História One's OMM - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Alren, Camren, Camreng!p, Etc, Norminah
Exibições 62
Palavras 6.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Repassando para o meu perfil aqui e agradeço desde já a A_jauregui por postar na conta dela.

Capítulo 1 - Uncover-Camren


Ninguém vê, ninguém sabe
             Nós somos um segredo, não podemos ser expostos
             É como isso é, é como isso será
             Longe dos outros, perto um do outro

 

Senti-la da forma mais pura e carnal possível, era e continua sendo o que eu sempre fazia com um imenso prazer, a sensação de me sentir entorpecida a cada suspiro arrastado que saia de sua boca, a cada gemido ao pé do ouvido, como se isso fosse minha única fonte de sobrevivência, e mesmo atendendo aos seus desejos eu sentia o que ela sentia, quando a cada mordida ou estocada eu sentia suas unhas se arrastarem por minha costa, o sentimento de euforia que me dominava a cada sensação proporcionada por nossos corpos suados e colados um ao outro durante noites como essa, ver o quanto ela queria aquilo tanto quanto eu era completamente  renovador. 

 

- M-e faa..aça s..sua –  Um pedido que eu jamais negaria, ligada por suas palavras, me limitei a trilhar seu corpo com beijos e mordidas sôfregas, o poder de saber que ela necessitava tanto quanto eu me fazia querer tortura-la mostrar-lhe que mesmo sem condições de tê-la só pra mim, aqui nesse quarto não existia mas ninguém além de nós, que aqui nessa cama eu a faria minha da mesma forma que demostrava ser dela, somente dela. 

 

- Só. Minha. – Lentamente eu massageava sua intimidade, que por hora se encontrava completamente molhada, e mercê aos meus desejos. Enquanto seu corpo pedia mais que um simples toque, eu observava-a se contorcer abaixo de mim implorando por um contato maior, adorava ver o prazer que estampava seu rosto. Pois era eu a estar oferecendo tudo aquilo a ela.

 

- De..ntro eu ... Preci..so de você dentro. – Lentamente subi novamente assim ficando por cima de seu corpo, enquanto passeava com meus lábios por seu colo, até chegar ao seu ouvido onde deixei uma leve mordida em seu lóbulo sussurrando a sentença final...A nossa sentença.

 

- Com todo prazer. – sem aviso algum a penetrei, fazendo com que a mesma soltasse um longo gemido com o ato inesperado. Fazendo-a arranhar ainda mais minha costa. Sentia-a rebolar em baixo de mim enquanto abria um pouco mais as pernas me dando total liberdade para penetra-la com mais facilidade.
     

- M-maais r-raapi-ido. – em baixo de nós a cama seguia nossos movimentos, num vai e vem sincronizado, acompanhado de nossos gemidos, em meio a sussurros sujos, palavras que cada vez dita arrastadamente por ambas ao pé do ouvido nos excitava cada vez mais, depois de horas nos enrolando nessa cama, ao seu terceiro orgasmo ela novamente chegou ao seu ápice ambas com a respiração irregular, mas infelizmente com sentimentos diferentes.

 

Eu a tinha em meus braços, em noites que jamais acreditei que poderia ter, dizer que isso é o suficiente seria hipócrita da minha parte, pois nunca era o suficiente, seus toques, olhares, sorrisos, nada era suficiente demais, e se tornava menos ainda quando a observava ir embora como se cada momento registrado em minha cama depois de algumas horas sobre a mesma não passasse de um pequeno passatempo.  Mesmo me forçando a acreditar que em algum momento seria diferente, que se deixar enganar por um sentimento de ilusão seria o suficiente pra tapar o buraco que eu sentia, nem essa ilusão era o suficiente. Triste, pois somente dessa forma eu a teria, essa era a única certeza que eu tinha, de que pra ela eu não passo de mais um de seus segredos, era isso, e seria assim até que uma de nós resolva dar um fim a isso. Eu sei que essa escolha não será feita por mim, amo-a de uma forma inexplicavelmente insubstituível. Ela por querer acabou se tornando o meu "pequeno" segredo, talvez o único, já que faço questão de demonstrar tudo o que sinto em cada oportunidade que tenho de estar ao seu lado, quando estamos entre quatro paredes, longe dos outros, perto uma da outra.

