História One Shots Hot Camren - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Sexo
Exibições 1.122
Palavras 2.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MAIS UM HOJE
ME ACOMPANHEM NO WATTPAD
EDITEI O LINK PASSADO
VOU COLOCAR DE NOVO NO FINAL DESSE CAP
AGORA TA CERTINHO!
LEIAM LÁ POR FAVOR

Capítulo 2 - Uma surpresa: Parte 2


Lauren POV

Camila virou-se pra mim com os olhos arregalados e a boca levemente aberta, parecendo não acreditar nas palavras ditas por mim. Será que ela não curtia anal? Será que foi muito precipitado? Quer dizer, ela era minha meia irmã, era nossa primeira transa e eu já chego falando que vou comer o cu da garota, porra, as vezes eu penso muito com a cabeça de baixo, e menos com a de cima.

- O que foi que você disse, Lauren? - Perguntou enquanto apoiava o cotovelo no colchão, e a cabeça em suas mão. Ela estava totalmente de lado pra mim.

Seu rosto estava vermelho, com fios de cabelo grudados em sua testa. Os lábios inchados, as marcas pelo corpo… Porra. Aquela garota era linda. Tudo dela era lindo. E ela estava mais bela ainda após ter sido fodida gloriosamente por mim. Sua bocetinha deve estar se contraindo até agora, procurando pelo meu pau. A latina arqueou uma de suas sobrancelhas pra mim, e um risinho de lado surgiu em seu rosto, quando percebeu que eu estava olhando perdida pro seu corpo. Constrangida, limpei minha garganta antes de finalmente respondê-la.

- Olha, desculpa, é que no calor do momento eu não pensei direito, e só falei o que eu tava com vontade de fazer, mas…

Fui interrompida por lábios quentes e macios sendo pressionados nos meus. Camila colocou uma mão na minha nuca e logo puxou meus cabelos, movendo minha cabeça. Um beijo feroz começou, sua língua invadiu minha boca e começou a explorar todos os espaços que podia, me deixando louca de tesão. Sua outra mão subiu pela minha barriga e apertou meu peito esquerdo, torcendo o mamilo sensível entre os dedos, o que me fez gemer contra sua boca e uma pontada direta ser enviada pro meu pau. Droga de garota dos infernos!

- Não se desculpe por dizer o que quer fazer ou não. - Ela disse após terminar o beijo com uma mordida em meu lábio inferior. - Você fala o que quiser, e a gente faz o que agradar as duas. Mas então, você quer foder meu cu?

A forma que ela falou isso foi tão natural que meu pênis ficou praticamente todo duro. Só de pensar em me enterrar até as bolas naquele buraco quente e apertado, eu quase gozava. Merda, eu ia meter tão gostoso, tirando e botando, batendo e esfregando nos lugares certos. Iria fazer aquela latina gostosa pedir por mais como uma cadela no cio. Minha cadela. Se eu realmente pudesse fazer isso, eu iria jogar na loteria, porque eu estaria com uma sorte do caralho. Deus deve estar olhando pra mim, só pode. Amém.

- Quero, Camila. Porra, como eu quero comer você na parte de trás.

- Hmm… - Ela gemeu acariciando minha coxa, perto da minha virilha. Porra de provocadorazinha! - Você sabia que eu nunca dei minha bunda, Laur? - Perguntou segurando meu pau na base, me fazendo gemer. Ela ia me matar antes de eu poder fazer alguma coisa com ela. - Acho que pra ter meu buraco proibido, você deve merecer tal coisa… Vamos começar assim… Se você fizer tudo o que eu mandar direitinho, eu deixo você ter minha bunda. Okay?

- Perguntou perto da minha orelha, me punhetando devagar. Ela puxava a pele pra cima, e depois descia, me fazendo empurrar o quadril. Sem conseguir falar, apenas concordei com a cabeça, esperando o que ela ia fazer.

- Primeiro eu quero que você me fale exatamente como você vai me comer, enquanto eu brinco com essa sua pica gostosa. Afinal de contas, tenho que saber se vai valer a pena… - Seu polegar passou pela minha cabeça rosada, espalhando o pré-gozo que já saia. - Vai Laur, diz pra mim o que vai faze r comigo.

- Primeiro eu v-vou lamber seu cuzinho todo, vou enfiar minha língua bem devagar nele, pra deixar ele bem m-molhadinho. - Disse com dificuldade por ter minha irmã me masturbando enquanto me encarava com aquela cara de puta que me deixava doida pra fodê-la até ela perder os sentidos. - Depois vou enfiar meus dedos nessa sua boceta gostosa, vou pegar bastante do seu melzinho, pra depois enfiar eles no seu buraco de t-trás. - Camila gemeu, começando a me punhetar mais rápido, tornando difícil a tarefa de continuar falando e não simplesmente gemer loucamente e pedir pra ela me fazer gozar logo. - Vou foder você bem gostosinho com meus dedos, te alargando e te sentindo, p-pra depois me enterrar em você, Camila.

