História One night - OneShot (Yoonmin) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Gangster, Gangue, Jimin!botton, One-shot, Yoongi!top, Yoonmin
Visualizações 376
Palavras 4.102
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí? Firmeza?
Eu sou a YG prazer
Essa é minha primeira coisa/fic postada. É so uma OneShot básica, mais voltada para um lemon que eu gostaria de ler em algum lugar e simplesmente não encontro T-T
Triste mais é a realidade.
Não sei se vou levar ela adiante, então talvez eu vá tentar criar algo a mais para ela. Só isso mesmo, valeu.
Ah, essa fic contém cenas de estrupo, cenas explícitas e palavras de baixo calão. Se não gosta, não leia.
Não sei como funcionam as regras do Spirit, mas tudo bem de houver uma exclusão de fic, fiz o possível para não 'romantizar' mas né....


Anyway
Boa leitura, divulgue sua opinião para que eu possa saber!
Erros ortográficos? Me pergunte!
Falta de coerência? Me avise!

Capítulo 1 - Capítulo Único


O beco escuro e sujo era o portal secreto para a diversão de Jimin. Mesmo que não houvesse entrado nele a um bom tempo durante os últimos meses da faculdade, finalmente resolvera que precisava esfriar a cabeça.

E foi com esse pensamento que ele foi até Daegu. Duas horas de viagem para uma noite em um beco, realmente ele estava precisando daquele local.

O beco nada mais era um pedaço das ilegalidades de Daegu, uma mais fácil de se achar, se comparado ao verdadeiro submundo do lugar.

Lá havia um prédio de três andares com as paredes cimentadas e tingidas de preto por causa do incêndio, janelas haviam sido tampadas com madeiras de tamanhos diferentes desleixadamente e do lado de fora do mesmo, drogas eram vendidas e comercializadas como se estivessem vendendo garrafas de água em um dia quente.

Jimin havia pago um hotel pelas localidades e deixara as suas coisas no mesmo, levando apenas 40 mil wons para não exagerar consigo, já que provavelmente ficaria bêbado e poderia ser facilmente roubado.

Começou a andar pelo caminho que tão conhecia nas ruas movimentadas, vendo as pessoas com pressa passarem por si enquanto motos e carros disputavam espaço na rua, invadindo, de vez em quando, a calçada.

A caminhada se perdurou por um longo tempo e logo Jimin vagueava por ruas com postes queimados e muito mais estreitas e silenciosas.

Os pensamentos do ruivo iam e voltavam para dois meses atrás quando fora ao prédio abandonado, se lembrando da balada subterrânea que havia sido improvisada e TaeYeon, a garota com que conseguira uma boa transa.

Um sorriso de antecipação surgiu em seu rosto quando viu um símbolo de referência, a placa pichada de vermelho escrito 'Danger’ em letras garrafais.

Seguiu a esquerda em um outro beco e agora estava completamente atento a sua volta.

O beco estava diferente da última vez que viera ao local.

Normalmente nesses corredores eram encontrados pessoas se agarrando ou fumando, vomitando ou simplesmente vendendo coisas ilegais. Mas ao contrário disso ela estava silenciosa e morta, havia sangue nas paredes e logo Jimin começou a perceber que havia palmas sangrentas marcadas na paredes de tijolos, que um dia foram avermelhados, mas agora tinham uma coloração cinza e suja de manchas pretas.

Jimin começou a questionar se realmente continuara tudo como antigamente quando havia poucos passos para adentrar o prédio de paredes pretas e madeiras velhas na frente das janelas.

Deu alguns passos e parou observando em volta.

O lugar que antes fedia a cigarro, drogas, bebidas, urina e vômito estava vazio e silencioso, o único cheiro que se desprendia das paredes era de algo podre. Pelo chão havia manchas escuras e melequentas, que, assim que foram tocadas pelas botas de Jimin, se espalhava lentamente por ser viscoso e uma careta de nojo surgiu por parte de Jimin.

Que merda aconteceu aqui?

