História One shots Bubbline - Adaptações - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Tags Bubbline, Bubbline G!p, Fiobe, One-shot
Exibições 161
Palavras 2.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Colegial, Hentai, Orange, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oih p/sooal ^^
Estou trazendo pra vocês uma fanfic de One shots adaptação !
As fanfics não são minhas e sim de outro autor, os créditos são diretamente dele. Link da fanfic original nas notas finais.

OBS : essa adaptação terá entre 6 a 9 capítulos ainda não tenho certeza...


E aproveitem esse primeiro capitulo um pouco...sombrio.


•Camrenzinho Be•

Capítulo 1 - Adaptação l - Vingança se escreve com F


POV Bonnibel


Aquela havia sido a última vez. Essa foi a promesa.
Mas aquela promesa já havia sido feita muitas vezes no passado. Vezes demais.
A primeira vez, foi no nosso segundo ano de casamento. Marceline estava super estressada com um de seus casos super-mega importantes e havia deixado uns papéis sobre o tal caso em cima da mesa da cozinha. Eu não tive culpa de ter escorregado e deixado o meu café cair em cima dos malditos papéis, a culpa foi do cachorro que ela insistiu em ter. Ele veio latindo pra cima de mim e eu escorreguei ao tentar esquivá-lo. O resultado foi o de se esperar, Marceline ficou possessa de raiva. 
Até ai tudo bem, era um trabalho importante e tudo mais, eu podia entender o nervoso dela. Mas eu pedi desculpa várias vezes e ela continuava gritando comigo até o ponto que começou a me xingar. Ai foi quando eu me alterei também e gritei de volta, chamando ela de imbecil por me xingar por um maldito acidente. Foi nessa hora que ela desceu a mão na minha cara.
E não, não foi um tapinha qualquer. Foi um tapa com as costas da mão, violento e certeiro. A primeira coisa que eu senti; antes mesmo da própria dor; foi o gosto do sangue que saia do corte que ela fez no meu lábio. Eu estava perplexa. Sabe quando você fica sem ação, como não acreditando que aquilo realmente aconteceu? Era exatamente assim que eu estava depois daquele tapa.
Quando na vida eu ia imaginar que Marceline; que a minha Marcy; seria capaz de me bater daquele jeito? Jamais. As lágrimas começaram a correr pelo meu rosto enquanto eu ainda estava em estado de choque. Marceline tapou o boca com a mão e me olhava como se ela mesma não pudesse acreditar no que havia feito. Ela também chorava mas não dizia nada. Nenhuma das duas dissemos nada.
Eu estava chocada demais para sentir ódio dela naquela hora. Meu lábio doia e enquanto eu saia da cozinha e subia pro nosso quarto, eu já sentia ele inchar. Marceline não me seguiu, o que eu agredeci. Eu não queria nem me olhar no espelho, aquilo já estava me matando por dentro e se eu olhasse meu reflexo no espelho, tudo seria mais real. Eu teria que olhar a mim mesma de frente e ver o que a minha mulher tinha feito comigo. Aquilo acabaria comigo de vez e eu só queria sair dali o mais rápido possivel. 
Peguei apenas a minha bolsa e sai daquela casa, ignorando os pedidos de Marceline para que eu não fosse embora.
Eu não soube muito de Marcy durante o mês que passei na casa dos meus pais depois daquele dia. Minha mãe me incentivava a pedir o divorcio todo santo dia mas só quem já se apaixonou sabe como ficamos idiotas quando amamos. 
E eu amava Marceline, mais que a minha própria vida. Ela havia sido minha primeira em tudo. Meu primeiro beijo, minha primeira namorada e minha primeira vez. Toda aquela insistência por parte da minha mãe para que eu a deixasse e conhecesse pessoas novas; para que eu provasse me relacionar com outras pessoas; entravam por um ouvido e saiam pelo outro. Não era por eu nunca ter ficado com mais ninguém além de Marceline que eu quisesse fazê-lo. 
