História Only fools - CellBit - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Felipe Z. "Felps", Gabriela "Gabbie" Fadel, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Felps, Gabriela "Gabbie" Fadel, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit, Langers, Rafael Lange
Exibições 197
Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI
GENTES
QUERIA DIZER QUE AMO VOCÊS
e queria dizer também que eu amo o Troye Sivan e que o nome da fanfic é por causa de uma das musicas dele
Mas, quem se importa, não é mesmo?
BOA LEITURA!

Capítulo 9 - Verão III


Senti a luz invadir o espaço e abri os olhos lentamente para me acostumar com aquilo. Retirei os fones e vi uma Gabbie de sorriso tímido com seus longos fios azuis próxima a minha janela, essa mesma garota caminhou até mim e sentou-se ao meu lado na cama, me abraçando desajeitadamente e pondo seus dedos macios no meu cabelo com um delicado carinho.
— Bom dia! — ela disse, como em um sussurro enquanto me olhava ternamente — O Yuri está preparando algo para você comer.
— Bom dia... — murmurei de volta.
Ela continuou com seu cafuné lento e eu me encolhi ainda mais na cama, Yuri deve ter conversado com o pai e por isso agora ele e a azulada se faziam presentes em minha casa. A olhei e percebi que queria dizer algo, o silêncio se instalava e ela certamente queria por fim nisso.
— Desculpe não vir ontem — finalmente disse, um pouco tímida — Sabíamos que precisava do seu tempo sozinha para assimilar as coisas. Você já tem noção do que fazer?
— Já. — soltei um suspiro em seguida, sentado na cama e a olhando — Não quero que muita gente saiba disso, você entende?
— Se essa é sua decisão... Sim. Sempre estaremos ao seu lado, Lê.
— Com licença meninas — Yuri berrou, trazia consigo uma bandeja de madeira e caminhou até nós, sentando conosco na cama — Trouxe o lanchinho, senhoritas.
— Obrigada Yu! — respondi e então peguei uma das torradas do prato, sorrindo em agradecimento após comer.
Logo os dois começaram a conversar animadamente sobre qualquer uma daquelas séries que os dois gostavam, e eu voltei a ficar no meu cantinho, ainda na cama. Era visível que os dois não queria forçar a barra comigo. Minha cabeça estava uma confusão tão grande de sentimentos e pensamentos que apenas um dia não fora capaz de arrumar, então eu estava muito feliz por eles não me abandonarem. Pelo menos, ainda não abandonaram.
— Hey, Lê, o que houve?
A voz de Yuri me tirou de meus pensamentos um tanto fúnebres e me fez direcionar o olhar para a garota de cabelos azuis e o rapaz de fios negros e barba bem feita a minha frente, ambos me avaliavam como se tentassem advinhar meus pensamentos.
— Nada... — respondi, depois de uma pequena pausa.
A situação estava desconfortável. Não havia como nenhum de nós três negar a isso.

