História Only Fools Fall For You, My Dear Sister - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 38
Palavras 730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Orfanato


Fanfic / Fanfiction Only Fools Fall For You, My Dear Sister - Capítulo 2 - Orfanato

10 de outubro de 2016

❌Yoongi❌

Eu estava no banco de trás do carro de meus pais, enquanto minha mãe e meu pai conversavam animadamente na ida para o orfanato Sol Nascente.

Naquela época eu fiquei muito chateado por meus pais quererem outro filho, parecia que eu não era suficiente mas alguns anos depois descobri que na verdade eles queriam uma companhia pra mim, já que era "muito solitario" o que não era exatamente verdade.

Eu era o capitão do time de basquete da escola, oque significava varias garotas caindo aos meus pés e tinha vários amigos, mas para os meus pais eu era solitário.

Vai entender.

Meus pais são muito bons, sempre estão tentando ajudar os outros, fazendo caridade para a igreja ou orfanatos.

Não vêem problemas com toda essa comunidade LGBT, desde que as pessoas sejam felizes.

Eu realmente apreciava isso neles e esperava ser uma pessoa boa assim quando ficasse adulto.

Ah e quase ia me esquecendo.

Eles eram extremamente ricos.

Boas pessoas e ricos.

Meu pai, Min Chul, era um psicológico muito renomeado por toda a Coréia do Sul, várias pessoas vinham de outras cidades para se consultar com ele.

Minha mãe, Min Sun Hee, era uma estilista, ela passava a maior parte do tempo um Milão ou Paris, mas quando estava em casa gostava muito de passar seu tempo comigo e meu pai.

Ela sempre quis ter uma grande familia, era isso que ela me contava, mas depois de um acidente de carro quando eu tinha 4 anos ela perdeu a possibilidade de ter filhos, Sun Hee acabou entrando em depressão por vários anos, mas depois de muita ajuda se recuperou.
E agora estamos aqui para adotar uma garota.

- Chegamos filho! - Olhei para as roupas caras dos meus pais, o vestido da minha mãe e o terno de meu pai, depois olhei para minha própria roupa, uma calça jeans rasgada e uma blusa branca com uma jaqueta de couro por cima, eu nem parecia ser filho deles.

Murmurei um "tanto faz" e saí do carro.

Eu nunca tive paciência com criança, como eles acham que eu ia conseguir cuidar de uma?!?!?

Entramos no orfanato, era um espaço... Bom.

Quer dizer eu nasci em um "berço de ouro" como meus amigos falam, então eu não sabia exatamente o que falar sobre o lugar.

A parte da frente era onde ficava uma "recepção" as paredes eram brancas em um tom sério, as mulheres que trabalhavam lá usavam vestidos caros como o de minha mãe, então deduzi que as crianças não vinham aqui com freqüência, nos sentamos numa mesa preta em uma sala separada e eles começaram a preencher a papelada.

- Yoongi querido - Minha mãe nem tirou os olhos do papel para falar comigo - Porque não vai ver as crianças.

Eu estava pronto para uma resposta irônica mas a recepcionista de peitos grandes segurou meu braço e me levou pra fora, indicando onde eles ficavam, sem antes me dar uma "checada", revirei os olhos e ignorei suas investidas, não estava interessado em uma mulher com o dobro da minha idade.

Abri a porta azul que separava aquela recepção das crianças, assim que pisei pra fora eu estava em um tipo que quintal enorme que dava pra ver os dormitórios bem longe, varias crianças passavam correndo e depois uma das professoras, toda suja de tinta rosa e azul, estava perseguindo aqueles pirralhos.

Depois minha mãe quer saber porque não quero ter filhos.

Continuei caminhando pela grama com passos lentos que não me levariam a nenhum lugar se não tivesse ouvido uma doce voz cantando:

Only fools fall for you, only fools
Only fools do what I do, only fools fall
Only fools fall for you, only fools
Only fools do what I do, only fools fall

Me deixei levar pela voz e caminhei até seu encontro, acabei chegando em uma fonte de água e sentada lá estava uma menina com mais ou menos a minha idade, talvez um ano ou dois mais nova, ela tinha cabelos castanhos lisos em cima, mas enrolados do meio até as pontas, ela estava com os pés na fonte e de costas pra mim então não pude ver seu rosto direito, mas fui me aproximando cada vez mais e vi que ela tinha uma garotinha de cabelos loiros nos braços que dormia profundamente ao som de sua doce voz.



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