História One Shot - Street Games with Rap Monster. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Bts, Namjoon, Rap Monster
Exibições 157
Palavras 2.979
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Trago a vocês mais um pequeno Shot, ele foi escrito antes do "Quarenta Dias" do Wonwoo e do " O Anjo e a Fera" do Sehun, por isso é menos trabalhado e tem alguns erros, mas como muitos gostam dele, eu decidi trazer novamente pra vocês <3
Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Fanfic / Fanfiction One Shot - Street Games with Rap Monster. - Capítulo 1 - Capítulo Único.

Olá! Meu nome é S/N e tenho 18 anos, faço faculdade de Astrologia, e tenho um amor enorme por jogos.

Sou da área metropolitana de SEUL, então fui criada no meio da bagunça, de dia faculdade, de noite jogos em porões muito loucos. Hoje, graças a Deus, estamos entrando de férias depois do terceiro período da faculdade. Então marcamos de ir para um Street Game.

Street Games são locais onde há jogos de alta realidade, então imagina que foda!

Chegando em casa, vejo que meu pai não esta, então deixo um bilhete dizendo onde iria e que dormiria na casa de alguém se algo acontecesse. Rapidamente estava subindo as escadas e quando vi já estava nua e entrando no Box do banheiro.

Liguei a água e tomei um banho um tanto demorado, deixando que as tensões da semana de prova fossem embora, e que as energias de quem iria virar a noite jogando entre amigos viesse.

Saindo do banheiro, pego uma camisa do meu antigo namorado, e a coloco, tenho que dizer que roupas masculinas ficam lindas em mim. Como sei que não ficarei quieta, coloco uma calça preta e pra acompanhar coloco um par de tênis , os mais confortáveis  possível.

                Faço um rabo de cavalo com uma liga de pompom, e passo o BbCream , bastante rimel, um pouco de sombra marrom abaixo da linha d’água pra deixar meus olhos mais visíveis, um gloss e voilá.

A turma e eu havíamos marcado de chegarmos ás 22 horas no SG próximo ao dormitório da Irmandade, que ficava a uns 20 minutos de moto daqui. Olho no relógio e vejo que já são 21:43.

Puta merda.

Desço rapidamente, tropeçando vez ou outra nos meus pés, e pego as chaves da minha moto.

Quando estou perto de sair de casa PUM! O pneu da moto havia estourado.

Ele já estava assim?

Já estava mais que atrasada quando lembro que perto de casa, tem a oficina dos Kim.

Destravo as rodas da moto, e sigo até lá.

Já está bem tarde, então me decepciono ao ver que a oficina estava fechada, e que havia apenas uma luz acesa na casa deles.

Por favor que seja o senhor Kim, por favor...

Toco a campainha e sou recebida com um “Droga” vindo de dentro.

A cena a seguir passou meio que despercebida, pois eu travei.

Namjoon, filho do Sr Kim, abre a porta de um jeito tão brusco,que bate em um vaso de cerâmica que cai e quebra. Ele xinga,não sei se fora o vaso, a porta, ou a ele mesmo. Ele percebe que o diabo que havia te tirado do sofá era uma garota, lembra que esta sem camisa. – Meu santo Deus que que é aquilo?- Então  puxa a porta de volta, deixando apenas uma fenda  entre nós, e dá um grunhido para que a voz aparecesse.

-Posso ajuda-la?- Ele diz, mas acho que não deve se lembrar de mim, só assim percebo que a luz da varanda estava desligada, e que ele não conseguia me ver. Ao perceber isso também, vejo ele apertar o interruptor ao lado da porta, me iluminando. – S/A-ah?

-Oi...- digo um pouco envergonhada. Vejo ele olhar de mim para a moto no portão, e da moto de volta para mim.

-Aconteceu algo? – Ele abre a porta novamente, como se me chamasse para dentro.

Entro e olho em volta, a casa ta uma verdadeira baderna!

