História One Piece - A Nova Era dos Piratas - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Personagens Originais
Tags D Yato, Nova Era, Piratas
Exibições 23
Palavras 2.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Luta, Romance e Novela, Saga, Shounen, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Messi, O Chefe Jogador do Restaurante El Parrilla!


Fanfic / Fanfiction One Piece - A Nova Era dos Piratas - Capítulo 25 - Messi, O Chefe Jogador do Restaurante El Parrilla!

Rua da Ilha Aires Buenos/ 14:50 da Tarde

Os quatro haviam seguido pela ilha animados com a informação de Cody na qual dizia que no restaurante El Parrilla eles encontrariam o cozinheiro que Yato tanto aguardava. Por falar em Yato, ele era o que estava mais animado com a entrada de um novo companheiro para o bando que, de tanta felicidade, dava pulinhos de felicidade com olhos estrelados. Já Ryo estava sereno e calmo como sempre demonstrara, parecia não se importar com a entrada de um novo companheiro, só torcia para não arranjarem confusão com a entrada de alguém novo. Maki tinha o mesmo desejo de Ryo, só que este era muito mais compulsivo pois tinha medo do que poderia acontecer com a entrada de um novo companheiro para esse bando maluco. Jossepp estava muito excitado para achar um cozinheiro para o bando e deixar de ser o novato logo.

Eles seguiram pela ilha e observaram que ela era ainda mais bonita por dentro do que tinham visto quando estavam dentro do Sharky observando-a de fora. Eles tinham passado pelos grandes prédios que eram os mais altos que eles já tinham visto em todas as suas vidas. Eram tão grandes e bonitos que nem dava para acreditar que eram reais e que foram mesmo construídos por mãos humanas, o que eles tinham de mais interessante era que todos tinham o logotipo no topo dele escrito "Superior". 
              Também haviam os parquinhos em que ele só não perderam uma hora em cada um pelos quais passaram pois Maki forçara Yato e Jossepp a descerem dos brinquedos e voltarem a andar em direção do restaurante.

Se encontravam em uma rua onde tinha todo tipo de loja dentro dos estabelecimentos. Armas, roupas, self-services e etc. Não entravam em nenhum pois Maki puxara Yato e Jossepp que sempre se dirigiam para as lojas uma atrás da outra. A garota pediu ajuda de Ryo para cuidar deles, o vice-capitão dissera que ele não era babá e para que os deixasse, mas ela não quis ouvir. Então eles seguiram para o fim da rua e viraram a direita.

- Ei, Maki, por quê não me deixa ver uma daquelas lojas? - perguntou Yato desanimado amarrando a cara.

- É, podíamos só dar uma passadinha... - disse Jossepp juntando as mãos e fazendo cara de santo.

- Nem pensar! - disse ela irritada. - Não vou deixar vocês chegarem nem perto daquelas lojas!

- Ah, por favor! - insistiu Yato.

- Vocês ouviram eu dizer não? - perguntou Maki com uma expressão mortífera em seu rosto e fazendo os cabelos voarem.

- Tudo bem, tudo bem - disseram os dois acalmando-a.

-Mas você pode ir, Ryo-chan! - disse ela se virando para Ryo.

- Chan? - perguntou Ryo com uma gota na cabeça estranhando-a.

- É que eu não preciso de você mesmo, você não faz nada na verdade... - disse ela com um sorriso amarelo no rosto.

- Eu ainda mato você... - disse ele irritado a um canto.

- Ei, olhem ali! - disse Jossepp indicando um restaurante com as portas fechadas e uma placa pendurada em suas maçanetas. 

Eles correram para o restaurante que era branco com uns detalhes em vermelho por fora e viram que a placa que estava pendurada na porta estava escrito "Fechado, horário de jogo". Maki olhou com estranheza para a placa e disse:

- Horário de jogo? - perguntou ela olhando para a placa.

- O quê será que é isso? - perguntou Jossepp encostando na placa.

- Ei, estão ouvindo isso? - perguntou Yato sorrindo pois estava ouvindo gritos aparentemente entusiasmados em algum lugar, e eram muitos gritos. Os outros quatro exclamaram para os gritos.

- De onde será que está vindo? - perguntou Ryo olhando pelos arredores sereno.

- Ei, psiu - chamou uma voz atrás deles. Yato e os outros olharam para de onde tinha vindo. Viram um homem gordo e baixinho com um bigode muito grosso e delineado parado ao lado da parede com uma roupa de chefe de cozinha. - Vocês estão atrasados para o jogo. Venham por aqui.

- Quem é você? - perguntou Ryo desconfiado.

- Sou um dos chefes de cozinha aqui - respondeu ele. - Me chamo Gorde, é um prazer.

