História One Week. Park Jimin (Bts) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Park Jimin, Suícidio, Uma Semana
Exibições 172
Palavras 677
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Se vocês vissem o estado da tela do meu celular. Chorem! Está horrível.
Boa leitura, bolinhos. 💖💖

*Desculpem se as palavras abaixo te machucaram de algum modo. Isso é apenas uma ficção e nada condiz com a realidade.

Capítulo 2 - Chapter Two


Acordei antes que o relógio e respirei fundo.
Com muito custo me levantei da cama e fui para o banheiro. Tirei a pouca roupa que eu vestia e entrei na água quente. Ensaboei com cuidado cada parte do meu corpo e resolvi lavar meus cabelos negros.

Após ter ficado quase meia hora eu desligo o chuveiro e pego a toalha, me secando levemente. Me olho no espelho e escovo meus dentes com calma.

Já de roupa íntima eu visto meu uniforme. Uma blusa branca com o nome do colégio, calça jeans larga e pego qualquer sapato que estava ao me alcance.
Seguro na alça da minha bolsa e saio do quarto, descendo as escadas, encontrando meu pai, sentado na mesa com uma xícara de cafe. Suas roupas estavam impecáveis. Diferentes de ontem.

—Park Jimin, voltando da escola, direto para casa — Sua voz saiu com frieza.

Como se você se importasse.

Era o que eu queria dizer todos os dias. Infelizmente a insegurança me faltava.

Então, o máximo que eu pude fazer foi me curvar, e sair pela porta sem nem fazer contato visual.

[...]

Mesmo o colégio sendo longe eu não me importava. Eu poderia ter aqueles últimos minutos como, um passe para a liberdade, antes de conhecer o segundo 'inferno'.

[...]

Depois de atravessar o lado interno do portão eu verifiquei o horário em meu relógio de pulso.

Bem na hora. Droga.

Tento afastar meus pensamentos para longe, não que eu fosse pessimista nem nada, eu era apenas realista.
Após entrar no colégio e subir pequenos lances de escada eu pude ter a visão do corredor cheio de alunos.

Ótimo. Pensei irônico.

Abaixei minha cabeça e minuciosamente fiquei contando os meus passos até a sala de aula. Eu podia sim sentir seus olhares sobre mim, seus sorrisos maldoso e seus cochichos cheios de venenos.
Consegui chegar a sala ainda sem nenhum arranhão.
Sentei no meu lugar, que era ao lado da janela, bem em frente à mesa do professor.

De longe podíamos ouvir o sinal tocar e todos os alunos entrando em suas respectivas salas.

Durante a aula eu sentia uma bolinha de papel acertar a minha cabeça a cada resposta certa que eu dava ao professor.

[...]

Após o terceiro período o sinal do intervalo tocou. Enquanto todos foram apressados, eu só peguei um livro e saí da sala.

Quando eu ia fechar a porta senti dois braços me puxando e me empurrando contra a janela fria do corredor.

—Vejamos, Park Jimin — Grunhi de leve, querendo sair do aperto —Não. Nem pense nisso, escuta aqui seu... Fracassado, eu espero que tenha aprendido a lição — Com a sua mão livre passou o dedo em cada ponto machucado. Me fazendo estremecer.

Apenas assenti e senti um tapa estalado em minha bochecha.

—Palavras, Park Jimin. Use palavras, que eu saiba você não é mudo — Jogou meu livro em qualquer canto.

—Eu... Eu aprendi a lição — Senti sua mão me largando.

Minhas pernas amoleceram e eu apenas cai, sentindo uma lágrima escorrer pela minha bochecha.

—Ele é um inútil — Ouvi sua voz ao longe.

"Ele tem razão" Pensei.

—Hey! Esta tudo bem? — Ouvi uma voz doce se aproximar de mim.

Apenas dei um gemido de dor e, ao sentir um mero contato em minha pele, recuei.

—Calma! Eu não vou machucar você — Senti algo sendo colocado em meu colo —Aqui. Seu livro, olha, eu vi o que aconteceu, não acha melhor ir à enfermaria ou a direção? — Observei seu olhar de preocupação.

Me levantei do chão rapidamente, sentindo meu estômago doer. Minhas mãos seguraram o livro com força.

—Uou, calma aí...

—Desde quando você se importa? — Minha voz saiu ríspida.

—Lógico que eu me importo. Eu sou aluno novo, meu nome é...

—Sinceramente, dizendo o seu nome ou não, não fará diferença nenhuma. Com licença — Interrompi o garoto e me virei, começando a andar em direção oposta, mal me importando em olhar para trás.

Era apenas como os outros... Ele não se importava de verdade. Ninguém se importa.


Notas Finais


Por favor, me avisem se ficou confuso ou qualquer coisa. Qualquer erro eu já arrumo 💖 💖 💖 💖 bjs.


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