História One sweet for two - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Tags Crianças, Homossexual, Linnyker, Mike, Mikhael, Mitw, Pac, Pacagnan, Pacanha, Romance, Tarik
Exibições 72
Palavras 800
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


:)

Capítulo 1 - Capítulo Único


One sweet for two

 

Ele estava lá, perto do grande carvalho. Pelo o que me lembre, Regina – nossa professora de geografia – me dissera que aquele era o carvalho-roble. Eu e Mike adorávamos ficar debaixo dele, deitados naquela grama verde enquanto olhávamos para as nuvens e falávamos com o que cada uma parecia. Estava difícil de chegar lá. Hoje minha bolsa de rodinhas estava bem pesada, parecia até que eu estava carregando pedras. Parei para ver o que estava acontecendo com a bolsa. Uma das rodinhas saiu, por isso tive dificuldade. Ao olhar para o carvalho onde Mike estava vejo um garoto loiro e branco como um açúcar galego, ele se aproxima do meu melhor amigo e o abraça. Apenas observava aquela cena, Mike tira algo do bolso. Um confeito talvez.  Um não, dois, ele entrega um para o louro e come o outro, seu olhar vem até mim, mas o seu “amigo” o chama e o puxa para longe. Eu me sinto traído pelo meu melhor amigo. Olho para minha mão e vejo o corte que fizemos...

 

– Vai doer? – Eu perguntei.

– Desculpa... mas vai, eu prometo que serei cuidadoso – Ele me fala com um sorriso em seus lábios.

– Por favor... – Ele abre a palma da minha mão e a fura com aquela agulha, então um mínimo de sangue escorre, rapidamente ele fura a mão dele e põe sobre a minha. – Acho que isso não é o suficiente

– O que quer dizer com isso? – Ele abre seu estojo e tira de lá um estilete, bom, acho que era isso. – Mike isso vai machucar...

– Confie em mim, que tal você fazer em mim e eu faço em você? – Balanço a cabeça como um “sim” e pego o estilete de sua mão. Eu não queria machuca-lo. – Calma, calma. Tive uma ideia bem melhor, faça um “P” que eu farei um “M”

Ok – pego sua mão e a apoio em meu joelho, traço uma linha sem fazer força, a sua pele apenas fica branca.

– Por favor Tarik, mais força, está tudo bem  –Faço força e finalmente corto aquela linha reta nas costas de sua mão, por instinto olho o seu rosto e vejo sua expressão de dor. Continuo fazendo a ”cabeça” do “P”. Termino e Mike pega um pano limpando o sangue. – Minha vez.

Mike pega minha mão e vira para poder cortar suas “costas” ele traça rapidamente um risco e o sangue preenche, sinto uma forte dor e algumas lagrimas caem, Mike apenas continua com o seu “M”. A dor era enorme, assim que ele termina e limpa aquele sangue eu clamo por minha mãe. Conclusão, tive veias cortadas e fui ao hospital.

Vou até o parquinho e me sento no balanço. Eu não tenho mais amigos além de Mike. Eu estava sozinho. Vejo uma silhueta se aproximando, era maior que eu. É Mathias.

– Será que o bebe tem dinheiro para o lanche para me oferecer?

– Por favor, apenas saia daqui...

– Cadê o seu amiguinho? Ah sim, está brincando com o Batista

– Você conhece aquele louro?

– Quem não o conhece? Ele é neto do prefeito. Mas enfim, passa a grana pirralho

– Não, saia daqui eu quero ficar sozinho...

– Se Tarik não me dá dinheiro, eu pego dinheiro de Tarik – Ele sorri com seus dentes tortos e me puxa do balanço esvaziando meus bolsos, tento lutar, mas é inútil, ele tem dez anos enquanto eu tenho apenas oito.

Concluindo, ele levou meu quatro e trinta. Adeus sanduiche. Pego minha bolsa e ando a procura de Mike, tenho que o achar, se não Mathias vai voltar e levar minha bolsa, quem sabe até eu! Finalmente acho o meliante. Largo minha bolsa ali mesmo e corro até ele pulando no mesmo e rolando no chão.

– Pac!

– Oi! – Falo rindo causando a mesma coisa em Mike.

– Ahn.. Tchau Mike, acho que vou lanchar... – Fala o tal do Batista.

– Ok, tchau! – Diz Mike enquanto me aperta.

– De onde você conhece ele? – Pergunto para Mike.

– Ahn... ele disse que estava sozinho, e me puxou para brincar com ele... desculpe...

– Ok... você deu bala para ele...

– Eu só tenho uma agora, desculpe também

– Acho que não tem problema, me dá – Mike pega a bala no bolso e me entrega, tiro o plástico com cuidado e ponho em minha boca com metade para fora – Vamos dividir, morde esse lado.

Mike ficou me encarando por um tempo, mas então morde fazendo com que meu lábio encoste no seu, ele tira seu pedaço da bala e depois se afasta.

– Nós fizemos algo de adulto? – Ele fala.

– Não sei

– A gente se beijou... ou não...

– Se fosse para beijar alguém eu te escolheria, você é meu melhor amigo – Sorrio. – Te amo Mike

– Te amo Tarik – Ele sorri e me abraça. Seu cheiro era magico, espero crescer ao lado dele, ele é meu melhor amigo.

 


Notas Finais


:))


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