História Onimoon City- BTS - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Fantasia, Novela, Romance
Visualizações 26
Palavras 2.352
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Fantasia, Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores, cheguei com o primeiro capítulo na fala de Scarlett!!
Espero que gostem, sem mais delongas
BOA LEITURA ^^

Capítulo 2 - Primeiro dia


.2

 

 

Scarlett ON

Depois de muito tempo, enfim consegui sair daquele convento. Não aguentava mais aqueles surtos, não aguentava ver aquelas pessoas sofrendo ao me tocar. Me sentia uma espécie de paranormal. Sei que essas coisas não existe... Será que não exista mesmo essas coisas? Na verdade eu nem sei mais o que pensar. No convento aprendi desde pequena que não existe essas coisas de vampiros, lobos, lembro que as freiras riam quando eu sobre esses seres. Elas apenas diziam "Isso é apenas fruto de sua imaginação pequena Scarlett." , mas alguma coisa no meu interior acreditava. As vezes me acho louca por achar que essas coisas existam, talvez porque eu fui criada em um convento longe de tudo e todos. A única coisa que elas diziam para eu acreditar  é que existe o bem e o mal e ponto final. Mas o que eu poderia dizer? Nada não é mesmo... Eu queria de verdade entender o que acontece no mundo a fora, queria conhecer os maiores segredos, queria conhecer todas as espécies existentes, queria não, QUERO e vou conhecer.

 

Lembro de uma noviça muito fofa que ficava comigo. Ela era a única me tratava de igual para igual, nunca me olhou com outros olhos, já que a maioria em minha volta fazia isso. Toda as vezes que eu acordava suando frio por conta de um pesadelo, ela estava lá do meu lado com um canto doce e calmo, aquilo certamente me deixava tranquila e me fazia ir ao sono em seu braços. Seu nome era Anna, nunca soube muito dela, a mesma nunca se abriu tanto comigo e não queria invadir tanto a privacidade alheia. Eu sempre me senti bem com ela, mas ela teve que ir embora quando completei 13 anos. A última coisa que ela me disse foi:

 

"A verdade chegará a tona no momento certo, não tenha medo, você é mais forte do que imagina, apenas siga seu coração, assim tomará escolhas sábias!"

 

Na época confesso que não entendi muito bem,fiquei até mesmo atordoada com o que acabara de ouvir.Eu queria apenas entender. Tudo na minha vida se resumiu em inúmeras falas sem sentindo, inúmeros momentos sem explicação. Eu queria entender o por que de tudo isso. Será que querer conhecer a si mesmo e o mundo a sua volta é um mal? Enfim, sei que, se algum momento eu quiser respostas, terei que correr atrás das mesmas, nem que eu tenha que ir ao inferno, eu vou descobrir o porque dessas coisas me acontecerem. 

 

(...)

 

 

 

 

Acordo com o sol aquecendo meu rosto, demoro um tempo para reconhecer onde estou, nunca havia dormido tão bem. Fazia anos que eu não tirava uma boa noite de sono, levo uns dois minutos e levanto com um sorriso no rosto. Não entendi o porque do meu sorriso, mas estar ali me trazia uma grande paz interior. Vou ao banheiro faço minhas higienes matinais, tomo um bom banho de água morna já que ainda fazia frio por conta do inverno tenebroso. De alguma forma não sentia tanto frio, não sei porque, já que a maioria das pessoas quase congelam nessa época do ano. Fico alguns minutos embaixo daquela água relaxando meus músculos por completo, termino meu banho e pega o meu mais novo uniforme. Ele era bem diferente do meu antigo, era mais curto e havia mais detalhes, talvez só fosse mais curto para mim, já que meu corpo é diferente das meninas daqui. Elas são magras, pelo menos na maioria das vezes, já eu sou alta com cabelos pretos, que ao sol poderia chegar em um tom de azul marinho, ele cobre toda a extensão de minhas costas indo até abaixo do bumbum. Já o meu corpo, como posso dizer, tenho o quadril e seios fartos ou seja, a maioria de minha roupas acabavam marcando minhas curvas.

 

Depois de banho tomado, cabelo penteado, roupa no corpo, vou até a cozinha. Eu gostei muito dessa casa, claro que não conhecia todos os cantos dela, mas estava louca para conhecer todos os cantos. 

Como ainda não tinha feito compras no mercado, a geladeira não tinha nada. Então simplesmente peguei meu material escolar e coloquei na mochila. Coloquei também o meu cartão de crédito. Eu tinha ganhado da Madre, ela sempre me tratou bem, mesmo distante. Sempre a tratei como minha madrinha. Quando eu ganhei aquele cartão ela me disse que havia um dinheiro especialmente guardado para mim. Minha mãe havia deixado para mim, ou qualquer coisa do tipo. Depois de colocar as coisas na mochila vou rumo a escola.

