História One Night - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Sara Sampaio
Personagens Justin Bieber, Sara Sampaio
Tags Chefe, Drama, Fanfic, Justin Bieber, Romance
Visualizações 138
Palavras 2.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capítulo seis


Montreal, Quebec, Canadá


Horas antes do jantar 


P.o.v Freya Moore


   Como de costume acordei cedo fazendo toda a minha higiene matinal. Trajava uma saia da cor preta um pouco acima do joelho juntamente a uma camiseta social branca com as mangas dobradas na altura dos meus cotovelos. Diferente dos meus dias na empresa, hoje calçava sapatilhas da mesma cor da saia. Apesar de estar cedo para o jantar – muito cedo por sinal – , a ansiedade acompanhada do nervosismo me corria por inteiro. 

   Coloco a chave na ignição deixando minha bolsa jogada no banco do passageiro e dou partida em direção ao banco. Logo que amanheceu, recebi a notícia de que o valor combinado com o senhor Bieber encontrava-se depositado em minha conta. 


[...]


   Adentro no banco onde tinha conta e dirijo-me ao encontro do gerente. Conversamos por um tempo, explico toda a situação onde encontro-me e não demoro muito para receber o valor em um envelope. O gerente havia contado em minha frente, porém continha o valor a mais. Irei pedir explicação ao senhor Bieber durante o jantar. Ponho o envelope em minha bolsa enrolado em um fino casaco.


– Vá com cuidado senhorita Moore, é um prazer recebê-la aqui. É muito bem-vinda! – dizia o gerente encarando-me, assenti positivamente. 


– Obrigada, com licença! 


   Saio da sala do gerente deixando um suspiro baixo escapar dos meus lábios, apesar da situação embaraçosa em que encontro-me, estou feliz em saber que Andrew tem seu tratamento garantido. Pedi conselhos a Safira em relação ao "pagamento" deste tratamento, agradeci mentalmente por ela não ter pensado o pior de mim. Safira apoiou-me totalmente, confesso que esperava o contrário. Agora mesmo estou indo para o hospital.


[...]


   No interior do hospital, registro-me na recepção. Ponho o adesivo onde encontra-se meu nome e colo-o em minha blusa social. Caminho em passos firmes, um tanto apressados em direção ao elevador. Entro na cabine junto de algumas pessoas – aparentemente visitantes – , aperto o botão onde o doutor Joseph encontra-se e aguardo alguns segundos. Apertava com força a alça da minha bolsa escura, estava tão nervosa...

   Assim que as portas do elevador abre-se, saio junto as outras pessoas da cabine. Encontro o doutor Joseph a minha espera, sorrio fraco sem mostrar os dentes. Sigo em sua direção.


– Senhorita Moore, confesso que fiquei feliz ao saber de sua presença aqui no hospital. – dizia o doutor Joseph, também com um sorriso no rosto.


– Parece que o senhor já está ciente do motivo da minha vinda aqui, não é mesmo? – ele assentiu concordando. Seguimos até sua sala, não pude deixar de perguntar por Andrew. – Como ele está? 


– Estável o suficiente, pronto para o tratamento. – sento-me na cadeira confortável à sua frente. Com a bolsa em meu colo, retiro o envelope entregando-o nas mãos do homem sentado à minha frente. Antes de adentrar no hospital, separei o dinheiro. O valor a mais ficará em minhas mãos, caso de emergência ou no caso que eu resolva devolvê-lo para o senhor Bieber. 


   Doutor Joseph apanha o envelope de minhas mãos, o homem levanta-se de sua poltrona visivelmente confortável e faço o mesmo. 


– Siga-me até o quarto onde o pequeno Andrew encontra-se. 


   Sigo-o em silêncio pelo extenso corredor. Não demora muito para doutor Joseph deixar-me no quarto onde encontrava-se Andrew. O mais velho avisa-me que deixaria o dinheiro com a recepcionista e arrumaria todo o necessário para iniciar o tratamento ainda hoje. Entro no cômodo cujo as paredes eram em um leve tom de azul bebê. Havia uma poltrona ao lado da cama, uma porta – provavelmente o banheiro – , uma TV média juntamente a uma cômodo com alguns carros de brinquedo.


– Mamãe!!! – Andrew diz animado ao notar minha presença. Sorrio indo em sua direção. 


   Abraço seu corpo pequeno depositando diversos beijos por seu ombro, rosto. Safira olhava-nos sorridente com a bela cena.


– Como você está meu amor? – afasto-me de Andrew acariciando seu cabelo curto preto.


– Bem mamãe, a tia Safira deixou eu comer chocolate hoje. Você vai dormir aqui comigo? – negativamente balanço a cabeça deixando um suspiro baixo escapar dos meus lábios só em ver seu semblante triste. 


