História One Night - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Sara Sampaio
Personagens Justin Bieber, Sara Sampaio
Tags Chefe, Drama, Fanfic, Justin Bieber, Romance
Visualizações 449
Palavras 1.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo cinco


Fanfic / Fanfiction One Night - Capítulo 6 - Capítulo cinco

Montreal, Quebec, Canadá 

Um dia depois... 

 Narrado por Justin Bieber

   Durante todo o dia os únicos pensamentos que circulavam por minha mente estavam totalmente baseados para Freya Moore. Por incrível que pareça o dia passou mais rápido que imaginava, deixando-me ansioso para vê-la. 

   Algumas reuniões foram realizadas como o costume, porém nenhum negócio foi fechado. Propostas ruins onde não enxergava benefício algum. Por eu ser um dos homens mais sucedidos da província de Quebec com menos de 30 anos, há este preconceito e tentativa de esperteza. Herdei a empresa Bieber's de meu pai que se aposentou bem cedo, queria curtir a vida com sua amante Erin juntamente aos seus dois filhos pequenos, provavelmente este é o real motivo de Patrícia ser tão amarga desse jeito. 

   Meu pai deixou a responsabilidade de ser presidente da empresa no auge de meus 20 anos. A Bieber's continha poucos funcionários, mal mente lucrava. Porém fui além, investi todas as minhas economias sempre buscando por empréstimos altos ou tentando parcerias grandes. Nove anos passaram-se, atualmente a minha empresa é a maior e mais respeitada em sete grandes países. Creio que em breve meu nome será ouvido por toda a América do Norte ou até mesmo a Europa. 

   A cada segundo verificava as horas em meu aparelho telefônico da Apple. Quando marca exatamente 6:00 pm, levanto-me de minha cadeira indo em direção ao banheiro amplo presente em meu escritório. Começo a despir-me até ficar com o corpo inteiramente nu. Adentro no box ligando o chuveiro cujo água quente penetra por minha pele, fecho os olhos sentindo a boa sensação, por ali permaneço por um bom e estimado tempo. 

[...]

   Trajava um terno da cor azul escuro, quase preto. Andava em direção ao meu carro estacionado frente da empresa, acabo por cumprimentar com um simples aceno de cabeça o manobrista. Após pegar a chave de sua mão, ocupo meu lugar no banco do motorista pondo sem delonga a chave na ignição. Com o cinto de segurança agarro o volante dando partida até a casa da senhorita Moore.

   O trânsito em Montreal estava tranquilo, não tenho dúvidas que chegarei em pouco tempo no meu objetivo final. Mantive meu olhar fixo para frente prestando nas ruas movimentadas pelo ciclo de automóveis juntamente a alguns ônibus. 1

   Passado o tão esperado quinze minutos, encontro-me frente a casa de Freya. Desço do carro mantendo a porta fechada, suspiro fundo olhando a minha volta e em passos cautelosos sigo pacientemente até a porta principal. Percorro meu olhar a procura da campainha, ao encontrá-la toco-a não demorando muito para a porta ser aberta. Lá estava ela em um vestido mediano da cor preta cujo valorizava suas curvas, não pude deixar de reparar em seus seios volumosos no pequeno decote de seu vestido. Mal posso esperar...


– Espero não ter feito esperar por muito tempo. Por sinal, está belíssima... – desvio meu olhar de seu corpo para seu rosto, especificamente seus olhos.


– Estou pronta a pouco tempo, senhor Bieber? Vamos indo? – assenti positivamente esperando-a buscar sua bolsa.


   Espero Freya trancar a porta de sua casa para que juntos possamos caminhar até meu carro. Dou meia volta abrindo a porta do passageiro e aceno para que ela entrasse, mas antes chamo sua atenção. 


– Hoje trate-me por Justin! 


   Antes de ouvir sua resposta, fecho a porta do veículo dando meia volta para poder ocupar meu lugar no banco do motorista.

  Durante o percurso até o restaurante seguimos em silêncio, ambos não trocavam uma mísera palavra sequer. Algum tempo depois estaciono o carro na entrada do restaurante cujo chamava-se Le Filet, um ambiente onde serve pequenos pratos voltados à culinária francesa. Um dos melhores restaurantes de toda a Montreal.

   Após ambos sairmos do carro, entrego a chave ao manobrista. Com certo receio para ao lado de Freya pondo minha mão em volta da sua fina cintura, sorrio de canto com o contato tão próximo de nossos corpos e sutilmente conduzo a morena para o interior do local.


– Boa noite! Reserva no nome de Justin Bieber! – falo com o recepcionista que confere o que tinha dito-lhe em sua prancheta de cor escura. 