- Prazer, Gorde! - disse Yato sorrindo para ele. - Somos o Bando dos Chapéus de Couro! Sou o capitão, Yato, e esses são Ryo, Maki e Jossepp.

- Prazer, senhores, felizmente não temos políticas contra piratas no nosso restaurante - informou ele. - Agora venham, já está quase no final.

Então ele se precipitou para o lado e Yato e os outros o seguiram. Eles o seguiram pela lateral do restaurante que era da mesma cor do lado frontal, branco com detalhes em vermelho. Então chegaram a parte traseira do restaurante.

- Ho-ho! - exclamou Yato arregalando os olhos e dando um sorriso.
             Eles estava vendo um grande campo de futebol que haviam arquibancadas em que estavam cheias de pessoasanimadas com o jogo que estava rolando dentro do campo. 

Assim que olhou para o placar Yato viu que o time que se denominava El Parrilla estava ganhando de 3x0 do time adversário. Olhou para dentro de campo e viu que quem carregava a bola e driblava todos os jogadores do time adversário era um garoto de cabelos rosados e olhos verde-claros com o uniforme do time que era marrom. Viu que ele era muito bom jogando e sorriu de excitação ao vê-lo jogar.

Logo que chegou perto do gol chutou a bola forte na direção do goleiro que defendeu a bola com esforço. O garoto deu um sorriso de canto para o goleiro que jogou a bola no ar para um companheiro de time. Pulou e dominou a bola no ar, logo posicionou a perna para um chute forte levantando-a para trás e chutou-a fazendo entrar no ângulo do gol e furando a rede. Assim ficava 4x0 o placar do jogo com o juiz agora apitando o final da partida e os jogadores do time vencedor saindo aplaudidos. 

- Aquele com a camisa número dez é muito bom! - disse Yato se virando para os companheiros.

- É, ele é sim - admitiu Ryo de braços cruzados.

- Bom, senhores, eu gostaria de pedir que entrassem - disse Gorde.

- Beleza! Vamos comer no restaurante! - disse Yato erguendo os braços para o alto. - Maki, você paga!

- O quê? - perguntou ela incrédula. - Por quê eu?

- Por quê? - perguntou Yato olhando para ela confuso. - Não pode?

- Ah... - suspirou ela. - Tudo bem, eu pago...

- Beleza! - exclamou Yato abraçado com Jossepp num sorriso animado.

Restaurante El Parrilla/ 15:05 da Tarde

Agora Yato, Ryo, Maki e Jossepp encontravam-se dentro do bonito restaurante El Parrilla com suas paredes vermelhas e cortinas brancas abertas deixando entrar a luz do sol. Eles estavam sentados a uma mesa redonda com um pano vermelho chique cobrindo-a. Em cima da mesa Yato comia que nem um esfomeado como sempre juntamente com Ryo. Maki e Jossepp estavam comendo o que pediram apenas e educadamente sorrindo abobadamente para as pessoas que olhavam para eles e cochichavam algo.

- Essa comida é muito boa! - disse Yato de boca cheia e abocanhando mais uma carne.

- Pode crer! - disse Ryo também comendo sua tigela de comida.

- Tem razão, mas parem de comer assim... - disse Jossepp bobo, mas não adiantou pois os dois continuaram comendo na mesma velocidade.

- Eles só me deixam envergonhada... - disse Maki tampando o rosto.

Em outra mesa do restaurante se encontrava um homem com um terno preto e bonito arrumado. Tinha cabelos castanhos e olhos castanho-escuros, ostentava uma barba mal-feita de cor marrom. A mulher que estava sentada com ele era muito bonita com cabelos loiros, e olhos azuis bonitos. Usava um vestido vermelho com o decote bem grande.

- É um restaurante bonitinho... - disse o homem olhando para o restaurante. - Mas não supera o da Superior.

- O restaurante da Superior deve ser mesmo muito bom - disse a mulher com um sorrisinho -, já que este é considerado um dos mais renomados restaurantes do East Blue.

- Sim, esse restaurante pode ser bom, mas não supera o da Superior. Lá é, como eu digo? Bem... Superior.

- Entendi - disse a mulher rindo. - E você? O quê faz lá?

- Eu administro - disse o homem. - Sou o homem mais indicado para o serviço, além de ser filho do presidente, é claro...     

- Nossa, você deve ser um dos homens mais ricos do East Blue!! - exclamou ela impressionada.

- Por assim dizer - gabou-se o homem ajeitando o terno. - Vou te levar no nosso restaurante algum dia, você irá adorar... É muito melhor que este aqui...

- Hum, hum - pigarreou o garçom chegando a mesa em que eles estavam. - Com licença, senhor, aqui está o vinho surpresa que pediu junto com o acompanhamento.