– Amanhã a mamãe com você, está bem? – sorrio deixando mais um beijo no topo da sua cabeça. – A mamãe vai conversar com a tia Safira meu amor, já venho! 


   Olho rapidamente para a televisão ligada, estava passando um desenho animado no qual Andrew amava assistir em casa. Porém eu sempre esqueço o nome. Deixo minha bolsa na beira da cama e ando na direção de Safira cumprimentando-a com um abraço apertado. Tal abraço retribuído na mesma intensidade.


– É hoje...Estou tão...nervosa, ansiosa... – sussurro saindo do

abraço. Safira olha-me nos olhos como se estivesse demonstrando-me confiança, ela realmente sabe deixar alguém confortável. 


– Freya...está fazendo isso pelo Andrew, mas é um desperdício não pensar no Deus grego do seu chefe. Céus garota, tem noção do quão sortuda está sendo? – rio fraco com o que ela diz, levemente deixo um tapa em seu braço. 


– Você é uma idiota Safira! 


[...]


   Doutor Joseph juntamente a sua equipe fizeram alguns exames no Andrew. Safira estava ao meu lado confortando-me alegando que daria tudo certo e que os glóbulos brancos do sangue do meu garoto seriam combatidos. Poucos minutos mais tarde após os exames, sou comunicada que a quimioterapia seria iniciada. 

   Sentada na poltrona, batia meus pés impacientemente contra o chão. Pedi para Safira ir para casa, mas ela insistiu em ficar comigo. Contragosto, aceitei. Não aguentava ficar sem notícias, Safira tentava me tranquilizar, porém meus pensamentos estavam voltados somente para Andrew. O tratamento tem que dar certo, sei que vai.


[...]


– Senhorita Moore... – levanto-me apressadamente ao lado de Safira quando vejo doutor Joseph. – O garoto Andrew reagiu bem a primeira etapa do tratamento, infelizmente seu cabelo acabou caindo durante a quimioterapia. Tenho que avisá-la dos efeitos colaterais, os remédios serão dados pelo hospital até o fim do tratamento. Até lá, Andrew terá que ficar internado para observarmos se a quimioterapia junto a radioterapia estar combatendo os glóbulos. Daqui a pouco ele estará de volta, com licença! 


  Safira agradeceu ao doutor pelas informações, ponho a mão em minha boca sorrindo fraco. Algumas lágrimas rolam pelo meu rosto, era emoção em saber que a primeira etapa do tratamento foi bem sucedida.


– Freya, vá para casa! Já é final da tarde, precisa descansar para o jantar e...enfim, cuidarei bem do meu garotinho! – queria contrariá-la, mas sei que está certa.


– Amanhã trago roupas para você e o Andrew, está bem? Obrigada Safira. Lembra-se daquela entrevista de emprego para secretária em uma empresa de calçados? Caso eu consiga a vaga será muito bom com as despesas. Torça por mim, minha amiga! – despeço-me da mulher a minha frente com um abraço. 


– Sempre torço por você Freya. Agora vá! Amanhã quero saber os detalhes.


[...]


   Ao chegar em casa subi em direção ao meu quarto começando a despir-me ali mesmo. Já no banheiro prendo meu cabelo em um coque para que os fios ficassem encaracolados quando soltos. A água quente do chuveiro fez todo o meu corpo relaxar, a tensão que antes marcava presença agora escorria pelo ralo junto a água. Fecho meus olhos brevemente apreciando a sensação tão boa e relaxante, com o sabonete líquido de frutas vermelhas em mãos, esfrego por todo o meu corpo deixando um cheiro doce e suave no ambiente. 

   A água expulsava a espuma de minha pele clara, aproveito para passar o esfoliante por minhas curvas. Lá se vão mais alguns minutos... Finalmente saio do banheiro com a toalha em volta de meu corpo, ando até meu armário retirando do cabine um vestido preto que havia comprado a um tempo atrás. Passo hidratante por toda a minha pele vestindo minhas peças íntimas da mesma cor do vestido, finalizo com o tecido que ia um pouco acima de meus joelhos. 

   Sento-me na beira da cama para calçar os saltos. Solto meu cabelo que cai sobre meus ombros, o volume dos fios ficou incrível. Sempre preferi meu rosto natural, mas hoje utilizei apenas um blush, rímel e um batom nude. Olho-me no espelho verificando o resultado. Estava linda...


Durante o jantar


   Justin fazia os pedidos com autoridade. Ele sabia muito bem o que estava fazendo, diferente de mim que ao menos entendia a sua fala. Justin avisa-me que o restaurante é voltado a culinária francesa, nunca comi nada do tipo. O local aparentava luxo, mas mantinha simplicidade e conforto.