                 

                     Na luz do dia, na luz do dia
                                 Quando o sol está brilhando
                                 Tarde da noite, tarde noite
                                 Quando a lua está cegando
                            Na vista de todos, a vista de todos
                             Como estrelas na clandestinidade
                                      Você e eu, queimando

         

Eu realmente não me sentia com vontade alguma de sair, porém haveria a festa de comemoração da Ally e eu deveria estar a caminho da sua casa onde ocorrerá o evento. E como eu sempre digo a vida ás vezes parece estar jogando com você sem que ao menos nos déssemos conta. Ela estaria lá e o meu lugar era onde ela estivesse assim funciona um coração tolo, o meu coração, pois a minha mente sabia que assim como ela, ele também estaria lá, ao seu lado, com braços rodeados a sua cintura possessivamente, o que eu não nego que também faria, ambos sabemos o quão perigoso aquele rosto com sua face completamente  indiferentes aos demais era capaz de chamar atenção assim como um simples meio sorriso poderia atrair olhares de cobiça pra si e no fundo ela adorava esse poder. Pois o mesmo mantinha tanto a mim quanto ele em seu jogo.

           

Por mais louco que seja eu não deveria me envolver dessa forma com ela, eu sempre fui a favor de viver a vida da forma que ela merece ser vivida, sem arrependimentos. Sempre me deixei levar, e amo minhas aventuras, meus esportes e não voltaria atrás, mesmo que por ela. Eu tenho as minhas inseguranças e a maior delas e entender o que ela viu em alguém como eu afinal nós somos parecidos. Tão parecidos que almejamos a mesma coisa. Tão parecidos que nos submetemos a mesma vida mesma que de forma diferentes nos submetemos a ama-la e sem nem mesmo saber dividi-la.
      
       

Então aqui estou, o som parecia cobrir somente o necessário, já que a comemoração era comemorada por pessoas da empresa onde a mesma trabalhava. Cumprimentei a todos que eu conhecia enquanto me dirigia para um canto menos cheio por assim dizer, e tudo o que fiz foi observar coisas que me levou a analisar todas as convidadas do recinto e me pergunta o por que não uma delas, todas em sua maioria tinham o seu "que" de charme individual, seja no jeito de andar ou na forma como algumas delas pareciam estar preocupadas em estar com algo como a maquiagem ou cabelo fora do lugar. Todas elas tinham tudo menos o jeito Cabello de ser.

       

A mesma chegara junto de seu marido, o vestido na cor preta acima do joelho era de fato o vestido. Completamente justo em suas coxas e proporcional a sua cintura o que nos dava uma ótima visão de suas curvas, os cabelos soltos marcavam ainda mais as maças de seu rosto que carregava uma maquiagem fraca. Deixando de fora somente seus olhos que fora marcado pelos lápis na cor preta completamente escuros, o que destacava ainda mais o seu olhar. O salto era maneado de forma impecável em seu caminhar creio que alto o suficiente para destacar sua roupa.

     

E o principal, seus lábios maravilhosamente contornados em vermelho.

         

Ela fazia jus á beleza que tinha e isso ninguém jamais poderia contestar. 

       

Ao observar o homem ao seu lado tudo o eu que via era que aquele poderia ser eu, mas em contra partida se ele estivesse ciente desse jogo ao me observar ele seria eu.      

     

Durante toda a noite o máximo que ambas fizemos foram trocar nada mais do algumas palavras.

       

- Como está sua noite Jauregui?

   

- Digamos que bem quente Cabello, e a sua?
 
   

 - Meio a meio eu diria. 

         

 - Existe dias de sol e chuva Cabello... basta escolher sobre qual deles quer se manter senhorita.
   
   

- Sobre ambos Jauregui, ambos...até breve.

           

Ela sempre escolheria acima de um. Eu sempre seria sua segunda opção.

           

E nós sempre a teríamos como a única e primeira de todas as possíveis opções.
     
       

Ele escolheu viver sobre as regras impostas pela família. Eu decidi viver com as minhas regras. Ele tem o apoio dos seus entes queridos. Eu tenho a mim mesma. Ele nem sequer a escolheu. Eu sempre a desejei. Ele a teria sempre a sua disposição. Eu esperaria como um tolo faz. Ele tinha suas certezas. Eu suas duvidas. Ele tinha uma vida ao seu lado. Eu tinha seu corpo por horas. Ele escolheu o dinheiro. Eu escolhi a minha liberdade. Porém existia algo que compartilhamos igualmente.

         

Nós possuímos a mesma Mulher, E pior do que isso é que compartilhamos o mesmo sangue.

         

Essa nossa única resposta. No fundo nó dois somos iguais.


            Junte dois mais dois, pra sempre nunca irá mudar
                      Junte dois mais dois, nunca irá mudar
                                 Ninguém vê, ninguém sabe
            Nós somos um segredo, não podemos ser expostos
                            É como isso é, é como isso será
                         Longe dos outros, perto um do outro
             É quando nós nos revelamos, revelamos, revelamos
             É quando nós nos revelamos, revelamos, revelamos

  
     

- Eu disse que não tinha como nos vermos – acho que essa era a quarta vez eu usava a mesma frase como argumento.