Será que foi a polícia?

Jimin suspirou e se contentou em voltar ao seu apartamento quando um barulho de algo sendo arrastado, passos e vozes eram ouvidos.

Congelou no local, pensara em se esconder mas sabia que era lento demais para qualquer coisa e sua curiosidade insistia em dizer que provavelmente eram as pessoas que mantiveram o bar da boate subterrânea em funcionamento que estavam chegando.

Por isso ele se contentou em colocar as mãos nos bolsos e aguardar olhando para o beco qual havia chegado.

O barulho de algo sendo arrastado se aproximava cada vez mais pelo beco escuro e logo três corpos e um saco preto podiam ser distinguidos saindo do beco, risadas foram ouvidas e Jimin pode se sentir arrepiar ao escutar uma delas, pausada e rouca ecoando baixo pelo local junto com o barulho de saco sendo arrastado.

Do beco escuro saíram os três homens que Jimin identificara, dois deles carregavam um enorme saco preto e Jimin lembrara de sua mãe o avisando do homem do saco a muito tempo atrás quando ainda era pequeno e tinha medo de escuro.

Trincou os dentes.

– Vocês são os que abrem o local para as pessoas que frequentam? – Perguntou cuspindo brevemente no chão.

As vozes cessaram e uma sombra mais baixa do que as outras surgiu em um local iluminado onde um poste fazia um barulho baixo se esforçando a se manter em funcionamento.

Cabelos com uma mistura de fios brancos e loiros surgiram das sombras, de homem sério vestido em um sobretudo preto e calças rasgadas, em seus pés enormes coturnos pretos que iam até metade das panturrilhas pisavam sem um pingo de nojo pela camada viscosa do chão.

– Quem é você? – O sotaque de Daegu se misturava em palavras arrastadas e simplórias. Questionando não o seu nome, mas porque estava ali.

– Só vim para curtir a boate subterrânea cara. – Jimin se esforçou para deixar o seu Satoori guardado dentro de seus lábios, mesmo assim o de cabelos brancos posicionou a mão esquerda dentro do enorme sobretudo.

– Quem. É. Você. – Ditou pausadamente, seu tom de voz não sairia mais questionador, parecia afirmar ou dar algum tipo de ordem.

– J.P. – Dissera as iniciais de seu nome, pois era a primeira coisa que viera à mente.

O garoto a sua frente levantou a mão direita, sem tirar a esquerda de dentro do sobretudo.

Logo passos foram ouvidos e dois corpos altos surgiram atrás do garoto. Ambos de alturas semelhantes e rostos juvenis.

– Revistem-no.

Com passos vagarosos os dois atrás do garoto se aproximaram e seguraram cada um no braço de Jimin, que, apesar de tremer insistia em manter o olhar calmo como se não se importasse.

As mãos passearam pelo corpo do mais baixo e em seguida eles se afastaram com a carteira de Jimin em mãos. Havia apenas os 40 mil wons e um cartão de táxi.

– Sem documentos. – Uma voz grossa foi ouvida e empurraram Jimin para o rapaz de cabelos loiros.

Um sorrisinho surgiu nos lábios finos antes dele seguir para um local mais escuro e um rangido ser ouvido.

Levaram Jimin para dentro do local.

Lá, diferente do lado de fora,estava organizado e não havia cheiro de podridão ou qualquer outra coisa.

– Agust D. – O de cabelos brancos pronunciou. – Meu nome é Agust D.

O moreno assentiu brevemente não se incomodando muito com os punhos que seguravam seus braços. Vendo o tal Agust D sentar-se confortavelmente de pernas abertas em uma poltrona de couro marrom.

Os dois garotos jogaram Jimin no sofá em frente a poltrona de Agust D e saíram pela porta em seguida.

Jimin reconheceu o local, apesar de estar organizado e não entupido de drogados e bêbados.

– A quanto tempo não vem aqui? – Agust perguntou batendo levemente os dedos no braço da poltrona.