- Muito obrigado - agradeceu o homem. - Espero que seja bom como dizem...
             O garçom serviu-os e ficou ali parado para ver a reação do homem ao tomar o vinho. Ele bebeu o vinho e levou a mão a boca e a beijou, então ele disse:

- Maravilhoso! Esplêndido! Deixe-me adivinhar... Vejamos, hum... Uma pitada de mel... Um pouco de gosto de avelã e sem álcool, acho que já sei qual é! Posso?

- É claro - disse o garçom.

- É um Tinto das Montanhas!

- Você é muito bom... - disse a mulher.

- Na verdade é um Aurora Moscatel - disse o garçom se virando com a bandeja e começando a andar para outra mesa para atender outros clientes.

- (Como assim é um Aurora Moscatel!?) - pensou o homem. - (Eu deveria ter acertado com toda a certeza do mundo, eu nunca erro! Nunca!) - ele olhou para a sopa que o garçom tinha servido também e logo tomou uma colher. Então disse: - Que coisa horrível! O quê que você acha que este negócio é? Porque sopa não é! Isso está horrível! Igual a sua cara!
             Então cuspiu a sopa na nuca do garçom que ficou imóvel com a bandeja em mãos. O restaurante tinha parado para observar, até os quatro Chapéus de Couro pararam de comer para observar a confusão. Quando Yato olhou ele viu que o garçom que estava com a bandeja era, na verdade, o jogador de cabelos rosados e olhos verde-claros do jogo de mais cedo que fez todos os quatro gols, mas estava com um palitinho de limpar os dentes na boca. Não esperavam por essa.

De imóvel, o garoto em um movimento apenas deu um mortal para trás e acertou o rosto do homem que foi jogado na mesa e ficou caído no chão com um dente caindo de sua boa. Então disse:

- O quê está horrível, seu panaca?! - perguntou irritado. - Repete e eu acabo com a sua vida!

- Quem você pensa que é para fazer isso?! - perguntou o homem irritado com cara de choro. - Eu sou Bruce Newyer, filho de um dos maiores magnatas do East Blue, Alfred Newyer! Você não vai se safar depois de me dar um chute desses! Você está ferrado!

- CAGUEI! - gritou ele nervoso olhando para Bruce. - EU NÃO LIGO SE VOCÊ É FILHO DAQUELE BABACA DO NEWYER! EU VOU ACABAR COM VOCÊ SE VOCÊ FALAR DA COMIDA DESSE RESTAURANTE DESSE JEITO!

- Ei, Messi! - chamou uma voz a porta da cozinha. Messi se virou e viu um homem com roupa de chefe com as mãos na cintura, negro, alto e de expressão severa. - Não arranje briga com os clientes! Vai espantar os outros clientes, seu pirralho!

- Cala a boca, velhote! - disse Messi se virando para o velho. - Esse cara insultou a comida do restaurante, eu não vou deixar barato! Ainda cuspiu na minha nuca...

- MESSI! - gritou outro homem que estava vindo da cozinha, mas este era branco com cabelo preto e enrolado, também com roupa de chefe. - Quando o Chefe Pelé fala para não brigar com a clientela, você diz "sim, chefe" e sai de cabeça baixa! Agora obedeça-o!
             O garoto soltou Bruce e se virou para o Chefe Pelé.

- Obrigado, Don - disse Pelé. - Vai esfriar a cabeça, Messi. E vê se não tenta matar outro cliente, ouviu?

- Vocês vão ver só, seus malditos, vou acabar com esse restaurante! - disse Bruce saindo apressado do restaurante por causa de Pelé e Messi sobre ele.

Messi se dirigiu a cozinha e da cozinha para uma portinhola que tinha no final da cozinha. 
             De volta a mesa dos piratas Maki observando a mesa disse:

- Alguém viu o Yato? 

- Não... - respondeu Jossepp. - Não!

- Cara, aquele cara só arranja problema... - disse Maki. Ryo riu.

- Aquele capitão, que que ele vai arrumar pra gente agora?

De volta a Messi saindo pela porta da cozinha e vendo que tinha uma pessoa sentada em cima da cerca que cercava o campo de futebol atrás do restaurante. Essa pessoa era Yato com os braços apoiados na cabeça e olhando para o grande campo de futebol. Então disse:

- Vocês são bem animadinhos, né?

- Quê? - perguntou Messi estranhando-o. - Quem é você? E o quê quer?
             Yato tirou o chapéu da cabeça e sorriu virando para Messi dizendo:

- Meu nome é Yato... E o que eu quero é que você entre na minha tripulação como cozinheiro!


Notas Finais


Agora Yato conheceu diretamente Messi. O que será que vai acontecer quanto a Bruce? Só acompanhando para ver...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...