História One Night - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Maite Perroni
Personagens Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Fifth Harmony, Maite Perroni, Mally, Romance
Exibições 31
Palavras 2.822
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Holaaa.
Essa é apenas uma one que eu fiz faz um tempinho então se tiver erro como o da capa (kkkkkk), por favor, ignorem!
Espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction One Night - Capítulo 1 - Capítulo Único

En lo cuarto:

POV MAITE 

Eu e a Ally éramos amigas faz um bom tempo, nossas famílias haviam se conhecido numa mudança que a Ally fez para o México. Ela se mudou para a casa ao lado a minha e assim, sua mãe veio nos dar as boas vindas e nos conhecer melhor. A mãe dela combinou que Ally viria á minha casa para que eu á ajudasse a conhecer a cidade ou pelos menos, nosso bairro. Combinamos dela bater na minha porta ás 6hrs da tarde, era meio tarde, mas era bom pois o sol já estava querendo se pôr. Assim o fez, faltando 10 minutos para as seis, ela bateu na porta. Saímos pela cidade e fomos conhecer algumas coisas: pontos turísticos, lojas, restaurantes e até apresentei pra ela alguns tacos apimentados. Não vou mentir, ela ficava linda fazendo careta. Ela me contou coisas demais, quase tudo sobre a sua vida mas eu não me cansava de ouvir, não consigo entender como ela me deixou tão boba assim em menos de um dia. Ficamos dando uma volta pela cidade até dar a hora de ir embora.  Passaram algumas semanas e eu e Ally ficávamos mais próximas a cada dia que se passava: chegamos á quase nos beijar algumas vezes e eu comecei a perceber que a pequena nem era tão santa quanto eu imaginava.

Tiramos um dia pra ir pra minha casa, assistir serie e fazer coisas como qualquer pessoa que tem preguiça de sair de casa. Estava tudo ocorrendo bem até quando eu fui fechar a porta da sala, e senti um corpo quente atrás de mim e logo me paralisei.

- Ally? – falei meio apreensiva

- Estou aqui – ela sussurrou no meu ouvido, o que me arrepiou dos pés até o ultimo fio de cabelo da cabeça. – Que tal a gente ir pro seu quarto? – ela não parava de sussurrar.

- M-mas pra quê? – me virei pra ela e prendi a ar quando senti sua respiração tocar meu rosto, seus lábios quase tocavam os meus.

- Ah, pra a gente brincar um pouquinho – ela sorria como se uma idéia perturbasse sua cabeça.

- Ta bom, claro – sorri pra ela e senti as mãos dela pegarem minha cintura de um jeito que nem eu sabia explicar. Criou coragem e avançou nos meus lábios com vontade, eu me assustei no primeiro segundo mas logo retribui. A pequena tinha uma força na língua que me fazia pensar coisas impuras.

- Não consegui agüentar,vamos logo vai – ela sussurrou meio manhosa, virou de costas e esfregou a bunda em mim, sarrando ela numa parte que me fez deixar minha calcinha num estado deplorável. Pegou minha mão e a puxou me levando pro quarto.

Entramos no quarto o mais rápido possível e com os lábios colados como se ninguém conseguisse separar. Minha língua revirava a boca da pequena toda e brincava com a língua dela dentro da minha boca, a chupava e mordiscava com um desejo insaciável. A deixei de frente para mim e na frente da cama, fui tirando sua roupa aos poucos para ver cada parte daquele corpo tão pequeno.

- Eu consigo sentir seu calor daqui. – sussurrei em seu ouvido subindo a blusa da mesma e ela apenas sorrio do jeito sapeca de sempre

- Quando sorri assim, consigo vê toda sua safadeza  – sorri sapeca e ela apenas rio de leve... Ahhh aquele sorriso, ela ainda vai acabar comigo

Tirei sua blusa e mirei o sutiã vermelho e rendado. Ele segurava seus peitos com tanto aperto, que tive que me segurar para não pular em cima dos seios fartos dela.

- Você gosta do que vê? – ela sussurrou quando percebeu que eu quase babava, eu ri meio sem jeito e molhei meus lábios ressecados

- Devo admitir que eles me dão água na boca – sorrio a olhando e abri o short da mesma e deixei cair no chão, onde ela o pegou e jogou em qualquer lugar do quarto (não vou mentir, eu nem vi o short caindo, ela daquele jeito na minha frente, me arrancava toda atenção do que estava em volta).

