ao fundo viu um deles – Merda! Por aqui! – A jornalista era arrastada para as chamas.

- Não! Para! Ta muito quente ai – Implorou, era verdade. Encarou a morena raivosa com olhar fixo na fumaça.

O jato de água atravessou o caminho, sem aviso o chão estourou sob seus pés e elas caíram no patamar gelado, varias sombras enormes e grotescas rosnavam e latiam para a vampira. Laura era prensada pelas costas de Carmilla a protegendo. “O que eram aquelas coisas?!” questionava a mente da jornalista, um se aproximava pronto a avançar. Mais uma vez o chão desistia de se manter contra o calor e peso.

- Carmilla! – Berrou Laura, no mesmo instante e uma vez saltava sem entender como, estava no andar da vila com a morena lhe puxando pela mão. O jato de água atravessou seu caminho, na verdade lhe acertou na cabeça tirando a graxa e perdendo o chapéu.

A vampira agarrou a loira tossindo água – coitada – o perigo era iminente.

- Chega Cupcake... – A fala da morena soava triste, como se desistisse entregando os pontos.

-O que?! Não, não vai desistir, vamos sair daqui – Intimou antes de tossir mais água e respirar fumaça.

- Vamos sim, mas vamos ter de nos separar – O tom era desconcertantemente sombrio e, antes que uma resposta ou questão fosse salientada – LAURA!!! – A vampira rugiu aos céus.

- EU! – Respondeu – O que foi isso?

- Nada Cupcake, vai bem ta? – Carmilla puxou o queixo de Laura, deu-lhe um beijinho na bochecha, corando o rosto da loira ensopada.

- Carm...

- Laura! – Gritou uma voz de comando.

- Ah não! Carm! Carmilla?... – Procurou, mas a morena já havia desaparecido.

- Laura! – Chamou a voz de comando seguida dos berros do chefe da policia.

- Danny broo! – Clamou Kirsch apontando a mangueira para o lado errado.

Laura encarou a queimada com as casas se desfazendo, uma a uma se abrindo aos brados da mulher-maravilha “ruiva” com um machado.

- Danny... – Lamentou Laura enfrentando o cenho da ruiva com o machado em mãos - ...oi Danny... – Tentou amaciar a bronca.

- O que você ta fazendo aqui?!

A parede atrás de Laura despencou, a jornalista deu um berro caindo antes de se ver abaixo do arco das pernas de Danny bravamente segurando a parede.

- Anda Laura, sai daqui! – A lenhadora suportava o peso em suas costas. Algumas telhas caiam, mas a amazona aguentava, os joelhos arqueavam e, a parede inclinava. Laura se arrastou para longe, chamou pela amiga; e; a parede chegou ao chão.

- Danny! – A nuvem de fumaça bloqueou a vista da jornalista.

A ruiva saia das chama sem a jaqueta, os ombros um pouco arranhados, pele brilhando com o calor das chamas, duas mechas de cabelo soltas sobre o rosto, a bochecha pintada de fuligem, a camisa xadrez rasgada atada a cintura e, o machado em mãos.

- Vamos Laura – Chamou apoiando o machado nos ombros.

A galega deu um passo e as casas em volta delas desabaram. Danny agarrou o braço de Laura, mas correndo a curtas passadas não daria muito certo, a lenhadora tomou a pequena em seus braços e foi saltando sobre as plataformas que desmoronavam. Kirsch avistou a colega correndo em direção ao carro dos bombeiros, jogou a mangueira na mão de Norbert, chutou dois homens do leme e, o manobrou para o mais próximo possível da vila.

- Vem Broo! – Gritou ele correndo para a beira do barco improvisado sobre os berros de protesto dos outros.

A estrutura da vila piorava a cada segundo, afundando entre placas de gelo derretido Danny corria o Maximo que podia. Mais um salto, só mais um. A lenhadora chamou Kirsch, mas na ultima tabua ela afundou, atirando Laura no amigo.

- Broo!!! – Clamou ele ao pegar Laura nos braços.

- Danny! – Laura fez menção de saltar na água com o lenhador se este não a soltasse.

Outra explosão fez os homens afastarem o carro do desastre. Desesperada a jornalista alvoroçava até ser solta, mas foi por conta da ruiva a subir na jangada.

- O que você fazia lá?! - Questionou. Laura se viu sem respostas, frente ao absurdo que passara e; Carmilla – Laura?

- Volta, ela ta lá! – Sibilou Laura – Anda temos de voltar!

- Quem? Quem esta lá?

- Ela, quero dizer, ela estava, volta logo essa banheira!

- Quem caramba! – Berrou Norbert.

- Carmilla! Ela também tava lá! E tinha uns monstros que... – A afobada Laura foi deixada aos berros de pura ilusão, pois a face de Danny negava qualquer Carmilla, já a parte dos monstros nem precisavam de qualquer comentário.

- Lawrence – Chamou o depoimento da ruiva.

- Carmilla é a amiga imaginária dela – Respondeu a lenhadora tentando se aquecer.

- AH! Eu mereço! – O chefe da policia mudava de cor – Tem mais alguém lá ou não?!

- Não que eu tenha visto.

- O que?! Você se coloca em risco e meus homens pra isso?! Como não tinha ninguém?!

- Tem sim, a Carmilla e os monstros, um monte deles!

- Cale a boca! – Ele cortou a loira – Foi uma idiotice isso, agora vamos entrar, mas com cuidado!

Danny não respondeu fora muito perigoso e estúpido correr atrás de Laura, mas ela faria outra vez.

- Chefe – Chamou um minerador – Se tinha mais alguém, já era... – Eles voltaram o olhar ao guinchar da madeira, a vila afundava inclinando um lado, erguendo o outro e partindo ao meio na descida.

As chamas desapareciam na água turva brilhando a fumaça, a lua cheia iluminava o restante do resgate, o carro atracou voltando para terra, todos olhavam Laura como se ela fosse culpada do incêndio – uma louca. Na cabine do caminhão, Kirsch dirigindo e elogiando a coragem da colega, a loira no meio sentindo o corpo da lenhadora tremer de frio mesmo com o cobertor. Ignorando o monologo do motorista, a loira entrou no cobertor e abraçou a ruiva que a recebeu torneando suas costas.

- O-bri-obri-gaga-da – Danny bateu os dentes. Laura não parava de pensar em Carmilla, mas daquele ponto só podia torcer pelo melhor.


Notas Finais


AHHH!!!! Me digam o que acharam, queria muito que vcs vissem a Danny, as chamas e a ruiva lá, a cena dela com o tema da "Mulher maravilha" isso mesmo, ou o Sexy and I Know It do LMFAO kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ai meu Deus, eu rindo sozinha. Espero que tenham gostado, obrigada por chegar até aki e até o próximo ONE MORE NIGHT!
PS.: Perdão as piadas


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