– Cerca de… uns dois meses.– Murmurou incerto passando os dedos pelos fios escuros em sua cabeça. – O que aconteceu com esse lugar?

– Eu limpei e trouxe minha gangue. – Respondeu simplista e um barulho de porta sendo aberta surgiu. – Coloca o B-Free no cabide, eu já estarei indo. – Falou para os garotos que abriram a porta.

Então os dois puxaram o saco para uma porta nos fundos deixando um rastro de sangue pelo tapete felpudo que havia perto da porta.

Jimin se contentava em abrir a boca e começar a olhar em volta com atenção percebendo uma sniper pendurada na parede próxima de uma escopeta. Em cima da mesinha de centro do lugar havia uma fruteira com granadas e uma foto em um retrato de seis garotos ao lado.

– E-Espera… – A voz de Jimin falhou e ele pigarreou para recuperar sua postura. – Estou em um núcleo de gangue.

A visão do homem do saco retornou a sua mente e alguns gritos foram escutados o fazendo lembrar que havia acabado de ser arrastado um corpo ali dentro.

Suas mãos começaram a tremer e Jimin se levantou de supetão.

– E-Eu sou só um universitário querendo ir a uma boate… m-me desculpe por invadir eu só… – Se atrapalhava nas próprias palavras, ficando cada vez mais nervoso ao lembrar estar sem documentos e celular, tirando qualquer forma de escapatória. Se sentia como uma mosca que voa na direção da teia da aranha.

A risada rouca e pausada surgiu novamente, agora mais baixa e acompanhada de um sorriso gengival.

– Você está muito fodido. – Afirmou abrindo um pouco mais as próprias pernas. – Venha até mim. Agora.

Jimin, de pé, olhou para a porta atrás de si, se preparando para correr e fugir por aquela porta, quando um latido alto foi ouvido pelo mesmo.

– Desculpe atrapalhar a sua janta Suga. – Uma homem de lábios carnudos surgiu, vestido em um avental rosa e segurando duas correntes, mais grossas que o braço do moreno, presas a coleira de dois Rottweilers.

Os animais pularam em cima do estofado, quase destroçando a cabeça de Jimin, que correu rápido o suficiente para sobreviver, parando de costas a Agust D.

Perigosamente perto.

O de avental rosa apenas assobiou e os cachorros voltaram e pararam ao seu lado rosnando para o corpo trêmulo do garoto.

– Suga, irei soltá-los agora e depois lhe deixarei em paz. – Anunciou tornando a puxar as correntes para a direção da porta. Abriu a mesma e tirou as coleiras dos cães abraçando cada um deles e deu leves batidinhas em suas costelas como se incentivasse os mesmos a sair. – Pronto. – Virou-se e seguiu em direção a porta dos fundos novamente.

Jimin estava paralisado e agora percebera que realmente não havia escapatória. Fitou novamente a porta que dava em direção a saída.

Morrer dentro e rápido? Ou com dor e devagar?

– Se sair, os cães irão destroçá-lo. Irei lhe dar a última chance. – O pulso de Jimin fora puxado e o mesmo se viu em frente a um Agust D de pernas confortavelmente abertas e com um sorriso cínico nos lábios. – Pode escolher entre morrer, a sentar exatamente aqui. – Apontou para seu colo, em uma região específica.

O garoto engoliu em seco.

– Eu posso ir embora em seguida? – Já sabia o que viria a acontecer e esperava um não. Mas o outro apenas bateu no próprio colo.

Agust D sabia perfeitamente como funcionava as coisas. Não precisava aumentar tom de voz ou simplesmente ameaçar. Ao dizer a palavra 'gangue’ seja para qualquer um que caía na teia dele, as pessoas automaticamente se davam por vencidas.

Jimin suspirou e olhou novamente para a porta antes de lembrar que tinha uma faculdade, mãe e uma vida para seguir.

Posso apenas fingir que isso foi uma transa na boate.

