História One Week. Park Jimin (Bts) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Park Jimin, Suícidio, Uma Semana
Exibições 142
Palavras 694
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*Desculpem se as palavras abaixo te machucaram de algum modo. Isso é apenas uma ficção e nada condiz com a realidade.

Capítulo 3 - Chapter Three


Com muita dificuldade eu consegui subir para o melhor lugar do colégio (Na minha opinião) O térreo. O lugar era extremamente calmo, lá parecia existir uma paz verdadeira. O lugar era bem organizado e limpo, tinha vários bancos e plantações.
Metade do lugar era coberto, impedindo que a chuva molhe, tanto os estudantes como qualquer outro objeto material considerado importante.

Me sentei em um dos bancos e abri meu livro na página marcada. Já nas primeiras linhas, eu não conseguia me concentrar. A imagem do garoto estava toda hora na minha cabeça.

Será que eu fui muito rude?

Analisei a situação com cuidado. Além dele ser novo, ele estava tentando me ajudar. E eu nem ao menos o agradeci.

Bobagem! Balancei minha cabeça em reprovação e voltei para a minha leitura.

[...]

Ouvi um pequeno sinal indicando que o horário de almoço havia chegado ao fim. Fechei meu livro, marcando uma nova página e segurei com força entre meus dedos, impedindo outro acidente.
Desço as escadas com uma certa pressa, quase caindo no final.

Ignorando todos os olhares sobre mim, eu chego na sala e me sento no meu lugar. Afundo meu rosto na mesa dura e conto até três, devagar.

—Só mais algumas horas. Aguenta firme — Digo quase que num sussurro.

—Além de inútil, fala sozinho? Maluco — Chegou perto de mim e segurou em meu queixo, me obrigando a olha-lo.

Seu toque era brutal, fazendo meus olhos marejarem, não de dor, mas sim de fracasso, decepção.

—Onw, a princesa vai chorar? Chora! vai! Para todos verem o quão patético você é — Gritou alto, fazendo todos ouvirem.

Naquele momento me senti mais do que nunca humilhado. Fraco.

—Parem agora! Senão vou ser obrigado a mandar os dois para a direção — O professor tinha acabado de chegar e nos olhava com uma feição séria.

Agradeci mentalmente e peguei meu caderno e uma caneta, começando a anotar tudo o que era passado no quadro negro.

Como sempre, ignorando as bolinhas de papel e risadas desnecessárias.

[...]

Quando a aula chegou ao fim, meu professor esperou todos os alunos saírem, para finalmente me chamar.

—Algum problema, professor? — Ele apenas me olha preocupado.

—Olha, Park, eu venho observando seu desempenho desde sempre. Você tem ótimas notas e nunca se colocou em brigas. Eu acabei percebendo também, que quase não tem colegas. Então, por favor, eu espero que me responda francamente — Mordi meu lábio inferior e dei um leve aceno —Esta sofrendo algum tipo de agressão na área escolar? Tanto verbal como física?— Meus olhos se arregalaram.

Por um momento eu pensei em contar tudo. Jogar as cartas na mesa e dar um cheque-mate. Mas, infelizmente não era bem assim.

—Não, Senhor. Obrigado por se preocupar, eu estou bem — Curvei meu corpo em sua direção, como sinal de respeito.

—Espero que não esteja mentindo para mim, Park. Agressão em área escolar é algo realmente sério — Ele se levantou, pegando sua maleta.

—Estou bem, obrigado — Me curvei mais uma vez e esperei o mesmo sair.

Respirei fundo, coçando a nuca como  sinal de nervosismo. Arrumei meus cadernos, colocando na mochila e com cuidado, pus minha cabeça para fora, observando o corredor.

Totalmente vazio. Que continue assim.

Comecei a andar em passos lentos até a saída.

—Hey! Garoto — Apertei o passo —Ou, calma. Espera! — Senti alguém segurando meu pulso.

Me virei devagar e lá estava ele! O mesmo garoto que "tentará" Me ajudar.

—O que quer? — Não ousei fazer contato visual, apenas usei o tom mais ríspido e ignorante que eu achei.

—Me desculpe, eu só... queria entregar a sua caneta, eu estava passando e a porta estava entreaberta, e como você foi o único a sair agora, eu presumi que, fosse sua. Desculpa! — O aperto ficou mais leve e senti meu rosto esquentar de vergonha.

—Tudo bem, er... Obrigado — Peguei a caneta, totalmente envergonhado.

—Não tem problema — Estendeu a mão em forma de comprimento.

Quando ele viu que eu não seguraria sua mão, recuou meio tímido.

—Bom... Obrigado de novo. Tchau! — Sai correndo meio desengonçado e fiz o máximo para não olhar em sua direção.


Notas Finais


Me desculpe se tiver algum erro.
E sim, o final já está chegando.


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