História One Shot Hot - Camren G!P - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camz, Incesto, Lauren, Laureng!p
Exibições 4.072
Palavras 1.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem voltou...
Essa é para quem me pediu Camila G!P...

Capítulo 2 - Loucuras no motel - parte 1


Fanfic / Fanfiction One Shot Hot - Camren G!P - Capítulo 2 - Loucuras no motel - parte 1

Camila POV’s

 

Bom, antes de começar a contar a vocês sobre o meu mair segredo, queria me apresentar. Me chamo Camila Jauregui Somerhalder, tenho vinte anos, e moro com meus pais, Lauren Jauregui e Ian Somerhalder. O que vou lhes contar agora, é algo que nunca contei para ninguém, espero que possam guardar o meu segredo...

Tudo começou quando minha família resolveu fazer uma vigem. Todo ano, nas férias, escolhíamos um local e fazíamos a viajem. Dessa vez, escolhemos o nordeste como destino, e resolvemos ir de carro para aproveitar a paisagem e nos dar mais liberdade de rota.

No nosso primeiro dia, fomos a Minas Gerais, fazendo paradas nas pequenas cidades desse estado. Eu e meu pai fomos revesando a direção do volante, e a cada quatro horas seguidas trocávamos de motorista. Em uma das voltas que demos pela cidade, encontramos a Shangrilá, uma espécie de hotel/pousada. O lugar era incrível, as instalações ficavam em meio a natureza, havia árvores, uma vista linda das montanhas, sem contar com o conforte oferecido pelo local. Alugamos uma espécie de chalé para passar a noite, e como havia dois quartos, meus pais ficaram na suíte, e eu, em um quarto menor e simples.

No dia seguinte, seguimos viagem logo cedo. Pegamos a estrada, parando apenas para utilizar o banheiro, abastecer o carro e nos alimentar. Cerca de 900 quilômetros depois e mais de dezessete horas de viagem, chegamos a Bahia. Como chegamos muito tarde e em um dia de feriado, não conseguimos achar um lugar para passar a noite. Procuramos por pousadas, hotéis e nada. No último hotel que procuramos, a recepcionista nos disse para procuramos vaga em um motel, que, com certeza, conseguiríamos. A moça nos indicou um motel que ficava em uma estrada próxima de onde estávamos, e sem pensar duas vezes, seguimos até lá.

Quando chegamos ao estabelecimento, a recepcionista informou que havia apenas um quarto disponível, e com cama de casal. Estávamos tão cansados da vigem que decidimos passar a noite por ali mesmo.

Como indicado, o quarto tinha apenas uma cama de casal, que ficava no centro do quarto, era redonda e com detalhes na cor vermelha. Em frente a cama, uma tevê de plasma ficava na enorme parede. Ao lado direito um pequeno frigobar, do outro lado um sofá também na cor vermelha, que provavelmente seria o lugar que eu dormiria. Me senti estranha em estar em um lugar desses na presença dos mais pais. Olhando para o banheiro, pude perceber que o mesmo não possuía porta.

Resolvi deitar na minha cama lê-se sofá, e passei a mandar mensagens para os meus amigos, precisava me distrair, até porque minha mãe estava tomando banho e eu podia ver tudo, já que o espelho refletia tudo. Mas, em um momento de distração, eu deixei que meus olhos mirassem para o banheiro. Foi assim que eu avistei uma das melhores cenas da minha vida. Minha mãe passava o sabonete pelo corpo de uma forma tão sensual. Eu via aquile cena e não conseguia sequer piscar os olhos, estava hipnotizada. Aquele corpo cheio de curvas, pernas torneadas, um maravilhoso par de seios e aquela bela comissão de trás. Meu pau ficou duro na hora. Olhei para o lado, com medo que meu pai tivesse me visto secando minha mãe, ou até mesmo, visto o volume em minha calça, mas a única coisa que eu vi, foi meu pai dormindo na cama. Sem pensar duas vezes, pequei um lençol e coloquei sobre minhas penas, e tratei de abrir minha caça. Meu pau pulou para fora, depois que o livrei da cueca. Minha mãe passou a ensaboar sua buceta, e aquilo só fez meu tesão aumentar. A vadia fazia movimentos lentos, era como se estivesse se estimulando. Caralho, eu estou batendo uma para minha mãe. O quão vergonhoso é isso?