Eu fui a primeira em me achar uma otária com O maiúsculo quando eu voltei pra ela, depois de um mês e meio. Minha mãe não se conformou, dizendo que quem bate uma vez sempre volta a bater. Mas eu estava convencida de que Marceline não era assim. Durante o tempo que ficamos separadas, ela ficou muito mal. Quando nos reencontramos, dava até dó de ver o estado dela. Ela estava arrependida e eu confiava nela. Confiava em que aquilo não voltaria acontecer.
Eu deveria era ter escutado a minha mãe. 
A segunda vez, foi vários meses depois. Foi justo antes de descobrir que eu estava grávida. Tinhamos ido numa festa na casa de Fionna, Phoebe e Finn; um amigo de um amigo delas; ficou com graça pro meu lado. Ele ficou de graça pro meu lado, não eu pro dele. Mas isso não impediu que Marceline me xingasse de vagabunda e dissesse que eu estava dando mole pra ele.
Aconteceu tal e como na primeira vez. Discutimos, ela começou a me xingar, eu revidei e ela bateu. Só que dessa vez o tapa foi no meu pômulo e bem mais forte. Tão forte que me fez cair no chão. Eu não imaginava que Marceline tivesse tanta força daquele jeito. Outra diferença, foi que ela não chorou e nem parecia arrependida do que fez. E mais, disse que da próxima vez quebraria a minha cara.
Claro que o meu primeiro instinto; como não era a primeira vez e a surpresa foi menor; foi ir pra cima dela e devolver o tapa. Grande erro. Aquilo só a enfureceu mais ainda e fez com que ela me desse um murro de mão fechada no lábio, abrindo-o mais que da primeira vez.
"Você é um monstro, Marceline!" Eu lembro de ter gritado mas ela nem ao menos se imutou. A única coisa que ela fez foi trancar a porta de casa e pegar minha chave pra que eu não pudesse sair. Depois ela foi tomar banho, como se nada tivesse acontecido, e eu fiquei sentada no chão chorando. Eu chorava de dor sim, mas chorava muito mais de ódio e principalmente de tristeza. A Marcy que eu conhecia, por quem eu havia me apaixonado, não existia mais.
Daquela vez eu não contei nada pra ninguém. Nem sequer pra minha mãe. Apenas cobri os hematomas com maquiagem e fingi que nada tinha acontecido. E ao contrário da primeira vez, não fiquei com Marceline por amor, mas sim por medo. Ela deixou bem claro que se eu fosse embora ela iria atrás de mim, me encontraria onde fosse, e me mataria. Mas não era por mim que eu sentia medo mas sim pela minha familia. Marceline cada vez mais encaixava no perfil de uma psicopáta e dizia que ninguém que eu amasse acabaria com vida se eu não fosse uma boa menina.
Quando se passaram alguns dias e ela já estava calma, ela me encheu de beijos e pedia perdão e dizia que jamais faria aquilo outra vez. Que aquela havia sido a última vez. Eu fingi que acreditava.
Logo depois disso eu descobri que estava grávida. Depois de saber a noticia, Marceline voltou a atuar como a Marceline de antes. A Marcy que eu tanto amava. E sim, embora me desse vergonha admitir, eu ainda a amava. Ela passou a me tratar com carinho, me dava atenção, me enchia de presentes e de demonstrações de amor. 
Tudo era perfeito. Aos poucos, à medida que os meses iam passando, eu ia voltando a me sentir a salvo ao lado dela. Eu voltava a olhar pra ela como a minha Marcy e não como a mulher que me maltratava. Voltava a acreditar que voltariamos a ser felizes juntas, com o nosso bebê. Que tudo aquilo pertencia ao passado e que não haveria uma terceira vez. 
Mas é claro que houve uma terceira vez. E uma quarta e uma quinta e uma sexta.
 