   Conversamos enquanto bebíamos o vinho tinto com nome difícil, durante a noite tive dúvidas sobre os boatos relacionados ao meu chefe. A todo o momento ele foi simpático, simples e...cavalheiro. Mesmo se ele estivesse agindo como um dos piores homens, nao tirava o seu direito. Justin pagou por isto, pagou para ter-me e pensar que todo este cavalheirismo é uma ilusão, faz-me sentir uma das piores mulheres.


Após o jantar 


   Encarava o mais discreto possível a casa do meu chefe, era enorme. A sala ampla com cores claras fez-me ficar um tanto perdida, como alguém vive sozinho numa casa como estas? Cabe perfeitamente sem aperto algum toda a população da cidade de Montreal. 


– Está bem! – quebro o silêncio ao ouvir a voz de Justin.


   Sua mão estende-se junto a minha entrelaçando nossos dedos. Umedeço os lábios um tanto nervosa e sigo-o rumo a escada começando a subir vagamente os degraus ao seu lado. A cada passo sentia meu coração palpitar descontroladamente, não quero fazer nada de errado ou decepcioná-lo. Desde a morte de David, não deitei-me com homem algum. David foi o meu primeiro, de presente recebi a notícia de que estava grávida de Andrew. Nunca irei esquecer-me do primeiro homem que descobri o sentido de amar, mas ele sempre estará em meu coração. Não vou esquecê-lo.


– Este é o meu quarto! 


   Saio de meus pensamentos quando a voz rouca de Justin penetra minha audição fazendo-me despertar um tanto envergonhada. Olho a minha volta reparando em cada detalhe. O quarto de Justin continha cores diferentes da sala, era mais masculino. 


– Fique a vontade! – sorrio fraco assentindo positivamente. Deixo minha bolsa sobre a calçadeira e fixo meu olhar com o do Justin. 


– Está tão bela senhorita Moore... – diz Bieber aproximando-se de mim, não me afasto.


   De frente para o outro, nenhum de nós dois desviam o olhar um do outro. Seus dedos encontram-se com minha cintura até sua grande mão puxar meu corpo para perto de si. Envolvo meus braços em volta do seu pescoço descendo meu olhar para seus lábios. 


– Será uma noite inesquecível senhorita Moore...


– Não tenho dúvidas senhor B... – sou interrompida com seus lábios encostando-se com os meus. O loiro a minha frente pede passagem com a língua, após ceder sua entrada em segundos estávamos nos beijando com voracidade. 


   Nossas línguas já se conheciam, ambas travavam uma deliciosa e quente batalha enquanto minhas mãos puxavam o cabelo da nuca do meu chefe. Suas mãos ousadas percorriam por minha cintura puxando com os dedos o tecido do meu vestido deixando-o cada vez mais curto e minhas coxas a mostras. Em um movimento rápido e bruto, meu corpo é lançado contra a cama atrás de mim. Ajeito-me no colchão macio e fofo permitindo com que meus cotovelos ficassem apoiados no mesmo, olhava Justin desabotoar sua camisa social permitindo-me ver as tatuagens que cobriam seu peitoral e preenchiam seus braços. 

   Estava perdida encarando seu corpo magro, porém com músculos definidos. Céus...que homem...sinto-me uma idiota por estar encarando descaradamente do seu corpo.


– Gosta do que ver, senhorita Moore? – pergunta jogando a camisa no chão do quarto. 


– Sim! – O QUE? – grita meu subconsciente quando ouço o riso cínico do meu chefe.


   Agora sim minhas bochechas estão vermelhas de forma vergonhosa. Sem chances para pensar, sinto minhas pernas serem puxadas e meus saltos arrancados de meus pés. Bieber posiciona-se no meio de minhas pernas levando suas mãos para meus seios cobertos pelo vestido. Suspiro baixo. 


– Tão cheirosa... – diz beijando meu pescoço, a ponta da sua língua passeia pela região sensível da minha pele causando-me arrepios. Arfo baixo levando uma de minhas mãos para seu cabelo puxando-os. 


   Seus lábios carnudos arrastam-se para meus ombros logo em seguida meus seios. Infelizmente sinto falta dos teus lábios, mas entendo o motivo. Ajudo-o a retirar meu vestido por completo, não demora muito para suas mãos procurarem pelo feixo do meu sutiã. Ao abri-lo, a peça é arrancada do meu corpo sendo lançada para o chão. 

   Sentia-me uma virgem adolescente na sua primeira vez. Seus olhos encaram meus seios com desejo, sorrio de canto ao sentir uma leve pulsação entre minhas pernas quando Justin passa a língua entre seus lábios. Pelo visto a noite será longa...


Notas Finais




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