- Eu não sei se fora alguém tentando roubar meu pneu, ou se já estava furado, e eu não percebi.

-Ah, a moto?- Ele pergunta vindo atrás de mim. – Me desculpe, mas meu pai não está, ele e a omma renovaram os votos deles, então decidiram entrar em uma terceira lua de mel.

Sorrio ao lembrar. Quando pequena, compareci á primeira renovação de votos deles.

- Você está bem...bonita.- Ele diz me olhando de cima a baixo, me deixando um pouco envergonhada, e acho que ele percebera. – Desculpe.

-Não é nada... eu estava indo para uma comemoração em um SG.- Digo dando de ombro. – Tudo bem se não dá pra arrumar, acho melhor voltar pra casa antes que fique muito tarde...

Já estava na porta quando ouço um suspiro vindo dele.

- Tudo bem S/N. – Ele diz e eu me viro com uma enorme interrogação no rosto. – Se for só o pneu, eu posso trocar, tenho certeza que tem algum step na oficia, só vou trocar de roupa e já arrumamos isso, se eu fosse você diria que vai se atrasar.

Suspiro aliviada, e vejo ele subir as escadas para seu quarto.

Enquanto espero, sinto meu celular vibrar, e vejo que é uma mensagem de Serena, minha melhor amiga.

Sê-ah: S/A? 22:09

Sê-ah: S/A-ah, você já ta vindo? 22:10

Estou atrasada, ótimo... sento na única poltrona da sala que estava limpa, e começo a digitar.

Sê-ah, vou me atrasar, o pneu da moto estourou, e estou no Namjoon, ele vai arrumar.

Sê-ah: É O QUE? VOCÊ TA ONDE?

Sê-ah: Kim Namjoon? Isso mesmo produção? Você ta na casa do senhor maravilhoso?

 Reviro os olhos, ao lembrar que um dia eu o chamei de “senhor maravilhoso”.

Vai tomar no meio do seu cú Serena. Avisa ai que eu vou chegar atrasada.

Assim não quis mais conversar, então desliguei as redes móveis.

A sala de estar da casa não havia mudado muita coisa desde a ultima vez que estive aqui. Quando eu achava que ele gostava de mim.

A lareira ainda levava fotos do casal, e muitas fotos do Namjoon, havia uma nova, era de sua formatura da faculdade, ele realmente esta muito bonito na foto.

Namjoon e eu nos conhecemos desde pequenos, ele é alguns anos mais velho que eu, mas mesmo assim, brincava de tudo que eu queria. Teve até uma vez que ele brincou de mamãe e filhinho comigo, onde deixou eu dar comida na sua boca!

Começo a rir quando lembro da cena.

-Ta rindo de que em mocinha? – Me viro para as escadas, e me deparo com Namjoon usando uma jardineira velha e manchada, com um par de coturnos e o óculos preto de sempre.

-Nada não, estava lembrando de uma coisa. – Me endireito. – Bela jardineira.

- Vai a merda S/A. – Ele diz com um sorriso no rosto.

***

treze minutos se passaram, e eu estava na porta da oficina, via Namjoon trabalhando agilmente, seus braços haviam criado forma, depois dos anos fora.

Namjoon fora morar fora a quatro anos, não antes de realmente acabar com o meu coração.

- Prontinho. – Ele diz se virando pra mim, e vê que eu estou meio hipnotizada olhando pra parede. – S/N?

- Hmm? – Volto a mim um pouco envergonhada e vejo-o perto o bastante pra encostar as mãos cheias de graxa em mim. – Não ouse encostar essas mãos sujas de graxa em mim!

- Ah é?-  Ele pergunta olhando para as mãos e depois para mim, vendo que eu confirmava. – O que você faria?

- Não Namjoon. – Começo a andar para trás, com ele vindo com aquelas mãos sujas. –Namjoon!