 Talvez vocês me perguntem "Como você sabe o caminho da escola? Você não acabou de chegar?" Sim, eu acabei de chegar! E sim eu sei onde é a minha nova escola pois no dia anterior perguntei onde era a mesma. Ele disse que não era muito longe de minha casa, dava para ir a pé. Então simplesmente segui minha intuição e fui andando até ver uma grande escola.

Haviam muitos alunos , todos bem vestidos e com um olhar de superioridade no rosto. 

Eu odeio esse tipo de gente!

 

Simplesmente passei reto e fui até a diretoria para saber qual sala irei estudar. Uma senhora com aparência um pouco rude me dá os papeis e saio de lá a procura de minha sala. Estava parada observando o meu papel até que alguém "trombica" comigo levando ambos irmos ao chão. Naquele momento subir uma raiva enorme em meu ser, se eu pudesse espancaria aquele esquisito ali mesmo.

O garoto simplesmente se levantou e saiu andando sem ao menos me pedir desculpas.

 

Que cínico!

 

- Ei! - seguro o braço do mesmo chamando sua atenção para mim- Não sabe pedir desculpas não?

 

xxx- Quem você pensa que é para segurar meu braço? Você que deveria pedir desculpas. - Falo com um tom muito ríspido olhando em meus olhos-

- Você tem problemas. Você que me derrubou, seu babaca! 

Xxx- É melhor você sair daqui antes que eu faça uma besteira.

- Não tenho medo de você, muito menos de suas ameaças. 

Aquele garoto ficou me encarando sem dizer uma só palavra, parecia que queria olhar minha alma. Ele logo saiu dali me deixando sozinha.

 

Aff, mal chego na nova escola e já tenho inimizade. Isso só acontece comigo mesmo. Ô sorte do cão.

 

Depois de pegar minhas coisas do chão, tento decifrar o papel que estava a minha frente. O sinal havia fazendo com que todas as pessoas daquele corredor sumissem como fumaça. Depois de um tempo perdida a procurar as salas perguntei ao zelador onde era, o mesmo de forma educada me levou até a mesma.

Fiquei um pouco tensa, eu estava atrasada, não havia mais nenhum aluno do lado de fora. Dou um suspiro e bato na bendita porta, e escuto apenas um ''Entre". Entro com minhas mãos um pouco suada por conta do nervosismo e pergunto ao professor se eu podia me sentar. 

 

Professor- Por que chegou atrasada?

- Estava perdida pelos corredores - Falo cabisbaixa chamando a atenção de toda a turma para mim-

Professor- Você é a Scarlett Medson, não é isso?

- Sim professor.

Professor- Eu me chamo Harry Fells, seu professor de  história. Por favor, escolha um lugar e se sente.

 

(...)

Após receber um belo sorriso de meu mais novo professor, vou até a última carteira perto da janela e me sento. A aula do Senhor Fells foi extremamente divertida para mim, já que eu amo descobrir coisas do passado. Percebi que havia pouquíssimas  pessoas que prestavam a devida atenção na matéria, já que boa parte da turma estava com a cara babando em cima de um livro. 

 

A aula do Senhor Fells acaba e um novo professor entra. Eu não sei o porque mais algo em mim dizia que não era uma boa pessoa, talvez fosse apenas uma má impressão que tive. O nome dele é Marck Oliver, professor de filosofia. Eu sempre gostei da matéria, mas algo não me adaptou com aquele ser. Ele me olhava de forma que quisesse saber de algo, talvez seja apenas curiosidade para saber quem é a nova aluna.

 

 Depois de um tempo de aula 7 meninos adentram a sala e para o meu azar, ou sorte, estava aquele ser que mais cedo me derrubou. 

Nossos olhos se cruzaram de imediato e subiu uma raiva em mim. Ele mantinha aquele olhar intimidador e eu fazia o mesmo mostrando que não tenho medo. Depois deles tomarem uma leve  bronca do professor sentam-se no fundo, mais para a minha sorte nenhum deles estavam do meu lado.

 

 

(...)

 

O sinal toca para nos alertar que já estava na hora do tão esperado intervalo,  a turma já havia guardado suas coisas e eu simplesmente fiquei sentada na minha carteira. Já que não conhecia nada mesmo, preferi ficar sentada ali e ouvir uma música. Pego meu celular e fones e começo a escutar algumas músicas. Não estava me importando muito com o que acontecia a minha volta, até que vejo um monte de meninas, não só da sala que estudo, mas também que parecia ser de outras turmas adentrar a sala para ficar se esfregando naqueles 7 meninos. 

Eles mal falavam com elas, mas mesmo assim aquelas meninas ficavam se esfregando neles.  Não demorou muito e as meninas saíram deixando apenas eu e os 7 meninos estranhos. Senti minha barriga roncar, me levanto de minha mesa e vou indo em direção a saída da sala, até que lançam uma bolinha de papel em mim.

