História One Shot's Norminah 1.0 - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Dinah, Fifth Harmony, Normani, Norminah
Visualizações 284
Palavras 1.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uhuu, voltei... 👏👏👏

E desde já peço desculpa pelo hot, porque foi o primeiro, mas, prometo melhorar com o tempo. 😆

Boa leitura. 🍃😈

Kisses, my dears... 😘

Capítulo 2 - Chalé do Lago - Final


POV Dinah

 

Eu tô com uma vontade danada

De te entregar todos beijos que eu não te dei

E eu tô com uma saudade apertada de ir dormir bem cansado

E de acordar do teu lado pra te dizer

Que eu te amo

Que eu te amo demais

 

Passamos pouco menos de uma hora na estrada. Fomos o caminho todo ouvindo músicas aleatórias do pen-drive de Normani, sendo que uma grande maioria era da musa Beyonce. Quando não estávamos conversando, erámos embaladas por um silêncio acolhedor onde só aproveitávamos a companhia uma da outra.

O que sinto por essa mulher é algo desmedido, que me traz uma paz imensa e várias vezes, quando me pego pensando nela, me vem uma sensação de plenitude, uma alegria descomunal. E o que me deixa mais feliz é saber que esse sentimento é recíproco. Que ela sente exatamente o mesmo que eu. Não consigo imaginar algo melhor.

– Chegamos – Normani toca minha perna para chamar minha atenção. Estava a uns bons minutos com a cabeça encostada no vidro da janela pensando em como tenho sorte.

Me ajeito no banco, destravo o cinto de segurança e desço do carro. Me encosto na porta e fico observando o lugar. Já estive aqui antes, mas parece nunca perder seu encanto.

Não tem como descer com o carro até a casa, então estacionamos em uma área coberta que serve como garagem e temos que descer até o chalé por uma escadaria feita de pedra. Daqui de cima consigo ter uma visão de todo o local. O chalé tem dois andares e é todo feito de madeira mas, com um ar moderno. O pequeno píer tem algumas cadeiras reclináveis e guarda-sóis espalhados por ali. O fato de ser no lago e estar cercado por árvores o torna um lugar perfeito para fugir da correria da cidade grande. Mais uma vez sou tirada das minhas divagações por Normani que para do meu lado com as nossas malas nas mãos.

– Lindo, não é? – pergunta sorrindo, com um brilho nos olhos – Parece que quanto mais viemos aqui, mais bonito fica.

– Cada vez mais bonito – concordo – Vamos descer? Me dê as malas que eu levo.

Normani me passas as malas e começa a descer na minha frente. Logo entramos no chalé que é tão lindo por dentro quanto é por fora. Ele tem uma sala, uma cozinha e cinco quartos, todos com banheiro. Todo seu interior tem um design que foi escolhido a dedo para que ficasse bonito e aconchegante.

Quando entro vou direto para o quarto que Mani e eu sempre ficamos quando viemos aqui. Assim que entro no quarto, me deparo com uma Normani toda esparramada na cama e quando me vê abre um sorriso. Deus, ela é muito linda.

Larguei as malas no chão e fui caminhando lentamente até me deitar na cama ao lado dela. Mani se vira e ficamos as duas deitadas de lado nos encarando.

Mani leva sua mão ao meu rosto e começa a desenhá-lo com as pontas dos dedos, como se quisesse decorar cada curva. Fecho os olhos e aproveito a sensação de tê-la me tocando. Seus dedos passam pela minha testa e descem pelo nariz desenhando a curvatura. Volta para os olhos e acaricia cada um. Passa por minhas bochechas, vai para meu queixo e enfim chega na minha boca. Ela passa muito tempo decorando cada pedacinho da minha boca, desliza o polegar por meus lábios e o introduz na minha boca tocando meus dentes. Abro meus olhos e ela me encara enquanto continua brincando com minha boca, consigo ver que seus olhos estão mais escuros por conta do desejo. Seguro sua mão e sugo seu polegar lentamente, sem deixar de encará-la, e ela solta um suspiro longo.

Retiro seu dedo da minha boca, levo minha mão para sua nuca e a puxo para um beijo intenso, sedento. Já estava excitada quando ela estava dedilhando meu rosto, então foi impossível não soltar um pequeno gemido.

Sem interromper o beijo, Normani sobe em cima de mim, com uma perna de cada lado do meu quadril. Automaticamente minhas mãos vão para suas pernas apertando e a puxando para mais perto, querendo criar um contato maior entre nossos corpos. Suas mãos estão nos meus cabelos, próximo a nuca, e ora ou outra ela arranha minha nuca causando arrepios por todo meu corpo.

– Ahn, Mani – Não reprimo o gemido que escapa quando a negra desce seus lábios para meu pescoço. Solto pequenos resmungos quando sinto sua língua passar em meu ponto de pulso para logo em seguida ser chupado.

Mani maltrata meu pescoço com sua boca, subindo de vez em quando para morder o lóbulo da minha orelha, fazendo com que pequenos gemidos escapem da minha garganta. Tenho certeza que irei precisar usar maquiagem para escolher as marcas que terei mais tarde, mas, não me importo nem um pouco.

O quarto está em uma temperatura extremamente elevada, já sinto pequenas gotas de suor se formarem pelo meu corpo. Normani percebe o calor também porque para o que estava fazendo, se senta sobre mim e retira sua blusa lentamente, me encarando, fazendo um mini strip-tease para mim. Desceu a mão, abriu o botão do seu short, desceu o zíper e se levantou o suficiente para retirá-lo. Agora ela estava sobre mim somente de lingerie vermelha. Oh my gosh, essa mulher é minha perdição.

– Você não acha que está muito vestida, bae? – Me pergunta com o olhar sacana e o sorriso de canto.