       

- Claro estava ocupada demais com as suas putas estou errada? – a voz carregada de ironia só me deixava mais irritada ainda.

       

 - Olha, eu estou morrendo de dor de cabeça – suspirei – se é isso que sua cabeça quer achar ou concluir é problema seu – me levantei do sofá onde me encontro desde o momento em que q mesma entrara pela porta desposta a discutir por nada – eu já disse que meu mundo gira e felizmente não só ao seu redor – a encarei – precisa entender que eu tenho uma vida pra viver.

       

- Não acredito que ainda estou aqui ouvindo suas desculpas esfarrapadas – caminhou em direção á mesa onde deixara seus pertences parou perto da mesma e se virou para me encarar novamente – pensei que ao menos fosse mais decente.

 

    Ela conseguiu o que queria.

   

- Decente? Ok então deixe-me lembrar que eu lhe liguei durante uma semana sabe o que é isso ? Sete dias seguidos pra saber o que estava acontecendo. E sabe o que estava acontecendo meu amor? Você estava em uma terceira, ou seja, lá qual for a vez em lua de mel com seu MARIDO –  eu detestava enfatizar coisas como essa ou até mesmo por em discussão – nem pra dizer pra indecente da sua amante aqui que não nos veríamos por três semanas, e acha mesmo que tem o direito de falar sobre qual quer um que seja dessa forma? Não, não tem pois até onde eu sei temos os mesmos direitos...

           

Ela permanecera imóvel desde meu discurso.

     

- ...Olha eu não me importo que esteja com ele que viva com ele, mas me importo o suficiente comigo mesma pra saber que o que temos não passará de um caso proibido, apenas amantes como faz questão de enfatizar...

         

          Me interrompeu.

       

- Sabe que não penso assim eu também me sinto...

       

- Não Camz não precisa, sabe muito bem o que eu sinto em relação a você. Então por favor não jogue palavras ao vento, se eu estou aqui é porque quero. Ou acha que me falta oportunidades de viver minha vida ??

         

- Como se fosse possível com aquelas putas se jogando pra cima de você – debochou. 

         

- Tá vendo, é disso que estou falando você age como se fosse minha dona. E as coisas não são dessa forma – somente o meu coração pertence a ela e mesmo não sendo reciproco não havia nada que eu pudesse fazer – você tem a sua vida e eu tenho a minha, comparar seria perda de tempo... 

       

 Um toque conhecido por mim soou na sala.

   

- É melhor atender – eu não queria me estressar mais do que já havia me estressado, ela sabia o quanto eu odiava quando ela passava daquela porta pra dentro com aquele aparelho ligado.
           

     E assim ela fez.

     

- Oi...Não estou fora de casa...eu sei...me desculpa...podemos nos encontrar sim...Tudo bem as oito está ótimo...Sim...Eu sei eu também errei mas acho melhor esquecermos isso...

       

Agora todo seu acesso de raiva estava explicado. Ela precisava soltar em alguém.

       

Novamente fui tola demais ao pensar que esse acesso de raiva tivesse haver com ciúmes de sua parte. Ou melhor ciúmes havia sim, e pelo visto por ele.

       

Enquanto ela dialogava com meu irmão eu retirei a social e a calça jeans que vestia desde que chegara do trabalho e não tirara já que minha cabeça parecia explodir, assim acabei optando por me jogar no sofá antes de toda essa confusão.

     

- ... Isso...Sim no jantar conversamos melhor...Sim Chris estamos bem...também...Te amo.
 
       

- Tranque a porta quando sair – levantei-me e segui em direção ao corredor.

 

- Lauren espera.

       

- Fala – não ousei virar para encara-la não sei aguentaria ver o que eu não me permitia aceitar estampada em seu rosto.

       

- Ainda não acabamos nossa conversa.

       

- Você tem um encontro e pelo muito que lhe conheço uma hora seria insuficiente pra se arrumar e como pode ver só lhe resta uma hora e meia, eu estou cansada e minha cabeça não quer colabora comigo, preciso de um banho e cama – deixei que minha cabeça vira-se em sua direção a encarando - é assim e nada irá mudar...esperarei que me ligue.

       

- Mas....

     

Segui corredor á dentro. Somente um banho e talvez eu me sentisse um pouco melhor.
   

     Meu refúgio, meu refúgio é em seus braços
                        Quando o mundo traz fardos pesados
                           Eu posso suportar umas mil vezes
                                No seu ombro, no seu ombro
                              Eu posso alcançar o céu infinito
                                    Sentir como no paraíso

         

- Droga – murmurei para o computador a minha frente, eu precisava terminar á edição de todas  as fotos para o book  até a, amanhã graças a idiota da Dinah que resolveu aceitar três sessões  importantes na mesma semana fora os trabalhos que ainda teria que entregar. Ela tá cansada de saber que eu sou só uma, assim como eu Mani tem as sessões dela e somos apenas três já que aquela diva só aceita contratos masculinos.

