História One Week. Park Jimin (Bts) -Reescrita- - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Park Jimin, Suícidio, Uma Semana
Exibições 147
Palavras 691
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISO: Esse e o próximo capítulo serão importantes demais. Então, eu espero que nada fique confuso. Espero que consigam entender.

*Desculpem se as palavras abaixo te machucaram de algum modo. Isso é apenas uma ficção e nada condiz com a realidade.

Capítulo 6 - Chapter Six


Resmunguei de leve ao sentir algo frio em contato com a minha testa. Era molhado e escorria. Seria sangue? Mas sangue é quente, então.
Me levantei rapidamente com os meus olhos arregalados.

—Uou, calma, não faça movimentos bruscos — Meu peito estava descompassado. Fechei meus olhos com força, com medo de ser alguém indesejável.

—Ei, pode abrir seus olhos. Sou eu, Jungkook — Tudo foi se amenizando e lentamente eu abri as minhas pálpebras.

Seus olhos me fitavam preocupados e sua mão estava embaixo da minha nuca, como um apoio.

—O... O que está fazendo aqui? — Minha garganta estava seca e tinha um pano molhado em meu colo. Provavelmente caiu quando eu me levantei.

—Me desculpa. Eu estava querendo conhecer a vizinhança, então quando eu passei em frente à sua casa eu ouvi gritos abafados. Achei que era a televisão mas, eu senti que algo de ruim estava acontecendo então eu bati na porta. Os gritos tinham parado mais ninguém abria a porta, então eu arrombei ela. Desculpa de novo — Deu uma gargalhada e logo parou quando viu a minha feição seria.

—Você realmente arrombou? Está louco? — Me excedi e logo a minha cabeça ficou borbulhando a possibilidade de que eu precisava consertar antes do meu pai chegar.

—Eu sinto muito. Eu posso pagar o concerto, eu... — Seu olhar foi em direção ao meu braço descoberto.

Ele colocou suas mãos na boca, como se levasse um choque ou algo parecido. Escondi rapidamente, colocando atrás das minhas costas e fui andando até a porta.

—Olha. Jeon, eu agradeço por se preocupar, de verdade. Mas eu acho que você precisa ir, está tarde — Apontei para a madeira sem o trinco e suspirei fundo.

Ele apenas assentiu e se levantou, andando devagar e parou de frente pra mim.
Esperei que ele me olhasse com nojo, dizendo que ia espalhar para todos o que eu fazia comigo mesmo.

Mas o que aconteceu foi totalmente diferente.

Seus braços envolveram rapidamente a minha cintura, me puxando para um abraço.

—Qualquer coisa, conte comigo — Sua voz saiu baixa.

Eu estava estático e mal conseguia corresponder o abraço.

Logo ele se separou e foi sumindo a medida que andava até a sua casa.

[...]

Eu não podia mais esperar. Eu não podia mais esperar.

Liguei para um amigo do meu pai, ele mexia com essas coisas de concerto que eu não dava a mínima. Ele faria um bom desconto. Pelo menos ele me recebia com um sorriso caloroso e um aperto de mão amigável. Diferente daqueles almofadinhas que conversaram sobre vinhos e queijos.

Idiotas... Fúteis.

Resolvo dormir na sala. Preparo um cobertor e um travesseiro e ajeito no sofá.
Pego o pequeno caderno de couro e uma caneta de ponta fina.
Já nas primeiras páginas, eu não poupei nada. Eu precisava desabafar.

Sabe, quando somos crianças nós queremos crescer o mais depressa possível e desfrutar do mundo da adolescência. Comigo foi assim...
Até os meus nove anos. Eu era feliz, mesmo nunca tendo uma infância totalmente feliz, eu só tinha um melhor amigo. Ele era maravilhoso, vivia me dando abraços e afagos no cabelo. Eu perguntava toda hora o porquê do meu pai nunca ter sorrido e nunca ter brincado comigo.
Ele apenas me dizia "Não se preocupe, você pode contar comigo"

E era verdade, eu realmente o tinha. Com ele eu pude ser quem eu realmente era.

No meu aniversário de dez anos eu tive o meu primeiro beijo e foi com ele. Nós estávamos no meu quarto e ele queria me dar um presente de despedida. Ele pediu que eu fechasse meus olhos e delicadamente selou nossos lábios. Eu fiquei paralisado, mas ao mesmo tempo gostei da nova sensação.
E foi nessa hora que o meu pai entrou no quarto. Ele gritou tanto comigo e quando o garoto foi me defender, ele recebeu um murro na barriga.

Gritei e me pus a sua frente, com muito custo observei seu olhar assustado.

Depois desse dia, nunca mais o vi.

Chorei demais, pensando o porque dele ter me deixado. Nem uma carta ele escreveu.

—Eu queria saber o motivo. Se realmente teve um! Se aquele realmente foi um selar de despedida.


Notas Finais


Aviso 2: o próximo capítulo será narrado em terceira pessoa. Eu não queria, mas infelizmente foi necessário.
Qualquer erro... Qualquer dúvida...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...