História One Shot's Norminah 1.0 - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Dinah, Fifth Harmony, Normani, Norminah
Visualizações 99
Palavras 1.374
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei...

E desde já peço desculpas por qualquer coisa, estou meio enferrujada por conta do tempo que passei sem escrever.

Não está revisado, nem esse nem a parte um, então, qualquer erro que encontrarem, me avisem, por favor...

Obrigada por lerem

Kisses, my dears

Capítulo 10 - Boate - Final


Fanfic / Fanfiction One Shot's Norminah 1.0 - Capítulo 10 - Boate - Final

POV Normani

 

Warm me with your touch

Pressure from your fingertips

Never be enough I'll do nothing but submit

 

– Vamos sair daqui. Eu preciso de você – quando a loira me diz isso, sinto meu corpo se arrepiar da cabeça aos pés.

Não sei o que essa mulher tem que conseguiu me dominar desde o momento que meus olhos a viram. Nunca fui de ir para a cama com alguém que acabei de conhecer, mas ela eu preciso ter, nem que só por essa noite.

Já tinha conseguido um táxi quando ela sai da boate. Assim que me vê ela sorri e eu, sem me segurar, agarro a nuca dela fazendo com que nossos lábios se encontrem. Sem perda de tempo ela já toma o domínio da situação e quando percebo nossas línguas já estão em guerra e eu me encontro com o corpo preso entre ela e o táxi. Separamos-nos quando o taxista buzina, e tratamos logo de entrar.

O caminho até meu apartamento foi sem emoção por conta da vergonha antes de entrar. Parecíamos até duas amigas, e não duas desconhecidas que estão morrendo de vontade de se comer.

Paguei o táxi e fomos comportadas até chegar ao elevador. Assim que aquelas portas de metal se fecharam, confinando nós duas, eu desisti da ideia da boa moça e empurrei Dinah até encostá-la na parede.

Foi só o tempo de ver seu sorriso malicioso e já tomei posse de seus lábios novamente. Nesse momento o desejo aflorou e minhas mãos ficaram inquietas. Apalpei cada parte do seu corpo. Levei as mãos aos seus seios fartos fazendo uma leve pressão, ouvindo um gemido de aprovação. Desci para a cintura definida, dando um leve apertão só para nos aproximar mais e logo desci para a bunda, e que bunda, fiz o que estava com vontade há muito tempo, apertei com gosto e depois desci a mão para a perna esquerda fazendo com que ela enlaçasse minha cintura. Levei minha mão direita para a vagina e foi impossível reprimir o gemido que saiu misturado com o dela. Quando fui fazer uma pressão maior, chegamos ao meu andar e tivemos que nos separar.

E, novamente, parecemos somente duas amigas e não duas famintas pelo corpo uma da outra.

Mal entrei e senti meu corpo ser prensado na porta e meu vestido ser subido até que estivesse fora do meu corpo, me deixando somente de calcinha vermelha e salto.

– Você é mais gostosa do que eu tinha imaginado – esse comentário veio seguido de um chupão em meu pescoço e mãos indecentes nos meus peitos – Seu quarto é muito longe?

– Meu sofá é confortável e está a poucos passos da gente – minha voz saiu como um gemido sussurrado devido a Dinah estar mamando em meus seios.

Levando as mãos até a parte de trás de cada uma das minhas coxas, Dinah faz um pequeno impulso para que me pegar no colo, fazendo com que eu entrelaçasse minhas pernas em sua cintura. Segurando-me firme, ela começa a andar até que, sem aviso, ela me solta em cima do sofá.

Agora, imaginem ser observada – lê-se devorada – com os olhos por Dinah Jane. Não sei quando tempo ela passou me observando. Ela me mediu da cabeça aos pés várias vezes e a cada vez que nossos olhos se encontravam, eu sentia meu centro se inundar mais. Estava quase a ponto de implorar para que ela me tocasse, mas algo em seu olhar fez com que eu me mantivesse calada.

Depois do que pareceu uma eternidade, Dinah parou de só me observar e começou a se despir. Se eu achava que era impossível ficar mais molhada, o impossível aconteceu quando ela ficou nua na minha frente. Não totalmente nua, faltava o salto.

– Esse eu tiro – vou até ela e logo nos viro fazendo com que ela caia sentada no sofá. Acaricio seus pés, subindo pelas panturrilhas, chegando às coxas e abrindo suas pernas para que ela ficasse bem exposta para mim. – Tão molhada, do jeito que eu gosto. Você é linda.

– Achei que você ia retirar meus saltos – me olha com aquele sorriso malicioso.

– Ah, mas eu vou – devolvo o sorriso – Mas não disse que seria agora. Porque agora eu estou com muita sede. Sede de você.