Dissera isso a si mesmo antes de suspirar descompassado e sentir cada músculo do seu corpo tremer ao sentar no colo do garoto a sua frente, este que fechou levemente as pernas para que pudesse encaixar o de cabelos escuros melhor no próprio colo.

Jimin não sabia para onde olhar, alternava a visão entre a escopeta e a sniper penduradas na parede atrás da poltrona, mas sentia o olhar vibrante do outro em seu rosto.

Agust deu uma risadinha zombeteira antes de segurar as costas do Park e puxá-lo para mais perto, aproximando sua cabeça do pescoço alvo e amorenado. Colocou seu nariz ali e respirou, sentindo com profundidade o cheiro daquele corpo novo para si, em seguida deslizou a mesma ponta gelada, indo de trás da orelha até a clavícula, lentamente.

As mãos também não ficaram paradas, desciam e subiam dos ombros até o cóccix, até finalmente deslizarem pelas nádegas do Park e apertá-las de forma fraca, fazendo com que o corpo em cima de si se movesse de forma vagarosa, rebolando por cima de sua intimidade ainda coberta, o que resultava em Jimin sentindo perfeitamente o formato do órgão abaixo de si.

Jimin estava completamente trêmulo e assustado, a sensação era estranha, horrível. E isso nada tinha a ver por transar com um homem, mais simplesmente por estar sendo ameaçado de morte para aquilo. 

Os movimentos continuaram e as mãos de Agust seguraram com mais firmeza sobre a calça jeans e conduziu o corpo do maior a levantar e sentar com um pouco de impulso no próprio colo.

O de cabelos brancos havia sentido aquele típico prazer em seu ventre e apalpou as nádegas com força, subiu a cabeça até a orelha de J.P. - vulgo Jimin - e deslizou a mão esquerda para a nuca do outro segurando os fios escuros da mesma.

– Tire minha roupa. – A voz parecia mais grossa e, incrivelmente, mais lenta e rouca.

Jimin, com as mãos tremendo e nervoso demais para qualquer coisa, como se negar a algo, simplesmente acatara as ordens.

Empurrara o sobretudo dos ombros de Agust D e começara a desabotoar a camisa social preta que era usada por baixo. Seus dedos tremiam muito e por isso fazer aquilo levara um tempo anormal.

Quando removera ambas blusas de mangas longas pode ver a pele pálida e em seguida a ereção que ficava mais evidente, já que não havia casaco ou camisa para cobri-la. Jimin viu também a arma na cintura do mesmo.

Agust D removeu a arma do cós da calça preta e puxou uma faquinha de ouro de dentro da calça, logo após retirar os metais, colocou ambos na mesinha ao lado da poltrona, perto das granadas.

– Tire todas as suas roupas. – Sussurrou no ouvido do moreno, que levantou e sentindo o olhar frio o observar enquanto tirava primeiro a jaqueta de couro verde e depois a regata que usava.

Agust D soltara um murmúrio qualquer que Jimin não escutara corretamente e em seguida se contentou em remover a calça e a cueca ao mesmo tempo que tirava os sapatos dos pés, ficando apenas de meias pretas.

O olhar do outro na poltrona se fixava por toda a sua pele e em seguida o mesmo colocara a mão na barra da calça desafivelando o cinto e abrindo o botão da calça.

– Seu nome. – Murmurou quando abaixou o zíper. – O verdadeiro. – O olhar frio pousou sobre si e Jimin engoliu em seco. – Irá ter um pau grande e grosso enfiado no seu cu, dizer a porra do nome não vai mudar a dignidade de ninguém aqui. – A voz soara autoritária e embolada, mesmo que rouca e incrivelmente calma.

– Jimin. – Dissera abraçando a si mesmo, o frio o alcançara e ele estava nu, exceto pela meia em seus pés.

– Eu tenho gostos peculiares Jimin. Então, independente do que você achar bom ou ruim eu quero ouvir você gemer, alto e em bom som. – Se virou novamente com os olhos frios direcionados a Jimin. – Entendeu?