- Hmm, porra Lauren, eu quero tanto você montada em cima de mim, me comendo como só você sabe, enfiando esse seu pau grosso em mim, sem dó… Você acha que consegue? Hm? Acha que consegue me foder assim, rápido e forte?

- C-Camila! - Não aguentei com todas aquelas palavras sujas faladas por mim e por ela, junto com sua mão subindo e descendo no meu membro. Gozei deliciosamente, sujando sua mão e minha barriga com minha porra. Não satisfeita em me levar a loucura, minha irmã lambeu sua mão suja, gemendo ao sentir meu gosto, e logo depois lambeu lentamente meu estômago, me limpando. - Santo Deus, Camz!

Com um risinho, Camila ficou de quatro do meu lado, com sua cabeça na direção dos meus pés. Passou uma de suas pernas pelo meu tronco, ficando com os joelhos na altura da minha cabeça. Jesus, eu não acredito que a gente ia fazer um meia nove, puta que me pariu. Sua boceta tava vermelhinha, provavelmente por causa da nossa foda anterior, e estava completamente encharcada, sua excitação chegava a escorrer, devido a posição. Seu clitóris estava inchado, enrijecido, pedindo por atenção. Hmm, atenção que eu daria, passaria minha língua bem devagar ali, lambendo de um lado pro outro, brincando com aquele nervo. Chuparia com força pra dentro da minha boca, depois lamberia rápido, daria um mordida e puxaria ele…

Quando Camila abocanhou meu cacete, não perdi tempo e abaixei seu quadril na minha cara, abocanhando aquela bocetinha de vez. Camila havia me provocado, e agora eu comeria ela, no sentido mais literal da palavra. Chupei seus pequenos lábios com força, fazendo um estalo no final, enquanto Camila circulava a base da minha glande com a língua, fazendo minhas pernas tremerem involuntariamente. Abrir bem sua bunda, vendo seus lábios se separarem, deixando-a muito mais exposta pra mim. Santo cristo, eu estava diante de um banquete, e eu ia devorar tudo. Passei a língua de baixo pra cima por toda sua xota, parando em seu clitóris. Comecei a circular bem devagar aquele botãozinho vermelho, fazendo Camila rebolar deliciosamente na minha cara.

O barulho dela se engasgando com meu cacete e o som de sucção que fazíamos era a coisa mais gostosa e excitante de se ouvir, gemíamos como podíamos, uma contra a carne da outra. Comecei a chupar seu clitóris com vontade e rapidez, chupava e soltava, chupava e soltava, repetidamente, as vezes alternavas com algumas lambidas languidas e devagar, arrastando minha língua lentamente de um lado pro outro sobre aquele nervo. Dei uma última chupada e lambi até sua entrada, onde enfiei até onde pude minha língua, fazendo Camila largar meu pau e gemer mais alto, sentando de vez no meu rosto e gemendo meu nome.

- Isso, p-porra, bem assim. - Minha irmã rebolava na minha cara e passava a mão pelo meu pau, apertando a cabecinha. - Enfia essa língua bem gosto em mim, puta. Me fode com ela… Ahh… Assim, Lauren, que delícia… Merda, vou gozar pra minha irmãzinha, v-vou gozar que nem uma putinha pra ela… Ai, que gostosa essa sua boca.

Porra. Aquela garota queria me matar de tesão, só pode. Meu pau já estava doendo e eu não podia fazer nada, Deus. Precisava enterrá-lo até o talo nela. Depois de algumas chupadas, Camila gozou berrando meu nome, como a boa vadia que ela.

- Vamos, de quatro nessa cama. - Mandei sem nem dar tempo dela se recuperar. - Eu queria muito chupar esse seu cuzinho safado, mas eu não aguento mais esperar, Camz. Sabe o que eu vou fazer? - Ela só gemeu, enquanto se empinava toda pra mim. - Vou enfiar nessa sua boceta de puta, deixar minha pica bem molhadinha, e aí vou te foder.

- Laur… - Ela gemeu agarrando os lençóis, sentindo minha cabeça passar por suas dobras sensíveis. - T-tem lubrificante na primeira gaveta do criado mudo. Por favor, pega ele.