Sem que ela falasse qualquer coisa, abaixei minha cabeça, aspirei seu odor. Meu novo cheiro favorito. Dei um pequeno selinho, antes de cair – literalmente – de boca.

Passei a ponta da língua bem lentamente no clitóris inchado dela e ouvi um arfar ao mesmo tempo em que senti meus cabelos serem puxados e logo depois minha cabeça ser empurrada. Aumentei a pressão no seu ponto de prazer, ora ou outra revezando entre alguns chupões e leves mordidas.

– Ma... ni... – seu gemido arrastado me dava muito mais prazer do que já estava sentindo. – Mais forte... Por... Favor... Eu vou gozar...

Quando percebi que ela estava realmente quase gozando, comecei a diminuir meus movimentos ao mesmo tempo em que levei dois de meus dedos até a sua entrada. Fiquei em um vai e vem só na entrada sem que eu realmente a penetrasse.

– Normani...

– Me diz o que você quer.

– Quero que você me foda e me faça gozar de uma vez – a frase e o tom de voz dela fizeram com que eu sentisse uma ferroada na parte de baixo do meu ventre.

Decidi que seria uma boa garota, então enfiei meus dois dedos de uma só vez dela, fazendo movimentos fortes e rápidos, ao mesmo tempo em que a minha língua fazia um conhecimento geral em toda a vagina dela. Não demorou muito e senti meus dedos serem apertados. Continuei movimentando meus dedos, dando uma pequena encurvada dentro dela, e retornei com minha língua em seu clitóris, fazendo movimentos circulares.

– Ahhhh... – e o gozo dela veio forte, e não parei meus movimentos, fazendo com que os espasmos dela se prolongassem e no fim suguei cada gota de seu líquido.

– Você é tremendamente deliciosa – digo e logo a beijo para que ela mesma sinta o quanto seu gosto é bom. Enquanto estamos engatadas desço minhas mãos e finalmente a livro de seus saltos – Não tinha esquecido.

Sem uma palavra, Dinah nos inclina até que eu esteja deitada no carpete com ela por cima de mim.

– Minha hora de retribuir tão gostoso prazer – e para dar ênfase, ela desce as mãos até minha calcinha e em um só puxão faz com que fique inutilizável.

 

***

 

“Normani...

Adorei a nossa noite. Você foi maravilhosa. Você é maravilhosa – maravilhosamente deliciosa.

Essa noite deixou marcas – literalmente – e não quero que seja somente um encontro de boate, por isso salvei meu número em seu celular, se quiser me chamar para conversarmos e sairmos novamente...

Me desculpe ter saído sem me despedir, mas tenho um compromisso logo agora no almoço e não posso me atrasar.

Beijos, deusa”

 

Essa mulher... Que mulher...

Fui rapidamente verificar meu celular e realmente ela tinha salvado o número dela. Nesse momento agradeci por tê-lo deixado sem senha.

Espere. Ela falou almoço?! Puta merda, o almoço com meu pai. Já são 12:30h. Estou atrasada.

Rapidamente tomei um banho, me arrumei e agradeci aos céus pelo transito estar tranqüilo.

Graças ao GPS consegui achar a casa sem nenhum problema. Hoje é o dia em que conhecerei minha futura madrasta e minha irmã postiça.

Toquei a campainha e não esperei muito até que uma mulher veio atender.

– Olá, você deve ser a Normani. Muito mais bonita do que em fotos – diz me fazendo corar ao mesmo tempo que me abraça – Muito prazer, eu só Milika Hansen. Entre.

– O prazer é meu – digo a seguindo para o interior da casa – E mil perdões pelo atraso, acabei dormindo de mais.

– Sem problemas, minha filha também acabou de chegar – meu pai tem bom gosto, devo admitir, além de bonita ela também é muito simpática – Aliás, ali está ela. Filha.

Assim que ela chama e a mulher se vira, sinto todo o sangue fugir do meu corpo. Tenho certeza que fiquei branca como papel. E ela se torna um espelho de mim, já que parece tão ou mais assustada do que eu.

– Normani?!

– Dinah?!

 

I just wanna feel

A thousand hands from you

Only you

Can you make me feel

A thousand hands from you

Only you?


Notas Finais


E então, o que acharam???

Esse é o último capítulo dessa fic, então quero agradecer mesmo a todos que leram, comentaram, favoritaram...

Sério, é gratificante você fazer algo e ver que estão gostando...

Amei escrever cada uma das histórias que compõem essa fic e espero que tenham gostado de verdade...

Como eu disse no capítulo anterior, vou escrever a 2.0

Leiam lá também, aqui está o link

https://spiritfanfics.com/historia/one-shots-norminah-20-10957262

E muito obrigada mesmo, por terem me acompanhado

Kisses, my dears


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...