       

Eu preciso beber algo e é isso o que eu vou fazer, larguei o computador aberto e me levantei indo em direção a cozinha, talvez ainda tenha os energéticos que comprei para aqueles idiotas que parecem não ter onde viver. Antes mesmo de chegar a cozinha a campainha toca, e pelo o que eu me lembro não marquei nada com ninguém – Já vai – digo em encaminhando até a porta.

     

Ao abrir não tenho certeza se minha visão já está tão prejudicada assim.
    
   

  - Não vai me convidar pra entrar? – pergunta.

       

- O que faz aqui? – não que eu não a queira aqui, porém ela nem me ligou.

     

- Se não vai me deixar entrar, é só dizer que está esperando alguém – diz enquanto olha através da porta a procura de alguém – ou talvez já esteja acompanhada.

       

- Não, não estou entra – dei espaço pra que a mesma passasse e fechei a porta me virando para observa-la indo de encontro ao sofá onde se jogou após deixar sua bolsa na mesa de centro – não me ligou – questionei saindo do transe por vê-la em minha porta a essa hora, e caminhei até a mesma. 

       

- Estava passando por aqui e resolvi fazer uma parada – disse como se fosse a coisa mais normal do mundo – Algum problema? – indagou.

       

- A julgar pela hora – me sentei ao eu lado – me diz você tem algum problema?

       

- Como faz isso me diz – pediu com tamanha frustração – tudo parece tão mais fácil pra você.

         

A encarei, era por esses momentos que eu ansiava mas eu sempre me sentia tão perdida quanto ela.

       

- Você melhor do que ninguém deveria sabe que é tão difícil pra você quanto pra mim, estamos no mesmo barco só que em alguns momentos remamos em direção oposta.

     

- Mas sempre acabamos no mesmo lugar – debate – eu sei que eu poderia ter evitado tudo e não pense que estou pondo a culpa em você só que está começando a pesar Lauren – suspira em rendição – ele sabe, eu sinto isso. 

       

- Não acho que seja a pessoa certa para essa conversa – disse.

         

- Eu não tenho mais ninguém a não ser você – sua voz saiu um tanto quanto irritada – não é como se eu fosse procurar a pessoa mais próxima a mim e pedir conselhos sobre traição.

         

- Acha que eu não sei, ou pensa que eu me deito todas as noites com um sorriso enorme por estar dormindo com a mulher de alguém - indaguei – com mulher do meu irmão?

         

- Me desculpa, é só que eu não sei o que ele pode fazer se descobrir a traição e ainda mais, com quem eu o traio eu não posso colocar tudo a perder.

       

- Talvez seja melhor darmos um fim ao que temos.

          

 - Não eu não...eu não disse isso talvez se...

       

 - Você alguma vez já parou pra se perguntar como eu me sinto? – eu não sei se eu gostaria da sua resposta mais tem momentos que eu simplesmente não consigo guardar comigo é preciso solta-las pra quem sabe assim eu tomar um rumo sem incertezas – Eu sei, ele pode não saber que a mulher que ele ama dorme com outro, e pior outra. Mas eu sei e por mais que eu me submeta a isso ainda sim machuca. E ainda sim eu estou aqui.

   

- E como acha me sinto, eu não deveria mais no começo tudo isso não passava de passatempo – e a trouxa aqui ainda continua aqui como capacho – mas eu não suporto a ideia de ter me apaixonado por você tendo sentimentos por seu irmão, eu não consigo escolher entre os dois eu só... sinto como se eu pudesse me refugiar em seus braços nos momentos mais difíceis pois eu me sinto segura ao seu  lado.

       

- Eu... Não acho que seja esse o motivo, sejamos honestas com nós mesmas. Com ele você sente o que uma mulher apaixonada sente, amor, carinho, admiração e estabilidade. O que somente ele pode lidar e eu não te julgo pois procuro pelo mesmo só que na pessoa errada – finalmente  estamos cara a cara – comigo você tem o que procura evitar com ele, sempre que está comigo age como se eu fosse sua única fonte de fuga, eu apenas sirvo de refugio eu a escuto, sim, mas o que eu ouço de você eu ouço de todos os meus amigos, toda vez que para pra ouvir tudo o que tenho a dizer você diz que não esta interessada em ouvir sobre minhas aventuras...

         

-...Eu só queria pelo menos uma vez ouvi-la me dizer como foi no trabalho, como foi seu passeio com suas amigas entre outras amenidades cotidianas, só queria que ao menos uma vez me ouvisse dizer que pela terceira vez consecutiva eu dispensei a mesma modelo pois a única mulher que eu precisava naquele momento estava nos braços de outro...que por raiva eu me deitei com outras pra suprir o que não recebi de você.