Jimin engoliu em seco e assentiu sentindo uma vontade imensa de chorar.

Com um aceno de mão, agora retornara ao colo de Agust D, que o ajeitara bem em cima da calça aberta, puxando um membro levemente inchado e ainda coberto pelo prepúcio.

O gângster o colocou em cima do próprio membro empurrando a cintura de Jimin contra a sua, provocando a fricção da intimidade de ambos. 

O de cabelos brancos sentia prazer apesar de seu escroto ainda estar coberto pela calça apertada e sendo espremido pela roupa e corpo de Jimin.

Com divertimento no rosto pegara uma faixa que estava no braço da poltrona e a colocara sob os olhos do mais novo que já estavam molhados pelas lágrimas de frustração e medo.

Agust D mentiria se dissesse que não estava acostumado com esse tipo de reação.

– Yoongi. – A voz rouca agora ressoava ao ouvido de Jimin. – Quero que grite esse nome enquanto estou fodendo você.

Jimin assentira e logo após Agust D, ou Yoongi, passava os dedos pelas costas lisas e pouco amorenadas enquanto sua boca mordia a orelha que antes sussurrava. A língua dele passeara por aquela região específica descendo do pescoço e indo até a clavícula, onde mordeu e chupou em seguida vendo a marca vermelha ali. As mãos finas, enquanto isso, subiam e desciam nas costas de Jimin até finalmente apalparem a bunda rechonchuda com vontade e instintivamente Jimin soltara um gemido rouco.

Yoongi prosseguia com o contato na bunda do moreno levantando-a brevemente fazendo a mesma roçar em seu membro de forma que o prepúcio saísse quase que automaticamente após um tempo com os mesmos movimentos.

Jimin sentiu um arrepio passar pelas suas costas e não acreditara que realmente estava excitado.

– Eu não estou escutando seus gemidos Jiminnie. – Falou um apelido aleatório pausadamente e em seguida Jimin deixou sair por sua garganta um gemido rouco ao sentir novamente o membro - especificamente a glande - passando por sua bunda e em seguida roçando em sua própria intimidade até alcançar os testículos. A fricção entre membros deixara o moreno sem ar e raciocínio.

Jimin levantou a cabeça em um gemido rouco, praticamente mudo, surgiu e ao fazer esse movimento pode sentir uma das mãos finas segurarem em seus cabelos da nuca e puxarem com força.

– Meu nome. – Ditou autoritário mordendo o pescoço com força que fez Jimin soltar um grito com a dor.

– Yoongi… – Sussurrou assim que os lábios se afastaram brevemente antes de sentir mordidas descendo pelo seu peitoral e um chupão ao lado do umbigo. E em seguida uma mordida, forte e gostosa.

Seu membro latejou e esquecera-se momentaneamente que tinha que fugir.

Yoongi puxou a mão de Jimin de seus ombros, colocando-as em cima do próprio membro.

Jimin entendera e lentamente estimulava aquele membro que ficava cada vez mais inchado e maior, empurrando, consequentemente, cada vez mais o prepúcio, liberando a glande rosada que soltava o líquido viscoso.

Yoongi estava mordendo o seu pescoço enquanto apalpava aquela bunda em suas mãos, fincando as unhas finas no local.

– Levante. – Yoongi falou com a voz falha, mesmo que ainda segurasse fortemente a bunda do outro.

Jimin forçou seu corpo a se levantar sentindo alívio e vergonha, com os olhos vendados não sabia nada do que estava acontecendo, mas tinha noção que agora estava excitado e um cheiro de sêmen preenchia o ar que respirava.

Escutou um barulho de gaveta abrindo e algo sendo destampado.

Mãos finas agarraram sua cintura com força e foi forçado a grudar suas costas ao peitoral de Yoongi, que havia abaixado as calças até o joelho e agora forçava seu próprio membro contra as nádegas do outro enquanto os testículos de ambos também eram friccionados, sem realmente adentrar o corpo alheio.