Saimos correndo pela casa até que chegamos na cozinha.

-Nhuuuum Nams. – Resmungo entre ele e a vidraçaria.

Foi ai que ele parou, com um sorriso sapeca na boca, aproveitei do momento pra tentar sair de perto dele, e foi ai que torci meu tornozelo.

-AISH. – Meu tornozelo doía tanto, que nem percebi quando Namjoon me segurou pelos cotovelos, e logo me sentando numa das cadeiras.

- Deixa eu ver. – Ele diz sério, mas ao olhar para as próprias mãos, bufa lembrando-se da graxa.

                Indo até a pia, ele não diz nada, mas não consigo segurar um risinho.

                - Você quase quebrou o pé e está rindo??- Ele pergunta voltando a me olhar. – Pelo visto você continua estranha. – Sussura.

                 - Eu não sou estranha. – Falo para mim mesma, e vejo ele sibilar um “uhum, tá” e vir até mim, enquanto enxuga as mãos na lateral da jardineira. – Eu só estava lembrando de quando éramos crianças.

                - Você era criança, não eu. – Ele diz, e eu me vejo revirando os olhos. – Você caia muito. S/N. A garota desastrada.

                -Ei! – Rio dando um tapa em seu ombro, que agora estava na altura da minha cintura, já que ele se encontrava sentado aos meus pés. – Lembra-se de quando eu cai da arvore do Sr. Oregon?

                - E tem como não lembrar? – Ele diz com um sorriso no rosto enquanto desamarrava o cadarço do meu tênis e o retirava. – Puta merda, ta bem...feio.

                 Olho para o meu pé, e vejo que ele estava inchando, assim como o tornozelo que começava a azular.

                Enquanto ele pegava gelo na geladeira, vejo várias cervejas, e um monte de comida instantânea.

                - O que aconteceu com seu sentido de cozinheiro Namjoon? – Pergunto olhando pelo seu ombro as pizzas congeladas. Envergonhado ele  fecha o congelador rapidamente, se sentando perto do meu pé novamente.

                - Eu não sei mais cozinhar. Na faculdade eu vivia de comidas congeladas. – Ele sussura. – E também, depois daquele nosso acidente na sua casa, eu não quis mais me meter com fogo.

                 Foi ai que lembrei.

***                       

Aproximadamente 4 anos atrás.

Daqui um mês Nams irá embora, e eu ainda não me vejo sem ele.

Hoje decidimos fazer um belo jantar e depois assistiremos á uma série de filmes.

- S/A! – Nams me grita da cozinha. – Você prefere molho de tomate, ou molho branco? – Ele diz se virando pra mim quando eu apareço na porta. Sorrio para ele e vou a seu encontro.

-Molho branco. – Digo me sentando na bancada mais próxima.

Ele confirma com a cabeça e vejo ele preparar.

Desde o começo do ano Namjoon e eu andamos bem estranhos. Teve a festa da Serena esses dias, e eu jurava que ele ia me beijar.

Houve também o dia da piscina onde ele até me abraçou de um jeito diferente.

-Nams? – Sussurro me arrependendo amargamente logo depois.

- Hm? – Responde, se virando pra mim e ficando sério ao ver que eu estava cabisbaixa. – O que foi S/A?

- Nada. – Digo, colocando um sorriso no meu rosto. Mas já era tarde.

- S/N, fala logo. – Ele diz se sentando ao meu lado na bancada e levantando o meu rosto pelo queixo.

- O que nós somos? – Pergunto e faço questão de continuar, aproveitando o ataque de coragem concebida a mim. – Quero dizer, você tem dezoito anos, eu quinze, somos amigos desde pequenos, mas ultimamente você me olha de um jeito diferente. Sinto quando você está me encarando sabia? – Ele estava ficando da cor dos tomates que estavam na pia. – Eu também ando me sentindo diferente quanto a você. Na festa da Serena por exemplo. – Digo e coloco meu rosto baixo, fazendo meus olhos se fixando nos pés da mesa. – Eu estava torcendo pra você me beijar, e quando isso não aconteceu... eu me senti mal. – O final saiu como um fio de voz, que estava preso em minha garganta.