POV Rafael Lange

Peguei a xícara e dei um longo suspiro antes de voltar a sentar na minha poltrona e encarar o rosto do Luba.
— Relaxa, Lange.
Lucas forçou um sorriso que saiu mais desajeitado e falso do que ele deve ter esperado.
— Ela mandou eu ir me foder.
— Eu te avisei que ela não era fácil.
Foi minha vez de sorrir desajeitado.
— Agora — comecei e dei mais um gole no meu café — seja um bom amigo e repasse as informações.
— Conversei com a Gabbie, já que a Lê não me atende nem respondeu as mensagens.
Encarei sua face na tela do meu computador e vi sua expressão mudar para algo nada bom. Puta que pariu, deu merda.
— E então? — o encarei através das telas de vidro e quilômetros de distância que nos sepavaram.
— Sabe — ele começou, com um tom de voz diferente — Quando a Aquimi está com problemas, ela prefere se isolar que preocupar as pessoas. Faz parte da natureza complicada dela.
— Percebi isso ontem. — sorri amargo ao lembrar de como ela me tratou. Nem parecia a garota que três dias atrás estava me agradecendo por fazê-la rir tão bem.
— Ela está com câncer.
Cospi todo o café que havia acabado de por na boca ao ouvir àquelas palavras e me engasguei bravamente. Olhei o estado da mesa e merda, teria que limpar tudo aquilo. Voltei a olhar para meu monitor e o rosto de Lucas estava sério.
— Não acredito que tu ta gravando isso, Luba, se isso for um trote você tá fudido!
— Não é, Rafa.
— A Lena tem câncer? Como assim a Helena tem câncer?
— Ela tem uma espécie de câncer na medula que afeta o sangue.
— Sério? — o perguntei mais uma vez, ainda incrédulo com o que acabara de ouvir.
— Sério, Severino, é sério. E olha, como amigo da Helena só quero te dar um alerta, a hora pra desistir dela é essa. Não invente de fazer isso depois.
— Não pensei em me afastar... É que depois de ontem, não acho que ela vá querer me ver.
— Acredite em mim, ela vai. E ela gosta de unicórnios. Preciso ir agora, Lange, conversamos mais tarde. Tchauzinho!
Luba desligou antes mesmo que eu pudesse falar algo. Eu não tinha a mínima intenção de desistir da garota marrenta e de fios coloridos que vinha pondo cada vez mais cor no meu mundinho preto e branco. Caralho, Rafael, mas que merda é essa que tu ta falando? Merda, pensar esse tipo de coisa nunca é um bom sinal. Sinal de que eu vou me foder.
Encarei minha mesa de edição toda molhada de café — com um pouco de baba, talvez — e suspirei, precisava limpar aquilo antes de comprar as passagens e de preferência seriam para aquela tarde. Estava decidido, eu iria até lá e iria ficar ao lado dela.

* * *

Encarei a porta do apartamento. Minhas mãos estavam soando e eu sentia meu corpo pesado e queria desesperadamente deitar e dormir. Luba vinha sendo um ótimo amigo, me deu o endereço da Helena e eu havia procurado um hotel o mais próximo possível da casa dela e passado lá apenas para deixar minhas malas. Olhei as horas no celular, 23:45 e eu não sabia se ela estava em casa ou acordada mas ali eu estava com um saco enorme na mão e uma cara destruída para tentar falar com ela. Toquei a campainha. Nada. Toquei novamente e ouvi um "já vai" de uma voz que eu desconhecia totalmente.
Um cara de barba e cabelo bagunçado apareceu em minha frente, seus olhos dourados pareciam me avaliar e o sorriso que ele tinha antes se desfez provavelmente ao processar minha presença ali.
— Boa noite. — sua voz saiu ríspida e com uma carga de dúvida — O que deseja?
— Achei que esse apartamento pertencia a Helena Aquimi... Mas, você pode me dizer onde ela mora, por favor?
— Ela mora aqui mesmo. — continuou, no mesmo tom de voz — E você... É...?
— Rafael. — respondi, o mais seriamente possível.
Vi uma Helena sonolenta e um pouco cambaleante surgir por trás do homem que segurava a porta de seu apartamento coçando os olhos no meio dos fios desgrenhados.
— Você está na porta por quê, Yu? A Gabbie já chegou? Ela disse que ia comprar a pizza mas até agora não voltou. — sua voz estava baixa e soava mais manhosa a cada palavra que saia de seus lábios, ela parecia tentar focar a imagem na porta, seus olhos direcionaram aos meus e ela pareceu assustada — Rafael?
— Surpresa! — sorri e acho que saiu mais irônico do que eu gostaria, então estendi o grande saco de cor metálica e laço para ela.


Notas Finais


Achei o capítulo pequeno mas nos todos superamos.
No meu estado não tem horário de verão e todo ano eu sou trouxa por causa disso, vocês acreditam? Esse ano também fui aodkksksks

O QUE ACHARAM DO CAPÍTULO?
O QUE ACHARAM DESSA VERSÃO DO LANGE?
QUERO SABER HEIN!! É IMPORTANTE PRO RUMO DA FIC.
Beijos de cafeína (ou achocolatado, pra quem quiser)
Fui <3


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