História One, Two, Three, Four, Five. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Leo, Ravi
Tags Wontaek
Visualizações 36
Palavras 365
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu não sei o que dizer, apenas tá bem sad, preparem os lencinhos e chorem igual a mim.

Capítulo 1 - Único.


Leo corria por entre os agonizantes corredores brancos daquele hospital, tombando com enfermeiras, médicos, visitantes e tudo o que via pela frente.

Corria ofegante, já perdendo o fôlego por vários momentos e durante o trajeto continha as insistentes lágrimas que segurou por quase um ano.

Começou com pequenas dores de cabeça, enxaquecas, que Wonshik nunca deu muita importância, ele era muito atarefado, sempre compondo e produzindo para si e para o grupo, prometia sempre a Taekwoon que tiraria um tempo para realmente averiguar se aquilo era algo grave, mas nunca fez.

No fim, iniciaram-se os desmaios, dores mais intensas e quando Wonshik se viu hospitalizado, descobriram o tumor.

De início não era tão preocupante, tinha-se esperança de melhorar até que tudo foi se agravando a cada dia até que se concluiu o diagnóstico final.

Um ano, era o máximo, longos e arrastados doze meses que Taekwoon fez toda a questão de passar ao lado de Wonshik até que finalmente o dia chegar.

Ele quase nunca recebia ligações do hospital, e provavelmente aquela era a última.

Quando ele entrou no quarto, forçou um sorriso, daqueles doídos, que cortam o coração, mas se sentiu agraciado em ser retribuído com o mais fraco, porém mais sincero sorriso vindo de Wonshik.

Parou ao lado da cama, segurou a mão gélida e pálida do mais novo, totalmente ligada por aparelhos e fios que ele nunca soube para que serviam e entrelaçou seus dedos aos dele, não deixando de notar em seu pulso a pulseira que ambos tinham.

Não era correto tornar aquele relacionamento público, principalmente com todo o preconceito na Coréia, por isso aquelas pulseiras lhe equivaliam como alianças.

Respirou fundo pelo menos umas dez vezes, ouvindo o tic-tac insistente do relógio e o constante barulho das máquinas e enfim sussurrou, aparentemente mais sem forças que Wonshik, um "eu te amo".

Ele não lhe respondeu com palavras, mas viu em seus olhos as três palavras gritadas com o maior vigor.

Contou mentalmente cinco segundos, e ao final da contagem, ouviu o último suspiro vindo de seu amado.

Taekwoon sorriu, Wonshik sempre lhe disse que amor era deixar ir, deixar ser livre.

E mesmo que doesse muito, ele deixou Wonshik ir.



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