Alguns segundos se passaram e fora ai que eu percebi que ele havia se levantado, e que estava na minha frente.

- S/A... S/N-ah. – Ele diz levantando meu rosto para que meu olhar se encontrasse ao seu. – Ah S/A, eu não queria te deixar desse jeito. Eu sinto muito. – Suspira, mas logo já está falando novamente. – Eu sei que você deve estar se sentindo estranha, eu também estou. Principalmente por você ser mais nova. Eu me sentia como um irmão, você era minha maknae, minha pequena que deveria ser protegida de tudo e de todos, mas com o tempo eu comecei a sentir que eu queria te proteger sim, mas não como irmão ou amigo. É realmente estranho. – Ele sussurra a ultima parte, abaixando os olhos. – E sobre o beijo, eu queria muito te beijar, mas tenho medo, você acha que eu não sei que você ainda não beijou ninguém? – ele pergunta como se eu tivesse escondido uma coisa maligna dele. E vendo que eu havia ficado muito envergonhada, logo se desculpou. – Desculpa S/A.

Assim que ele sussurrou, me vejo levantando seu rosto com as duas mãos, e muito desajeitadamente, fui chegando perto, até selar nossos lábios.

Ele correspondia bem, e eu não me sentia envergonhada por isso, era bom, nós estávamos em uma incrível sintonia, ele pediu permissão assim que viu que eu me sentia bem com aquilo. E assim uma batalha começara com as nossas línguas.

Ficamos nessa troca de carinhos por alguns minutos, até sentirmos um cheiro muito forte de queimado. Assim nos separando, e olhando para o fogão.

O local onde antes havia duas panelas, agora começava uma grande chama de fogo (N/C: BULTAOREUNE).

-Puta merda. – Nams xinga me soltando e indo atrás de algo que apagasse o fogo.

Não conseguimos conte-lo então ligamos para os bombeiros. Meu pai, que estava em plantão no hospital, ao saber saiu o mais rápido, e então veio a proibição:

Eu estava proibida de ver Namjoon.

Meu pai sempre odiara a ideia de sua pequena filha ser a melhor amiga de um homem de dezoito anos, e o incêndio fora a gota d’água.

***

- Isso fora a quatro anos Namjoon. – Digo e vejo ele revirar os olhos.

-Fora a quatro anos, mas tenho certeza que você lembra direitinho, até porque seu primeiro beijo fora lá. Seu pai ter proibido que nos víssemos fora algo que me deixou mal por quase um período inteiro da minha faculdade, eu tentava te ligar todos os dias, mas seu pai colocara bina e assim que a minha primeira chamada chegou, ele me bloqueou. – Isso eu não sabia. Vejo ele suspirar novamente e olhar pra mim. – Você namorou ou namora? – Ele me olha nos olhos, e na hora me lembro da camiseta que eu usava agora. Confirmo e vejo ele confirmar também. – Compreendo, ainda namora? – Nego e ele sorri com a beira da boca, me deixando envergonhada e com um pouco de raiva. – Eu também tentei, mas eu sempre me via com alguém que parecia com você. Seu modo de vestir. – Vejo ele olhar minhas vestimentas. – Vejo que ainda usa roupas masculinas. – Sorrio e ele parece apreciar o momento. – As minhas namoradas sempre eram alegres, fofas,inteligentes, mas nunca durava. – Ele diz. – Por curiosidade, quantos você namorou S/A-ah? –Ele pergunta olhando nos meus olhos, só ai que percebi que ele ainda segurava a bolsa de gelo no meu tornozelo, do modo mais delicado possível

- Um. – Sussuro, me sentido envergonhada, pois sei que ele ficara com várias, e eu namorei apenas um.