– Siga-me senhor Bieber! 


   Sigo-o. 


– Espero que a mesa esteja de sua preferência, o garçom irá recebê-los. Com licença, fiquem a vontade! 


   Assenti positivamente vendo-o afastar-se da mesa. Em um gesto sutil, puxo a cadeira levemente para trás de modo que Freya sentasse ali. Sorrio fraco ao ouvir sua voz calma agradecendo, sento-me ao teu lado pegando o cardápio em que o garçom havia entregado a mim, segundos depois para minha acompanhante. 


– Senhor... – a olho como se estivesse repreendendo-a por estar tratando-me formalmente. – Justin, não sei o que escolher. – suas bochechas coram violentamente fazendo-me sorrir fraco. 


– Não tem problema, farei uma ótima escolha. – desvio meu olhar do seu rosto retornando a olhar o menu, logo depois para o garçom. – Dois pratos de Coq Au Vin com duas taças de vinho Chateau Smith Haut Lafitte. – entrego os menus para o garçom vendo-o anotar os pedidos e retirar-se logo depois.


   Olho para Freya que encarava-me com curiosidade, aparentemente tudo isso é novo para ela. 


– Coq Au Vin é um prato original francês feito com frango e vinho para amaciar a carne. Não tenho dúvidas de que irá gostar. – ajeito-me na cadeira. – Retirou o dinheiro para o tratamento do garoto? 


– Sim s...Justin! Porém, o valor estava a mais, não será necessário e... – interrompo-a.


– Conheço os gastos após o tratamento Freya. As consultas, os remédios...Considere um adiantamento, não será necessário pagar-me! 


   Pude observar que a ideia de aceitar não agradou-lhe nem um pouco, mas no fundo ela sabe muito bem que não voltarei atrás de minha escolha. Enquanto nossos pratos não chegavam, o garçom serviu-nos as taças do vinho tinto francês. De forma agradável conversamos por um tempo, bebericando minha bebida acabo descobrindo que Moore é viúva. 

   Sou interrompido de falar algo quando o garçom retorna a mesa com nossos pratos. Agora em silêncio, comemos a maravilha em nossa frente. De relance vejo a admiração estampada no semblante de Freya, sabia que ela iria gostar. 

[...]

   Havíamos terminado nossa sobremesa, Crème Brulée ( creme de baunilha e coberto por uma capa de açúcar sólida – que é feita com um maçarico que queima o açúcar criando a crosta ). Após deixar a conta paga, levanto-me juntamente a Freya e ao sairmos do restaurante percebi que ela mantinha os braços cruzados, parecia estar com frio ou algo relacionado. Era aproximadamente 9:00 pm, fazia um pouco de frio na cidade, o vento soprava contra nossas peles.


– Vista! – entrego meu blazer escuro. 


– Obrigada Justin! – assenti vendo-a vestir meu blazer que pareceu um vestido em seu corpo. 


   Mais uma vez abro a porta do carona para que Freya entrasse, logo depois ocupo meu lugar desta vez vai demorando muito para dar partida rua a frente. Devido ao horário, as ruas estavam desertas, estava sendo raro encontrar algum carro em nossa volta.


– Para onde estamos indo? – apesar de estar com o olhar fixo na direção, podia sentir seu olhar sobre mim.


– Para meu apartamento – exclamo.


   Nada ela disse. Seguimos em silêncio até o condomínio onde morava. Poucos minutos mais tarde havíamos chegado, abaixo o vidro do lado do motorista para poder os seguranças identificar-me. Adentro no condomínio dirigindo em uma velocidade razoável, não demora muito para deixar o carro em frente a minha casa.

   Desligo o automóvel ao retirar a chave da ignição, desço do carro esperando Freya fazer o mesmo e travo as portas do veículo. A mulher dirige-se até mim com cautela, em passos calmos sigo até a entrada abrindo a porta e dou passagem para que a morena entrasse primeiro. Entro em seguida reparando na admiração em seu semblante, sorrio fraco fechando a porta atrás de mim.

   Ando pela sala ampla deixando a chave do carro jogado no estofado de cor clara. Retorno para onde Freya encontrava-se e percorro meus dedos pelo meu próprio blazer vestido em seu corpo.


– Quer algo para beber? – pergunto olhando fixamente seus olhos, negativamente ela balança a cabeça. 


   Retiro meu blazer do teu corpo deixando seus ombros a mostra. Seguro sua mão entrelaçando nossos dedos, levemente puxo Moore para perto de mim conduzindo-a até a escada que daria avesso ao segundo andar. 


– Vamos subir! 


Notas Finais


o que acharam?


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