- Hm… - Fingi pensar se o usaria ou não enquanto continuava a bulinar sua intimidade com meu pau. Claro que eu usaria o lubrificante, já que ela tinha. Sei que anal pode ser doloroso, e se tinha métodos pra tornar mais fácil, eu o faria. - Só vou pegar porque você tá sendo uma boa vadia. - Disse dando um beijo na sua nádega esquerda, antes de sair da cama e pegar o tubo do produto.

Espalhei o produto por todo o meu comprimento, antes de despejar uma boa quantidade no seu cu, empurrando dois dedos meus, para que o lubrificante entrasse em seu canal estreito e quente. Meus dedos estavam tão apertados e era tão quente, mal podia imaginar como seria ter meu pau ali. Depois de brincar um pouco com seu buraco e achar que ele estava pronto, comecei a colocar minha cabeça ali.

- Porra, Lauren… Tão bom, empurra mais, vai. - Camila pedia enquanto mordia os lábios e apertava os lençóis. Pouco a pouco eu ia colocando mais alguns centímetros, sempre parando um pouco pra ela se acostumar. Afinal, ela tava tomada pelo tesão, se eu não fosse cuidadosa poderia machucá-la sério. - Porra de caralho gostoso! Santo Cristo, meu cu te recebe tão bem, sente como ele te aperta. - Camila gemeu quando enfiei tudo naquele lugar apertado.

Eu não conseguia descrever em palavras o que eu estava sentindo, era tudo muito prazeroso, chegava num outro patamar. Aqueles músculos me apertavam tão forte que eu tinha medo de me mexer e acabar gozando antes da hora. Camila era toda boa, puta merda. Fui começando a me movimentar aos poucos, tirando e colocando poucos centímetros, enquanto a ouvia gemer cada vez mais alto com minhas ministrações. Após alguns minutos assim, já estava começando a me soltar…

- Tá gostoso, minha ninfeta? - Perguntei enquanto metia cada vez mais rápido na sua bunda. - Hm, diz pra mim. Tá sendo fodida gostoso? Porque eu to adorando… Porra… Você me aperta tão gostoso!

- Ahh, L-Laur, mais rápido, pelo amor de Deus. - Camila gemeu junto comigo quando comecei a comê-la de vez. Empurrava rápido pra dentro dela, com uma força que fazia a cama mexer toda, acertando seu fundo sem dó. - ASSIM, ASSIM! Ohhh, ai que delícia, você fode meu cuzinho tão bem, mana… Tão rápido!

- Minha puta, essa bunda é só minha, tá me ouvindo? - Grunhi enquanto metia sem parar, minhas bolas batiam em sua boceta pelo fato dela estar de quatro, e aquilo deixava ela mais louca ainda, o som do ato por si só já era enlouquecedor.

Apertei com força sua cintura e comecei a puxar meu quadril de encontro ao meu, deixando as estocadas mais profundas, o que fazia Camila gritar mais alto meu nome e obscenidades, me fazendo querer nada mais nada menos do que deixar aquela garota sem andar, pra nunca mais esquecer do meu pau.

- Merda Lauren, assim, fode esse cu, me arromba! - Pediu se jogando de peito na cama e usando as mãos agora livres pra abrir suas nádegas pra mim, me deixando ver melhor como meu pau saia e entrava, alargando seu anel apertado. - Ain, eu não vou aguentar, vou gozar com esse cacete enterrado na minha bunda, que delícia.

- Goza, gostosa, goza no meu pau! - Falei, descendo uma de minhas mãos pra sua bocetinha e começando a brincar com seu grelinho, rodando ele de um lado pro outro com rapidez, enquanto estocava em seu cu sem dó nem piedade, fazendo Camila gritar como uma vagabunda.

- LAUREN! Ahh, merda, merda, merda, fode, isso, brinca com meu g-grelo.

E foi isso que eu fiz, continuei metendo e bulinando sua boceta até que ela não aguentasse mais e gozasse lindamente pra mim, molhando o lençol devido a intensidade da coisa. Continuei metendo por mais um tempo enquanto Camila me incentivava, dizendo que meu pau era a melhor coisa que ela já sentiu, e que ele foi feito pra comer o cu dela. Mais algumas estocadas e liberei minha porra, porém, continuei metendo, vendo com gosto meu gozo sair de seu buraco. Caímos exaustas na cama.

- Isso foi… - Ela tentou falar, sem fôlego.

- Te entendo… - Respondi, tirando o cabelo suado de seu rosto. - Sabe, quando entrei no seu quarto não esperava por isso. Foi uma surpresa… - Camila me olhou maliciosamente.

- Acho que você ainda vai ter muitas surpresas...


Notas Finais




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