         

- Por ciúmes Lo, por meus malditos ciúmes eu prefiro não saber do que se passa com você, eu não preciso de mais um peso na consciência pra me atormentar, pensar que outra além de mim possui o que deveria ser só meu por direito – despejou.

       

- Então agora deve ter noção de como eu me sinto toda vez que insiste em me dizer sobre ele – rebati – saber que ele te tem por inteira.

         

- Não você me tem da mesma forma que ele – foi incisiva – sem tirar nem por.

         

 - Não Camila, eu tenho o seu corpo por inteiro – talvez essa seja uma chance de me desfazer de uma vez por todas dessa armadilha – Eu tenho Camila Jauregui, e tento ama-la da mesma forma que ele tem a Camila Cabello, ele tem suas qualidades e defeitos, eu tenho o que resta de ambos.

       

- Droga você não tem o direito de jogar isso assim em cima de mim, eu sempre tentei demostrar tudo o que sinto em relação a nós duas, mas é difícil tenta me entender porcaria.

       

- Parece que é só pra isso que eu sirvo, pra entender e atender as suas necessidades – ponderei minhas próximas palavras no minuto seguinte mais talvez ambas precisamos desse espaço – talvez seja melhor ficarmos um tempo longe uma da outra, te conheço bastante o suficiente pra saber que independente do que venha a escolher será o melhor pra nós, a final estarmos juntas é com estarmos entre o inferno e o paraíso.

       

- Não temos outra opção? – neguei, assim como eu ela parecia segurar as lagrimas já que nossas  vozes nos entregam tamanhão eram nossos suspiros – só me promete que não irá sumir?

       

- Você só precisa saber que mesmo longe sempre estaremos uma perto da outra – a encarei – que eu te amo e sempre será assim, basta se lembrar que pra estar junto é preciso sentir, então lembra das milhares de vezes que eu lhe disse o quanto eu te amo e nada vai mudar, a não ser o fato que a distância me faça amá-la mas do que já amo.

     

Rimos.

         

- Tudo bem, acho melhor eu ir – levantou do sofá ao mesmo tempo em que esticava os braços mesa de centro buscando por sua bolsa – Eu te ligo.

           

 - Sim eu irei esperar – disse enquanto segurava as lagrimas que pareciam vir mais fortes do que antes a observei caminhar em direção a porta – Camz – chamei antes que a mesma abrisse a porta – Eu farei uma viagem de dois meses a trabalho, então caso resolva aparecer sem avisar novamente já sabe. 

           

Ela parecia querer dizer algo.

           

- Lolo – ‘hum’ cantarolei em resposta – como saberei que irá lembrar de mim?

           

- Eu tenho uma ligação importante pra atender – Isso pareceu ser o bastante pra que a mesma se virasse e saísse pela porta fechando-a logo em seguida.

           

Me deixando pensar quando eu finalmente teria meu descanso eterno no inferno ou no paraíso.

    
             Junte dois mais dois, pra sempre nunca irá mudar
                        Junte dois mais dois, nunca irá mudar
                                 Ninguém vê, ninguém sabe
             Nós somos um segredo, não podemos ser expostos
                             É como isso é, é como isso será
                         Longe dos outros, perto um do outro
            É quando nós nos revelamos, revelamos, revelamos
            É quando nós nos revelamos, revelamos, revelamos

  
           

Eu deveria estar em meu apartamento a três horas atrás, ao menos com esse tempo eu teria a chance de organizar um jantar decente, o que no caso era a ideia principal, mas graças a linda da Dj, eu estou aqui em meio a uma sessão fotográfica as oito da noite. Me diz como não odiar um ser como esse. Faltava apenas uma única modelo e finalmente estaria livre do estúdio não que eu não amasse o que eu faço alias quem não gostaria de ter a oportunidade de fotografar belas modelos independe da linha de roupa, ou melhor,  a nova linha de verão? Bom, creio que ninguém e muito menos eu claro com exceção do Dinah.

       

- Ok por hoje acabou – anunciei enquanto me dirigia em direção ao computador conectado a câmera para que pudesse transferir as imagens parar edição que faria somente amanhã – Preciso que troque as luzes para sessão de amanhã.

       

O pior defeito da Dinah era aparecer do nada como se fosse a coisa mais normal do mundo.

     

- Mas trocamos a dois dias atrás – devolveu confuso – dessa vez não permiti que Mani usasse essa sala.

     

 - É más á dois dias atrás estávamos fazendo outra sessão – disse o obvio – Quantas vezes terei que dizer que pra cada sessão a iluminação precisa estar de acordo com a mesma? 

         

-  Ah sim – exclamou – mande pro meu e-mail os detalhes e mandarei deixar como me pediu.

