História One, two, three, forget. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais
Visualizações 26
Palavras 1.119
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, anjos.
Essa One é a minha preferida, escrevi ela quando estava passando por algumas coisas e eu realmente espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 1 - One, two, three, forget.


Fanfic / Fanfiction One, two, three, forget. - Capítulo 1 - One, two, three, forget.

S/n pov

No momento em que eu cheguei em casa eu bati a porta.

Aquelas frases ainda ecoavam por minha mente e aquilo parecia me atormentar cada vez mais. 

Tirei meus sapatos as presas, quase caiando ao fazer tal ato e corri em direção ao meu quarto. Fechei a porta atrás de mim e meu corpo escorregou pela porta de madeira. Me sentei no chão não aguentando mais ficar de pé. Fechei os olhos me permitindo chorar.

Quando Hoseok assumiu nosso namoro para o mundo, eu aguentei todos as ofensas que eram jogadas contra mim, mas com um tempo eu fui cansando,  até chegar ao ponto onde eu não aguentava mais.

Eu era tão ruim assim para ele?

Eu realmente o fazia mal?

Eu começa a acreditar em cada uma das palavras direcionadas a mim. Eu queria muito poder jogar tudo para o alto e sumir, mas eu o amo.

O amo com todas as forças do mundo e deixar ele é minha última opção. Mas chegou um ponto onde eu não suporto mais as coisas que são jogadas contra mim.

Sorrir já não é mais a mesma coisa faz tempo, mas não faz tanta diferença, já que ninguém parece notar.

Mas dói,  dói de uma forma que eu não suporto mais, porque estou cansada disso tudo.

Meu celular começou a tocar dentro da bolsa, mas não me permite o pegar.

Eu sabia que era Hoseok.

E sabia que em algumas horas ele estaria aqui.


Hoseok Pov.

Me afastei dos meninos para poder tentar falar com S/n, porém o telefone só tocou. Meu peito se apertava cada vez mais. Eu precisa ter notícias dela. Saber onde ela estava e se estava bem.

Estávamos em um fansing, eu a vi conversando com algumas fãs e elas riram. Eu pensei que estavam se dando bem mas, no momento em que ela saiu correndo, eu percebi que alguma coisa estava errada.

Ela vinha tendo problemas com fãs já fazia tempo e eu sabia o quão mal ela estava se sentindo. Já perdi as contas de quantas vezes a vi e ouvi chorar por conta de comentários ofensivos.

Ela já havia desfeito todas as redes sociais e criado novas e deixado privado apenas para família e para os amigos.

Mas as pessoas sempre achavam um jeito novo de a machucar.

Será que não percebiam que a machucando dessa forma, estavam me machucando também? 

Era tão difícil entender que eu a amava?

- Não conseguiu falar com ela? - Yoongi tocou meu ombro.

Neguei com a cabeça jogando o celular no pequeno sofá azul desbotado do ccamarim e me sentei no chão apoiando a cabeça nos joelhos, sem que eu percebesse eu estava segurando as lágrimas. 

- As vezes me sinto tão egoísta por não deixar ela ir e acabar logo com isso. - Passei as mãos no rosto. - Eu realmente queria fazer isso.

- E por que não fez? - Ouvi Jin perguntar.

- Porque eu não posso. Não posso deixar a única coisa boa que eu tenho ir embora. -Solucei, não sendo mais capaz de segurar uma lágrima sequer. -  Eu preciso dela ao meu lado, porque eu me apoio nela e ela em mim, é nela em que eu penso ao acordar e é nela que eu penso antes de dormir. Se eu não tiver ela ao meu lado, eu não sou ninguém.  - Abaixei a cabeça. - Eu só queria que isso acabasse. -Murmurei. 

O silêncio reinou na sala e de repente senti um braço passar por meus ombros.

- Então não a deixe. Mostre para todos que vocês são mais fortes do que pensam. Porque todos aqui sabemos que vocês são.  - Ouvi Jimin dizer.


***


- S/n? - Chamei assim que fechei a porta. Deixei minha mochila em um canto no chão. - Amor?

Engoli seco ao não ouvir uma resposta. Segui em passos lentos até nosso quarto e bati na porta chamando por ela. Ouvi um soluço baixo e abri a porta lentamente.

Eu a vi.

Deitada na cama abraçada ao meu travesseiro, seu cabelo estava jogado no rosto e percebi que ela chorava.

De repente ela se levantou e veio correndo em minha direção.  Quando seu corpo bateu contra o meu foi preciso que eu deixasse os pés firmes no chão, caso contrário teríamos caído. 

Passei meus braços em volta do pequeno corpo dela e a apertei contra mim. Senti meu ombro ficar molhado e ouvi um soluço.

- Hobi... - A frase foi cortada por uma crise de choro e eu respirei fundo tentando me manter forte. - Elas... Elas disseram coisas tão horríveis.  Eu sou tão ruim assim para você? Porque te amar dói tanto?

E foi aí que eu desabei. Eu não consegui me segurar, quando vi lágrimas já desciam por meu rosto. Meus braços apertaram mais ela contra mim, como se ela pudesse fugir de mim a qualquer momento.

E eu realmente temia isso.

- Me perdoa. - Solucei. - Por favor. Eu não sei porque dói tanto esse amor, mas eu não posso te deixar. Me desculpa se pareço egoísta por não te deixar ir, mas eu simplesmente não posso.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos.

- Hobi... Não me deixe ir. Por favor. Mesmo que eu me machuque é você em que vai me curar. - Puxou o ar.- Com sorriso pela manhã ou com suas brincadeiras, por favor, mesmo que eu fique em pedaços, prometa que não vai me deixar, que vai juntar cada pedacinho de mim e colar. - Apertou minha blusa. - Eu não sou capaz de enfrentar esse mundo sem você. 

- Eu prometo. - Sussurro - Prometo o que você quiser, só fique ao meu lado e vamos enfrentar isso juntos.

- Juntos. - repetiu.

Tentei me manter calmo, mas não consegui. Ficamos abraçados por um longo tempo,  até que estivéssemos calmos. 

Eu ainda estava abraçado a ela.

- Apague todas as memórias ruins, segure minha mão e sorria. - Cantarolei baixo a apertando contra mim. Ela demorou um pouco mas continuou a música.

- Tá tudo bem vir aqui quando eu falo: Um, dois, três, esqueça. - Sua voz soou baixa e fanha.

Levei minhas mãos até seu rosto e o segurei a olhando, beijei a ponta de seu nariz vermelho pelo choro e depois depositei um selinho em seus lábios.

- Um, dois, três,  esqueça. - Sussurrei.

O quarto novamente ficou quieto, tudo o que eu ouvia era a respiração dela. Senti sua mão aperta minha camisa e ouvi um longo suspiro, vindo dela. 

- Eu te amo.

- Eu te amo. - Repeti - Vamos ir contra isso tudo juntos.  E se for preciso vamos contra o mundo inteiro. Porque eu tenho você. 

- E eu tenho você.



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