História One Week. Park Jimin (Bts) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Park Jimin, Suícidio, Uma Semana
Exibições 94
Palavras 1.075
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*Desculpem se as palavras abaixo te machucaram de algum modo. Isso é apenas uma ficção e nada condiz com a realidade.

*Desculpem se as palavras abaixo te machucaram de algum modo. Isso é apenas uma ficção e nada condiz com a realidade.

(Denovo porque sim)

Capítulo 5 - Chapter Five


Eu tinha acordado bem cedo, fingi sair rapidamente pela porta, dando meia volta e me escondendo do outro lado da casa. Esperei o carro  sair, depois de  dois minutos, quando eu ia entrar, uma mão segura em meu pulso.

—Hey! Aonde pensa que está indo — Virei assustado, achando por um segundo que era o meu pai.

Na verdade era só aquele  garoto novo. Ele estava com a sua mochila e um sorriso de dar inveja.

—Acho que isso não é da sua conta — Balancei meu pulso, na tentativa de me soltar.

—Está certo. Eu só queria saber se recebeu meu pacote — Moveu sua cabeça para o lado.

—Foi você? — Ele assentiu —Por Que? — Senti sua mão me largar.

—Bom... Eu sou o seu novo vizinho de esquina, e como aqui você é o único adolescente eu resolvi te dar um presente. Eu sinceramente não sei o que dar para gente de idade — Soltou um riso fraco e mais uma vez me olhou interrogativo —Não vai para a escola?

—Olha! Realmente fico "feliz" em saber que é o meu vizinho, então vamos começar com o espaço pessoal. Ok? — Fui irônico e vi seu sorriso murchar —Agora, se me der licença, eu tenho — Minha voz embargou —Assuntos para resolver. Adeus.

Entrei de volta para a minha casa e rapidamente fui até a janela, vendo que o garoto já tinha ido.
Respirei fundo colocando a mão sobre o meu peito e apertei com força.

Subi para o meu quarto e tranquei a porta. Tratei de colocar uma camiseta velha e uma calça larga. Abaixei minha cabeça e senti as lágrimas vindo com força.

Estiquei a minha mão e peguei um conjunto das lâminas enferrujadas. Segurei bem na pontinha e mordi meu lábio, sentindo o pequeno objeto cortante fazer uma perfuração superficial.
Eu não iria cortar até sangrar, eu sabia que na primeira passada eu perderia muito sangue, eu não queria isso, eu queria uma forma mais lenta e dolorosa.
Fui apertando cada parte do meu antebraço até formar várias marquinhas vermelhinhas. Começei a me auto beliscar e dei um pequeno sorriso malicioso.

Fui me marcando até que avisto o pacote no chão.
De primeira eu não liguei, mas eu estava muito tentado. Mesmo com um pouco de dormência eu pego a caixa e rasgo a parte da tampa.
Minha garganta fica seca e por um momento eu não acreditava no que eu podia ver.

Uma cesta cheia de comidas típicas da cidade, alguns livros bem finos e um caderno de couro.

Ele realmente perdeu seu tempo fazendo algo pra mim. Mesmo sendo pouca coisa. Mesmo isso tendo demorado cinco segundos para ser feito, eu não sei.
Dei um sorriso verdadeiro sair, eu não sorria assim desde o maternal.

Analisei cada capa e guardei com cuidado. Os livros tinham marcações e alguns papeis que eu acredito que seja marcações. Depois de colocar as comidas de lado eu oego o caderno de couro e abro as páginas, vendo todas elas em branco.

Foi nesse momento que eu refleti o quão rude eu fui. Ele poderia sim ser mais um daqueles que só querem me machucar até eu perder a minha consciência. Mas também, ele poderia ser uma pessoa boa, que só quer ser gentil.

Park Jimin, você está ferrado.

—Droga, droga — Fiquei com um enorme peso na consciência e me levantei.

Olhei para o relógio e Bufei, eu não poderia mais entrar, e não poderia tomar mais nenhum comprimido. Eles estavam contados.

Resolvi perder a droga do meu tempo, assistindo programas inúteis e fúteis na televisão.

[...]

Olhei mais uma vez para o relógio e vi que marcava exatamente o horário em que eu já estava perto de casa.

Me aproximei de fininho na janela e esperei.

Quando eu me dou conta, observo cabelos negros pulando na calçada.
Fui até a porta, abrindo com tudo.

—Garoto! — Gritei com toda a minha força e vi ele me encarando surpreso.

Ele olhou para trás e para os lados, confirmando se era mesmo com ele que eu estava falando.

Depois que eu fiz um sinal para que ele viesse em minha direção, vi seu rosto se iluminar e quase que ele veio correndo.

—Oi, tudo bem? — Estendeu sua mão. A qual eu fiz questão de apertar.

—Sim. Bom, primeiro eu queria me desculpar pelo meu comportamento e segundo, agradecer os presentes — Soltei nossas mãos e meu olhar foi se abaixando.

—Tudo bem. Eu entendo. Eu fui intrometido demais, aliás meu nome é Jungkook. Jeon JungKook — Mecheu em sua mochila —Aqui! Eu vi seu professor e perguntei se você tinha vindo pra aula, ele me disse que não, então eu comentei o fato de morarmos perto um do outro. Ele me entregou o dever que ele passou — Me deu um caderno.

Ele realmente falava demais. Era a única coisa que eu conseguia pensar no momento.

Agradeci e gaguejei um pouco, dizendo estar ocupado.

Ele apenas acenou em concordância e saiu de vista.

Com a consciência limpa e todo o dever feito eu resolvi tomar um banho.

Me despi devagar e esperei a água encher.

Quando eu entrei senti a famosa sensação dos ossos relaxarem e dei um gemido de satisfação.
Abaixei meu rosto e segurei a respiração, dessa vez por um bom tempo.
Quando eu me senti meio tonto resolvi emergir e recuperei o ar.

[...]

Vestindo apenas uma cueca eu resolvo descer e comer apenas meia maçã. Eu me sentia tonto, com fome. Mas eu não podia comer.

Ouço o telefone de casa tocar e devagar atendo.

—Alô? Residência dos Park

Park Jimin, seu viadinho, eu só estou avisando que vou voltar daqui a dois dias. Estou meio ocupado no momento — Sua risada se misturou com de algumas mulheres e logo revirei meus olhos.

Encerrei a chamada, sentindo minha cabeça borbulhar de raiva. Percebi que eu estava gritando e puxando meus cabelos com força. Aquela famosa sensação de frustração. Soquei as paredes e com a visão borrada por alguma névoa branca, eu ia empurrando tudo para o chão.
Senti minhas pernas perderm as forças e me ajoelhei, enterrando minha cabeça em meus braços. Eu estava imóvel e não conseguia de fato me mexer.

Eu soluçava alto demais. Não que alguém de fato fosse ouvir e vim me acudir.

Acho que acabei dormindo no chão. Afinal, chorar demais deve ser sono.

E eu rapidamente eu iria dormir para sempre.


Notas Finais


Qualquer erro... Bom, vocês já sabem!


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