       

- Assim espero – disse enquanto retirava minha câmera do cabo USB e a guardava em minha maleta junto de meu equipamento pessoal – não marque nada para a próxima semana sem me consultar antes entendeu?

       

- Sim, entendi, mas não tenho culpa se aparecem aqui com recomendações – exclamou ofendida – você e Mani deveriam perder seus créditos de recomendação, sempre reclamam ao em vez de agradece. 

 

- Claro Diva – debochei - aproveita e pega alguns dos trabalho pra ti.

   

- Com a quantidade de bofe por aí sério? só mandar folha a4.

   

- Certo, até mais e não esquece me avisa antes – ela acenou em concordância e aproveitei para me retirar antes que decidissem me parar no caminho.

 

     [...]

       

Ao chegar ao meu apartamento tive uma pequena surpresa, bom, minha convidada estava a minha espera, o que não me é estranho já que de fato eu havia dado a ela uma copia da chave, só não esperava que a mesma usasse-a justamente hoje e ela sabia o motivo.

     

- Achei que quando chegasse teria uma mesa muito bem decorada a minha espera – eu também – mas pelo visto passaremos fome.

   

- Dinah ainda não perdeu a mania de marcar sessões sem me consultar foi mal – disse indo de encontro á morena sentada em meu sofá – boa noite – deixei um beijo leve em seus lábios.

         

- Boa noite – respondeu – ela faz por diversão tenho certeza.

         

- Sim só não a mato pois ela ainda tem serventia – rimos – tomarei um banho e já volto, será que poderia pedir uma pizza e um vinho?

         

- E nosso jantar romântico a luz de vela – disse risonha – aposto que foi uma desculpa pra sua péssima mão de cozinha.


         - Há. Há. Há. Não faço mais sua sobremesa preferida – disse enquanto retirava minhas roupas ficando apenas de samba canção e regata, ambas em cores brancas – Mas não tenho condições de pensar em mais nada.
      
         

- Tudo bem, vá mas não demore estou com fome – disse – só quero um beijo decente antes – riu.

     

E eu bom atendi ao seu pedido atrasando dez minutos a mais nosso jantar.

           

[...]

       

- Pode confessar que adorou o nosso jantar – disse abraçando-a por trás, havíamos nos sentados no chão da sala para comermos, e logo após acabarmos ela se aconchegou entre minhas pernas onde permiti que ficasse – sem contar esse vinho maravilho.

       

- Claro, ou acha que não sei suas intenções querendo me embebedar com ele – ah sim também não né.

           

- Como se isso fosse preciso – deixei que meus lábios passeassem pela pele exposta de seu pescoço até chegar a sua orelha – está completamente arrepiada – sussurrei em seu ouvido.
       
           

- Deixa de ser convencida - desdenhou - Alias, eu não entendi sua direta sobre eu não devolver suas camisetas.

           

- Mas é claro que não - eu realmente detesto quando ela insiste em furtar minhas raridades, o que eu acho extremamente desnecessário, em vista de que eu duvido muito que a mesma utiliza as mesma em casa, então não faz sentindo leva-las - já que sou eu que pareço louca quando procuro por peças que EU repito EU tinha certeza de que estavam lá - ironizei.

               

E o máximo que a abusada fez foi dar de ombros.

           

- Vai dizer que não aprecia a visão quando as visto - ela realmente não sabe jogar limpo - pois não é isso que eu vejo e sinto - sussurrou o final descaradamente apreciando cada palavra.

           

- Sente é - puxei-a a mesma um pouco mais rente a mim em um aperto delicado porém firme - agora entendo seu fetiche por minhas camisetas e boxers.

           

    Branca e vermelha.

       

- Digamos que isso é apenas um incentivo a mais - desde meu aperto ela passou a passear as mãos por minhas coxas exposta - porém a visão me oferecida por certa idiota tem um poder digamos que maior.

           

Deixei uma de minhas mãos percorrer até seus fios caídos do lado esquerdo os passando para o outro lado, deixando aquele pedaço tão de pele tão atrativo, logo deixando minha respiração já alterada bater em sua nuca arrepiando-a numa intensidade maior a anterior.

           

Um único suspiro e assim se iniciaria nosso dialogo corporal.

         

- Sei - deixei meus lábios entreabertos tendo a oportunidade e inalar e me intoxicar com cheiro de morango que carregava na pelo - também sei...que fica mais gostosa ainda sem elas...e isso sim é um belo incentivo - suspirou arranhando minhas coxas.

           

- Hmm...eu tenho certeza - tomou fôlego - que você me prometeu a sobremesa.

             

- Eu - exclamei - sobremesa tem sim - virei seu rosto para mim - a minha.

           

- A sua - sussurrou rente a minha boca .