– Acho que sim, boo. Por que não me ajuda com isso? – devolvo na mesma moeda.

– Com prazer – Ela morde o lábio inferior e retira minha blusa com muita pressa para logo em seguida me despir do short também. Agora estamos só com as peças intimas impedindo o contato direto entre nossos corpos.

Ela volta a atacar minha boca com um beijo feroz onde morde e suga meus lábios e minha língua, tornando cada vez mais encharcada minha calcinha.

Quando mais ela me beija, mais excitada eu fico e mais forte eu aperto e arranho suas pernas.

Sinto suas mãos nos meus seios, apertando por cima do sutiã enquanto sua boca desce para meu pescoço.

– Mani – mais um gemido.

– Uhmmm – geme no meu ouvindo enquanto sua mão entra no meu sutiã tendo contato direto com meu seio que a cada movimento dela fica com o bico mais enrijecido.

Subo minhas mãos por suas costas, arranhando, até chegar no fecho de seu sutiã, onde abro e trato de me livrar da peça e começo a brincar com seus seios que já estão apontando.

– Ahnnnnn – Mani geme antes de libertar meus seios e cair de boca neles, literalmente. Ela suga meu seio direito como se estivesse mamando, circula o bico com a língua e deposita uma pequena mordida, e fica nesse ciclo enquanto mão trabalha no meu outro seio. Quando já está bem sensível ela vai para o esquerdo repetir todo o processo.

Estou tão molhada que sinto meu líquido escorrer. Começo a me mexer e a gemer como uma gata no cio. Arranho as costas de Normani com gosto enquanto levanto o meu quadril procurando um contato maior com ela para ver se diminuía um pouco o incomodo no meio das minhas pernas.

Mani larga dos meus seios e começa a descer com beijos pela minha barriga, depositando uma mordida de vez em quando,  e eu só faço gemer por antecipação. Ela para com a boca no meu umbigo, deposita um beijo e fica brincando com a língua dentro dele enquanto suas mãos estão apertando minhas coxas. Não sei porque mas essa ação me deixou ainda mais sensível.

Suas mãos são substituídas pela sua boca que começa a beijar e a lamber o interior das minhas coxas, alternando entre a direita e a esquerda. Chega bem perto da virilha e desce até a parte de trás do meu joelho. Fica nesse vai e vem, me maltratando.

– Mani, por favor, não judia – minha voz sai em um sussurro rouco.

– Me diz o que você quer – deposita um beijo sobre minha intimidade coberta ainda pela pequena peça.

– Mani...

– Diga DJ. O que você quer que eu faça? – um beijo logo acima da linha da calcinha.

– Me chupa, me fode, qualquer coisa, só não judia mais, por favor – não me importo em implorar se isso for acabar logo com meu sofrimento.

– Já que pediu com jeitinho... – solta uma gargalhada.

Ela retira lentamente minha calcinha e joga em algum canto daquele quarto. Então, encara minha intimidade com adoração. Não me sinto envergonhada, me sinto desejada. Desejada pela mulher que ocupa meus pensamentos 24h por dia.

Me remexo e ela sai do transe. Me olha e pisca, para então encostar a ponta de sua língua no meu clitóris já inchado.

– Mais, por favor.

Resolvida a parar de me torturar ela suga meu clitóris. Nesse momento reviro meus olhos e aperto os dedos dos meus pés. Mani passa a língua por toda minha intimidade para logo depois deslizá-la para minha entrada fazendo movimentos de vai e vem até voltar para meu clitóris onde fica fazendo movimentos circulares. Com uma de suas mãos ela abre os lábios da minha vagina me deixando escancarada para ela e começa a fazer movimentos frenéticos me deixando enlouquecida.

Sinto o formigamento se tornar cada vez maior no meu ventre e os meus gemidos saírem cada vez mais altos. Uma de minhas mãos está apertando ora o lençol, ora meus seios, e a outra eu levo para o cabelo da mulher que está me chupando com gana, forçando mais sua cabeça na minha intimidade.

Normani continua a me chupar com gosto, como se estivesse degustando um manjar dos deuses. Essa mulher sabe como usar a língua. Sinto ela começar a chupar meu clitóris novamente e arranhá-lo com os dentes.

– Ahhhhhh, Mani, continue. Eu vou gozar.

Ela não fala nada só aumenta a pressão do que estava fazendo. Não me aguentando mais, me desmancho em um orgasmo devastador, com meu corpo tremendo, minha boca aberta em um grande O, mas sem sair nenhum som. Normani não se faz de rogada e suga cada gota do meu gozo.

Quando termina de me “limpar” ela sobe distribuindo beijos pelo meu corpo até chegar na minha boca e me beijar com carinho fazendo com que eu sinta o meu próprio gosto.

Aos poucos vou fazendo minha respiração voltar ao normal.

Normani está me abraçando com a cabeça deitada em meu peito e nossas pernas entrelaçadas.

– Eu te amo – confesso.

– Eu também te amo – deposita um beijo nos meus lábios.

Continuamos abraçadas em meio a carícias e ao silêncio. Depois de um tempo sinto que Normani solta um pequeno riso

– O que foi, amor?

– Nada, só estava me lembrando da última vez que estivemos aqui e transamos no lago. Nossa, a água estava uma delícia.

– Só a água? – solto uma gargalhada e ele me acompanha. – Não se preocupe, temos três dias para fazermos isso de novo.

– Dois dias e meio, quanto tempo acha que gastamos aqui? – pergunta rindo.

Dois dias e meio sozinha com o amor da minha vida. Esses dias prometem...


Notas Finais


Gostaram? 😊

Espero que ss. 😋

Ei, twitter para contato (isso ficou engraçado)
• @Fanficstr


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