 

Como esses caras podem ser tão infantis? 

 

- Quem foi o babaca que jogou essa merda de bolinha em mim?- Falo olhando para os meninos fuzilando com o meu olhar-

Xxx- Fui eu por que?- Levanta o mesmo e anda em minha direção-

- Já não bastava ter me derrubado e agora vai começar a brincadeirinha de criança? Por favor, me poupe. -Volto a andar até a porta deixando o mesmo falando sozinho-

Xxx- Ninguém me deixa falando sozinho garota.. - o mesmo segura meu braço, sinto uma raiva se apoderar de meu corpo, fazendo com que meu corpo ficasse quente, ele logo o solta com uma expressão nada boa- Como fez isso?

- Eu não fiz nada  e mesmo se tivesse feito algo, não é dá sua conta.

Os outros seis garotos ficaram nos olhando com um certo temor com o que poderia acontecer, saio dali e vou indo em direção ao que me parecia uma lanchonete e compro um suco natural de amora. Pego meu suco e sento em uma mesa vazia, um pouco afastada dos outros estudantes, eu atraia olhares de mais, aquilo me irritava profundamente.

Fico ali pensando em como minha a vida estava cheia de mistérios e perguntas sem respostas. Como as coisas realmente acontecem depois daqueles muros altos do convento a qual morava antes. Perdida em meus pensamentos vejo uma cena desagradável, uma menina sendo jogada ao chão por uma outra garota com um grupinho de outras 3 garotas. Eu nem conhecia aquela menina que estava caída, mas sabia que precisava de ajuda e como eu odeio injustiça fui ajudar aquela garota. Me levanto apressada da mesa que estava e vou até onde estava acontecendo a ilustre cena.

 

- Deixa ela em paz! Por acaso ela fez alguma coisa com vocês?

Xxx- Olha só o que encontramos aqui.. -Diz a mesma com um tom debochado e nariz empinado em minha direção e pressiona seu dedo contra meu peito - Eu que pergunto quem é você? Queridinha, vai lá caçar um esfregão e limpar a sujeira aqui. - Fala voltando o seu olhar a menina que estava caída no chão chorando-

- Queridinha não. Não tenho intimidade com você e outra por que não pega um esfregão e passa na sua cara de pau? É melhor você sair daqui antes que eu me estresse.

Xxx- O que irá fazer? Vai me bater?

- Se continuar me irritando, irei sim!

Xxx- Vamos meninas, deixa essa louca ai sozinha.

 

As garotas saem e eu volto o meu olhar a menina que estava no chão chorando, abaixo e pego a mão da mesma.

 

-Está tudo bem com você?

Xxx- S-sim -Fala entre soluços- O-obrigada pelo que fez por mim, ninguém faria o que fez.

- Não foi nada, apenas não gosto de injustiças. -Ajudo a menina se levantar e vou andando para minha mesa-

Xxx- Posso me sentar com você?

- Claro, sem problemas! - Nos sentamos na mesa e a menina fica me encarando e começa a falar-

Xxx- Prazer meu nome é Annie Tyler.

- O meu nome é Scarlett Medson.

Annie- Você é dá minha turma. -Dá um breve sorriso-

 

Eu e Annie ficamos conversando até tocar novamente o sinal. Retornamos a sala conversando, com poucos minutos que passamos juntas ela se mostrou uma pessoa de bom coração, porém é um pouco atrapalhada.

As outras aulas foram um "porre" de tão chatas, e os olhares daqueles sete meninos em mim continuavam, apenas fingi que nada aconteceu e continuei conversando com Annie.

 

Annie- Que isso em garota! -Dá um sorriso malicioso-

- O que foi doida?

Annie- Os meninos mais gatos da escola não param de te olhar..

- Você está falando daqueles sete caras pálidas ali?

Annie- Se você não sabe, eles são os garotos mais desejados por toda a escola. Por acaso não acha eles bonitos?

- Podem ser até bonitos, porém já me tiraram a paciência. 

Annie-Nossa, que coisa não...

- Vamos mudar de assunto, pois eles não valem estar presentes em minhas conversas.

Annie- Tá, tá bom, entendi que não gosta deles.

- Não é que não gosto, se pelo menos eles fossem educados, seria um progresso.

 

Depois de muita conversa e muitas aula quase que tediantes o sinal toca e arrumo minhas coisas rumo a saída. Me despeço de Annie e saio da escola. Como eu tinha acabado de me mudar, precisava fazer umas compras e assim o fiz. Fui em um supermercado e comprei legumes, verduras, frutas, salgadinhos, carnes, massas, produtos de limpeza, basicamente, tudo aquilo que precisaria.

 

 

Mesmo sentindo que estava sendo seguida não liguei e logo fui para minha residencia...



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