           

- Sim você.

         

 É quando nós nos revelamos.

                             

    Nós poderíamos construir um universo aqui
              .         O mundo todo poderia desaparecer
                      Eu não notaria, eu não me importaria
                     Nós podemos construir um universo aqui
                            O mundo poderia desaparecer
                           Eu só preciso de você por perto

           

Três meses se passaram desde minha ultima conversa com Camila, os dois primeiros meses da viagem a trabalho foram excepcionais pra mim nessa etapa, havia uma responsabilidade a mais que me fazia centrar em não pensar no que aconteceria no final desse prazo, que acreditei cegamente que talvez a primeira pessoa e unica pessoa que amo poderia estar ali me esperando, em nosso pequeno - porém somente nosso - mundo. O que de fato foi uma das piores coisas a se fazer, eu não tinha uma garantia, não mantinha absolutamente nada em que me apegar a não ser no que eu sentia - e continuo sentindo - por ela. E miseravelmente me forçar a acreditar que a mesma sentia ao menos um terço por mim.

         

E agora não havia nada que eu pudesse fazer, em nenhum momento ela jamais deixou gravado em palavras o quento - ou se ainda mesmo - me ama ou seria capaz de amar,  eu sempre me submeti a sentir em gestos o que deveria ser explicito mesmo sendo incorreto. Pois eu sabia algo ela sentia por ele, e poderia dizer em voz alta. Mas o maximo que eu sentia vindo dela em relação a mim era a atração.

           

Um mês, esse foi o tempo que dera pra minha consciência entrar em um conflito - completo - interno. Eu já não sabia mais o que ou se faria algo, eu não ligaria pra ela, mesmo sentindo o tamanho da perda que ela me faz eu não poderia ser fraca a ponto de ser trouxa e mesmo depois da rejeição. Tudo o que eu me prestaria a fazer seria continuar a olhar incansável vezes para meu aparelho celular e ansiar por uma ligação, pelo toque tão conhecido por meus batimentos cardíacos, sim eu sentia todo um clichê quando ouvia o som que levaria a ter o meu momento de paz, por mas idiota ou impossível que pareça, de alguma ela conseguia me acalmar, mesmo que em silêncio - como sempre fora na maioria das vezes - eu sentia que ao menos o sentimento de culpa era reciproco e pra mim isso era o suficiente.

         

Eu havia acabado de pousar em Miami, consequentemente Dinah havia assinado um contrato para um ensaio em NY por quatro dias, e sim a vontade de mata-la foi - e continua - sendo grande, porém de certa forma essa viagem serviu de fuga, um tempo para minha mente - tentar - trabalhar de forma coerente e não me preder mais do que eu me encontro neste momento. 

         

Ao passar pela porta do apartamento, a primeira coisa que meu cérebro fez foi reagir ao seu cheiro, dando inicio a mil e uma perguntas no mesmo, ao me postar no meio da minha sala eu senti que ele não era o mesmo - ou ao menos não estava do mesmo jeito que eu o deixei quando sair pela porta - e ao olha em direção a mesa de centro eu tive a minha confirmação. Me perguntando e me forçando a acreditar no que eu estava vendo, como se ela pudesse ouvir meus pensamentos um som deu inicio a minha caminha em direção quarto, onde agora me encontro parada encarando uma porta - quando nem mesmo levei tão a sério assim encarar minha realidade - que daria o fim ao meu descontentamento

 

Somente a musica era ouvida dentro do quarto.

           

 O que eu agradecia internamente.

         

 Havia eu de um lado ela do outro.

         

  E um silêncio aterrorizante entre nós.

         

- Oi - disse pra si mesma do que deveria ser.

         

- Oi - Era esse meu medo, ter as respostas que eu sempre me perguntei - eu realmente não tenho muito o que dizer então se estiver disposta eu ouvirei tudo o que tem a me dizer.
  
             

Ela suspirou.

     

 - Tudo bem...eu, eu sei que talvez eu não devesse ter a oportunidade de que me ouvisse, nós criamos um acordo e eu acabei não o cumprindo, e por mais explicações complexas sobre, eu sinto que nenhuma delas seria o suficiente e mesmo que fosse eu sei que no fundo faltaria algo, que nem mesmo eu seria capaz de descobrir - ela parecia debater consigo mesma o que dizer - então eu usei como reposta, ao menos pra maioria das minhas questões, tudo o que que me disse antes deu passar por aquela porta, e não me arrependo um minuto sequer desse feito, somente aceitar o quão doloroso foi ficar tanto tempo longe, mesmo tão perto - deixou escapar um meio sorriso - pensei que talvez não chegasse dizer três palavras a menos do já ouviu até agora, sempre soube o quão ignorante aos com meus próprios sentimentos era de certa forma continuo sendo, e ainda sim você acima de qual quer pessoa até mesmo a mim soube me entender inexplicavelmente bem. E isso é um dos fatores que me trouxeram até aqui hoje...