Antes que eu pudesse gozar, ela saiu do banheiro e fez meu pai ir tomar seu banho. Ela colocou uma camisola bem curta e foi se deitar. Precisava que meu pai tomasse seu banho logo, não podia ficar no mesmo ambiente que ela, sem contar que meu amigo ainda estava em ponto de bala.

Dei boa noite neles, e é claro, evitei ao máximo olhar para o corpo quase nu, da minha mãe. Isso é errado de todas as formas.

Por volta das 4 da manha, acordei para ir ao banheiro e me deparo com uma movimentação estranho na cama onde meus pais estavam dormindo. Olhei com atenção e vi minha mãe mamando no pau do meu pai. Sem medir as consequências, enfiei minha mão dentro da cueca samba-canção que eu usava, e passai a me masturbar. Batia punheta como se minha vida dependesse daquilo, mas o tesão de ver meus pais quase trepando na minha frente, me deu uma boa dose de adrenalina. Não demorou e eles passaram a transar, meu pai por cima da minha mãe, dando estocadas profundas e lentas. Quando minha mãe pediu por mais, o safado meteu seu cacete todo nela de uma só vez. Os dois passaram a fazer sexo selvagem, nem parecia meus pais naquela cama. Os dois ao menos se preocuparam com a minha presença. Mas eu ia aproveitar a distração deles… a se eu não ia.

Quando meu pai puxou minha mãe para cavalgar nele, ela me viu. Seu rosto era de puro espanto.

— Fiquei cheia de tesão vendo vocês transando. Por favor continuem. - não precisou repetir.

— Filha, já que está com tesão, eu vou te ajudar. Vem aqui se divertir com agente Camz. Deixa eu bater uma pra você também – não pensei duas vezes e fui em direção a cama. Mal cheguei e Lauren já agarrou meu pau e começou a punhetar. Aquela mão era magica, só pode. Estava sentindo um prazer que jamais senti. Sem conseguir me segurar, coloquei minha mão no seu peito, e de uma bela apertada.

— Assim também não Camila. Ainda sou sua mãe, me respeite – Lauren disse tirando minha mão do seu mamilo.

— Mas Laur, estava tão gostoso. Por favor mãe. - fiz uma carinha de cachorro que caiu da mudança. - pelo menos me chupada? Só um oralzinho?

Ela me olhou e sem responder, enfiou meu membro em sua boca. Enquanto sua boca chupava minha superfície, sua mão fazia carinho em minhas bolas. Me senti no paraíso.

Meu pai, chegou por trás e socou a rola dele nela. Nossos gemidos se misturavam, mas quando ela o fazia, mandava vibrações, que acertavam minha glande, provocando um puta prazer em mim. Não aquentei, a peguei no colo e a fiz sentar no meu colo. Sua buceta deslizava com facilidade no meu cacete.

— Não para Camz, fode sua mãe. - aumentei o ritmo das estocadas e ela os gemidos. - Cam.. Camz, mete mais forte… vai… assim… vai bebê… enfia o caralho todo em mim… - envolvi meus braços em torno dela, e aquilo me deu mais liberdade para realizar meus movimentos. - Camz iss-sso… é … errado Camila, não podemos. - dessa vez eu enviei meu pau com toda minha força nela. - Bem ai Camila…

A vadia não perdeu tempo e passou a punhetar meu pai, e mais uma vez, nos perdemos em meio ao prazer. A deitei de lado e passei a comê-la de lado, e não podia ser melhor. Envolvi minha mão em seu seio, e comecei a brincar com eles. Não deixei de penetrá-la um segundo sequer, nem o ritimo eu deixei desacelerar.

Os movimentos eram intensos e a cada vez ela gemia mais alto. Quando senti uma pressão em meu membro, pude notar que ela, estava perto do seu ápice.

— Vai mão, goza no meu pau vai… eu quero ver você gozando enquanto grita meu nome vai. - passei a estimular seu clítoris e a pressão foi aumentando.

— Camz, eu estou quase… Camm—ila… Mete mais forte… Assim filha… eu-uu vou go-zarrr. - foi questão de segundos e ela de desmanchou em meus braços. Gozamos juntas, e muito. Acho que nunca ejaculei tanto em minha vida.

 

 

Continua..?


Notas Finais


O que acharam?
Alguém quer a segunda parte?


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