Avancei em seus lábios num beijo desesperado e a mesma correspondeu da mesma forma.  A boca dela estava mais quente que o normal e suas mãos vagavam desde minhas costas até apertarem minha bunda. Eu pulei quando senti a pressão daquelas mãozinhas pesadas. Respirei fundo quando senti que a mão dela já brincava os dedos dentro da minha calcinha, segurei sua mão e ela me olhou sem entender.

- Com calma – sorri esperta. – Não vá achando que vai comandar tudo

Ela sorriu como se já entendesse tudo. – Ah não? Então me mostre o que preparou de diferente pra hoje

Apenas e joguei na cama e ela sorria me olhando com os olhos já quentes de desejo. Ela mirava meus peitos como se estivesse faminta. Virei de costas e abri o botão do short, me abaixei aos poucos tirando o mesmo e empinando a bunda, sabia que ela não resistia a uma boa bunda.

- Filha da puta – ouvi ela sussurrar e senti seus olhos na minha bunda, ri e fui até a porta do banheiro. – Ei, pra onde você acha que vai? – ela quase gritou, talvez por desejo

- Calma baby, vou me trocar, não precisa desse desespero – ri a olhando e entrei no banheiro. Depois de alguns minutos (tentando dar um jeito naquele cabelo), eu sai do banheiro e me encostei na porta do banheiro. Ela estava como sempre: me esperava na cama me olhando e com medo do que eu poderia fazer dessa vez. Caminhei até a frente da cama e enrolei alguns fios de cabelo.

- Por que está com isso? – falou olhando o sobretudo da cor bege que cobria quase meu corpo todo.

- Acho que é pra esconder... – mordi o canto do lábio e desfiz o amarro do sobretudo, deixei cair dos meus ombros e o mesmo caiu no chão revelando uma lingerie preta rendada. Sorri quando vi sua expressão surpresa.

- Dios mio, mi amor – ela molhou os lábios me olhando dos pés á cabeça.

Eu a olhei e a chamei com o dedo e mordendo o lábio inferior, a pequena apenas assentiu com a cabeça e se sentou na cama de frente pro meu corpo. Ela me olhava como um animal olha para a presa, o desejo dela quase chegava a ser palpável . Passei a mão pelo seu cabelo acariciando de leve e liguei “body say” no pill+ (procura no Google) e molhei meus lábios a olhando, depositei um beijo leve em seus lábios e virei de costas mostrando a calcinha que já deixava minha bunda quase toda á mostra. Logo senti a mãozinha quente passar na minha bunda e dei um tapinha estalado na mesma.

- Sem tocar – ergui a sobrancelha e a vi suspirar reprovando a idéia de não poder tocar meu corpo.

Ali mesmo comecei a rebolar: mãos no cabelo, descendo pelo pescoço e passando pelo vão dos peitos, descendo pela barriga até a cintura, passando as mesmas pela  bunda, me virei de frente pra ela a vi mirar meu sexo faminta.

- You can touch me with slow hands , Speed it up, baby, make me sweat – sussurrei cantando no ouvido da mesma e a vi fechar os olhos. Talvez se controlando pra não pular nos meus peitos que já estavam quase na sua boca.

- Não faz assim comigo, baby – ela sussurrou no meu ouvido, assim como fiz com ela, ela sabia que era meu ponto fraco, mas eu não iria me render assim.

- Yo quiero tuas manos en mi, solo esto – sussurrei novamente e ela suspirou fundo como um pedido de socorro.

Ali eu continuei dançando, esfreguei algumas partes do meu corpo no corpo pequeno. Sarrei a bunda nela algumas vezes e ela só suspirava e não tirava os olhos de mim. Depois de algumas torturas, parei na frente da mesma e a apoiei com as mãos na cama pra que me olhasse melhor. Sentei no seu colo, quase em cima do sexo e ela deixou escapar um gemido. Ah, aquele gemido, o mais manhoso e mais puto possível, parecia musica pros meus ouvidos, era o melhor som que eu poderia ouvir naquele momento e pra sempre. Segurei a nuca da pequena, colei meu corpo no dela e comecei a rebolar devagar, em alguns momentos, mordi meus lábios e os dela, ela só sorria pra mim de volta com a cara de vadia como sempre. Não tirou as mãos da cama por um segundo, ela sabia que o castigo seria pior se me tocasse, mas quase acabou fazendo isso quando rebolei com mais precisão e chupei seu lábio inferior.