         

Ela caminhou em minha direção, e como sempre eu permanecia ali a espera do próximo passo feito por ela.

           

- ...Eu lembrei durante esses três meses, dia, hora e segundo a forma como me amou e continua me amando, admirei cada gesto e palavra vindo de ti durante todo o tempo que passamos aqui, dentro desse apartamento, e conclui que a partir daqui eu comecei a construir o meu mundo, pois aqui eu me sentia e me sinto segura dos olhares e comentários maldosos. Assim como muitos que ouvi de você, sei que nunca me portava corretamente me abrindo com você, mas todo esse charme idiota sempre me irritou , pois é esse mesmo charme que tira não só a mim mas outras do eixo. E novamente esse foi um dos fatores que eme levou a fazer o que estou fazendo...vi que sempre que formos postos na vista dos demais receberíamos os mesmos comentários, e sempre que passássemos porta a dentro, seria um incentivo a mais para continuarmos a construir e solidificar ainda mais o nosso universo o nosso mundo, onde independente de tudo seria somente eu e você como sempre deveria ter sido - eu permanecia inerte a sua voz e assim seria até sua ultima palavra - pois aqui dentro eu não me importaria de esquecer o mundo la fora da mesma forma que não mais me importo em esquecer o mesmo fora daqui, agora entendo quando me dizia que não existia um mundo porta fora, pois aqui nesse momento tudo o que me importa é estar ao seu lado, e lá fora continua sendo a mesma coisa, nossos pensamentos tendem a distanciar outros, e nos manter perto um do outro...

         

Permanecemos um contato olho no olho por longo segundos.

         

- Achei que estava na hora de deixar claro...Eu só preciso de você por perto.

       

 - Eu passo quatro dias longe e você já deixou isso com a sua cara - soltei sem mais nem menos - diante do dialogo executado a minutos atrás achei que saberia o que isso significa.

   

   Ambas deixaram um pequeno sorriso escapar.

 

  - Talvez se olhar seu closet eu ganhe um desconto - disse - por que não uma olhada.

       

E foi exatamente o que fiz, ali estavam minhas camisetas perdidas exalando menta e morango, a mistura perfeita. Virei pra mesma e encarei suas feições como a de alguém que acabou de realizar um grande feito. 

       

 - Eu sei que diante de tudo o que me disse no minimo eu deveria sentar ao seu lado e passaríamos horas colocando todo esse sentimento em palavras, porém eu quero ter a certeza de que é isso o que quer...e você ainda me deve uma de suas promessas.
  
       

 Ela me encarava como se pergunta-se se aquilo fosse realmente necessário e eu balancei a cabeça em firmação.

         

Suas mãos desceram em direção ao bolso do jeans que a mesma vestia retirando seu aparelho celular assim como eu.

         

Assim que eu senti o mesmo vibrar em conjunto da mesma musica que se mantinha tocando desde minha entrada ao quarto eu atendi assim como inúmeras outras vezes.

           

- Oi - disse sorrindo.

         

- Oi - respondi com o mesmo sorriso - seja bem vinda.

         

- Esse é o nosso mundo eu sempre fui muito bem recebida e espero que continue sendo assim.

       

Caminhei ao seu encontro envolvendo-a em meus braços. Onde permanecemos apreciando o contato diante de trilha sonora condizente a parte da nossa jornada.
 
         

- Só minha - sussurrei audivelmente.

         

- Só eu e você - devolveu - Lo... - cantarolei um `hum` em reposta - Eu te amo.

       

Não desgrudei nossos corpos, apenas puxei ainda mais seu corpo para o meu e como reposta a musica estava no  seu final, deixando ali resposta pro inicio de nossa estória.

         

- Ninguém vê, ninguém sabe - mesmo não vendo seu rosto, eu sabia que nele havia um pequeno sorriso no mesmo - Nós somos um segredo, - e sempre seremos, isso já não me importava mais. - não podemos ser expostos - seu corpo pressionou um pouco mais ao meu - É como isso é, -  no fundo eu sabia que seria assim desde o inicio - é como isso será - e se esse é o único jeito de te-la eu não me importaria de vivenciar esse amor ilícito aos olhos de meros espectadores - Longe dos outros, - por que o final sempre seria o mesmo. - perto um do outro.
       
                     

Ela escolheu me amar, e eu realizei meu desejo em ama-la.

     

- E eu continuando te amando.            

 

É quando nós nos revelamos, revelamos, revelamos
              É quando nós nos revelamos, revelamos, revelamos
                                 É quando nós nos revelamos.

 


Notas Finais


Espero que gostem !!


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