Jimin foi forçado contra a poltrona de couro marrom e acabou por cair de joelhos no chão enquanto sua cabeça estava afundada no tecido. Sentiu as unhas finas percorrerem de seu pescoço até a bunda provocando um arrepio e um gemido fraco.

Yoongi jogou desleixadamente o lubrificante que tinha cheiro de baunilha cair nas nádegas de Jimin, escorregando pela pele amorenada até o meio da bunda e sumindo por ali.

Em Jimin, aquele lubrificante deixava a pele mais sensível a toques e uma quentura anormal o subira por toda a região traseira.

O lubrificante foi despejado igualmente no membro grosso e molhado de Yoongi e logo em seguida o colocou brevemente naquela entrada, apertando nas nádegas enquanto as separava e roçava o membro por toda aquela extensão do começo da bunda - demorando-se um pouco mais na entrada, simulando uma penetração - até o escroto, espalhando o lubrificante com a própria glande que deixava Jimin, cada vez mais, estranhamente quente.

– Yoongi… – Murmurou completamente alheio às próprias palavras. Sentia o corpo queimando junto a tortura de ter o membro, que tinha a glande quente e macia, tocando aquela área específica.

Yoongi apertou as nádegas e as separou mais colocando o seu membro na entrada rosa e melecada de lubrificante.

O membro deslizou por aquela entrada quente.

Jimin arfara surpreso, a quentura aumentava ao mesmo tempo que tinha a sensação de algo intruso estar ali.

As coxas internas do garoto foram apertadas e o membro entrou por completo, latejando e com as veias saltadas.

Jimin sentia um líquido dentro de si e a quentura dava certo alívio ao sentir aquilo escorrendo e molhando seu interior.

Yoongi empurrou o corpo de Jimin um pouco para longe, puxando-o de volta a si em seguida, estocando uma única vez, com força e bem fundo.

– Não vai falar nada? – Ofegou Yoongi, antes de puxar os cabelos escuros ao dar impulso e chocar os corpos novamente com força sentindo o escroto bater nos pelos pubianos do outro.

Aquilo era incrivelmente gostoso, por isso Yoongi apelidara carinhosamente de janta.

Jimin murmurou o nome do de cabelos brancos baixinho e logo sua cabeça voltou de encontro ao estofado.

A venda fora retirada e Yoongi ordenara novamente para que se levantasse.

Com as pernas bambas se levantou e olhou em volta. Ao lado da poltrona, em cima do sofá de duas pessoas, pode ver o de cabelos brancos sem as calças, cueca e qualquer outra peça, sentado normalmente se apoiando nos próprios cotovelos. As pernas abertas e o olhar tão frio quanto o inverno.

– Sente. – Fez um sinal com a cabeça para o membro, que tocava a barriga do branquelo. A glande rosada jorrava um líquido branco e viscoso misturando-se a fina camada de lubrificante.

Jimin sentiu as pernas fraquejarem, mesmo assim seguiu até o outro e se sentara exatamente em cima da glande, vagarosamente. Mas Yoongi estava com pressa e suas mãos foram até a cintura de Jimin forçando-o a se sentar de uma vez.

Um gemido rouco saira da garganta de ambos e Yoongi novamente segurava nas nádegas fartas com força.

– Cavalgue.

Palavras simples, ordens ditadas e calculadas.

Aquilo era muito... excitante.

Jimin se moveu lentamente, soltando alguns gemidos.

Mas abaixo de si, Yoongi mudara o ritmo. Rápido e fundo.

Era assim que Yoongi gostava e ressaltava, a cada segundo.

Logo nem mesmo Jimin aguentara o ritmo devagar. E quando Yoongi voltara a morder com força seu pescoço ele aumentou a velocidade.

Um barulho estalado era audível a cada vez que os testículos se chocavam e um dedo intruso fora forçado junto com o membro fazendo Jimin arfar e aumentar a velocidade a cada segundo.