- Ainda é tímida? – Ele pergunta mais pra si mesmo e vejo ele sorrir. – Quanto tempo durou?

- Começamos a namorar no começo do ano passado, duramos cinco meses. Eu não sentia nada. – Digo baixinho.

- Fora assim comigo. – Ele sussurra abaixando a cabeça.

Continuamos calados por um tempo, mas havia uma questão que não se calava.

- Nams. – Sussurro, e vejo ele levantar o olhar rapidamente. – Naquele dia, do fogo. – Digo e ele confirma. – Você gostou do beijo?

Vejo ele soltar um suspiro aliviado e um sorriso sincero se formar em sua boca.

- Ouso dizer que fora o melhor beijo que já tive. – Diz com seus olhos vagando no meu cabelo, que agora estava em um coque bagunçado. – E você?

-Eu? – Pergunto, eu havia me desligado um pouco, enquanto olhava a covinha que formava quando ele sorria.

Ele solta uma risada gostosa jogando a cabeça para trás antes de perguntar.

-Você gostou do beijo? Sabe, fora seu primeiro, pode não ter sido muito bom.  As vezes é desconfortável. – Ele diz simplesmente, jogando os ombros, como se isso fosse normal, e só nessa hora que vejo que uma de minhas mãos estava em seu ombro, e uma de suas mãos estava em meu joelho esquerdo.

- Eu também achava que seria o pior beijo, por ser o primeiro. – Falo e vejo ele fingir estar ofendido e depois sorrir compreendendo. – Mas, depois de ter beijado por cinco meses o mesmo garoto, ter ficado com mais dois  entre vocês dois. Nenhum fora tão bom quanto o seu.  – Sussurro, e vejo ele ficar surpreendido, mas depois sorrir.

Antes que eu pudesse falar algo, me vi com os lábios selados aos seus depois de tanto tempo. E essa sensação repentinamente boa me fez suspirar.

Antes de pedir permissão para que sua língua pudesse brincar com a minha, ele levanta lentamente e me levanta também, me colocando na mesa.

-Assim está melhor. – Sussurra  antes de voltar, dessa vez pedindo permissão para mim, que logo cedi, gemendo em resposta á essa ótima sensação.

Antes que continuássemos, ele geme em resposta ao meu gemido, acho que ele gostara disso.

Ficamos assim até perdermos o fôlego.

- Acho que você ta perdendo aquela comemoração que você tinha. – Ele sussurra  perto do meu ouvido, provavelmente olhando para o relógio da cozinha.

Pego meu celular, e vejo que já era 23:12h, suspiro, mas ao sentir a respiração dele quente ao meu ouvido, fico tão arrepiada, que decido não ir.

- Espera um pouco. – Sussurro perto do seu ouvido, e ele curioso como sempre, nos separa, vendo que eu estou com  o celular em mãos.  – Namjoon! Você sujou a minha roupa toda de graxa! Terei que cancelar a minha ida. – Digo, e vejo ele sorrir, entendendo o que eu dizia.

Pego meu celular e vou ao contato da Serena. Haviam várias mensagens, tantas que nem li.  Então decidi mandar uma mensagem no grupo da turma.

S/N: Gente, rolou um imprevisto, meu pneu estourou, e por causa disso torci o tornozelo, a coisa ta bem feia. Enfim, se divirtam! Eu dou meu jeito de me divertir por aqui.

Vejo que Nams está lendo a mensagem quando sorri pegando o celular da minha mão, e o  coloca na mesa.

- Tenho certeza que consigo ser muito mais divertido que um Street Game. – Ele diz virando-se de costas e me levando de cavalinho até a sala. Onde viramos a noite assistindo filmes, e digamos que rolou algo mais, essa parte, fica a critério da sua imaginação.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Um beijo no kokoro de vocês e até o próximo OS <3


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