História One Night - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexis Ren, Alfredo Flores, Chaz Somers, Justin Bieber, Lil Za, Pattie Mallette, Ryan Butler
Personagens Alexis Ren, Alfredo Flores, Chaz Somers, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Lil Za, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Drama, Fama, Medicina, Romance
Visualizações 303
Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Notas finais!!!

Boa leitura

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction One Night - Capítulo 7 - Capítulo 7

Helena Paker POV

Entrei no hospital junto com toda a turma de medicina da manhã, fomo direto para o vestiário sendo acompanhados por dois professores, Jhonny e Hilary.

- As roupas de vocês estão penduradas, cada jaleco tem o devido nome, se vistam e eu entregarei as tarefas de vocês -Hilary disse nos olhando.

Entrei em uma espécie de cabine tirando minha calça jeans e meu moletom, coloquei o uniforme azul de interno, calcei meu tênis e sai dali colocando minha outra roupa dentro da mochila.

- Paker já está pronta? -Jhonny perguntou me olhando.

- Sim.

Fui até ele que segurava meu jaleco, peguei vestindo-o.

- Quero que fique na emergência hoje, pode participar de qualquer caso que aparecer lá, um médico já formado estará observando tudo, você e mais dois da sua turma irão juntos.

- Ta bom senhor Potter.

- Professor, por que estamos fazendo isso sem termos terminado a faculdade? -Matt um dos aluno perguntou.

- Porque quando vocês terminarem a faculdade serão internos no hospital e trazendo vocês aqui hoje, daqui a alguns anos já saberão tudo o que tem que fazer e não ficarão perdidos -Jhonny disse como se fosse óbvio.

Sai do vestiário acompanhada por Jenna e Matt, fomos até a emergência que estava razoavelmente tranquila.

- Vocês são estudantes de medicina da UCLA, correto? -um médico alto moreno perguntou sorrindo simpático.

- Sim -respondemos juntos.

- Vocês dois podem ir atender aqueles dois pacientes na maca 5 e 8 -falou apontando para Jenna e Matt.

Os dois saíram me deixando com cara de tacho olhando o médico.

- Você é Helena Paker né? 

- Sim.

- Sou dr. Rubens, cirurgião pediátrico e quero que me acompanhe em um caso.

- Sério? Muito obrigada -disse feliz -Como o senhor me escolheu? -perguntei enquanto entrávamos no elevador.

- Quando seus professores pediram autorização ao hospital pra trazerem vocês para terem aula aqui, eles falaram sobre cada um e você me chamou atenção, por isso te escolhi para esse caso.

Saímos do elevador entrando no andar de paredes pintadas com bichinhos, flores e diversas outras coisas. Área infantil.

- Por aqui -Dr. Rubens disse apontando para uma porta fechada.

Entramos no quarto e ali havia um casal junto com um bebê.

- Bom dia família Willians, essa aqui é uma estudante que nos ajudará no caso.

- Sou Helena Paker, estudante de medicina, tenho 21 anos.

- Você é tão nova, começou a faculdade quando querida? -a jovem mulher perguntou simpática.

- Comecei com 17 anos, pulei um ano da escola, estou iniciando o quinto ano de faculdade, vim pra Los Angeles depois de ter começado a estudar lá em Portugal.

- Parabéns.

- Agora que vocês já conheceram a nossa futura médica, irei explicar pra ela o caso lá fora, com licença.

Saímos do quarto encostando na bancada que havia ali.

- 5 meses de vida, nasceu prematuro mas recuperou tudo rapidamente. A pouco menos de uma semana os pais chegaram no hospital dizendo que tinha algo de errado com ele, após vários exames descobrimos que ele tem algum problema no coração, ainda não conseguimos saber o que é de fato. Você aceita entrar nessa? -perguntou.

- Sim, deixe-me examinar o bebê?

- Claro.

Voltamos para o quarto e eu lavei minhas mãos no banheiro que havia ali, coloquei minha luva e me aproximei do pequeno bebê que dormia no berço.

- Vamos aguardar lá fora -o pai do bebê disse saindo do quarto junto com a mãe.

Virei ele de barriga pra cima massageando a região do seu coração. Peguei o estetoscópio escutando os batimentos, seus olhos abriram no momento em que o objeto gélido foi em contato com seu peito nú.

- Ei príncipe -disse sorrindo pra ele.

Sua boca se formou em um perfeito sorriso banguelo.