- Pode tocar – sussurrei e abri o fecho no sutiã que por sorte, era na frente, deu a ela a visão perfeita dos meus peitos. Tirei o mesmo e joguei em qualquer lugar. – Gosta do que vê?

- Amo o que eu vejo – ela sussurrou de volta e beijou meu pescoço dando chupões e mordidas, aquilo com certeza deixou marcas. Passei as mãos nos meus peitos e olhei a pequena, senti rapidamente seu sexo tremer quando juntei os dois com as mãos.

- Pode fazer o que quiser com eles agora – falei antes que ela me jogasse na cama de uma vez, fiquei imóvel mirando a pequena de pé e molhando os lábios olhando meu corpo.

- Gosta de ficar presa? – ela já havia pegado uma algema dentro da gaveta do quarto. ONDE ELA ARRENJOU ESSA PORRA? ASSALTOU UM POLICIAL OU O QUÊ?

- De onde tirou isso? – eu ri de leve e ela sorriu sapeca como sempre sorria quando tinha uma puta de uma idéia na cabeça.

- Um mágico nunca revela seus truques, não é mesmo? – não respondi, apenas sorri de volta. Ela subiu na cama e engatinhou até ficar em cima de mim, pegou um braço meu e prendeu o pulso na algema, passou pela madeira na cabeceira e prendeu o outro logo depois. Sentou em cima do meu quadril e me olhou presa.

- Eu poderia passar o dia todo te olhando assim – ela passava os olhos do meu pescoço até minha barriga. Levantou logo em seguida e eu segui cada passo com os olhos. Quando vi, ela estava com um pote de um sorvete e uma colher na mão. De onde ela tirou isso? Eu adoraria responder SE TAMBÉM SOUBESSE DE ONDE ELA TIROU!

- Gosta de sorvete? – ela abriu o pote e me olhou, concordei com a cabeça e sorri. – Ótimo então, porque eu tbm amo, principalmente de morango  – ela veio até mim e sentou novamente no meu quadril, me olhou e colocou uma colherada na minha boca e eu provei sem tirar os olhos dela.

- É gostoso – lambi os lábios a olhando e ela colocou mais uma na minha boca. Comi novamente e ela direcionou outra colherada para minha boca, eu neguei com a cabeça, e ela sorriu.

- Ah, não quer mais? – ela falou bem travessa e eu neguei. – Só mais uma vai baby – ela direcionou de novo e eu neguei. Dessa vez, ela deixou o sorvete derreter e cair da minha boca, até meu pescoço, eu respirei fundo e a olhei sem acreditar. Ela não disse nada, sorriu pra mim e avançou nos meus lábios num beijo desesperado e ao mesmo tempo, frio por conta do sorvete. Eu correspondi na maior rapidez do mundo e tentei puxar as mãos, logo desisti quando vi que a tentativa foi falha. Depois de alguns minutos sem largar uma a boca da outra, o ar chegou a faltar e ela desceu lambendo o resto do sorvete que ela espalhou por ali. Logo em seguida, pegou mais uma colherada e levou a boca comendo e me olhando. Começou a beijar o vão dos meus peitos e lambendo algumas vezes, apertava os mesmos e os juntava com as mãos passando a língua entre eles e pegou o sorvete novamente me sorrindo.

- Ah não, você não ta pensando em... – nem terminei de falar,ela já havia colocado sorvete no meu mamilo esquerdo, me arrepiei dos pés á cabeça quando senti aquilo gelando minha parte tão sensível . Não consegui controlar, gemi quando ela passou a colher (mais gelada ainda) no meu mamilo, espalhando o sorvete no mesmo antes de abocanhar meu mamilo chupando com uma vontade que não deu pra controlar: gemi mais ainda. Ela chupava com tanta vontade que não resisti: puxei os braços de uma vez e gemi de dor quando as algemas apertavam meus pulsos.

- Não puxa, vai machucar seus pulsos e eu não quero isso – sussurrou me olhando e molho os lábios voltando a fazer o que fazia. Eu apenas obedeci tentando ao MAXIMO POSSIVEL não puxar de novo, mas ela chupava de um jeito que tava quase impossível não puxar os pulsos de novo.

