História One Week. Park Jimin (Bts) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Park Jimin, Suícidio, Uma Semana
Exibições 117
Palavras 639
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Coração doendo por causa desse capítulo.


*Desculpem se as palavras abaixo te machucaram de algum modo. Isso é apenas uma ficção e nada condiz com a realidade.

Capítulo 4 - Chapter Four


Cheguei em casa ofegante, bati a porta e não percebi como as minhas mãos tremiam sem parar. Minhas roupas estavam rasgadas e minha dignidade não existia mais.

Aquelas mãos imundas, aquele idiota. Suas palavras perversas e seu sorriso doentio.

Flashback [on.]

Droga, eu poderia ter tentado falar com ele.
Chutei algumas pedrinhas na calçada e quando eu atravessei a esquina, senti alguém me agarrar para perto de um beco.

—Olha só! O que essa coisa linda está fazendo aqui? — Sua voz possuía uma rouquidão de assustar.

Eu podia sentir minhas mãos suando e meus pelos se arrepiarem.

—Me solta. Seu, idiota — Falei me debatendo com força.

—Tsc, Tsc — Limpou a garganta e afrouxou o aperto.

Suas mãos começaram a passar por todo o meu corpo e a cada segundo, uma palavra suja era diferida em meu ouvido.

Aproveitei seu momento de distração e dei um chute sem muita força em sua canela.
Peguei a minha mochila que tinha caído e fui correndo, sentindo meu estômago embrulhar.

[off.]

Com muito esforço subi para o meu quarto e no meio do caminho fui me despindo entrando no banheiro.

Já no chuveiro eu chorava, queria rapidamente tirar aquele cheiro e as lembranças de mim.

Aquele nojento.

Passei os olhos pelo meu corpo e vi que alguns hematomas estava sumindo. Eles ainda ardiam como o inferno, e o desgraçado fez questão de apertar com força.

Desliguei o chuveiro e me sequei, vestindo apenas uma cueca e um roupão macio.
Coloquei meus óculos de grau e dei uma pesquisada rápida na Internet.

Qual é a forma mais rápida de cometer um suicídio? 

As respostas eram clássicas. Bufei e fechei o notebook velho. Não preparei nada para comer. Apesar de estar morrendo de fome, eu queria ficar magro, eu queria ser magro.

Será que, se a minha mãe estivesse aqui meu pai seria tão bruto assim? Afinal, ela morreu no meu parto, e ele faz questão de me lembrar toda hora quando o meu corpo é atingido com sua cinta grossa de couro.

—Merda — Limpo algumas lágrimas que insistiam em cair.

Mesmo sendo cedo eu decidi trancar a porta do meu quarto e a janela. Os remédios e lâminas ainda estavam lá. Acrescentei uma corda velha.

Tomo apenas um comprimido e me deito, na tentativa de dormir e nunca mais acordar.

Lá de baixo eu consegui ouvir a porta bater com força.

Meu pai deve estar chegando mais cedo. Sussurrei em meus pensamentos. E logo senti uma dormência em todo o meu corpo e relaxei.

[...]

Com um barulho de vidro quebrado me levanto rapidamente.

A minha frente estava meu pai, me olhando com os seus olhos negros de raiva e no chão, vários cacos de vidro.

—Durante o meu trabalho, eu recebo uma ligação, falando que o meu filho estava se pegando com um, homem — Proferiu as palavras com nojo.

Senti meu corpo sendo levantado e depois meus joelhos fazendo um contato ardiloso com os pedaços de vidro.

—Além de viado, meu filho querido também é uma, vadia? É isso. Me responde, Porra — Eu podia sentir o vidro afundando na minha pele. Eu queria gritar. Mas apenas lágrimas saiam do meu rosto.

—Se eu sou gay, o problema é meu e... Eu não estava com ninguém — Senti um tapa em meu rosto.

—Não me responda assim, moleque insolente — Jogou um pacote em minha cama —Antes que eu me esqueça, um garoto veio e deixou isso com o seu nome. Aproveita essas coisas aí na estante e se mata — Sorriu maldoso, saindo do meu quarto.

Ele me deixou ali, sozinho, chorando e com os meus joelhos sangrando. Me levantei com muito custo e joguei o pacote para longe.

Eu não precisava de mais problemas. Afinal, eu iria seguir as palavras do meu pai. Amanhã bem cedo.


Notas Finais


Qualquer erro eu já arrumo. Obrigada por lerem.


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