O suor se desprendia de ambas as peles, fazendo aquele barulho estalado aumentar, seguido do barulho de uma mola do sofá que rangia com cada vez que Jimin descia por cima daquele membro com mais força do que antes.

Yoongi não beijara o de cabelos escuros em nenhum momento, mas se irritou ao não ouvir os gritos que queria.

Reclamou novamente, dessa vez pegando a faquinha na mesinha de centro a passando a mesma com a parte que não cortava no membro alheio. Cessando os movimentos e olhando para Jimin, que suspirava igual um maníaco - não só pelo esforço, como também por sentir aquilo gelado passando por seu membro.

E entendeu o recado.

Então o nome começara a se espalhar pelo local, em gemidos altos e bem compreendidos.

O de cabelos brancos resmungava rouco no meio de suas frases sujas de como aquilo estava - em suas palavras - gostoso pra porra, enquanto ficara beijando, lambendo e mordendo o pescoço alvo com força.

– Essa sua bunda é tão gostosa, Jiminnie… – Soltou, quando o de cabelos escuros rebolara em um movimento circular, o que consequentemente fez o gângster remover as mãos das costas do outro e segurar nas nádegas fartas do outro de mão cheia, afastando mais as mesmas para uma estocada mais funda com direito a fricção deliciosa de testículos.

Um gemido nada másculo saiu da garganta de ambos e Jimin se esquecera que estava sendo forçado a fazer aquilo.

Isso é delicioso Yoongi… – Admitiu e logo Yoongi agarrou as suas coxas forçando aquele mesmo movimento anterior, agora mais fundo e rápido. – Oh…

Ambos estavam impacientes para um alívio, procurando irem mais rápido, mais fundo. Tanto que a tal ponto o de cabelos brancos se irritou com a posição e durante uma estocada ou rebolada impaciente, levantara o corpo pesado grudado ao seu e posicionou no tapete felpudo.

O de cabelos escuros gemia sempre que podia, pois o máximo que conseguia naquele momento era ficar mudo enquanto seus olhos lacrimejavam a cada estocada mais funda.

No chão, Yoongi conseguia ditar o seu ritmo apavorado por alívio e prazer. Logo as pernas de Jimin se abriram instantaneamente em busca de mais daquela sensação boa que ele sentia a cada saída completa e estocada funda do membro do outro, em busca te ter aquele tesão maravilhoso maior em sua pele. Gemer aquele nome, nunca pronunciado por si próprio era algo automático agora - era mais fácil o nome do que gemer demais a cada estocada que o deixava sem voz.

Em um desespero por alívio Jimin circundou as pernas flexionadas na cintura de Yoongi, de tal forma que a base de seu membro batia com fervor na barriga alheia e os testículos alheios batessem no final da sua bunda com um barulho sistemático.

Cerca de vinte minutos depois Yoongi soltara o líquido viscoso na entrada rosa. Somente para poder empurrar Jimin contra o chão e rapidamente se abaixar ao orifício e lamber aquela área cheia de seu próprio gozo, provocando um gemido rouco no moreno que havia se aliviado daquele tesão sufocante a uns cinco minutos atrás.

Lentamente Yoongi se levantou e colocou a cueca e o sobretudo, abotoando rapidamente o mesmo, sem vestir nada mais por baixo.

– Agora… – Respirou profundamente abotoando um dos últimos botões. A respiração descompassava ao falar pelo esforço anterior. – Você pode ir. – Sorriu cínico e pigarreou para consertar a voz extremamente rouca, saindo do lugar em seguida.

Jimin escutou vagamente ele dizendo que iria prender seus Rottweilers para que ele fosse embora, antes de fechar os olhos e dormir no tapete felpudo.


Notas Finais


Pronto galera, é isso aí.
Caso tenha gostado, passa nesse link aqui e veja a continuação

https://spiritfanfics.com/historia/lost-memories-9259673

Não se esquece de favoritar caso tenha gostado.

Me avise de qualquer coisa errada na estória, falta de coerência, erros ortográficos ou qualquer outra coisa.


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