- Eu vou gozar sem nem você me tocar direito, isso não é jogo limpo – sussurrei rouca e quase sem voz.

- Você fala como se não gostasse – sussurrou de volta e prendeu meu mamilo entre os dentes. Eu quase gritei quando ela fez isso. A mesma terminou o trabalho ali e fez o mesmo no meu outro peito, os dois já estavam sensíveis demais e eu? Ah, eu estava imóvel, simplesmente sem reação, qualquer toque dela no meu corpo, seria fatal.

Ela desceu os sorvete pela minha barriga e o espalho assim como fez nos meus peitos: COM A COLHER GELADA! Eu ergui completamente as costas quando a mesma fez isso, aquilo me arrepiava dos pés á cabeça.

- Psiu, quietinha, vai acabar sujando a cama – ela sussurrou e passou a língua na minha barriga e voltou a me olhar, senti que ela queria ver cada reação minha. Pouco depois, ela foi fazendo uma trilha do meu ventre até meu clitóris. Quando senti o sorvete na minha parte tão sensível, apenas agarrei o cabelo dela, foi a minha única reação no momento.

- Amor, por favor não faz assim vai – falei quase gemendo e ergui as costas.

- Calma, baby, assim vai derramar o sorvete. – O azar é que quando ela fechou a boca, eu senti o sorvete derretendo e descendo por toda minha buceta, dava pra sentir ele descendo por cada parte e aquilo me deixava inquieta.

- Amoooor, lambe logo, ta muito gelado – sussurrei num fio de voz, o desejo já corria por cada célula minha. A mesma me olhou com uma cara que eu nunca havia visto antes: ela estava perversa, me olhava com os olhos ardendo em desejo, quentes, como quem iria fazer alguma merda. E ali mesmo, meteu a boca onde o sorvete já havia se espalhado. Jogou a colher e o pote de sorvete pra trás, (que melecada que ficou aquilo) e brincou com a língua toda na minha intimidade tão molhada. 

- Isso, vádia, assim vai, chupa tudo – sussurrei com poucas energias que ainda tinha e fechei os olhos pra sentir mais a língua dela. E ali ela fez o que querida: lambeu, chupou e até mordeu.

Depois de alguns minutos, na verdade, horas talvez, eu já não agüentava mais, senti aquele liquido quente querendo sair de mim e eu já estava delirando.

- Goza pra mim vai, putinha, goza tudo na minha boca – ela sussurrou e aquilo foi a gota d’água. Logo senti o liquido quente descendo e a língua da pequena lambendo e chupando tudo. Quase caí na cama, ofegante como quem corre uma maratona. – Boa putinha – ela sussurrou e eu apenas sorri ainda respirando fundo. Ela subiu até mim engatinhando até mim, me olho e acariciou meu rosto.

- Você fez um ótimo trabalho – sussurrei e ri de leve

- Sempre aqui para te servir – rio tbm e depositou um beijo leve nos meus lábios, foi dando outros até me beijar. O beijo foi intensificando mais a cada segundo, a baixinha tinha uma boca quente e eu conseguia sentir meu gosto na sua boca.

- Você pegou pesado comigo – sussurrei sob seus lábios – Deve ter me deixado vermelha

- Não consegui resistir – sussurrou de volta sem tirar os lábios dos meus – Você tem um gosto divino – e ali deitou sob meu peito

Ficamos ali mesmo, por horas até, acariciando uma á outra e nos beijando as vezes, trocando  poucas palavras, pois não precisava, o silencio dizia tudo ali. Ela sorria me olhando e acariciando minha barriga, eu não conseguia tirar os olhos dela. Meu Deus, como alguém pode ser tão linda assim. Aconcheguei ela mais em mim e ela não largava minha cintura, enfiou o rosto no meu pescoço e ficou sentindo meu cheiro até que a vi fechar os olhos, quase cochilando.

- Princesa? – sussurrei

- Oi amor

- Te amo – beijei sua testa e a vi sorrir

- Eu amo mais – sussurrou de volta e vi seus olhos fecharem. Dormimos agarradas ali, uma sentindo o corpo da outra e aquilo era melhor que qualquer tipo de cobertor. 

FIM!


Notas Finais


Obrigada por quem leu e estou pensando em escrever mais depois, but sem me comprometer.
Besooooos!


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