Quando nossa filha já estava com dois anos, eu era oficialmente o saco de pancada de Lauren. Qualquer motivo era bom pra ela me bater. Ela tinha um mal dia no trabalho, ela me batia. Ela levava uma multa, ela me batia. Ela não encontrava a roupa que estava buscando, ela me batia.
Eu não contava isso pra ninguém mas minha mãe podia ser tudo menos boba e sabia o que estava acontecendo. Ela falou disso comigo apenas uma vez, pois quando minha resposta foi que ela se metesse na vida dela e que do meu casamento e da minha vida cuidava eu, ela não voltou a tocar no assunto. E cada vez mais ela abria mão de mim porque cada vez mais eu me afastava dela. 
Se eu ainda amava a Marceline? É claro que sim, eu iria amá-la pro resto da vida. Ela havia se convertido em um monstro, sim. Mas isso não mudava tudo que havia acontecido entre nós antes disso. Marcy era a mulher que me batia e que me traia; embora ela achasse que eu não sabia; mas também era a garota que me mostrou o que era o amor. Foi a primeira pessoa que realmente gostou de mim e não apenas do meu corpo. Foi quem me deu os anos mais felizes da minha vida. 
E também os piores.
A última vez; a vigésima, vigésima primeira? Não sei pois perdi a conta depois da décima; foi com certeza a pior de todas. A nossa filha já estava com três anos e havia começado a ir à escola. Numa das tardes em que fui pegar ela, eles se atrasaram para sair e enquanto eu esperava fiquei conversando com outros pais. Haviam duas mulheres e um homem mas as duas mulheres começaram uma conversa entre elas, me deixando sozinha com o homem. Nossa conversa foi do mais banal, falamos apenas sobre nossos filhos. 
Quando cheguei em casa e vi que Marceline estava lá, eu gelei na hora. Ela nunca estava em casa àquela hora e sua cara me advertia de que eu não acabaria o dia em pé. Ela fingiu um sorriso pra nossa filha, pegando ela no colo e enchendo ela de beijo. O mais ridiculo da situação era que embora eu soubesse que Lauren iria me bater, eu senti ciúmes da minha filha que ria feliz nos braços dela. Eu nem lembrava a última vez que Marceline tinha feito aquilo comigo. Ridiculo, né? Sim, muito. Mesmo depois de tudo aquilo, eu ainda queria o carinho dela. Eu sentia nojo de mim mesma.
Passamos a tarde sem trocar uma palavra e assim que a nossa pequena adormeceu nos braços dela e ela deixou-a na cama, aconteceu. Ela dizia ter ido na escola para pegar a nossa filha e ter me visto falando com o tal homem, que eu nem sabia o nome. Falou coisas horriveis, que eu já estava acostumada a escutar e me bateu do mesmo jeito de sempre. Eu já estava tão acostumada que nem gritava ou chorava ou me debatia mais. Apenas recebia os golpes com a boca fechada, pois eu sabia que quanto mais eu falasse, mais ela me bateria.
Aquela noite, Marceline não só deixou meu rosto marcado mas o resto do meu corpo também, pois quando eu já estava no chão ela me deu vários chutes. Aquilo era novo. Não falei nada e fiquei ali, sentada no chão enquanto ela ainda me xingava e brigava comigo em voz baixa para não acordar nossa filha. 
Assim que ela terminou o banho, eu tomei o meu e logo me deitei ao lado dela na cama. Como sempre. Deixei ela me abraçar por trás, escutando a mesma velha história de sempre. 
Foi a última vez, meu amor. Me perdoa, eu te amo. 
Mas daquela vez, não haveria uma próxima vez. Esperei ela pegar no sono e levantei da cama com cuidado. Para a minha sorte, Marceline tinha o sono bem pesado e nem se moveu. Coloquei a primera roupa que vi pela frente e fui até o quarto da nossa filha. Peguei ela no colo, sem acordá-la e sai de casa com ela. 
Minha mãe não fez nenhuma pergunta quando eu pedi que ela cuidasse dela enquanto eu fazia uma coisa importante. Minha cara quebrada falava por si só. Ela apenas beijou meu rosto e disse que me amava muito.