Seu coração bate mais lento do que deveria, respiração lenta, braço esquerdo não levanta por completo. Tirei ele do berço deixando em pé em cima do colchão, suas pernas rapidamente enfraqueceu fazendo ele tombar, deitei-o novamente.

- Posso estudar mais o caso? -perguntei olhando para Dr. Rubens.

- Sim, você tem mais dois dias no hospital, é o prazo pra você tentar descobrir o que essa criança tem, se conseguir isso, será uma grande médica.

- Eu vou conseguir, prometo -disse jogando a luva fora.

Sai do quarto rapidamente, entrei no elevador encontrando Lolla. Soltei todo o ar que estava preso no meu pulmão.

- O que aconteceu? -perguntou.

- Estou com um bebê de 5 meses, ele tem algum problema no coração e eu tenho dois dias para descobrir o que é.

- Você vai conseguir, confio em você.

O elevador abriu no andar da cafeteria, caminhei para dentro do local indo direto para a máquina de café, coloquei uma nota de 2 dólares e o copo veio já cheio. Sai dali seguindo as placas em busca da biblioteca.

Avistei a placa e entrei no local, mesas, sofás, livros. Agora é só achar o que eu preciso, a porta abriu revelando dr. Rubens.

- O que procura? -perguntou.

- Livros sobre doenças no coração.

Dr. Rubens foi direto em uma prateleira marcada com a letra C, tão óbvio. Acompanhei ele passando o dedo por todos aqueles livros.

- Vou deixá-la sozinha.

Saiu da biblioteca e o silêncio dominou o local.

Peguei um dos livros e sentei no sofá, virei todo o copo de café de uma só vez, meus olhos corriam por todas aquelas letras.

- Ele não tem câncer -disse revirando os olhos.

Guardei o livro no local anterior pegando outro.

(...)

- É ISSO -gritei animada.

Peguei o livro e sai correndo da biblioteca, apertei o botão do elevador que se encontrava no quinto andar, não posso ficar esperando. Corri na direção da escada trombando em várias pessoas, subia de dois em dois degraus, encontrei um casal de médicos quase se comendo mas não dei importância.

Abri a porta que indicava o segundo andar, olhei para todos os corredores procurando Dr. Rubens, continuei correndo pelo enorme local, algumas pessoas me olhavam sem entender nada. Meu corpo se chocou com outro me fazendo ir direto para o chão.

- O que é isso Paker? 

Olhei pra cima vendo o doutor.

- Estava procurando o senhor -disse levantando do chão.

Respirei cansada do tanto que corri.

- O que aconteceu?

- A criança tem Miocardiopatia dilatada.

- Explique o que é isso.

- É uma doença do músculo do coração que impede o bombeamento adequado do sangue para o corpo. É por isso que ele está fraco, não consegue ficar em pé mesmo sendo segurado, está tossindo e não está comendo.

- E como vamos resolver isso? -perguntou cruzando os braços.

- Transplante de coração.

- Vamos comunicar a família, aliás, meus parabéns.

- Obrigada.

Fomos até o casal e assim que nos viram levantaram rapidamente.

- Descobriram algo? -a mãe perguntou esperançosa.

- Seu filho tem miocardiopatia dilatada, é uma doença do músculo do coração.

- E tem cura? -o pai perguntou me olhando apreensivo.

- Só com transplante, o nome dele já está na lista -disse sorrindo.

- Obrigado menina -ele disse me abraçando.

Sai dali acompanhada por dr. Rubens.

- Assim que tiver o coração faremos a cirurgia.

- Como assim faremos? -perguntei confusa.

- Você vai operar junto comigo Paker.

Olhei para ele com um sorriso de orelha a orelha.

- Isso é sério?

- Sim, você descobriu o que ele tem, minha obrigação é te ter lá dentro comigo.

- Muito obrigada -disse abraçando ele.

(...)

Entrei em casa e fui direto acender uma vela.

- Não sou de fazer orações mas por favor Deus, ajude conseguir um coração para aquele bebê, eu sei que para isso acontecer alguém tem que morrer, me perdoe por isso mas ele só tem cinco meses de vida, olhe quantas coisas que ele ainda pode fazer durante os próximos anos.

Meu celular vibrou no bolso da calça, peguei-o vendo notificação do aplicativo menstrual.

"Sua menstruação está atrasada 5 dias"


Notas Finais


Eii, os tombos definitivamente irão começar haha.
Espero que estejam gostando e não deixem de comentar.
Beijos


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