Voltei pra casa e passei pela cozinha antes de voltar pro nosso quarto. Quando cheguei lá, fiquei uns bons minutos de pé, olhando Marceline dormir. Ela parecia tão serena quando dormia, parecia um anjo com aquela pele branca e aquele cabelo negro. Um anjo do inferno.
Com um sangue frio que eu não sabia que podia chegar a ter, eu me aproximei a ela; que dormia de barriga pra cima; e sentei bem em cima do seu pau que estava meio duro. Rebolei um pouco, querendo que ela acordasse bem feliz. 
E consegui. 
Ela resmungou um pouco e logo abriu aqueles olhos verdes lindos aos poucos. Sorriu ao me ver sentada em cima dela e segurou minha cintura, perguntando se eu queria me divertir um pouco.
Eu queria, ah como eu queria. Ela nem imaginava o quanto.
Eu acenti com a cabeça e baixei o rosto para beijá-la. Foi um beijo profundo e intenso, um beijo apaixonado como fazia tempo que não davamos. Marceline apertava minha bunda e se esfregava em mim e eu sentia seu pau endurecer cada vez mais e sorria.
Pedi para que ela, só por aquela noite, deixasse eu tomar o controle da situação e ela concordou. Eu dei um sorriso sensual; como eu pude com o lábio todo esfolado; e fui pegar um dos meus lenços no armário. Quando voltei, beijei ela novamente enquanto prendia suas mãos na cabeçeira da cama. Com bastante força. Ela deu um gemido de dor mas não falou nada. Eu continuava sorrindo, o tempo todo.
Eu tirei a cueca dela, deixando-a nua da cintura pra baixo e voltei a sentar em cima dela. Só que dessa vez nas suas coxas. Segurei seu pau que já estava totalmente duro e masturbei ela durante alguns instantes. Só o suficiente para que ela fechasse os olhos de prazer. E assim que ela os fechou, eu tirei a faca de cozinha que escondia atrás das costas; presa no elástico da minha calça moletom; e me preparei para me divertir.
A faca estava tão afiada quanto uma espada samurai. Cortava carne como se fosse manteiga e aquela noite, eu tinha bastante carne pra cortar. Começando por aquele pedaço de carne dura que latejava na minha mão. Coloquei a faca em posição e literalmente cortei o pau dela fora.
O grito de Lauren foi tão alto e tão desesperado que eu pensei que ia ficar surda. Ela não parava de gritar e de se debater na cama, tentando se livrar do lenço que prendia suas mãos e eu ria alto com aquilo. Eu estava adorando tomar aquele banho de sangue que jorrava de onde antes estava o membro da minha mulher.
"Não precisa se preocupar, Marcy. Você não vai mais precisar dele." 
Eu beijei o rosto dela, que tentou me morder mas não conseguiu e continuei rindo. Fiz vários cortes profundos pelo corpo dela. Cortei a barriga, os braços, as coxas, o rosto. E por último, quando ela já estava morrendo pela perda de sangue, eu coloquei a faca no pescoço dela. Cheguei bem perto do seu ouvido e sussurrei: "Foi a última vez, meu amor. Me perdoa, eu te amo."
Dei um último beijo nos lábios dela, enquanto passava a faca pela sua jugular. E antes mesmo de que eu tirasse meus lábios dos dela, Marceline já estava morta.
Eu joguei a faca no chão e fui pro banheiro. Tomei um longo banho, com um sorriso calmo no rosto e logo me vesti. Depois de estar pronta pra sair, eu peguei o telefone do quarto e liguei pro 911. 
"911. Qual é a sua emergência?"
"Eu acabei de matar a minha esposa." 


Notas Finais


(One shot Camren G!p) - Clique aqui e voce será direcionado a fanfic original 👉 https://spiritfanfics.com/historia/vinganca-se-escreve-com-f-2833819

🔴Créditos ao escritor original.

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#Bubbline G!p #Bubbline

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